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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Quarteto Novo


Quarteto Novo é um conjunto instrumental que foi formado em 1966 na cidade de São Paulo. Originalmente Trio Novo, integrado por Theo de Barros (contrabaixo e violão), Heraldo do Monte (viola e guitarra) e Airto Moreira (bateria).

O conjunto foi criado para acompanhar o cantor e compositor Geraldo Vandré em apresentações e gravações. Classificada Disparada (Geraldo Vandré e Theo de Barros) para o II FMPB, da TV Record, de São Paulo, o Trio Novo, encarregado de acompanhar o cantor Jair Rodrigues na música, teve sua formação alterada, pois, por força de contrato com a Rhodia, estavam impedidos de participar do festival. O trio se apresentou então com Aires (viola), Manini (bateria) e Edgar Gianullo (violão).

Com entrada do flautista Hermeto Pascoal, o trio passou a Quarteto Novo, e participou dos programas de televisão que Geraldo Vandré comoandou em São Paulo, na TV Record e na TV Bandeirantes.

Em 1967, com músicas de Geraldo Vandré e dos seus integrantes, o conjunto gravou na Odeon o LP Quarteto Novo, importante experiência de estilização de ritmos nordestinos. Nesse mesmo ano o quarteto acompanhou Edu Lobo e Marília Medalha na apresentação de Ponteio (Edu Lobo e Capinam), que venceu o III FMPB.

O conjunto se dissolveu em 1969, e o LP foi reeditado em 1973.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora

Quarteto Novo


Quarteto Novo é um conjunto instrumental que foi formado em 1966 na cidade de São Paulo. Originalmente Trio Novo, integrado por Theo de Barros (contrabaixo e violão), Heraldo do Monte (viola e guitarra) e Airto Moreira (bateria).

O conjunto foi criado para acompanhar o cantor e compositor Geraldo Vandré em apresentações e gravações. Classificada Disparada (Geraldo Vandré e Theo de Barros) para o II FMPB, da TV Record, de São Paulo, o Trio Novo, encarregado de acompanhar o cantor Jair Rodrigues na música, teve sua formação alterada, pois, por força de contrato com a Rhodia, estavam impedidos de participar do festival. O trio se apresentou então com Aires (viola), Manini (bateria) e Edgar Gianullo (violão).

Com entrada do flautista Hermeto Pascoal, o trio passou a Quarteto Novo, e participou dos programas de televisão que Geraldo Vandré comoandou em São Paulo, na TV Record e na TV Bandeirantes.

Em 1967, com músicas de Geraldo Vandré e dos seus integrantes, o conjunto gravou na Odeon o LP Quarteto Novo, importante experiência de estilização de ritmos nordestinos. Nesse mesmo ano o quarteto acompanhou Edu Lobo e Marília Medalha na apresentação de Ponteio (Edu Lobo e Capinam), que venceu o III FMPB.

O conjunto se dissolveu em 1969, e o LP foi reeditado em 1973.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora

domingo, 6 de janeiro de 2008

Os Originais do Samba

Originais do Samba

Conjunto de samba formado na década de 1960, no Rio de Janeiro. Teve duas formações, a primeira com Bigode (pandeiro e voz), Bidi (cuíca e voz), Chiquinho (ganzá e voz), Lelei (tamborim e voz), Mussum (reco-reco e voz) e Rubão (surdo e voz) e a segunda com Bigode (voz, pandeiro e coreografia), Zeca do Cavaco (José Carlos Antônio Júnior - São Paulo/1970 - cavaco e banjo), Sócrates (Francisco de Assis Silva Pereira - São Paulo/1951 - guitarra), Rubinho Lima (Rubens Pedreira Lima - São Paulo/1973 - percussão), Valtinho Tato (Valtenir Aparecido Toledo - São Paulo/1954 - percussão) e Gigi (José Delfino Rodrigues da Costa - São Paulo/1951 - reco-reco e tamborim).

O seu integrante mais famoso foi Antonio Carlos Bernardes, carioca nascido em 1941, conhecido como Mussum, que atuou em televisão como ator cômico. Ao lado de Renato Aragão, Zacarias e Dedé Santana, compôs o grupo Os Trapalhões, que manteve um programa por vários anos na Rede Globo. Atuou em diversos filmes de Renato Aragão, como integrante do grupo. Faleceu em 1994, em São Paulo.

Rubens Fernandes (Rubão), nasceu no Rio de Janeiro e faleceu, em São Paulo, em 1977. Arlindo Vaz Germino (Bigode) nasceu em 1942, no Rio de Janeiro. Murilo da Penha Aparecida e Silva (Bidi) nasceu no Rio de Janeiro, em 1932. Francisco de Souza Serra (Chiquinho), carioca, nasceu em 1943. Wanderley Duarte (Lelei) nasceu no Rio de Janeiro, em 1946.

No início da década de 1960, ainda com o nome Os Sete Morenos, o grupo se apresentou no Clube dos Baianos, na Praça Tiradentes. Em 1961, o nome do conjunto mudou para Os Originais do Samba. Por esta época, Carlos Machado o contratou para atuar no show O teu cabelo não nega, sobre o compositor Lamartine Babo, que entrou em cartaz na boate Fred's e no Copacabana Palace, ambos no Rio de Janeiro.

Neste mesmo ano, o grupo viajou para o México, acompanhando a Companhia de Carlos Machado, fazendo temporada com o show O teu cabelo não nega, naquele país, por seis meses. Excursionou, também, em Porto Rico. Depois, por várias cidades brasileiras e, por fim, apresentou o show em São Paulo.

No ano de 1968, os produtores Mièle e Bôscoli convidaram o grupo para se apresentar ao lado de Elis Regina na I Bienal do Samba, interpretando a música Lapinha, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro. A música foi vencedora e o grupo foi contratado pela gravadora RCA Victor.

No ano seguinte, gravou o primeiro LP: Os originais do samba, do qual despontaram os primeiros sucessos do grupo: Cadê Teresa, de Jorge Ben e E lá se vão meus anéis, de Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro.

Em 1970, gravou o disco Samba é de lei. Com o sucesso de Tá chegando fevereiro, de Jorge Ben e João Melo, o grupo recebeu três Discos de Ouro da gravadora RCA Victor. No ano posterior, o grupo apresentou-se no IV Festival Universitário de Música Popular Brasileira da TV Tupi, do Rio de Janeiro.

No ano de 1972, no LP O samba é a corda , Os Originais a caçamba, gravou as músicas Esperanças perdidas (Adeilton Alves e Délcio Carvalho) e Do lado direito da rua direita, de Luis Carlos e Chiquinho, alcançando um grande êxito nas paradas de sucesso da época. Um ano depois, o disco É preciso cantar, lançou com sucesso outra composição interpretada pelo grupo: É preciso cantar (Adeilton Alves e Délcio Carvalho).

Em 1974, o grupo lançou um de seus maiores sucessos, Tragédia no fundo do mar (Assassinaram o camarão), de Zere e Ibraim, do LP Pra que tristeza. Deste mesmo disco, destacam-se ainda outras composições, como A dona do primeiro andar, Boato (João Roberto Kelly) , O aniversário de Tarzã, Nego véio quando morre e Saudade e flores.

Dos vários artistas que o grupo acompanhou em shows ou em gravações, destacam-se Chico Buarque, Toquinho e Vinicius de Moraes, Paulinho da Viola, Elza Soares, Elis Regina, Jorge Ben , Martinho da Vila e Jair Rodrigues. Entre os artistas internacionais que o grupo acompanhou estão Duke Ellington e Earl Grant. Foi o primeiro conjunto de samba a se apresentar no Teatro Olympia, em Paris. O conjunto também participou do Carnival Friends of Brazil Club, na cidade de São Francisco, na Califórnia.

Em 1997, o grupo completou 30 anos de carreira e comemorou lançando um CD pela gravadora RGE, Os Originais de todos os sambas, contando com uma nova formação. No ano de 1998, a convite de Rildo Hora participou do disco Casa de samba 3, no qual, junto com o grupo Os Morenos, interpretou a faixa Do lado direito da Rua Direita, de Luis Carlos e Chiquinho.

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

Os Originais do Samba

Originais do Samba

Conjunto de samba formado na década de 1960, no Rio de Janeiro. Teve duas formações, a primeira com Bigode (pandeiro e voz), Bidi (cuíca e voz), Chiquinho (ganzá e voz), Lelei (tamborim e voz), Mussum (reco-reco e voz) e Rubão (surdo e voz) e a segunda com Bigode (voz, pandeiro e coreografia), Zeca do Cavaco (José Carlos Antônio Júnior - São Paulo/1970 - cavaco e banjo), Sócrates (Francisco de Assis Silva Pereira - São Paulo/1951 - guitarra), Rubinho Lima (Rubens Pedreira Lima - São Paulo/1973 - percussão), Valtinho Tato (Valtenir Aparecido Toledo - São Paulo/1954 - percussão) e Gigi (José Delfino Rodrigues da Costa - São Paulo/1951 - reco-reco e tamborim).

O seu integrante mais famoso foi Antonio Carlos Bernardes, carioca nascido em 1941, conhecido como Mussum, que atuou em televisão como ator cômico. Ao lado de Renato Aragão, Zacarias e Dedé Santana, compôs o grupo Os Trapalhões, que manteve um programa por vários anos na Rede Globo. Atuou em diversos filmes de Renato Aragão, como integrante do grupo. Faleceu em 1994, em São Paulo.

Rubens Fernandes (Rubão), nasceu no Rio de Janeiro e faleceu, em São Paulo, em 1977. Arlindo Vaz Germino (Bigode) nasceu em 1942, no Rio de Janeiro. Murilo da Penha Aparecida e Silva (Bidi) nasceu no Rio de Janeiro, em 1932. Francisco de Souza Serra (Chiquinho), carioca, nasceu em 1943. Wanderley Duarte (Lelei) nasceu no Rio de Janeiro, em 1946.

No início da década de 1960, ainda com o nome Os Sete Morenos, o grupo se apresentou no Clube dos Baianos, na Praça Tiradentes. Em 1961, o nome do conjunto mudou para Os Originais do Samba. Por esta época, Carlos Machado o contratou para atuar no show O teu cabelo não nega, sobre o compositor Lamartine Babo, que entrou em cartaz na boate Fred's e no Copacabana Palace, ambos no Rio de Janeiro.

Neste mesmo ano, o grupo viajou para o México, acompanhando a Companhia de Carlos Machado, fazendo temporada com o show O teu cabelo não nega, naquele país, por seis meses. Excursionou, também, em Porto Rico. Depois, por várias cidades brasileiras e, por fim, apresentou o show em São Paulo.

No ano de 1968, os produtores Mièle e Bôscoli convidaram o grupo para se apresentar ao lado de Elis Regina na I Bienal do Samba, interpretando a música Lapinha, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro. A música foi vencedora e o grupo foi contratado pela gravadora RCA Victor.

No ano seguinte, gravou o primeiro LP: Os originais do samba, do qual despontaram os primeiros sucessos do grupo: Cadê Teresa, de Jorge Ben e E lá se vão meus anéis, de Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro.

Em 1970, gravou o disco Samba é de lei. Com o sucesso de Tá chegando fevereiro, de Jorge Ben e João Melo, o grupo recebeu três Discos de Ouro da gravadora RCA Victor. No ano posterior, o grupo apresentou-se no IV Festival Universitário de Música Popular Brasileira da TV Tupi, do Rio de Janeiro.

No ano de 1972, no LP O samba é a corda , Os Originais a caçamba, gravou as músicas Esperanças perdidas (Adeilton Alves e Délcio Carvalho) e Do lado direito da rua direita, de Luis Carlos e Chiquinho, alcançando um grande êxito nas paradas de sucesso da época. Um ano depois, o disco É preciso cantar, lançou com sucesso outra composição interpretada pelo grupo: É preciso cantar (Adeilton Alves e Délcio Carvalho).

Em 1974, o grupo lançou um de seus maiores sucessos, Tragédia no fundo do mar (Assassinaram o camarão), de Zere e Ibraim, do LP Pra que tristeza. Deste mesmo disco, destacam-se ainda outras composições, como A dona do primeiro andar, Boato (João Roberto Kelly) , O aniversário de Tarzã, Nego véio quando morre e Saudade e flores.

Dos vários artistas que o grupo acompanhou em shows ou em gravações, destacam-se Chico Buarque, Toquinho e Vinicius de Moraes, Paulinho da Viola, Elza Soares, Elis Regina, Jorge Ben , Martinho da Vila e Jair Rodrigues. Entre os artistas internacionais que o grupo acompanhou estão Duke Ellington e Earl Grant. Foi o primeiro conjunto de samba a se apresentar no Teatro Olympia, em Paris. O conjunto também participou do Carnival Friends of Brazil Club, na cidade de São Francisco, na Califórnia.

Em 1997, o grupo completou 30 anos de carreira e comemorou lançando um CD pela gravadora RGE, Os Originais de todos os sambas, contando com uma nova formação. No ano de 1998, a convite de Rildo Hora participou do disco Casa de samba 3, no qual, junto com o grupo Os Morenos, interpretou a faixa Do lado direito da Rua Direita, de Luis Carlos e Chiquinho.

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Os Carbonos

Os Carbonos - Grupo vocal e instrumental paulistano formado pelos sobrinhos dos Trigêmeos Vocalistas, os irmãos Mário Bruno Gonçalves Carezzato (São Paulo SP 1941-), teclados, e os gêmeos Raul e Humberto Carezzato Sobrinho (São Paulo SP 1946-), vocais e contrabaixo, além de Antônio Carlos de Abreu (São Paulo SP 1946-), bateria, e Ricardo Fernandes de Morais (São Paulo SP 1953-), guitarra-base.

Iniciaram a carreira com o nome The Witchcraft, depois, como Os Quentes, gravaram um compacto na Mocambo/Rozenblit. Em 1966, por sugestão da gravadora Beverly, o grupo se especializou em reproduzir fielmente os sucessos alheios, procedimento então inusitado no Brasil.

Com o nome Os Carbonos, o grupo foi um dos precursores do cover dos anos de 1980 e 1990. Lançaram cerca de 20 LPs e participaram das gravações de artistas como Paulo Sérgio, Nelson Ned, Wanderley Cardoso, Terry Winter, Morris Albert e a dupla João Mineiro e Marciano.

Como The Magnetic Sounds, gravaram discos e acompanharam os cantores Gilbert e Norma Aguiar na série de LPs Super erótica (1972-1973, New Records). Gravaram também com os nomes Andróides, The Mackenzie Group, Carbono 14 e outros, além de se apresentarem em bailes, principalmente no Norte-Nordeste.

No final da década de 1990, passaram a acompanhar o cantor Gilliard em discos e shows.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha.

Os Carbonos

Os Carbonos - Grupo vocal e instrumental paulistano formado pelos sobrinhos dos Trigêmeos Vocalistas, os irmãos Mário Bruno Gonçalves Carezzato (São Paulo SP 1941-), teclados, e os gêmeos Raul e Humberto Carezzato Sobrinho (São Paulo SP 1946-), vocais e contrabaixo, além de Antônio Carlos de Abreu (São Paulo SP 1946-), bateria, e Ricardo Fernandes de Morais (São Paulo SP 1953-), guitarra-base.

Iniciaram a carreira com o nome The Witchcraft, depois, como Os Quentes, gravaram um compacto na Mocambo/Rozenblit. Em 1966, por sugestão da gravadora Beverly, o grupo se especializou em reproduzir fielmente os sucessos alheios, procedimento então inusitado no Brasil.

Com o nome Os Carbonos, o grupo foi um dos precursores do cover dos anos de 1980 e 1990. Lançaram cerca de 20 LPs e participaram das gravações de artistas como Paulo Sérgio, Nelson Ned, Wanderley Cardoso, Terry Winter, Morris Albert e a dupla João Mineiro e Marciano.

Como The Magnetic Sounds, gravaram discos e acompanharam os cantores Gilbert e Norma Aguiar na série de LPs Super erótica (1972-1973, New Records). Gravaram também com os nomes Andróides, The Mackenzie Group, Carbono 14 e outros, além de se apresentarem em bailes, principalmente no Norte-Nordeste.

No final da década de 1990, passaram a acompanhar o cantor Gilliard em discos e shows.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Nilo Amaro e Seus Cantores de Ébano

Nilo Amaro e Seus Cantores de  Ébano

Nilo Amaro e Seus Cantores de Ébano - Grupo formado por Nilo Amaro (Moisés Cardoso Neves) e um coro de vozes negras femininas e masculinas (um soprano, um mezzo soprano, um contralto, dois baixos, um tenor e três barítonos), com destaque para o baixo Noriel Vilela.

O conjunto fez muito sucesso na década de 1960. Seu repertório era composto de clássicos da música popular brasileira (sambas e sambas-canções) e do folclore, e de versões para o idioma português de spirituals dos negros americanos, sendo considerado o precursor da música gospel no Brasil. Um de seus maiores sucessos foi a gravação de Leva eu (Sodade)" ("Oh! Leva eu/ Minha saudade/ Que eu também quero ir...").

Lançaram dois LPs pela Odeon (1961 e 1963), reeditados, em 2000, na coletânea Seleção de Ouro - 20 Sucessos - Nilo Amaro e Seus Cantores de Ébano, contendo as faixas Uirapuru (Murillo Latini e Jacobina), Leva eu sodade (Alventino Cavalcanti e Tito Neto), Suas mãos (Pernambuco e Antônio Maria), A lenda do Abaeté (Dorival Caymmi), Azulão (Jayme Ovalle e Manuel Bandeira), Minha graúna (Avarese e Tito Neto), Dorinha (Ary Monteiro e Tito Neto), Tammy (Jay Livingston e Ray Evans), Fiz a cama na varanda (Ovídio Chaves e Dilu Melo), "Down by the riverside", Greenfields (Terry Gilkyson, Richard Deher, Romeo Nunes e Frank Miller), Vaqueiro prevenido (Jacobina e Manoel Macedo), Ellie Lou (You left me there in Charleston) (Sigmam, Loose, Olias e Romeo Nunes), Canção de ninar meu bem (Gracindo Junior e Bidu Reis), A lenda do Rio Amazonas (Jairo Aguiar), Urutau (Murillo Latini e Jacobina), Eu e você (Roberto Muniz e Jairo Aguiar), Devaneio (Djalma Ferreira e Luiz Antônio), Boa noite (Francisco J. Silva e Isa M. da Silva), Nobody knows the trouble I've seen (Nat King Cole e Gordon Jenkins).

Nilo Amaro faleceu em Goiânia, aos 76 anos, no dia 18 de abril de 2004.

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

Nilo Amaro e Seus Cantores de Ébano

Nilo Amaro e Seus Cantores de  Ébano

Nilo Amaro e Seus Cantores de Ébano - Grupo formado por Nilo Amaro (Moisés Cardoso Neves) e um coro de vozes negras femininas e masculinas (um soprano, um mezzo soprano, um contralto, dois baixos, um tenor e três barítonos), com destaque para o baixo Noriel Vilela.

O conjunto fez muito sucesso na década de 1960. Seu repertório era composto de clássicos da música popular brasileira (sambas e sambas-canções) e do folclore, e de versões para o idioma português de spirituals dos negros americanos, sendo considerado o precursor da música gospel no Brasil. Um de seus maiores sucessos foi a gravação de Leva eu (Sodade)" ("Oh! Leva eu/ Minha saudade/ Que eu também quero ir...").

Lançaram dois LPs pela Odeon (1961 e 1963), reeditados, em 2000, na coletânea Seleção de Ouro - 20 Sucessos - Nilo Amaro e Seus Cantores de Ébano, contendo as faixas Uirapuru (Murillo Latini e Jacobina), Leva eu sodade (Alventino Cavalcanti e Tito Neto), Suas mãos (Pernambuco e Antônio Maria), A lenda do Abaeté (Dorival Caymmi), Azulão (Jayme Ovalle e Manuel Bandeira), Minha graúna (Avarese e Tito Neto), Dorinha (Ary Monteiro e Tito Neto), Tammy (Jay Livingston e Ray Evans), Fiz a cama na varanda (Ovídio Chaves e Dilu Melo), "Down by the riverside", Greenfields (Terry Gilkyson, Richard Deher, Romeo Nunes e Frank Miller), Vaqueiro prevenido (Jacobina e Manoel Macedo), Ellie Lou (You left me there in Charleston) (Sigmam, Loose, Olias e Romeo Nunes), Canção de ninar meu bem (Gracindo Junior e Bidu Reis), A lenda do Rio Amazonas (Jairo Aguiar), Urutau (Murillo Latini e Jacobina), Eu e você (Roberto Muniz e Jairo Aguiar), Devaneio (Djalma Ferreira e Luiz Antônio), Boa noite (Francisco J. Silva e Isa M. da Silva), Nobody knows the trouble I've seen (Nat King Cole e Gordon Jenkins).

Nilo Amaro faleceu em Goiânia, aos 76 anos, no dia 18 de abril de 2004.

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Capital Inicial

Capital  Inicial

Capital Inicial - Grupo brasiliense formado em 1982 por Dinho (Fernando Ouro Preto, Curitiba PR 1964—), no vocal; Loro Jones (Antônio Marcos Lopes de Sousa, Rio de Janeiro 1961—), na guitarra; Flávio Lemos (Rio de Janeiro 1963—), no contrabaixo; e seu irmão Felipe Lemos (Rio de Janeiro 1962—), na bateria. Os dois últimos vieram do Aborto Elétrico, o primeiro grupo punk de Brasília DF, formado em 1978 e desfeito em 1982.

O grupo adotou o estilo new-wave e fez sucesso já a partir do primeiro disco, um compacto (Epic/CBS, 1984) com as faixas Descendo o rio Nilo e Leve desespero, ambas de autoria do grupo (a segunda incluída na trilha do filme Areias escaldantes, de Francisco de Paula).

Radicados em São Paulo desde 1985 e contratados pela Polydor, gravaram o primeiro LP em 1986, Capital Inicial, incluindo sucessos como Psicopata (Loro, Pedro Pimenta e os irmãos Lemos), Música urbana (Renato Russo, André Pretorius e os irmãos Lemos), Fátima e Veraneio vascaína (ambas de Flávio Lemos e Renato Russo), esta última um protesto contra a violência policial.

Outros sucessos do grupo incluem Mickey Mouse em Moscou (1990). Gravaram ainda três LPs na Polygram, Independência (1987), Você não precisa entender (1988), Todos os lados (1990) e mais Eletricidade (1992, BMG), Rua 47 (1994, QC) e Ao vivo (1996, Rede Brasil).

Em 1992, Dinho foi substituído por Murilo Lima (Murilo Ferreira Lima, Santos SP 1968—), que permaneceu no grupo até o início de 1998.

CD:

O melhor de Capital Inicial, 1994, Polygram 521787-2.

Letras do Capital Inicial:


Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha.

Capital Inicial

Capital  Inicial

Capital Inicial - Grupo brasiliense formado em 1982 por Dinho (Fernando Ouro Preto, Curitiba PR 1964—), no vocal; Loro Jones (Antônio Marcos Lopes de Sousa, Rio de Janeiro 1961—), na guitarra; Flávio Lemos (Rio de Janeiro 1963—), no contrabaixo; e seu irmão Felipe Lemos (Rio de Janeiro 1962—), na bateria. Os dois últimos vieram do Aborto Elétrico, o primeiro grupo punk de Brasília DF, formado em 1978 e desfeito em 1982.

O grupo adotou o estilo new-wave e fez sucesso já a partir do primeiro disco, um compacto (Epic/CBS, 1984) com as faixas Descendo o rio Nilo e Leve desespero, ambas de autoria do grupo (a segunda incluída na trilha do filme Areias escaldantes, de Francisco de Paula).

Radicados em São Paulo desde 1985 e contratados pela Polydor, gravaram o primeiro LP em 1986, Capital Inicial, incluindo sucessos como Psicopata (Loro, Pedro Pimenta e os irmãos Lemos), Música urbana (Renato Russo, André Pretorius e os irmãos Lemos), Fátima e Veraneio vascaína (ambas de Flávio Lemos e Renato Russo), esta última um protesto contra a violência policial.

Outros sucessos do grupo incluem Mickey Mouse em Moscou (1990). Gravaram ainda três LPs na Polygram, Independência (1987), Você não precisa entender (1988), Todos os lados (1990) e mais Eletricidade (1992, BMG), Rua 47 (1994, QC) e Ao vivo (1996, Rede Brasil).

Em 1992, Dinho foi substituído por Murilo Lima (Murilo Ferreira Lima, Santos SP 1968—), que permaneceu no grupo até o início de 1998.

CD:

O melhor de Capital Inicial, 1994, Polygram 521787-2.

Letras do Capital Inicial:


Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Tamba Trio

Tamba Trio 1962

Um dos grupos mais importantes da bossa nova, caracterizou-se sempre pela sofisticação na concepção musical e nos arranjos. No início acompanhavam principalmente cantoras, como Maysa e Leny Andrade, e ainda contavam com o pianista Luís Carlos Vinhas e o violonista Roberto Menescal.

A formação definitiva (Luís Eça, piano, Hélcio Milito, bateria, Bebeto Castilho, baixo e sopros) estreou em março de 1962 no Bottle's Bar, no Beco das Garrafas. Lá realizaram os primeiros pocket-shows. Foi referência definitiva para uma série de trios instrumentais-vocais que surgiram na época.

Com microfones presos às lapelas, destacavam as realizações vocais que acrescentavam aos ricos arranjos instrumentais. O trio também realizou trabalhos com um enfoque erudito, tendo como resultado os discos Tamba Trio e Cordas e Tamba Trio e Quinteto Villa-Lobos, que representam o encontro clássico-popular.

Depois de várias paralisações e a morte do pianista Luiz Eça em 1992, o trio voltou à atividade, com Weber Iago em seu lugar. Entre inéditos e coletâneas, o grupo já tem 15 discos lançados.

Fonte: CliqueMusic

Tamba Trio

Tamba Trio 1962

Um dos grupos mais importantes da bossa nova, caracterizou-se sempre pela sofisticação na concepção musical e nos arranjos. No início acompanhavam principalmente cantoras, como Maysa e Leny Andrade, e ainda contavam com o pianista Luís Carlos Vinhas e o violonista Roberto Menescal.

A formação definitiva (Luís Eça, piano, Hélcio Milito, bateria, Bebeto Castilho, baixo e sopros) estreou em março de 1962 no Bottle's Bar, no Beco das Garrafas. Lá realizaram os primeiros pocket-shows. Foi referência definitiva para uma série de trios instrumentais-vocais que surgiram na época.

Com microfones presos às lapelas, destacavam as realizações vocais que acrescentavam aos ricos arranjos instrumentais. O trio também realizou trabalhos com um enfoque erudito, tendo como resultado os discos Tamba Trio e Cordas e Tamba Trio e Quinteto Villa-Lobos, que representam o encontro clássico-popular.

Depois de várias paralisações e a morte do pianista Luiz Eça em 1992, o trio voltou à atividade, com Weber Iago em seu lugar. Entre inéditos e coletâneas, o grupo já tem 15 discos lançados.

Fonte: CliqueMusic

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Zimbo Trio

Zimbo Trio

Formado pelo paulista de Bauru, Amílton Godoi (nascido em 1941), ao piano, o paraense de Belém, Luís Chaves (1931), no contrabaixo, e o paulistano Rubinho, Rubens Barsotti (1932), o Zimbo Trio surgiu em São Paulo em plena efervescência da bossa nova, em 1964.

Na epidemia de trios instrumentais do período, ele logo se destacou numa ninhada de cobras que trazia entre muitos os depurados Tamba Trio (Luís Eça, Bebeto, Hélcio Milito), Bossa 3 (Luís Carlos Vinhas, Tião Netto, Edison Machado) e Sambalanço Trio (César Camargo Mariano, Humberto Cleiber e Airto Moreira).

Lançado num show na boate Oásis, em São Paulo, ao lado da cantora e atriz Norma Benguel, o Zimbo alcançaria sucesso nos grandes shows de origem universitária que tomavam a cidade, incluindo o clássico O Fino da Bossa, do qual sairia o programa homônimo da TV Record comandado por Elis Regina.

A pegada vigorosa de arquitetura clássica do piano de Amílton (de formação erudita, estudou na escola de Magda Tagliaferro), o baixo conciso de Luís Chaves e a bateria sutil de Rubinho (que também solava sem as baquetas, utilizando as caixas como tumbadoras) transformaram-se em uma grife de qualidade instrumental capaz de erguer uma ponte entre as dissensões da MPB na época.

O arranjo do ZT para Garota de Ipanema (que eles foram um dos primeiros a gravar) era número imprescindível em suas apresentações. Por isso, eles tanto eram convocados ao programa O Fino, de Elis (com quem gravariam o memorável disco O Fino do Fino, de 1965) quanto ao tradicionalista Bossaudade, de Elizeth Cardoso, com quem excursionariam pelo Japão, além de gravar dois discos ao vivo na boate carioca Sucata, em 1969 e 1970.

Ao lado de Elizeth e seu descobridor, Jacob do Bandolim, o Zimbo ainda participaria de um dos shows mais importantes já realizados no país, no teatro João Caetano no Rio, em fevereiro de 1968, sob a direção de Hermínio Bello de Carvalho. O encontro da bossa modernizadora do trio com o choro nada conservador do exímio Jacob, unidos pela eternidade vocal de Elizeth, virou marco histórico, editado em nada menos de três LPs.

Ao longo de uma carreira de inúmeras excursões ao exterior, o grupo ainda difundiu seu saber fundando em 1973 o CLAM (Centro Livre de Aprendizado Musical), por onde passaram feras como a pianista paulista Eliane Elias, hoje uma renomada jazzista nos EUA, onde está radicada desde os 80.

Em 1974, ao lado da Orquestra Sinfônica de Buenos Aires eles provaram sua ressonância erudita atuando no Pequeno Concerto para o Zimbo Trio, escrito especialmente para eles pelo maestro Ciro Pereira. Com vários discos gravados ao lado de solistas instrumentais (Canhoto da Paraíba, Hector Costita, Heraldo do Monte e até o saxofonista de jazz americano Sonny Stitt) e centrados em repertórios de grandes autores (Milton Nascimento, Tom Jobim) à alta qualidade o Zimbo Trio aliou a façanha de ter resistido a todas os movimentos em um trajeto de longevidade à prova de modismos."

Tárik de Souza
ENSAIO - 28/4/1994

Zimbo Trio

Zimbo Trio

Formado pelo paulista de Bauru, Amílton Godoi (nascido em 1941), ao piano, o paraense de Belém, Luís Chaves (1931), no contrabaixo, e o paulistano Rubinho, Rubens Barsotti (1932), o Zimbo Trio surgiu em São Paulo em plena efervescência da bossa nova, em 1964.

Na epidemia de trios instrumentais do período, ele logo se destacou numa ninhada de cobras que trazia entre muitos os depurados Tamba Trio (Luís Eça, Bebeto, Hélcio Milito), Bossa 3 (Luís Carlos Vinhas, Tião Netto, Edison Machado) e Sambalanço Trio (César Camargo Mariano, Humberto Cleiber e Airto Moreira).

Lançado num show na boate Oásis, em São Paulo, ao lado da cantora e atriz Norma Benguel, o Zimbo alcançaria sucesso nos grandes shows de origem universitária que tomavam a cidade, incluindo o clássico O Fino da Bossa, do qual sairia o programa homônimo da TV Record comandado por Elis Regina.

A pegada vigorosa de arquitetura clássica do piano de Amílton (de formação erudita, estudou na escola de Magda Tagliaferro), o baixo conciso de Luís Chaves e a bateria sutil de Rubinho (que também solava sem as baquetas, utilizando as caixas como tumbadoras) transformaram-se em uma grife de qualidade instrumental capaz de erguer uma ponte entre as dissensões da MPB na época.

O arranjo do ZT para Garota de Ipanema (que eles foram um dos primeiros a gravar) era número imprescindível em suas apresentações. Por isso, eles tanto eram convocados ao programa O Fino, de Elis (com quem gravariam o memorável disco O Fino do Fino, de 1965) quanto ao tradicionalista Bossaudade, de Elizeth Cardoso, com quem excursionariam pelo Japão, além de gravar dois discos ao vivo na boate carioca Sucata, em 1969 e 1970.

Ao lado de Elizeth e seu descobridor, Jacob do Bandolim, o Zimbo ainda participaria de um dos shows mais importantes já realizados no país, no teatro João Caetano no Rio, em fevereiro de 1968, sob a direção de Hermínio Bello de Carvalho. O encontro da bossa modernizadora do trio com o choro nada conservador do exímio Jacob, unidos pela eternidade vocal de Elizeth, virou marco histórico, editado em nada menos de três LPs.

Ao longo de uma carreira de inúmeras excursões ao exterior, o grupo ainda difundiu seu saber fundando em 1973 o CLAM (Centro Livre de Aprendizado Musical), por onde passaram feras como a pianista paulista Eliane Elias, hoje uma renomada jazzista nos EUA, onde está radicada desde os 80.

Em 1974, ao lado da Orquestra Sinfônica de Buenos Aires eles provaram sua ressonância erudita atuando no Pequeno Concerto para o Zimbo Trio, escrito especialmente para eles pelo maestro Ciro Pereira. Com vários discos gravados ao lado de solistas instrumentais (Canhoto da Paraíba, Hector Costita, Heraldo do Monte e até o saxofonista de jazz americano Sonny Stitt) e centrados em repertórios de grandes autores (Milton Nascimento, Tom Jobim) à alta qualidade o Zimbo Trio aliou a façanha de ter resistido a todas os movimentos em um trajeto de longevidade à prova de modismos."

Tárik de Souza
ENSAIO - 28/4/1994

sábado, 27 de outubro de 2007

Barão Vermelho

Barão Vermelho

Grupo carioca de rock fundado em 1981 por Roberto Frejat (Rio de Janeiro-RJ 1961-)guitarra; Dé (André Palmeira Cunha, Rio de Janeiro 1965-), contabaixo; Maurício Carvalho de Barros (Rio de Janeiro 1964-), teclados; e Guto Goffi (Flávio Augusto Goffi Marques, Rio de Janeiro, 1962-), bateria.

Só no ano seguinte, por intermédio de Leo Jaime, encontrariam o vocalista Cazuza e gravariam o primeiro LP, Barão Vermelho, pela Som Livre, fazendo alguns shows apenas no Rio e em São Paulo.

Depois do lançamento do disco 2, que inclui a faixa Pro dia nascer feliz, vem o sucesso nacional, em 1984, com Bete Balanço, da trilha sonora do filme de mesmo nome e presente no terceiro disco do grupo, Maior abandonado.

Em janeiro de 1985 participam do festival Rock In Rio e em junho é anunciada a saída do vocalista Cazuza, que parte para carreira solo, e a entrada de Fernando Magalhães e Peninha. Frejat passa a ser vocalista e o Barão assina contrato com a Warner.

Em 1990 participam do Hollywood Rock, e no mesmo ano o baixista Dé é substituído por Dadi, ex-integrante dos Novos Baianos e do A Cor do Som. No ano seguinte ganham o prêmio Sharp de melhor grupo de rock e o baixista Dadi é substituído por Rodrigo Santos.

Outros sucessos do Barão são Declare guerra, Por que a gente é assim?, Quem me olha só, Pense e dance, Torre de Babel, O poeta está vivo, Supermercados da vida, Malandragem, Dá um tempo" e Puro êxtase.

Em 2001, depois de mais uma apresentação surpreendente no Rock in Rio 3 – Por um Mundo Melhor, o Barão Vermelho faz uma pausa para seus integrantes desenvolverem projetos paralelos. Em 2004 eles lançaram Barão Vermelho, que mostra sucessos do início de carreira.

Em agosto de 2005, o Barão Vermelho grava no palco do Circo o seu primeiro DVD, dentro do projeto MTV ao Vivo. O elemento surpresa do Barão MTV ao Vivo fica por conta da dobradinha virtual, entre Cazuza e Frejat – este interpretando pela primeira vez - na canção Codinome Beija-Flor, de Cazuza e Ezequiel Neves.

O álbum duplo faz uma retrospectiva de 23 anos de carreira da banda com repertório dos 12 discos de estúdio lançados desde 1982 e do ao vivo Balada MTV.

Fontes: CliqueMusic; Encicl. da Música Brasileira - Art Editora.

Barão Vermelho

Barão Vermelho

Grupo carioca de rock fundado em 1981 por Roberto Frejat (Rio de Janeiro-RJ 1961-)guitarra; Dé (André Palmeira Cunha, Rio de Janeiro 1965-), contabaixo; Maurício Carvalho de Barros (Rio de Janeiro 1964-), teclados; e Guto Goffi (Flávio Augusto Goffi Marques, Rio de Janeiro, 1962-), bateria.

Só no ano seguinte, por intermédio de Leo Jaime, encontrariam o vocalista Cazuza e gravariam o primeiro LP, Barão Vermelho, pela Som Livre, fazendo alguns shows apenas no Rio e em São Paulo.

Depois do lançamento do disco 2, que inclui a faixa Pro dia nascer feliz, vem o sucesso nacional, em 1984, com Bete Balanço, da trilha sonora do filme de mesmo nome e presente no terceiro disco do grupo, Maior abandonado.

Em janeiro de 1985 participam do festival Rock In Rio e em junho é anunciada a saída do vocalista Cazuza, que parte para carreira solo, e a entrada de Fernando Magalhães e Peninha. Frejat passa a ser vocalista e o Barão assina contrato com a Warner.

Em 1990 participam do Hollywood Rock, e no mesmo ano o baixista Dé é substituído por Dadi, ex-integrante dos Novos Baianos e do A Cor do Som. No ano seguinte ganham o prêmio Sharp de melhor grupo de rock e o baixista Dadi é substituído por Rodrigo Santos.

Outros sucessos do Barão são Declare guerra, Por que a gente é assim?, Quem me olha só, Pense e dance, Torre de Babel, O poeta está vivo, Supermercados da vida, Malandragem, Dá um tempo" e Puro êxtase.

Em 2001, depois de mais uma apresentação surpreendente no Rock in Rio 3 – Por um Mundo Melhor, o Barão Vermelho faz uma pausa para seus integrantes desenvolverem projetos paralelos. Em 2004 eles lançaram Barão Vermelho, que mostra sucessos do início de carreira.

Em agosto de 2005, o Barão Vermelho grava no palco do Circo o seu primeiro DVD, dentro do projeto MTV ao Vivo. O elemento surpresa do Barão MTV ao Vivo fica por conta da dobradinha virtual, entre Cazuza e Frejat – este interpretando pela primeira vez - na canção Codinome Beija-Flor, de Cazuza e Ezequiel Neves.

O álbum duplo faz uma retrospectiva de 23 anos de carreira da banda com repertório dos 12 discos de estúdio lançados desde 1982 e do ao vivo Balada MTV.

Fontes: CliqueMusic; Encicl. da Música Brasileira - Art Editora.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Os Mutantes

Mutantes

Os Mutantes. Conjunto vocal e instrumental formado em 1966, em São Paulo SP, por Arnaldo (Arnaldo Dias Batista, São Paulo 1948—), piano, contrabaixo e composição; Sérgio (Sérgio Dias Batista, São Paulo 1951—), guitarra, violão e composição; e Rita Lee, flauta, harpa e composição.

O grupo começou com o nome de Wooden Faces, passando mais tarde a chamar-se Six Sided Rockers, com seis integrantes. Apresentaram-se em programas de televisão, como Astros do Disco e Jovem Guarda, ambos na TV Record, de São Paulo. Com a saída de três integrantes, o grupo mudou o nome para O Conjunto, e gravou um compacto pela Continental com o rock O suicida (de sua autoria). Trocando novamente o nome para Os Mutantes, estrearam na programa O Pequeno Mundo de Ronnie Von, na TV Record, em 1966.

Ainda nesse ano, fizeram o coro para a gravação de Nana Caymmi de Bom-dia (Gilberto Gil). Depois dessa experiência, foram convidados para acompanhar Gilberto Gil na música Domingo no parque, no III FMPB, da TV Record, em 1967. Nesse mesmo ano, lançaram pela Polydor o primeiro disco como Os Mutantes: um compacto com O relógio (de sua autoria).

Com Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Tom Zé e Nara Leão, gravaram em 1968 o LP Tropicália ou Panis et circensis, pela Philips, e sozinhos, pela mesma gravadora, o seu primeiro LP Mutantes, com O relógio, Batmacumba (Gilberto Gil e Caetano Veloso) e Trem fantasma (com Caetano Veloso). No mesmo ano, acompanharam Caetano Veloso na música É proibido proibir, na eliminatória paulista do III FIC, da TV Globo, do Rio de Janeiro. Na parte final desse festival, defenderam, de autoria dos três, Caminhante noturno, que obteve o sétimo lugar.

Apresentaram também no IV FMPB, em 1968, as músicas Dom Quixote (de sua autoria) e 2001 (Rita Lee e Tom Zé). Em 1969, com o grupo baiano, fizeram um show na boate Sucata, no Rio de Janeiro, e lançaram o segundo LP Mutantes, onde interpretaram suas músicas Dom Quixote, Caminhante noturno e Algo mais. Nesse ano, foram à Europa e apresentaram-se no MIDEM, em Cannes, França, e em Lisboa, Portugal. De volta ao Brasil, fizeram o show O planeta dos Mutantes, no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro. Voltaram à França para um espetáculo no Olympia, de Paris. O conjunto aumentou com a entrada do baterista Dinho e do baixista Liminha.

Em 1970 concorreram ao V FIC com a música Ando meio desligado (Arnaldo e Sérgio) e lançaram o LP A divina comédia com Ando meio desligado e Desculpe, baby (Arnaldo e Rita Lee).

Em 1971 lançaram pela Polydor o LP Jardim elétrico com a faixa-título, Technicolor e It’s very nice pra chuchu (todas de sua autoria). Em 1972, depois de apresentar Mande um abraço pra velha (de sua autoria) e lançar o LP No país dos Bauretz, o grupo se desfez com a saída de Rita Lee, que passou a atuar sozinha.

Em 1973 o conjunto reapareceu com Sérgio (guitarra), Liminha (baixo), Dinho (bateria) e Manito (teclados). Arnaldo lançou em 1974, pela Philips, um LP individual, Loki, com Será que eu vou virar bolor? e Cê tá pensando que eu sou loki? (ambas de sua autoria). Com a saída de Manito e Dinho do conjunto, em 1974, entraram Túlio (teclados) e Rui Mota (baixo). Em 1975, Liminha foi substituído por Antônio Pedro Medeiros e, com essa formação, lançaram os LPs Tudo foi feito pelo Sol, 1975, e Mutantes ao vivo, 1977; e um compacto, Cavaleiros negros, 1976, todos pela Som Livre.. Em 1982, Arnaldo Batista lançou seu segundo disco solo, Singin’ alone, pela gravadora independente Baratos Afins.

Pianista exímio, de formação erudita, Arnaldo é considerado o elo entre o pop tropicalista dos anos de 1960 e 1970 e o rock brasileiro renascido a partir da década de 1980. Por volta de 1988, o grupo norte-americano Toter Totz gravou um LP independente que incluiu vários samplers dos Mutantes e uma regravação de Batmacumba.

Em sua fase progressiva, sem Rita Lee, os Mutantes gravaram em 1973 o LP A e o Z, lançado somente em 1992. Em 1996 foi lançado o disco-tributo aos Mutantes, Triângulo sem bermudas, pela gravadora Natasha, com vários artistas, incluindo Kid Abelha, Pato Eu, Lulu Santos, Arnaldo Antunes e Planet Hemp, interpretando clássicos do grupo.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha

Os Mutantes

Mutantes

Os Mutantes. Conjunto vocal e instrumental formado em 1966, em São Paulo SP, por Arnaldo (Arnaldo Dias Batista, São Paulo 1948—), piano, contrabaixo e composição; Sérgio (Sérgio Dias Batista, São Paulo 1951—), guitarra, violão e composição; e Rita Lee, flauta, harpa e composição.

O grupo começou com o nome de Wooden Faces, passando mais tarde a chamar-se Six Sided Rockers, com seis integrantes. Apresentaram-se em programas de televisão, como Astros do Disco e Jovem Guarda, ambos na TV Record, de São Paulo. Com a saída de três integrantes, o grupo mudou o nome para O Conjunto, e gravou um compacto pela Continental com o rock O suicida (de sua autoria). Trocando novamente o nome para Os Mutantes, estrearam na programa O Pequeno Mundo de Ronnie Von, na TV Record, em 1966.

Ainda nesse ano, fizeram o coro para a gravação de Nana Caymmi de Bom-dia (Gilberto Gil). Depois dessa experiência, foram convidados para acompanhar Gilberto Gil na música Domingo no parque, no III FMPB, da TV Record, em 1967. Nesse mesmo ano, lançaram pela Polydor o primeiro disco como Os Mutantes: um compacto com O relógio (de sua autoria).

Com Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Tom Zé e Nara Leão, gravaram em 1968 o LP Tropicália ou Panis et circensis, pela Philips, e sozinhos, pela mesma gravadora, o seu primeiro LP Mutantes, com O relógio, Batmacumba (Gilberto Gil e Caetano Veloso) e Trem fantasma (com Caetano Veloso). No mesmo ano, acompanharam Caetano Veloso na música É proibido proibir, na eliminatória paulista do III FIC, da TV Globo, do Rio de Janeiro. Na parte final desse festival, defenderam, de autoria dos três, Caminhante noturno, que obteve o sétimo lugar.

Apresentaram também no IV FMPB, em 1968, as músicas Dom Quixote (de sua autoria) e 2001 (Rita Lee e Tom Zé). Em 1969, com o grupo baiano, fizeram um show na boate Sucata, no Rio de Janeiro, e lançaram o segundo LP Mutantes, onde interpretaram suas músicas Dom Quixote, Caminhante noturno e Algo mais. Nesse ano, foram à Europa e apresentaram-se no MIDEM, em Cannes, França, e em Lisboa, Portugal. De volta ao Brasil, fizeram o show O planeta dos Mutantes, no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro. Voltaram à França para um espetáculo no Olympia, de Paris. O conjunto aumentou com a entrada do baterista Dinho e do baixista Liminha.

Em 1970 concorreram ao V FIC com a música Ando meio desligado (Arnaldo e Sérgio) e lançaram o LP A divina comédia com Ando meio desligado e Desculpe, baby (Arnaldo e Rita Lee).

Em 1971 lançaram pela Polydor o LP Jardim elétrico com a faixa-título, Technicolor e It’s very nice pra chuchu (todas de sua autoria). Em 1972, depois de apresentar Mande um abraço pra velha (de sua autoria) e lançar o LP No país dos Bauretz, o grupo se desfez com a saída de Rita Lee, que passou a atuar sozinha.

Em 1973 o conjunto reapareceu com Sérgio (guitarra), Liminha (baixo), Dinho (bateria) e Manito (teclados). Arnaldo lançou em 1974, pela Philips, um LP individual, Loki, com Será que eu vou virar bolor? e Cê tá pensando que eu sou loki? (ambas de sua autoria). Com a saída de Manito e Dinho do conjunto, em 1974, entraram Túlio (teclados) e Rui Mota (baixo). Em 1975, Liminha foi substituído por Antônio Pedro Medeiros e, com essa formação, lançaram os LPs Tudo foi feito pelo Sol, 1975, e Mutantes ao vivo, 1977; e um compacto, Cavaleiros negros, 1976, todos pela Som Livre.. Em 1982, Arnaldo Batista lançou seu segundo disco solo, Singin’ alone, pela gravadora independente Baratos Afins.

Pianista exímio, de formação erudita, Arnaldo é considerado o elo entre o pop tropicalista dos anos de 1960 e 1970 e o rock brasileiro renascido a partir da década de 1980. Por volta de 1988, o grupo norte-americano Toter Totz gravou um LP independente que incluiu vários samplers dos Mutantes e uma regravação de Batmacumba.

Em sua fase progressiva, sem Rita Lee, os Mutantes gravaram em 1973 o LP A e o Z, lançado somente em 1992. Em 1996 foi lançado o disco-tributo aos Mutantes, Triângulo sem bermudas, pela gravadora Natasha, com vários artistas, incluindo Kid Abelha, Pato Eu, Lulu Santos, Arnaldo Antunes e Planet Hemp, interpretando clássicos do grupo.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha

sábado, 6 de outubro de 2007

A Cor do Som

a cor do som

A Cor do Som. Formado no final dos anos 70 no núcleo dos Novos Baianos (Dadi, baixo e guitarra; Armandinho, substituído por Victor Biglione e depois por Pedro Santana, guitarra e bandolim; Mu, teclados; Gustavo, substituído por Jorge Gomes, bateria; Ary Dias, percussão e Pepeu Didi, baixo), o grupo seguiu a linha da fusão entre ritmos nordestinos e rock.

O primeiro disco, A Cor do Som, de 1977, foi logo seguido por uma apresentação no festival de Montreux, na Suíça, em 1978, que se transformou em um disco ao vivo. Inicialmente voltada para a música instrumental, a banda estourou em 1979 com músicas cantadas, notadamente Beleza pura, de Caetano Veloso.

Nos anos 80 seus discos passaram por vários estilos, resultando em fusões de jazz, rock, reggae, choro e samba. Em 1985 a banda se dissolveu com alguns componentes seguindo carreira solo e outros voltando a ser músicos contratados de artistas consagrados. Entretanto, em 1996, o grupo juntou-se novamente para gravar o disco A Cor do Som Ao Vivo no Circo, pelo qual recebeu, no ano seguinte, o Prêmio Sharp de Melhor Grupo Instrumental.

No dia 24 de agosto de 2005, o grupo A Cor do Som volta à ativa com um registro acústico, gravado ao vivo na casa de shows Canecão (RJ). A apresentação foi marcada por diversas participações especiais, dentre elas de Moraes Moreira, em Davilicença, Caetano Veloso em Menino Deus e Daniela Mercury em Beleza pura, só para citar algumas. O show no Canecão gerou a gravação do CD e DVD A Cor do Som Acústico, com sua formação original: Armadinho, Dadi, Mú Carvalho, Gustavo Schroeter e Ary Dias.

O lançamento do trabalho registra a relevância histórica do grupo A Cor do Som no cenário musical brasileiro, com destaque para a habilidade de seus integrantes, instrumentistas com sólidas carreiras individuais.

Fonte: CliqueMusic - A Cor do Som

Baiano e os Novos Caetanos

Baiano e os Novos Caetanos

Chico Anísio e Arnaud Rodrigues criaram uma paródia com Caetano Veloso e os Novos Baianos. No final da década de 60, quando Caetano e Gilberto Gil foram exilados do país, a trupe de Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Baby Consuelo e Paulinho Boca de Cantor ficou conhecida como Novos Baianos, como eles mesmos se intitularam.

Na televisão, Chico Anísio fazia sucesso com Chico City, onde junto com Arnaud Rodrigues interpretavam diversos personagens. Num desses quadros surgiram Baiano e os Novos Caetanos. O grande sucesso da dupla foi “Vô batê pra tu”. O primeiro disco foi lançado em 1974.

No ano seguinte, 1975, a dupla lançou outro disco do “Baiano e os Novos Caetanos 2”, mas também lançaram outros discos como “Azambuja & Cia” e “Chico Anísio ao Vivo”, onde o humorista fazia um show com textos de Arnaud Rodrigues.

Em 1982 foi lançado o disco “A volta”, creditado a Baiano e os Novos Caetanos. Em 1985 foi lançado o “Sudamérica”, também creditado a Baiano e os Novos Caetanos. Arnaud Rodrigues ainda lançou vários discos solo, como Sound & Pyla”, “Murituri”, e “O som do Paulinho”, Paulinho é o personagem que ele fazia na dupla Baiano e os Novos Caetanos.

No final dos anos 80, Chico Anísio ainda lançou mais um disco com o personagem Baiano. Foi o disco “Baiano e Amaralina”, onde a parte feminina imita a ninguém menos que Elba Ramalho.

Chico Anísio, após o final de Chico Anísio Show, lançou a Escolinha do Professor Raimundo e ficou anos somente com este personagem. Hoje em dia ele se dedica mais a carreira de ator, fazendo participações em cinema, programas infantis e novelas televisivas.

Arnaud Rodrigues continuou com o humorismo na Praça é nossa, onde criou a dupla sertaneja Chitãozinho e Chororó, junto com Marcelo Nóbrega, neto de Manuel da Nóbrega, criador da Praça é nossa e do Carnê do baú.

Algumas músicas cifradas: