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sábado, 6 de novembro de 2010

Alguém que sofre

Ruy de Almeida
Alguém que sofre (valsa, 1945) - Gomes Cardim e Felisberto Martins

Título da música:  Alguém que sofre / Gênero musical:  Valsa  / Intérprete: Ruy de Almeida / Compositores: Martins, Felisberto - Cardim, Gomes / Gravadora Odeon / Número do Álbum: 12623 / Data de Gravação:  00/1945 / Data de Lançamento:  00/1945 / Lado:  lado B  /  Rotações:  Disco 78 rpm:


O amor / Sublime encantamento
O amor / Pelo deslumbramento
Mas o amor / Que dominou meu coração
Me desprezou / Deixando só recordação

Chorei / Chorei desiludido
Ausência / De um grande amor perdido
Esse meu pranto / Minh'alma orvalhou
Sinto saudade desse amor que não voltou

A dor / Do amor
Aqui ficou para eu lembrar
De alguém / Que só me fez sofrer
Mas esse alguém / A mesma dor
Sofre talvez...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Uriel Lourival

Uriel Lourival (Francisco Uriel Lourival), compositor e letrista (? Natal, RN - 1932 Rio de Janeiro, RJ) era filho do poeta Lourival Açucena. Não se tem a data do nascimento. Em 1900 mudou-se para o Rio de Janeiro e trabalhou como cabo de polícia e funcionário da Estrada de Ferro Central do Brasil.

Autor de modinhas do final da segunda metade do século XIX, entre elas Quando o pesamento voa. Em 1926, Artur Castro gravou na Odeon a modinha A ceguinha, com acompanhamento da American Jazz Band de Sylvio de Souza.

Sua composição mais famosa é a valsa Mimi, consagrada nos anos 1930 pela gravação de Sílvio Caldas, a qual se seguiram várias outras posteriormente, entre as quais, as de Carlos Galhardo, Altamiro Carrilho, Carlos José, Dilermando Reis, Gilberto Alves e Ivon Curi.

Em 1935, teve a canção Céu moreno, gravada por Orlando Silva. Em 1937, a valsa Botão de rosa, foi gravada por Vicente Celestino e pela Orquestra Victor.

Em 1960, sua clássica valsa Mimi foi regravada por Gilberto Alves no LP Ontem e hoje da gravadora Copacabana. Em 1980, sua canção Flor do mal (Saudade eterna) foi gravada pelo cantor Onéssimo Gomes no LP Serestas brasileiras da gravadora Musidisc.

Obra

A ceguinha, Botão de rosa, Céu moreno, Mimi, Quando o pensamento voa,

Fontes: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira; Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora.

Uriel Lourival

Uriel Lourival (Francisco Uriel Lourival), compositor e letrista (? Natal, RN - 1932 Rio de Janeiro, RJ) era filho do poeta Lourival Açucena. Não se tem a data do nascimento. Em 1900 mudou-se para o Rio de Janeiro e trabalhou como cabo de polícia e funcionário da Estrada de Ferro Central do Brasil.

Autor de modinhas do final da segunda metade do século XIX, entre elas Quando o pesamento voa. Em 1926, Artur Castro gravou na Odeon a modinha A ceguinha, com acompanhamento da American Jazz Band de Sylvio de Souza.

Sua composição mais famosa é a valsa Mimi, consagrada nos anos 1930 pela gravação de Sílvio Caldas, a qual se seguiram várias outras posteriormente, entre as quais, as de Carlos Galhardo, Altamiro Carrilho, Carlos José, Dilermando Reis, Gilberto Alves e Ivon Curi.

Em 1935, teve a canção Céu moreno, gravada por Orlando Silva. Em 1937, a valsa Botão de rosa, foi gravada por Vicente Celestino e pela Orquestra Victor.

Em 1960, sua clássica valsa Mimi foi regravada por Gilberto Alves no LP Ontem e hoje da gravadora Copacabana. Em 1980, sua canção Flor do mal (Saudade eterna) foi gravada pelo cantor Onéssimo Gomes no LP Serestas brasileiras da gravadora Musidisc.

Obra

A ceguinha, Botão de rosa, Céu moreno, Mimi, Quando o pensamento voa,

Fontes: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira; Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora.

domingo, 3 de outubro de 2010

Saudade de Laguna

Pedro Raimundo
Saudade de Laguna (valsa, 1943) - Pedro Raimundo

Pedro Raimundo gravou e compôs entre 1943 e 1961: Adeus Mariana, Adeus moçada, Chico da Roda, Escadaria, Gaúcho largado, Mágoas de amor, Meu coração te fala, Na casa do Zé Bedeu, Oriental, Prece, Sanfoninha, Velha amiga (última, já na inatividade profissional), Saudades de Laguna, Se Deus quiser, Tá tudo errado (a única composição que teve um parceiro, Jeová R. Portela) e Tico tico no terreiro.

Comentam que Saudades de Laguna encerraria um segredo (que Pedro levou para o túmulo, sem confirmar nem desmentir). Quando morou em Laguna dizem que se apaixonara por uma jovem. Frustrado em seu intento pelos pais da moça, Pedro jamais a teria esquecido. Como não pudesse “homenagear” diretamente a moça, resolveu fazê-lo com a bela valsa, seguramente a melhor composição que fez (com dolente declamação): Saudades de Laguna !  (fonte: Lagunista).

Título da música: Saudade de Laguna / Gênero musical: Valsa / Intérprete: Pedro Raimundo / Compositor: Pedro Raimundo / Gravadora Phonodisc / Nome do Álbum: Adeus Mariana / Número do Álbum 0.30-404-122 / Data de Gravação 00/1977 / Data de Lançamento 00/1977 / Lado: lado A / / Rotações Disco 33 1/3 rpm / Estereo:


"Sinto em meu coração
Uma saudade daquela terra amada
Onde vivi
Saudade que hoje eu choro
Saudade sem fim
Saudade de Laguna
Que é tudo, tudo para mim
Quando de ti me lembro
Laguna amada
Minh'alma triste canta esta saudade
Parece que te vejo
Diante dos meus olhos
Laguna dos meus sonhos
Hoje eu choro...
"

terça-feira, 8 de abril de 2008

Prece à lua

Prece à lua (valsa, 1945) - Alcebíades Barcelos e Armando Marçal
Gilberto Alves

Lua, deusa da natura
Ouve a minha prece
Protetora dos amantes
Porque me esqueces

Fixo a imensidão
E a tua luz comparo à ela
Vejo o brilho das estrelas
Lembro os olhos dela

Eu quis tornar realidade
Os sonhos e quimera
Transformar o inverno infindo
Em linda primavera

A flor da minha ilusão
Murchou após o florescer
Deixando somente amargor
Em volta em meu viver

Prece à lua

Prece à lua (valsa, 1945) - Alcebíades Barcelos e Armando Marçal
Gilberto Alves

Lua, deusa da natura
Ouve a minha prece
Protetora dos amantes
Porque me esqueces

Fixo a imensidão
E a tua luz comparo à ela
Vejo o brilho das estrelas
Lembro os olhos dela

Eu quis tornar realidade
Os sonhos e quimera
Transformar o inverno infindo
Em linda primavera

A flor da minha ilusão
Murchou após o florescer
Deixando somente amargor
Em volta em meu viver

domingo, 30 de março de 2008

Gira, gira, gira

Gira, gira, gira (valsa, 1944) - Custódio Mesquita e Evaldo Rui
Carlos Galhardo

Foste embora, me deixaste
Nem sequer tua ausência senti
Não chorei, nem choraste
Tu não sofres e eu pouco sofri
Porque o mundo
Gira, gira, gira, gira, gira, gira, gira...
Anda o mundo a girar
Gira, gira, gira, gira, gira, gira, gira...
Tenho outra em teu lugar

Tantas voltas deu o mundo

Que eu cansei de tanto amar
( bis )

Nosso amor foi tão breve
Passageira, foi nossa ilusão
Não ficou, nem de leve
A saudade no meu coração

Porque o mundo
Gira, gira, gira, gira, gira, gira, gira...
Anda o mundo a girar
Gira, gira, gira, gira, gira, gira, gira...
Tenho outra em teu lugar

Tantas voltas deu o mundo
Que eu cansei de tanto amar
(bis)

Gira, gira, gira

Gira, gira, gira (valsa, 1944) - Custódio Mesquita e Evaldo Rui
Carlos Galhardo

Foste embora, me deixaste
Nem sequer tua ausência senti
Não chorei, nem choraste
Tu não sofres e eu pouco sofri
Porque o mundo
Gira, gira, gira, gira, gira, gira, gira...
Anda o mundo a girar
Gira, gira, gira, gira, gira, gira, gira...
Tenho outra em teu lugar

Tantas voltas deu o mundo

Que eu cansei de tanto amar
( bis )

Nosso amor foi tão breve
Passageira, foi nossa ilusão
Não ficou, nem de leve
A saudade no meu coração

Porque o mundo
Gira, gira, gira, gira, gira, gira, gira...
Anda o mundo a girar
Gira, gira, gira, gira, gira, gira, gira...
Tenho outra em teu lugar

Tantas voltas deu o mundo
Que eu cansei de tanto amar
(bis)

terça-feira, 25 de março de 2008

Ninotchka

Ninotchka (valsa, 1943) - Georges Moran e Cristóvão de Alencar
Sílvio Caldas

Naquela tarde sombria eu te vi,
E nem sei o que senti,
Naquela tarde sem me aperceber,
Eu comecei a sofrer.

Ninotchka, Ninotchka,
A minha vida era tão calma,
Sem o teu olhar,
Ninotchka, Ninotchka,
Agora vivo alucinado a te adorar.

Abre teus braços por deus eu te peço,
Me deixa entrar no teu peito, amor,
Ninotchka, Ninotchka,
Pelos teus olhos, pelos teus beijos,
Eu morro de dor.

Abre teus braços por deus eu te peço,
Me deixa entrar no teu peito, amor,
Ninotchka, Ninotchka,
Pelos teus olhos, pelos teus beijos,
Eu morro de dor....

Ninotchka

Ninotchka (valsa, 1943) - Georges Moran e Cristóvão de Alencar
Sílvio Caldas

Naquela tarde sombria eu te vi,
E nem sei o que senti,
Naquela tarde sem me aperceber,
Eu comecei a sofrer.

Ninotchka, Ninotchka,
A minha vida era tão calma,
Sem o teu olhar,
Ninotchka, Ninotchka,
Agora vivo alucinado a te adorar.

Abre teus braços por deus eu te peço,
Me deixa entrar no teu peito, amor,
Ninotchka, Ninotchka,
Pelos teus olhos, pelos teus beijos,
Eu morro de dor.

Abre teus braços por deus eu te peço,
Me deixa entrar no teu peito, amor,
Ninotchka, Ninotchka,
Pelos teus olhos, pelos teus beijos,
Eu morro de dor....

A saudade é um compasso demais

Nelson Gonçalves
A saudade é um compasso demais (valsa, 1943) - Roberto Martins e Mário Rossi

Valsa da vida
Melodia de raro esplendor
Baile de sonhos
Na divina mentira do amor

O teu encanto

Nelson Gonçalves
Sempre diz, nos acordes finais
Dança que a vida é uma valsa
E a saudade, é um compasso demais.

Vivo a chamar um coração
Para pulsar bem pertinho do meu
E consolar a solidão
Do triste sonho, que a sorte me deu

Se este amor, encantador
Não escutar os meus ais
Repetirei que a vida é uma valsa
E a saudade, um compasso demais.

E o sol que aparece
Me surpreende
Por teu amor
A suspirar.

A saudade é um compasso demais

Nelson Gonçalves
A saudade é um compasso demais (valsa, 1943) - Roberto Martins e Mário Rossi

Valsa da vida
Melodia de raro esplendor
Baile de sonhos
Na divina mentira do amor

O teu encanto

Nelson Gonçalves
Sempre diz, nos acordes finais
Dança que a vida é uma valsa
E a saudade, é um compasso demais.

Vivo a chamar um coração
Para pulsar bem pertinho do meu
E consolar a solidão
Do triste sonho, que a sorte me deu

Se este amor, encantador
Não escutar os meus ais
Repetirei que a vida é uma valsa
E a saudade, um compasso demais.

E o sol que aparece
Me surpreende
Por teu amor
A suspirar.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Alma dos violinos

Alma dos violinos (valsa, 1942) - Alcir Pires Vermelho e Lamartine Babo

Sinto n'alma um violino
Um violino que acompanha
O meu triste adeus
Que vai por trás de uma montanha
Montanha pequenina

Moraes Neto
Diante dos olhos meus
Meus olhos tão imensos
Oh! Perguntem aos lenços
Quando dizem adeus

Sinto n'alma um violino
Um violino tão sonoro
Que acompanha melodias
Quando eu canto e choro
Eu choro porque os risos
Dei ao meu amor
Meu grande amor
Nestas valsas que eu componho
Vive o meu sonho

Algum dia te direi

Algum dia te direi (valsa, 1942) - Cristóvão de Alencar e Felisberto Martins

Gilberto Alves

Eu tenho um segredo p'ra te revelar
Desde a primeira vez em que te vi
Mas eu não sei confessar
Tudo o que sinto por ti

Algum dia eu direi
Que te amo com fervor
E que não sei viver sem teu amor
Algum dia eu direi
Ao beijar os lábios teus
Nunca mais tu fugirás
Dos meus braços meu amor
Nesse dia me dirás
Apertando minha mão
É teu, amor, só teu, meu coração.

Algum dia te direi

Algum dia te direi (valsa, 1942) - Cristóvão de Alencar e Felisberto Martins

Gilberto Alves

Eu tenho um segredo p'ra te revelar
Desde a primeira vez em que te vi
Mas eu não sei confessar
Tudo o que sinto por ti

Algum dia eu direi
Que te amo com fervor
E que não sei viver sem teu amor
Algum dia eu direi
Ao beijar os lábios teus
Nunca mais tu fugirás
Dos meus braços meu amor
Nesse dia me dirás
Apertando minha mão
É teu, amor, só teu, meu coração.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Roleta da vida

Roleta da vida (valsa, 1940) - Heriberto Muraro e Osvaldo Santiago
Carlos Galhardo

A vida é uma roleta
Gira...gira...
A sorte é uma mentira
Que logo se desfaz
Uns ganham venturas
Outros amarguras
E troca-se o prazer
Pelo sofrer

Tu foste em minha vida
O pano verde da ilusão
Em ti, como uma ficha
Eu arrisquei o coração
Tive delícias
De mil carícias
Ao começar
O olhar em fogo
Senti o jogo
Me alucinar !

Depois a sorte ingrata
Abandonou o jogador
Perdi no pano verde
O coração e o teu amor
E a roleta, indiferente
Ao meu penar
Prosseguiu, sem descanso
A girar... a girar...

Roleta da vida

Roleta da vida (valsa, 1940) - Heriberto Muraro e Osvaldo Santiago
Carlos Galhardo

A vida é uma roleta
Gira...gira...
A sorte é uma mentira
Que logo se desfaz
Uns ganham venturas
Outros amarguras
E troca-se o prazer
Pelo sofrer

Tu foste em minha vida
O pano verde da ilusão
Em ti, como uma ficha
Eu arrisquei o coração
Tive delícias
De mil carícias
Ao começar
O olhar em fogo
Senti o jogo
Me alucinar !

Depois a sorte ingrata
Abandonou o jogador
Perdi no pano verde
O coração e o teu amor
E a roleta, indiferente
Ao meu penar
Prosseguiu, sem descanso
A girar... a girar...

terça-feira, 18 de março de 2008

O amor é assim

O amor é assim (valsa, 1940) - Sivan Castelo Neto
Sílvio Caldas

É tão grande o céu
É tão grande o mar
Mas é maior minha dor
Pois de déu em déu
Vivo a caminhar
Lembrando o meu amor

Os lábios perfumados
Eu já beijei
Castelos encantados
Já levantei
Porém a realidade
Matou minha ilusão
Deixando-me a saudade
De uma recordação

E ninguém vive agora
Pensando em mim
Mandei o amor embora
É melhor assim
Depois viria o tédio
Pior seria o fim
O mal é sem remédio
O amor é assim...

O amor é assim

O amor é assim (valsa, 1940) - Sivan Castelo Neto
Sílvio Caldas

É tão grande o céu
É tão grande o mar
Mas é maior minha dor
Pois de déu em déu
Vivo a caminhar
Lembrando o meu amor

Os lábios perfumados
Eu já beijei
Castelos encantados
Já levantei
Porém a realidade
Matou minha ilusão
Deixando-me a saudade
De uma recordação

E ninguém vive agora
Pensando em mim
Mandei o amor embora
É melhor assim
Depois viria o tédio
Pior seria o fim
O mal é sem remédio
O amor é assim...

Não

Não (valsa, 1940) - Newton Teixeira e Cristóvão de Alencar
Sílvio Caldas

Entre nós está tudo acabado
Eu não quero ve-la nunca mais
Para que recordar o passado
Que só desventura nos traz?

Acabo de rasgar
A tua última carta
Na qual você me pede
Que eu volte outra vez
Nela você me diz
Que é muito infeliz
E que está arrependida
Do mal que me fez

Sei que o arrependimento
É sincero
Mas sinto que ainda lhe quero
Com todo o meu coração
Mas, ao lembrar
A sua ingratidão
Respondo a chorar
Que, não!...