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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ser ou não ser

Dick Farney
Ser ou não ser (samba-canção, 1948) - José Maria de Abreu e Alberto Ribeiro

Título da música: Ser ou não ser / Gênero musical: Samba canção / Intérprete: Dick Farney / Compositores: Ribeiro, Alberto - Abreu, José Maria de / Gravadora Continental / Número do Álbum 15916 / Data de Gravação 00/1948 / Data de Lançamento 00/1948 / Lado: lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações: Disco 78 rpm 


Ser ou não ser   /   Há de ser sempre, sempre  / A questão
Ser ou não ser  /  Meu o teu coração...

Não vês que a indecisão  /  Me põe assim nesta aflição
E eu desejo conhecer   /  Se tu és minha ou não...

Ser ou não ser  /  Ó que dúvida minha, meu Deus
Ser ou não ser  / E no entanto são teus

Os sonhos que vivi  / E o meu coração
Ser ou não ser  / Eis, amor, a questão...

Ser ou não ser

Dick Farney
Ser ou não ser (samba-canção, 1948) - José Maria de Abreu e Alberto Ribeiro

Título da música: Ser ou não ser / Gênero musical: Samba canção / Intérprete: Dick Farney / Compositores: Ribeiro, Alberto - Abreu, José Maria de / Gravadora Continental / Número do Álbum 15916 / Data de Gravação 00/1948 / Data de Lançamento 00/1948 / Lado: lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações: Disco 78 rpm 


Ser ou não ser   /   Há de ser sempre, sempre  / A questão
Ser ou não ser  /  Meu o teu coração...

Não vês que a indecisão  /  Me põe assim nesta aflição
E eu desejo conhecer   /  Se tu és minha ou não...

Ser ou não ser  /  Ó que dúvida minha, meu Deus
Ser ou não ser  / E no entanto são teus

Os sonhos que vivi  / E o meu coração
Ser ou não ser  / Eis, amor, a questão...

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Sempre teu

Sempre teu (samba, 1949) - José Maria de Abreu e Jair Amorim

Sempre teu
Eternamente teu
Este amor
É sempre o mesmo amor
Longe, buscando-te aflito

Em pensamento a te chamar
Perto querendo encontrar
Nos olhos meus, teu olhar

Tu não ves, porque não sabes ver
Tu não cres, porque não queres crer
Que ele é teu, todo teu
Para sempre teu
Um desejo que vive em mim
Na saudade que não tem fim

Tu não ves, porque não sabes ver
Tu não cres, porque não queres crer
Que ele é teu, todo teu
Para sempre teu
Um desejo que vive em mim
Na saudade que não tem fim

Sempre teu

Sempre teu (samba, 1949) - José Maria de Abreu e Jair Amorim

Sempre teu
Eternamente teu
Este amor
É sempre o mesmo amor
Longe, buscando-te aflito

Em pensamento a te chamar
Perto querendo encontrar
Nos olhos meus, teu olhar

Tu não ves, porque não sabes ver
Tu não cres, porque não queres crer
Que ele é teu, todo teu
Para sempre teu
Um desejo que vive em mim
Na saudade que não tem fim

Tu não ves, porque não sabes ver
Tu não cres, porque não queres crer
Que ele é teu, todo teu
Para sempre teu
Um desejo que vive em mim
Na saudade que não tem fim

Ponto final

Ponto final (samba-canção, 1949) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Dick Farney

Não me pergunte a razão
Não me atormente demais
Falo por meu coração
Tudo acabou... nada mais.

Sinto muito mulher, mas é tarde
Esta chama de amor, já não arde
Faça de conta que eu
Sou como alguém que morreu
Como a fumaça que passa e se esgarça no ar
No ar.

Uma história incolor foi aquela
Um capitulo a mais de novela
Nossa comédia acabou
Sem aplauso sequer

Quando o pano baixou
Numa cena banal
Pôs se um ponto final ...

Ponto final

Ponto final (samba-canção, 1949) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Dick Farney

Não me pergunte a razão
Não me atormente demais
Falo por meu coração
Tudo acabou... nada mais.

Sinto muito mulher, mas é tarde
Esta chama de amor, já não arde
Faça de conta que eu
Sou como alguém que morreu
Como a fumaça que passa e se esgarça no ar
No ar.

Uma história incolor foi aquela
Um capitulo a mais de novela
Nossa comédia acabou
Sem aplauso sequer

Quando o pano baixou
Numa cena banal
Pôs se um ponto final ...

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Um cantinho e você

Um cantinho e você (samba-canção, 1948) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Dick Farney

Um cantinho e você
Uma rede e o luar
Uma vela a correr
Num pedaço de mar...

Na paisagem tranqüila
Um sussurro
E um beijo depois
Para nós dois...

Basta isso somente
E o que a gente não diz
Para um quadro feliz.

Um sorriso... um olhar...
Um aperto de mão
Todo um sonho a vibrar
Numa linda canção

Felicidade afinal
Vive do pouco que tem
Um cantinho e você
E mais ninguém !

Felicidade afinal
Vive do pouco que tem
Um cantinho e você
E mais ninguém !

Um cantinho e você

Um cantinho e você (samba-canção, 1948) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Dick Farney

Um cantinho e você
Uma rede e o luar
Uma vela a correr
Num pedaço de mar...

Na paisagem tranqüila
Um sussurro
E um beijo depois
Para nós dois...

Basta isso somente
E o que a gente não diz
Para um quadro feliz.

Um sorriso... um olhar...
Um aperto de mão
Todo um sonho a vibrar
Numa linda canção

Felicidade afinal
Vive do pouco que tem
Um cantinho e você
E mais ninguém !

Felicidade afinal
Vive do pouco que tem
Um cantinho e você
E mais ninguém !

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Brigamos outra vez

Brigamos outra vez (fox-canção, 1945) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Orlando Silva

Brigamos outra vez
Já nada mais existe novamente
Brigamos outra vez
Meu sonho foi-se embora de repente

É triste, doloroso, confessar
Que sem a mínima razão
Sofre o coração
As brigas
Vem de intrigas
De quem sofre o mais ridículo rancor
Pelo nosso amor

Brigamos outra vez
Dois sonhos outra vez desmoronaram
Brigamos outra vez
Dois lábios novamente separados

Eu sei que o teu orgulho
Novamente é que nos faz
Viver assim brigando
Por motivos tão banais

Brigamos outra vez
Dos dois
Não sei quem sofre mais!...

Brigamos outra vez

Brigamos outra vez (fox-canção, 1945) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Orlando Silva

Brigamos outra vez
Já nada mais existe novamente
Brigamos outra vez
Meu sonho foi-se embora de repente

É triste, doloroso, confessar
Que sem a mínima razão
Sofre o coração
As brigas
Vem de intrigas
De quem sofre o mais ridículo rancor
Pelo nosso amor

Brigamos outra vez
Dois sonhos outra vez desmoronaram
Brigamos outra vez
Dois lábios novamente separados

Eu sei que o teu orgulho
Novamente é que nos faz
Viver assim brigando
Por motivos tão banais

Brigamos outra vez
Dos dois
Não sei quem sofre mais!...

sexta-feira, 14 de março de 2008

Ainda uma vez

Ainda uma vez (fox-canção, 1938) - José Maria de Abreu e Francisco Matoso
Francisco Alves

Ainda uma vez
Procuro te encontrar
Só para te dizer
Que eu não posso
Que não quero e que não devo
Te olvidar...

Ainda uma vez
Quisera te beijar
Tal qual antigamente
Sob a luz suave
E meiga de um romântico luar

Ainda uma vez
Eu sei que hás de voltar
E então nós ficaremos
Para sempre
Para sempre bem juntinhos

A sonhar
Eu guardo a ilusão
Que ainda me crês
Meu coração alegre diz
Serei feliz
Ainda uma vez

Ainda uma vez

Ainda uma vez (fox-canção, 1938) - José Maria de Abreu e Francisco Matoso
Francisco Alves

Ainda uma vez
Procuro te encontrar
Só para te dizer
Que eu não posso
Que não quero e que não devo
Te olvidar...

Ainda uma vez
Quisera te beijar
Tal qual antigamente
Sob a luz suave
E meiga de um romântico luar

Ainda uma vez
Eu sei que hás de voltar
E então nós ficaremos
Para sempre
Para sempre bem juntinhos

A sonhar
Eu guardo a ilusão
Que ainda me crês
Meu coração alegre diz
Serei feliz
Ainda uma vez

Solidão

Solidão (samba-canção, 1937) - José Maria de Abreu e Francisco Matoso
Orlando Silva

Quando a caminho da cidade
Te vi
A dor cruel de uma saudade
Senti
E eu chorei na solidão
Sem ter a felicidade
Me alegrando o coração

Hoje vivo só
E triste
O nosso amor recordando
E depois que partiste
Nunca mais eu sonhando
Vi o romance que eu quis
Ser feliz

Quando a caminho da cidade
Te vi
A dor cruel de uma saudade
Senti
E eu chorei na solidão
Sem ter a felicidade
Me alegrando o coração

Dizem que hoje na cidade
Vives com luxo e dinheiro
Tendo a felicidade
De esquecer o Salgueiro
Deixando no meu coração
Solidão...

Solidão

Solidão (samba-canção, 1937) - José Maria de Abreu e Francisco Matoso
Orlando Silva

Quando a caminho da cidade
Te vi
A dor cruel de uma saudade
Senti
E eu chorei na solidão
Sem ter a felicidade
Me alegrando o coração

Hoje vivo só
E triste
O nosso amor recordando
E depois que partiste
Nunca mais eu sonhando
Vi o romance que eu quis
Ser feliz

Quando a caminho da cidade
Te vi
A dor cruel de uma saudade
Senti
E eu chorei na solidão
Sem ter a felicidade
Me alegrando o coração

Dizem que hoje na cidade
Vives com luxo e dinheiro
Tendo a felicidade
De esquecer o Salgueiro
Deixando no meu coração
Solidão...

sexta-feira, 11 de agosto de 2006

Horas iguais

Horas iguais (valsa, 1937) -
Francisco Matoso e José Maria de Abreu

Meu coração bate sempre
Apressado, com calor,
Como um relógio marcando,
Os momentos de um grande amor

Eu acertei meu relógio pelo teu
Pra vivermos em horas sempre iguais,
São seu ponteiros que falam de você,
Quando o meu triste olhar não te vê

E não terei a tristeza nunca mais,
Talvez, você, também, como eu,
Pois você acertou o seu relógio pelo meu,
Pra vivermos em horas sempre iguais...

Ao ouvir esta canção hás de pensar em mim

Ao ouvir esta canção hás de pensar em mim (valsa, 1940)
Francisco Matoso e José Maria de Abreu

Porque te foste agora
Quando eu mais te queria
Roubando alegria
Ao coração que chora
Eu fiquei só pensando
Cheio de nostalgia
Para o passado olhando
Fiz esta melodia:

Ao ouvir esta canção
Hás de pensar em mim, então
Quando a recordação
De um passado de esplendor
O romance que foi nosso amor
E também relembrarei
Do grande amor
Que eu te dei
Fiz castelo que sonhei
Colocando em sonhos vãos
Meu destino em tuas mãos

Sentirás a minha ausência
Em uma tarde fria
Hás de notar vazia
Sem amor tua existência
Nessa tarde voltarás
Realizando os ideais
E meu coração me diz
Que eu só serei feliz
Nesse dia ou nunca mais.

quinta-feira, 10 de agosto de 2006

Na Bahia

Na Bahia - José Maria de Abreu e Noel Rosa
Intr.:(Dm7 G7 C Am Dm7 G7 C C/Bb F/A Fm/Ab C/G Am
Dm7 G7 C C#° Dm7 G7)
 C            G7     E7/G#    Am      A7  Dm7  
Aonde é que o nosso grande Brasil princi..pia? R
G7 Dm7 G7 C C#° Dm7 G7 E
Na Bahia! Na Ba..hia! F
C G7 E7/G# Am A7 Dm7 R
Aonde foi que Jesus pregou sua filo..so..fia? Ã
G7 Dm7 G7 C O
Na Bahia! Na Ba..hia!
                      

E7 Am
Todo santo dia nasce samba na Bahia
D7 G7 C#° Dm7 G7
Samba tem feitiço, todo mundo sabe disso
*REFRÃO
          E7                  Am
A minha Bahia forneceu a fantasia
D7 G7 C#° Dm7 G7
Mais original que se vê no carnaval
*REFRÃO
            E7                      Am
Em São Salvador, terra de luz e de amor
D7 G7 C#° Dm7 G7
Só o samba cabe, disso todo mundo sabe
*REFRÃO

quinta-feira, 18 de maio de 2006

Antônio, por favor

Antônio, por favor (marcha) - 1935
José Maria de Abreu e Lamartine Babo

Antônio, por favor
confessa o teu amor
que a pobre da pequena
já mudou de cor

Quando tu ficas na esquina
a conversar com a menina
dizem coisas tão horríveis
Que vizinhos impossíveis!
(hum, hum, hum, hum, hum)

Moço que tem namorada
gasta calçado e calçada
Fica a noite inteira olhando
e os vizinhos vão falando
(hum, hum, hum, hum, hum)

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Alguém como tu

"Alguém Como Tu" é mais um samba-canção de José Maria de Abreu e Jair Amorim, feito sob medida para o repertório de Dick Farney. E como vários outros da dupla, teve sucesso sendo uma das músicas mais executadas em 1952. Aliás, a gravação de Dick foi realizada na Argentina, durante uma temporada, sendo editada no Brasil pela Continental.

Cantor e pianista, Dick Farney desenvolveu nas duas atividades estilos bem distintos, destacando-se como cantor romântico na primeira e pianista jazzístico, criativo e improvisador, na segunda. "Alguém Como Tu" voltou a fazer sucesso em 1991, revivido na trilha da telenovela "O Dono do Mundo".

Alguém como tu (samba-canção, 1952) - José M. de Abreu e Jair Amorim
Dick Farney

--------C7+ ----Dm7 ---------Em7------ Ebº
Alguém como tu /------- Assim como tu
----------Dm7 ------G7--Dm7--- G7---- Dm7-------- G7
Eu preciso encontrar /----------- Alguém sempre meu
---------Dm7 -------G7
De olhar como o teu
------------C7+----- A7/6------ D7/9------- G7/6
Que me faça sonhar
-------C7+ ----------------------Am7--- B7
Amores eu sei / Na vida eu achei e perdi
----------G7+ ------E7 -----Am7 -------D7/9
Mas nunca ninguém desejei
-----------------Dm7------- G7
Como desejo a ti

--------C7+---- Dm7 ----------Em7------- Ebº
Se tudo acabou / ----Se o amor já passou
---------------Dm7 --G7-- Dm7-- G7-- Dm7 --------G7
Há de um sonho ficar / -------------Sozinho estarei
---------Dm7--- G7 ------A7/5+
E alguém eu irei / Procurar
-------Dm7----------------------- Fm7
Eu sei que outro amor posso ter
---------Em7 ----------A7/6
E um novo romance viver
--------D7/9 ----------------G7
Mas sei que também / Assim como tu
-------------Em7---- A7------- D7-------- G7
Mais ninguém /----------- Assim como tu
---------------C7+
Mais ninguém

Tome polca

Tome polca (polca, 1951) - José Maria de Abreu e Luiz Peixoto
Marlene

Um sarau / Na rua Itapirú
Em casa das Novaes / O calor está abrasador
E tem gente demais / Mas tome polca

Num sofá / A dona Jacintinha

Faz bola de papel / E na janela de papelotes
A Berenice namorisca / Um curriel

À reclamar silêncio / Surge o seu Fulgêncio

Um de bom comendador / Sim, porque nesta altura
Chega o padre cura / Com o corregedor

Entra o Souza / Que vem pisando em ovos

Com as botas de verniz / Enquanto a esposa
De olhos em alvo / Fica torcendo
Os cabelinhos do nariz

Por trás de uma cortina / Vê-se a Minervina
Que é mais preta / Que um tição
E diz entre risadas / Quebra dona Alice
Quebra seu Beltrão

Atenção acordes na Dalila / Seu Gil vai recitar

Formam roda / E o moço encalistrado
Começa a gaguejar / E tome po-polca

Tem um chá / Bolinhos de polvilho

E outros triviais / São onze horas
Apague o gás / E assim termina
O bailarico das Novaes / E tome polca.