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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Golpe de Estado

Golpe de Estado - Grupo paulistano de hard-rock formado em fins de 1985 por Catalau (André Leandro Marechal, São Paulo SP 1959—), vocais; Hélcio Teixeira Aguirra (São Paulo 1959—), guitarra; Nelson Gomes Brito (São Paulo 1960—), contrabaixo; e Paulo Jorge Zinner (São Paulo 1959—), bateria.

Catalau havia integrado o Casa das Máquinas, Hélcio fora guitarrista do Harppia e Nelson e Paulo vinham de outros grupos, como o Fickle Pickle de André Christovam e Pepino Irritadiço. 

O grupo lançou seu primeiro LP, Golpe de Estado, em 1986 (selo Baratos Afins) e foi imediatamente aclamado como um dos melhores grupos de hard-rock nacional.

Seguiram- se os discos Forçando a barra (1988), Nem polícia nem bandido (Eldorado, 1989), Quarto Golpe (Eldorado, 1991) e Zumbi (Eldorado, 1995). O grupo abriu shows brasileiros dos grupos ingleses Jethro Tull (1990), Nazareth (1990) e Deep Purple (1991).

Catalau deixou o grupo em 1996, lançando em 1997 seu primeiro disco solo, Magos do som (pela Baratos Afins), com participação do guitarrista Lanny Gordin, e Paulo Zinner atuou como baterista no grupo de Rita Lee, além de gravar com o Fickle Pickle em 1994. O novo cantor do grupo passou a ser Rogério (Rogério Fernandes, São Paulo 1965—), exFickle Pickle e ex-Big Balls.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha -2a. Edição - 1998;

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Joelho de Porco

O grupo Joelho de Porco: O nosso punk pede passagem - foto: abril de 1978.  

Joelho de Porco - Grupo paulistano caracterizado por sua versatilidade e o bom humor de suas letras. Formou-se em 1972 com Tico Terpins (Carlos Alberto Terpins, São Paulo SP 1952—id. 1998), contrabaixo e guitarra; Walter Baillot (São Paulo 1958—id. 1986), guitarra; Próspero Albanese (São Paulo 1951—), bateria e vocal; Conrado Assís (Conrado de Assis Ruiz, São Paulo 1952—), teclados; e Rodolfo Ayres Braga, contrabaixo.


Em 1973 mudaram de vocalista (Ricardo Petraglia Margutti, São Paulo 1950—) e gravaram o primeiro disco, o compacto Se você vai de xaxado eu vou de rock-and-roll (selo Sinter/Phonogram).

Em 1976, com novos baterista e tecladista (Flávio Pimenta e Sérgio Sá), gravaram o primeiro LP, São Paulo 1554/hoje, aclamado imediatamente como um dos melhores discos de rock brasileiro, com influências não só de Beatles, Mutantes e heavy-metal, mas também da MPB e do ecletismo tropicalista.

O disco inclui sucessos (compostos por Tico Terpins) como Boeing 723897, Meus 26 anos e México lindo, e foi relançado em CD em 1997, pela Movieplay. Próspero saiu logo após a gravação desse disco para exercer a profissão de advogado, e o grupo mudou várias vezes de formação, sempre em torno de Tico Terpins, gravando outros discos até interromper as atividades em 1979.

Tico formou o estúdio Voz do Brasil, para gravações e produções de música e jingles. Quatro anos depois, o conjunto voltou com nova formação, incluindo Próspero, Terpins, Zé Rodrix e o fotógrafo e vocalista David Drew Zingg (New Jersey, EUA 1924—), e nova linha musical, não mais dedicada somente ao rock, e sim à música pop em geral, mas sempre com letras irreverentes.

Gravaram o LP duplo Saqueando a cidade (Continental, 1983), chegaram à final do Festival dos Festivais da TV Globo com A última Voz do Brasil (outubro de 1985) e gravaram o disco 18 anos sem sucesso (1989), com repertório que visava registrar como era a música pop antes dos Beatles, ou seja, da década de 1950 até 1963.

Em 1998, Tico Terpins faleceu em razão de um enfarte, em São Paulo.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha - 2a. Edição - 1998.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Inocentes


Inocentes - Grupo paulistano de punk-rock surgido em São Paulo SP em 1981 e com formação variável em torno do contrabaixista Clemente (Clemente Tadeu Nascimento, São Paulo 1963—).

Outros integrantes do grupo em diferentes épocas incluem Callegari (Antônio Carlos Callegari, São Paulo 1962—), guitarra; André (André Parlato, São Paulo 1967—), contrabaixo; Marcelino (Marcelino Fuentes González, São Paulo 1963—), bateria, ex-integrantes do grupo Condutores de Cadáver; Mauricinho (José Maurício Conceição Filho, São Paulo 1964—), vocais, e Mingau (Rinaldo Oliveira Amara!, São Paulo 1967—), ex-Ratos de Porão.

O primeiro show dos grupo foi no primeiro da série de festivais punks Grito Suburbano, em São Paulo, em meados de 1981. A loja/selo Punk Rock Discos lançou em 1982 um LP reunindo faixas com o conjunto (já sem Mauricinho, substituído por Ariel) e outros grupos. 

Clemente publicou um manifesto em que resumiu a proposta do grupo: “Estamos aqui para revolucionar a música popular brasileira, para pintar de negro a asa branca, atrasar o trem das onze, pisar as flores de Geraldo Vandré e fazer da Amélia uma mulher qualquer”.

Ainda em 1982, Callegari, ao lado do jornalista Antônio Bivar, organizou o show O começo do fim do mundo, o primeiro grande festival punk, que reuniu 20 bandas de São Paulo e da região do ABC no SESC-Pompéia de São Paulo (e que terminou com invasão de policiais); um LP homônimo, de 1982, incluiu uma faixa do grupo, Salvem El Salvador.

Em 1983 gravaram o primeiro disco, o compacto duplo independente Miséria e fome (relançado em LP em 1988); duas faixas deste disco, Aprendi a odiar a Miséria e fome, foram incluídas em Life is a joke, coletânea alemã de grupos punk do mundo todo. Por influência de Branco Melo, dos Titãs, o conjunto foi contratado pela WEA e aí gravou seu primeiro LP, Pânico em SP, em 1986.

Os sucessos do grupo, ativo em gravações e shows, incluem Pânico em SP, Expresso Oriente e Rotina (composições de Clemente). Outros discos do grupo são: Adeus carne (WEA, 1987), Inocentes (WEA, 1989), Estilhaços (Camerati, 1992), Subterrâneos (Eldorado, 1994) e Ruas (Paradoxx, 1996). 

Em 2002, a gravadora WEA relançou em CD Adeus carne e Pânico em SP

Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Cólera

Influenciado pelo movimento punk da Inglaterra e dos Estados Unidos, o Grupo Cólera participou da coletânea "Grito suburbano", primeiro registro fonográfico de punks brasileiros, lançada em 1982, pela gravadora independente Punk Rock.
Cólera - Grupo paulistano de punk-rock formado em 1979, em São Paulo SP, pelos irmãos Redson Lopes Pozzi (São Paulo 1962—), guitarra, e Carlos Lopes Pozzi (São Paulo 1961—), bateria; e o contrabaixista Val (Valdemir Pinheiro, São Paulo 1964—).

Adeptos do punk positivo, variante do punk-rock contrária à violência gratuita e entusiasta da paz e da ecologia, fizeram seu primeiro show em 1979, em uma escola do Bairro do Limão.

Além de ter sido a primeira banda punk brasileira a gravar um disco, foi o primeiro grupo de rock nacional a se apresentar fora do Brasil: em 1987 fizeram 56 shows em dez países, incluindo Alemanha, França, Suíça, Bélgica e Dinamarca.

Têm discos lançados na França, Finlândia e Suécia, estes dois últimos países onde também se apresentaram na década de 1980. Em 1988 Val foi substituído por J. B. (Josué Correia, Rio Claro SP 1963—), que atuou até 1991, quando foi substituído por Fábio Bossi (São Paulo 1974—).

A coletânea Pela paz em todo o mundo, produzida por Redson, vendeu 80 mil cópias, sendo 30 mil na Europa e América do Norte, incluindo Canadá.

O grupo gravou Oito LPs, alguns dos quais relançados em CD em 1998 pelo selo paulistano Devil.

Em 2000, a banda ficaria em evidência uma vez que a Plebe Rude regravou Medo em seu disco ao vivo e os Inocentes, Quanto Vale a Liberdade em O Barulho dos Inocentes. O Cólera continua atuando no underground, sendo considerada a banda de maior energia quando sobe ao palco.

Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha - 2a. Edição - 1998; Boteko do Rock.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Minha história de amor

Minha história de amor (rock, 1964) - José Messias

Minha história de amor
Eu não posso nem contar
Se eu contar você vai rir
E eu sei que vou chorar

Minha história de amor
Eu não posso nem contar
Se eu contar você vai rir
E eu sei que vou chorar

Ela falava, que não me amava
Ela dizia, que não me queria
Eu penava, eu sofria
Eu chorava ela sorria
Mesmo assim eu insistia!....

Minha história de amor

Minha história de amor (rock, 1964) - José Messias

Minha história de amor
Eu não posso nem contar
Se eu contar você vai rir
E eu sei que vou chorar

Minha história de amor
Eu não posso nem contar
Se eu contar você vai rir
E eu sei que vou chorar

Ela falava, que não me amava
Ela dizia, que não me queria
Eu penava, eu sofria
Eu chorava ela sorria
Mesmo assim eu insistia!....

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Baby, meu bem

Baby, meu bem (rock, 1963) - Hélio Justo e Tito Santos

 D F#m    Bm
Baby meu bem
G
Sorria para mim
A7 F#m A7
Assim que eu sou feliz
D F#m Bm
Baby também
G A7 D D7
Não deixe nosso amor ser infeliz
G F#m
Ainda somos jovens sei
G F#m
O tempo passará vais ver
E7 A7 D7
Com ele nosso amor aumentará
G F#m
A vida sorrirá então
G F#m
Os sonhos realidade são
E7 A7
Se temos um amor no coração
D F#m Bm
Baby faz bem
G
Trazer no coração
A7 D Bm
Um bem
G
Trazer no coração
A7 G A D Bm G A D
Um bem

Baby, meu bem

Baby, meu bem (rock, 1963) - Hélio Justo e Tito Santos

 D F#m    Bm
Baby meu bem
G
Sorria para mim
A7 F#m A7
Assim que eu sou feliz
D F#m Bm
Baby também
G A7 D D7
Não deixe nosso amor ser infeliz
G F#m
Ainda somos jovens sei
G F#m
O tempo passará vais ver
E7 A7 D7
Com ele nosso amor aumentará
G F#m
A vida sorrirá então
G F#m
Os sonhos realidade são
E7 A7
Se temos um amor no coração
D F#m Bm
Baby faz bem
G
Trazer no coração
A7 D Bm
Um bem
G
Trazer no coração
A7 G A D Bm G A D
Um bem

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Malena

Malena (rock, 1962) - Fernando Costa e Rossini Pinto

Malena,
Eu sou um sofredor!
Oh! Oh! Oh! Malena
Eu quero o teu amor!
Não posso mais sofrer,
Oh! Oh! Oh! Malena,
Sem ti não sei viver

Eu vivo triste
Amargurado, assim
No mundo não existe
Quem sofra igual a mim!

Malena,
Não quero mais chorar!
Oh! Oh! Oh! Malena,
Eu choro por te amar

Malena

Malena (rock, 1962) - Fernando Costa e Rossini Pinto

Malena,
Eu sou um sofredor!
Oh! Oh! Oh! Malena
Eu quero o teu amor!
Não posso mais sofrer,
Oh! Oh! Oh! Malena,
Sem ti não sei viver

Eu vivo triste
Amargurado, assim
No mundo não existe
Quem sofra igual a mim!

Malena,
Não quero mais chorar!
Oh! Oh! Oh! Malena,
Eu choro por te amar

sábado, 1 de novembro de 2008

Sônia Delfino

Sônia Delfino (Sonia de Campos Veras), cantora, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 23/11/1942. Sobrinha de Ademilde Fonseca cantava bossa nova e também rock-and-roll, sendo uma das primeiras cantoras brasileiras desse gênero, contemporânea e concorrente carioca da paulista Celly Campello.

Cantou em público pela primeira vez aos oito anos, participando de um concurso radiofônico infantil na cidade de Natal RN. Iniciou a carreira profissional no programa Clube do Guri, da TV Tupi, do Rio de Janeiro.

De 1960 a 1962, apresentou um programa de televisão — Alô, Brotos! — também na Tupi, ao lado do cantor Sérgio Murilo. Gravou seu primeiro disco aos 13 anos, para a Copacabana, o 78 rpm Uma valsa para mamãe (Emmanuel Jitay). Lançou a versão Sino de Belém para a canção natalina Jingle Bells, com o coral do Clube do Guri.

Seus maiores sucessos são o folkrock Bimbombey (Hugo Peretti, Luigi Creatore e Mack David), o twist Diga que me ama (Make Believe Baby, de Ben Weisman e E. Lewis, versão de Luís Bittencourt; Philips, 1960) e a bossa nova Bolinha de sabão (Orlandivo; Philips, 1963).

Gravou na Philips três LPs, Sônia Delfino canta para a mocidade (1960), Alô, brotos! (1962) e Alô, brotos!, vol. 2 (1964), além de vários compactos para a Copacabana e RGE. Considerada por muitos a sucessora natural de Celly Campelo, que abandonara a carreira artística em 1962, Sônia preferiu trocar o pop-rock por um repertório mais adulto, incluindo a bossa nova.

Participou como atriz em dois filmes: Tudo legal, de Vítor Lima, em 1960, e Um candango na Belacap, de Roberto Farias, em 1961.

Afastou-se do meio artístico ao se casar em 1970, retornando em 1986. Participou do projeto de três CDs O amor, o sorriso e a flor (Albatroz, 1998), produzido por Roberto Menescal para comemorar os 40 anos da bossa nova.

Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha; Cantoras: Sônia Delfino.

Sônia Delfino

Sônia Delfino (Sonia de Campos Veras), cantora, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 23/11/1942. Sobrinha de Ademilde Fonseca cantava bossa nova e também rock-and-roll, sendo uma das primeiras cantoras brasileiras desse gênero, contemporânea e concorrente carioca da paulista Celly Campello.

Cantou em público pela primeira vez aos oito anos, participando de um concurso radiofônico infantil na cidade de Natal RN. Iniciou a carreira profissional no programa Clube do Guri, da TV Tupi, do Rio de Janeiro.

De 1960 a 1962, apresentou um programa de televisão — Alô, Brotos! — também na Tupi, ao lado do cantor Sérgio Murilo. Gravou seu primeiro disco aos 13 anos, para a Copacabana, o 78 rpm Uma valsa para mamãe (Emmanuel Jitay). Lançou a versão Sino de Belém para a canção natalina Jingle Bells, com o coral do Clube do Guri.

Seus maiores sucessos são o folkrock Bimbombey (Hugo Peretti, Luigi Creatore e Mack David), o twist Diga que me ama (Make Believe Baby, de Ben Weisman e E. Lewis, versão de Luís Bittencourt; Philips, 1960) e a bossa nova Bolinha de sabão (Orlandivo; Philips, 1963).

Gravou na Philips três LPs, Sônia Delfino canta para a mocidade (1960), Alô, brotos! (1962) e Alô, brotos!, vol. 2 (1964), além de vários compactos para a Copacabana e RGE. Considerada por muitos a sucessora natural de Celly Campelo, que abandonara a carreira artística em 1962, Sônia preferiu trocar o pop-rock por um repertório mais adulto, incluindo a bossa nova.

Participou como atriz em dois filmes: Tudo legal, de Vítor Lima, em 1960, e Um candango na Belacap, de Roberto Farias, em 1961.

Afastou-se do meio artístico ao se casar em 1970, retornando em 1986. Participou do projeto de três CDs O amor, o sorriso e a flor (Albatroz, 1998), produzido por Roberto Menescal para comemorar os 40 anos da bossa nova.

Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha; Cantoras: Sônia Delfino.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Biquini Cavadão


Em 1983, Bruno, Álvaro e Miguel, colegas de terceiro ano do Colégio São Vicente de Paulo, decidiram tocar, junto com mais alguns amigos, num sarau, uma espécie de festival de música. Com o sucesso de sua apresentação, eles decidiram fazer daquela ousadia um habito. Após muitas formações, receberam do amigo Herbert Vianna a sugestão do nome "Biquini Cavadão". Bruno passou apenas a cantar, Miguel assumiu totalmente o teclado e Alvaro foi novamente chamado para o grupo, desta vez tocando bateria, ao invés de violão.

Após vários meses fizeram Tédio, e esta música foi o chamariz para que Carlos Beni (ex-Kid Abelha) insistisse em gravá-los.A demo, que contou com Herbert na guitarra, foi parar na Rádio Fluminense FM , berço de várias bandas de rock nos anos 80. O sucesso da demo, os levou à Polygram para gravar um compacto no começo de 85.

Faltava um guitarrista: Carlos Coelho apareceu logo após o segundo show profissional realizado pela banda. A sua integração se deu rapidamente colaborando nas composições e gravando todos os programas de TV. Era como se ele apenas tivesse faltado no dia de tirar fotos para a capa do compacto...

No meio de 85, lançam um Mix com Tédio (remix) e No mundo da lua, que também chega às paradas de sucesso. No final daquele ano eles gravam o primeiro lp: Cidades em Torrente. Além dos dois hits iniciais, eles ainda emplacam Timidez, Inseguro de vida e Múmias. O disco chega a atingir a marca de 60 mil cópias vendidas em fevereiro de 86. São eleitos a revelação de 85 e excursionam por quase todo o país.

Em 87, lançam o lp A Era da Incerteza. Apesar de não ter tantos sucessos quanto o primeiro disco, chegam a marca de 50 mil copias, embalados por músicas como Ida e volta e 1/4.

O terceiro disco só viria em 1989. Mesmo sendo considerado o mais fraco de todos os discos do Biquini (apenas 25 mil cópias), emplaca três hits nas rádios: Teoria, Meu reino e Bem vindo ao mundo adulto.

Em 90 o remix de Bem Vindo põe o grupo de volta às paradas no Rio. No ano seguinte é a vez de Meu Reino '91 (um lar em Brixton) fazer sucesso alguns meses antes do lançamento do lp Descivilização. Zé Ninguém dá a partida para uma série de primeiros lugares em várias rádios do Brasil.

Em 92, Impossível e Vento, ventania arrancam o lp para as 70 mil cópias. Vento, ventania é eleita a música do ano e o Biquini, novamente, grupo revelação. Outras faixas como, Cai água, cai barraco, Arcos e Vesúvio também estouram pelo país.

No começo de 93 eles participaram do Hollywood Rock abrindo a noite de Red Hot Chilli Peppers e Alice in Chains. No meio do ano, se transferem para a Sony Music e lançam, como aperitivo para o novo lp, a regravação de Chove chuva, de Jorge Ben Jor.

No começo de 94, a Polygram lança O Melhor do Biquini Cavadão contendo um resumo dos 9 anos carreira enquanto a banda se tranca em uma velha casa para compor o seu novo disco Agora. Músicas como O idiota eletrônico, Sobrancelhas e Por que você não estava aqui começam a despontar. Eles fecham o ano de 94 regravando Ilegal, imoral ou engorda para o disco Rei em homenagem a Roberto Carlos.

Passam o ano de 95 excurcionando comemorando os dez anos com shows no Brasil e Estados Unidos. Preparam-se para lançar um songbook e criam o primeiro e-mail de um conjunto de rock no Brasil: biquinicav@ax.ibase.org.br, passando a se comunicar também pela Internet.

No ano de 96, como conseqüencia deste fato, foram a primeira banda a ter um site oficial no Brasil. Foram visitados constantemente por brasileiros espalhados pelos quatro cantos do país e diversos pontos do mundo, como Europa, Japão, Costa Rica, Argentina e Tailandia.

Também neste ano o Biquini esteve presente em dois lançamentos literários. Sheik lançou seu livro de poesias Borboletas no Estômago do Cachorro Louco e a banda finalmente lançou o seu RockBook, livro de partituras com biografia e dados estatísticos. Rescindiram o contrato com a Sony Music e passaram o final do ano compondo e gravando o novo disco previsto para sair em 97.

Começam o ano de 97 gravando e mixando o disco biquini.com.br. Durante os meses de março e Abril, negociam com gravadoras e acabam fechando com a BMG. Entram novamente em estúdio e regravam algumas faixas, além de incluir outras inéditas. Bruno viaja para New York e grava vozes para alguns remixes. Enquanto isso, o disco O Melhor do Biquini Cavadão ultrapassa as 100 mil cópias. O departamento de marketing da BMG sugere o lançamento em 98 e o grupo passa a ensaiar um novo show.

Em parceria com a UNISYS do Brasil, biquini.com.br apresenta uma faixa interativa desenvolvida pela 10Minutos e se torna o primeiro disco de audio lançado no país com um kit de acesso à Internet. Janaína estréia nas rádios se tornando um sucesso nacional. O clip é indicado para a categoria "escolha da audiência" e é super bem votado. O disco cresce nas vendagens ao mesmo tempo em que a Polygram lança um projeto especial contendo Remixes da banda. Tédio e Sabor do sol entram com força nas rádios do país a partir do segundo semestre.

O Biquini lança o disco biquini.com.br no Canecão, com direção de Ernesto Piccolo e cenários de Analu Prestes. O show incluiu 4 bailarinas backing vocals sobre uma passarela e um fundo inspirado em placas de computador. A tour seguiu pelos estados do sul e sudeste. O Biquini encerrou o ano de 98 com À vontade, um projeto no Ballroom, Rio de Janeiro, onde durante as quartas de novembro contaram com convidados especiais. Jorge Benjor, Zé Ramalho, Kid Abelha, Herbert Vianna e Frejat foram alguns dos nomes presentes da festa. Em dezembro, voltaram a entrar em estúdio para compor novas faixas para o novo disco previsto para 99.

O ano de 2002 começou com uma tour pelo Nordeste, presença no Planeta Atlântida, férias em Fevereiro e a continuidade do trabalho lançado em 2001. A banda excursionou por todo país se apresentando também em grandes festivais como o de Lençóis na Bahia e o de Crato, no Ceará. No meio do ano, Bruno, junto com o produtor Luis Carlos "Meu Bom", gravaram o CD Superfantástico - Quando Eu Era Pequeno, um tributo às músicas infantis com presença de diversos artistas. O Biquini Cavadão compareceu gravando Carimbador maluco (Raul Seixas) do especial Plunct Plact Zummm.

No começo de Outubro, a banda marco presença no Ceará Music 2002, encerrando o festival às 7 da manhã para mais de 30 mil pessoas. O evento foi gravado e depois editado e dirigido por Carlos Coelho para sua estréia como diretor de um clipe: Toda Forma de Poder, clássico dos Engenheiros do Hawaii. Fecharam o ano com mais de 100 shows pela tour 80, 77 deles só em 2002.

Com 18 anos de estrada, o Biquini Cavadão tem hoje metade de sua vida dedicada à musica.

Fonte: Site Oficial

Algumas músicas cifradas:

Biquini Cavadão


Em 1983, Bruno, Álvaro e Miguel, colegas de terceiro ano do Colégio São Vicente de Paulo, decidiram tocar, junto com mais alguns amigos, num sarau, uma espécie de festival de música. Com o sucesso de sua apresentação, eles decidiram fazer daquela ousadia um habito. Após muitas formações, receberam do amigo Herbert Vianna a sugestão do nome "Biquini Cavadão". Bruno passou apenas a cantar, Miguel assumiu totalmente o teclado e Alvaro foi novamente chamado para o grupo, desta vez tocando bateria, ao invés de violão.

Após vários meses fizeram Tédio, e esta música foi o chamariz para que Carlos Beni (ex-Kid Abelha) insistisse em gravá-los.A demo, que contou com Herbert na guitarra, foi parar na Rádio Fluminense FM , berço de várias bandas de rock nos anos 80. O sucesso da demo, os levou à Polygram para gravar um compacto no começo de 85.

Faltava um guitarrista: Carlos Coelho apareceu logo após o segundo show profissional realizado pela banda. A sua integração se deu rapidamente colaborando nas composições e gravando todos os programas de TV. Era como se ele apenas tivesse faltado no dia de tirar fotos para a capa do compacto...

No meio de 85, lançam um Mix com Tédio (remix) e No mundo da lua, que também chega às paradas de sucesso. No final daquele ano eles gravam o primeiro lp: Cidades em Torrente. Além dos dois hits iniciais, eles ainda emplacam Timidez, Inseguro de vida e Múmias. O disco chega a atingir a marca de 60 mil cópias vendidas em fevereiro de 86. São eleitos a revelação de 85 e excursionam por quase todo o país.

Em 87, lançam o lp A Era da Incerteza. Apesar de não ter tantos sucessos quanto o primeiro disco, chegam a marca de 50 mil copias, embalados por músicas como Ida e volta e 1/4.

O terceiro disco só viria em 1989. Mesmo sendo considerado o mais fraco de todos os discos do Biquini (apenas 25 mil cópias), emplaca três hits nas rádios: Teoria, Meu reino e Bem vindo ao mundo adulto.

Em 90 o remix de Bem Vindo põe o grupo de volta às paradas no Rio. No ano seguinte é a vez de Meu Reino '91 (um lar em Brixton) fazer sucesso alguns meses antes do lançamento do lp Descivilização. Zé Ninguém dá a partida para uma série de primeiros lugares em várias rádios do Brasil.

Em 92, Impossível e Vento, ventania arrancam o lp para as 70 mil cópias. Vento, ventania é eleita a música do ano e o Biquini, novamente, grupo revelação. Outras faixas como, Cai água, cai barraco, Arcos e Vesúvio também estouram pelo país.

No começo de 93 eles participaram do Hollywood Rock abrindo a noite de Red Hot Chilli Peppers e Alice in Chains. No meio do ano, se transferem para a Sony Music e lançam, como aperitivo para o novo lp, a regravação de Chove chuva, de Jorge Ben Jor.

No começo de 94, a Polygram lança O Melhor do Biquini Cavadão contendo um resumo dos 9 anos carreira enquanto a banda se tranca em uma velha casa para compor o seu novo disco Agora. Músicas como O idiota eletrônico, Sobrancelhas e Por que você não estava aqui começam a despontar. Eles fecham o ano de 94 regravando Ilegal, imoral ou engorda para o disco Rei em homenagem a Roberto Carlos.

Passam o ano de 95 excurcionando comemorando os dez anos com shows no Brasil e Estados Unidos. Preparam-se para lançar um songbook e criam o primeiro e-mail de um conjunto de rock no Brasil: biquinicav@ax.ibase.org.br, passando a se comunicar também pela Internet.

No ano de 96, como conseqüencia deste fato, foram a primeira banda a ter um site oficial no Brasil. Foram visitados constantemente por brasileiros espalhados pelos quatro cantos do país e diversos pontos do mundo, como Europa, Japão, Costa Rica, Argentina e Tailandia.

Também neste ano o Biquini esteve presente em dois lançamentos literários. Sheik lançou seu livro de poesias Borboletas no Estômago do Cachorro Louco e a banda finalmente lançou o seu RockBook, livro de partituras com biografia e dados estatísticos. Rescindiram o contrato com a Sony Music e passaram o final do ano compondo e gravando o novo disco previsto para sair em 97.

Começam o ano de 97 gravando e mixando o disco biquini.com.br. Durante os meses de março e Abril, negociam com gravadoras e acabam fechando com a BMG. Entram novamente em estúdio e regravam algumas faixas, além de incluir outras inéditas. Bruno viaja para New York e grava vozes para alguns remixes. Enquanto isso, o disco O Melhor do Biquini Cavadão ultrapassa as 100 mil cópias. O departamento de marketing da BMG sugere o lançamento em 98 e o grupo passa a ensaiar um novo show.

Em parceria com a UNISYS do Brasil, biquini.com.br apresenta uma faixa interativa desenvolvida pela 10Minutos e se torna o primeiro disco de audio lançado no país com um kit de acesso à Internet. Janaína estréia nas rádios se tornando um sucesso nacional. O clip é indicado para a categoria "escolha da audiência" e é super bem votado. O disco cresce nas vendagens ao mesmo tempo em que a Polygram lança um projeto especial contendo Remixes da banda. Tédio e Sabor do sol entram com força nas rádios do país a partir do segundo semestre.

O Biquini lança o disco biquini.com.br no Canecão, com direção de Ernesto Piccolo e cenários de Analu Prestes. O show incluiu 4 bailarinas backing vocals sobre uma passarela e um fundo inspirado em placas de computador. A tour seguiu pelos estados do sul e sudeste. O Biquini encerrou o ano de 98 com À vontade, um projeto no Ballroom, Rio de Janeiro, onde durante as quartas de novembro contaram com convidados especiais. Jorge Benjor, Zé Ramalho, Kid Abelha, Herbert Vianna e Frejat foram alguns dos nomes presentes da festa. Em dezembro, voltaram a entrar em estúdio para compor novas faixas para o novo disco previsto para 99.

O ano de 2002 começou com uma tour pelo Nordeste, presença no Planeta Atlântida, férias em Fevereiro e a continuidade do trabalho lançado em 2001. A banda excursionou por todo país se apresentando também em grandes festivais como o de Lençóis na Bahia e o de Crato, no Ceará. No meio do ano, Bruno, junto com o produtor Luis Carlos "Meu Bom", gravaram o CD Superfantástico - Quando Eu Era Pequeno, um tributo às músicas infantis com presença de diversos artistas. O Biquini Cavadão compareceu gravando Carimbador maluco (Raul Seixas) do especial Plunct Plact Zummm.

No começo de Outubro, a banda marco presença no Ceará Music 2002, encerrando o festival às 7 da manhã para mais de 30 mil pessoas. O evento foi gravado e depois editado e dirigido por Carlos Coelho para sua estréia como diretor de um clipe: Toda Forma de Poder, clássico dos Engenheiros do Hawaii. Fecharam o ano com mais de 100 shows pela tour 80, 77 deles só em 2002.

Com 18 anos de estrada, o Biquini Cavadão tem hoje metade de sua vida dedicada à musica.

Fonte: Site Oficial

Algumas músicas cifradas:

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Fernanda Abreu

Fernanda Abreu (Fernanda Sampaio de Lacerda), cantora e compositora, nasceu em 08/09/1961 e foi criada em uma família de classe média alta da Zona Sul do Rio de Janeiro. Teve uma infância e adolescência típicas até o início da década de 80, quando entrou como backing vocal para a Blitz.

Em pouco tempo a banda tornou-se o maior fenômeno do pop-rock brasileiro da década, com três discos gravados e turnês pelo Brasil e exterior. Com o fim da Blitz em 1986 começou a investir na carreira solo, tendo aulas de violão e canto e trabalhando em shows e músicas ao lado de Fausto Fawcett, Laufer e Sergio Mekler.

Em 1989 montou uma banda de funk para tocar repertório de disco music, que deu o tom para o primeiro disco solo, SLA Radical Dance Disco Club, lançado no ano seguinte. "SLA" emplacou A noite (com Luiz Stein/ Laufer). Com o CD SLA2 - Be Sample foi uma das primeiras artistas a divulgar o amplo uso de samplers como recurso de composição. Desse disco, destacou-se a faixa Rio 40 Graus (com Fausto Fawcett/ Laufer).

A partir daí sua carreira solo decolou, confirmando o sucesso com o CD Da Lata, que, sem perder o caráter dançante, abandona um pouco a dance music e se concentra mais no funk-soul e em ritmos brasileiros. São desse álbum as músicas Veneno da lata (com Will Mowat), Garota sangue bom (com F. Fawcett) e Brasil É o país do suíngue (com F. Fawcett/ Laufer/ Hermano Vianna).

Em 2004, a funkeira Fernanda Abreu resgata em seu CD Na paz elementos do samba carioca e investe em parcerias com Martinho da Vila e Jorge Ben Jor. O álbum, produzido pela cantora em parceria com Rodrigo Campello, apresenta o single Eu vou torcer e está sendo lançado pelo novo selo Garota Sangue Bom, da própria Fernanda.

Fonte: CliqueMusic.

Fernanda Abreu

Fernanda Abreu (Fernanda Sampaio de Lacerda), cantora e compositora, nasceu em 08/09/1961 e foi criada em uma família de classe média alta da Zona Sul do Rio de Janeiro. Teve uma infância e adolescência típicas até o início da década de 80, quando entrou como backing vocal para a Blitz.

Em pouco tempo a banda tornou-se o maior fenômeno do pop-rock brasileiro da década, com três discos gravados e turnês pelo Brasil e exterior. Com o fim da Blitz em 1986 começou a investir na carreira solo, tendo aulas de violão e canto e trabalhando em shows e músicas ao lado de Fausto Fawcett, Laufer e Sergio Mekler.

Em 1989 montou uma banda de funk para tocar repertório de disco music, que deu o tom para o primeiro disco solo, SLA Radical Dance Disco Club, lançado no ano seguinte. "SLA" emplacou A noite (com Luiz Stein/ Laufer). Com o CD SLA2 - Be Sample foi uma das primeiras artistas a divulgar o amplo uso de samplers como recurso de composição. Desse disco, destacou-se a faixa Rio 40 Graus (com Fausto Fawcett/ Laufer).

A partir daí sua carreira solo decolou, confirmando o sucesso com o CD Da Lata, que, sem perder o caráter dançante, abandona um pouco a dance music e se concentra mais no funk-soul e em ritmos brasileiros. São desse álbum as músicas Veneno da lata (com Will Mowat), Garota sangue bom (com F. Fawcett) e Brasil É o país do suíngue (com F. Fawcett/ Laufer/ Hermano Vianna).

Em 2004, a funkeira Fernanda Abreu resgata em seu CD Na paz elementos do samba carioca e investe em parcerias com Martinho da Vila e Jorge Ben Jor. O álbum, produzido pela cantora em parceria com Rodrigo Campello, apresenta o single Eu vou torcer e está sendo lançado pelo novo selo Garota Sangue Bom, da própria Fernanda.

Fonte: CliqueMusic.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Capital Inicial

Capital  Inicial

Capital Inicial - Grupo brasiliense formado em 1982 por Dinho (Fernando Ouro Preto, Curitiba PR 1964—), no vocal; Loro Jones (Antônio Marcos Lopes de Sousa, Rio de Janeiro 1961—), na guitarra; Flávio Lemos (Rio de Janeiro 1963—), no contrabaixo; e seu irmão Felipe Lemos (Rio de Janeiro 1962—), na bateria. Os dois últimos vieram do Aborto Elétrico, o primeiro grupo punk de Brasília DF, formado em 1978 e desfeito em 1982.

O grupo adotou o estilo new-wave e fez sucesso já a partir do primeiro disco, um compacto (Epic/CBS, 1984) com as faixas Descendo o rio Nilo e Leve desespero, ambas de autoria do grupo (a segunda incluída na trilha do filme Areias escaldantes, de Francisco de Paula).

Radicados em São Paulo desde 1985 e contratados pela Polydor, gravaram o primeiro LP em 1986, Capital Inicial, incluindo sucessos como Psicopata (Loro, Pedro Pimenta e os irmãos Lemos), Música urbana (Renato Russo, André Pretorius e os irmãos Lemos), Fátima e Veraneio vascaína (ambas de Flávio Lemos e Renato Russo), esta última um protesto contra a violência policial.

Outros sucessos do grupo incluem Mickey Mouse em Moscou (1990). Gravaram ainda três LPs na Polygram, Independência (1987), Você não precisa entender (1988), Todos os lados (1990) e mais Eletricidade (1992, BMG), Rua 47 (1994, QC) e Ao vivo (1996, Rede Brasil).

Em 1992, Dinho foi substituído por Murilo Lima (Murilo Ferreira Lima, Santos SP 1968—), que permaneceu no grupo até o início de 1998.

CD:

O melhor de Capital Inicial, 1994, Polygram 521787-2.

Letras do Capital Inicial:


Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha.

Capital Inicial

Capital  Inicial

Capital Inicial - Grupo brasiliense formado em 1982 por Dinho (Fernando Ouro Preto, Curitiba PR 1964—), no vocal; Loro Jones (Antônio Marcos Lopes de Sousa, Rio de Janeiro 1961—), na guitarra; Flávio Lemos (Rio de Janeiro 1963—), no contrabaixo; e seu irmão Felipe Lemos (Rio de Janeiro 1962—), na bateria. Os dois últimos vieram do Aborto Elétrico, o primeiro grupo punk de Brasília DF, formado em 1978 e desfeito em 1982.

O grupo adotou o estilo new-wave e fez sucesso já a partir do primeiro disco, um compacto (Epic/CBS, 1984) com as faixas Descendo o rio Nilo e Leve desespero, ambas de autoria do grupo (a segunda incluída na trilha do filme Areias escaldantes, de Francisco de Paula).

Radicados em São Paulo desde 1985 e contratados pela Polydor, gravaram o primeiro LP em 1986, Capital Inicial, incluindo sucessos como Psicopata (Loro, Pedro Pimenta e os irmãos Lemos), Música urbana (Renato Russo, André Pretorius e os irmãos Lemos), Fátima e Veraneio vascaína (ambas de Flávio Lemos e Renato Russo), esta última um protesto contra a violência policial.

Outros sucessos do grupo incluem Mickey Mouse em Moscou (1990). Gravaram ainda três LPs na Polygram, Independência (1987), Você não precisa entender (1988), Todos os lados (1990) e mais Eletricidade (1992, BMG), Rua 47 (1994, QC) e Ao vivo (1996, Rede Brasil).

Em 1992, Dinho foi substituído por Murilo Lima (Murilo Ferreira Lima, Santos SP 1968—), que permaneceu no grupo até o início de 1998.

CD:

O melhor de Capital Inicial, 1994, Polygram 521787-2.

Letras do Capital Inicial:


Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha.

sábado, 27 de outubro de 2007

Barão Vermelho

Barão Vermelho

Grupo carioca de rock fundado em 1981 por Roberto Frejat (Rio de Janeiro-RJ 1961-)guitarra; Dé (André Palmeira Cunha, Rio de Janeiro 1965-), contabaixo; Maurício Carvalho de Barros (Rio de Janeiro 1964-), teclados; e Guto Goffi (Flávio Augusto Goffi Marques, Rio de Janeiro, 1962-), bateria.

Só no ano seguinte, por intermédio de Leo Jaime, encontrariam o vocalista Cazuza e gravariam o primeiro LP, Barão Vermelho, pela Som Livre, fazendo alguns shows apenas no Rio e em São Paulo.

Depois do lançamento do disco 2, que inclui a faixa Pro dia nascer feliz, vem o sucesso nacional, em 1984, com Bete Balanço, da trilha sonora do filme de mesmo nome e presente no terceiro disco do grupo, Maior abandonado.

Em janeiro de 1985 participam do festival Rock In Rio e em junho é anunciada a saída do vocalista Cazuza, que parte para carreira solo, e a entrada de Fernando Magalhães e Peninha. Frejat passa a ser vocalista e o Barão assina contrato com a Warner.

Em 1990 participam do Hollywood Rock, e no mesmo ano o baixista Dé é substituído por Dadi, ex-integrante dos Novos Baianos e do A Cor do Som. No ano seguinte ganham o prêmio Sharp de melhor grupo de rock e o baixista Dadi é substituído por Rodrigo Santos.

Outros sucessos do Barão são Declare guerra, Por que a gente é assim?, Quem me olha só, Pense e dance, Torre de Babel, O poeta está vivo, Supermercados da vida, Malandragem, Dá um tempo" e Puro êxtase.

Em 2001, depois de mais uma apresentação surpreendente no Rock in Rio 3 – Por um Mundo Melhor, o Barão Vermelho faz uma pausa para seus integrantes desenvolverem projetos paralelos. Em 2004 eles lançaram Barão Vermelho, que mostra sucessos do início de carreira.

Em agosto de 2005, o Barão Vermelho grava no palco do Circo o seu primeiro DVD, dentro do projeto MTV ao Vivo. O elemento surpresa do Barão MTV ao Vivo fica por conta da dobradinha virtual, entre Cazuza e Frejat – este interpretando pela primeira vez - na canção Codinome Beija-Flor, de Cazuza e Ezequiel Neves.

O álbum duplo faz uma retrospectiva de 23 anos de carreira da banda com repertório dos 12 discos de estúdio lançados desde 1982 e do ao vivo Balada MTV.

Fontes: CliqueMusic; Encicl. da Música Brasileira - Art Editora.

Barão Vermelho

Barão Vermelho

Grupo carioca de rock fundado em 1981 por Roberto Frejat (Rio de Janeiro-RJ 1961-)guitarra; Dé (André Palmeira Cunha, Rio de Janeiro 1965-), contabaixo; Maurício Carvalho de Barros (Rio de Janeiro 1964-), teclados; e Guto Goffi (Flávio Augusto Goffi Marques, Rio de Janeiro, 1962-), bateria.

Só no ano seguinte, por intermédio de Leo Jaime, encontrariam o vocalista Cazuza e gravariam o primeiro LP, Barão Vermelho, pela Som Livre, fazendo alguns shows apenas no Rio e em São Paulo.

Depois do lançamento do disco 2, que inclui a faixa Pro dia nascer feliz, vem o sucesso nacional, em 1984, com Bete Balanço, da trilha sonora do filme de mesmo nome e presente no terceiro disco do grupo, Maior abandonado.

Em janeiro de 1985 participam do festival Rock In Rio e em junho é anunciada a saída do vocalista Cazuza, que parte para carreira solo, e a entrada de Fernando Magalhães e Peninha. Frejat passa a ser vocalista e o Barão assina contrato com a Warner.

Em 1990 participam do Hollywood Rock, e no mesmo ano o baixista Dé é substituído por Dadi, ex-integrante dos Novos Baianos e do A Cor do Som. No ano seguinte ganham o prêmio Sharp de melhor grupo de rock e o baixista Dadi é substituído por Rodrigo Santos.

Outros sucessos do Barão são Declare guerra, Por que a gente é assim?, Quem me olha só, Pense e dance, Torre de Babel, O poeta está vivo, Supermercados da vida, Malandragem, Dá um tempo" e Puro êxtase.

Em 2001, depois de mais uma apresentação surpreendente no Rock in Rio 3 – Por um Mundo Melhor, o Barão Vermelho faz uma pausa para seus integrantes desenvolverem projetos paralelos. Em 2004 eles lançaram Barão Vermelho, que mostra sucessos do início de carreira.

Em agosto de 2005, o Barão Vermelho grava no palco do Circo o seu primeiro DVD, dentro do projeto MTV ao Vivo. O elemento surpresa do Barão MTV ao Vivo fica por conta da dobradinha virtual, entre Cazuza e Frejat – este interpretando pela primeira vez - na canção Codinome Beija-Flor, de Cazuza e Ezequiel Neves.

O álbum duplo faz uma retrospectiva de 23 anos de carreira da banda com repertório dos 12 discos de estúdio lançados desde 1982 e do ao vivo Balada MTV.

Fontes: CliqueMusic; Encicl. da Música Brasileira - Art Editora.