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terça-feira, 16 de junho de 2009

Bloco da solidão

Bloco da solidão (marcha-rancho/carnaval, 1971) - Evaldo Gouveia e Jair Amorim
Introd.: Fm        Bb7   Eb7      Ab7
Laia laia laia laia laia laia
D7 G7 Cm
La laia laia la laia
Cm
Angústia solidão
G/B
Um triste adeus em cada mão
Bbm7
Lá vai meu bloco vai
F/A
Só desse jeito é que ele sai
Fm7 Bb7 Eb7M
Na frente sigo eu levo um estandarte
D7
De um amor do amor que se perdeu
G5+
No carnaval lá vai meu bloco
Cm
E lá vou eu também
G/B
Mais uma vez sem ter ninguém
Bbm7 F/A
No sábado e domingo segunda e terça-feira
Fm F#° Cm/G
E quarta-feira vem o ano inteiro
Ab7M Dm7/5- G5+
É todo assim por isso quando eu passar
Cm
Batam palmas pra mim
Bb7
Aplaudam quem sorrir
Eb7M
Trazendo lágrimas no olhar
Bbm7 C7
Merecem uma homenagem
Fm7
Quem tem forças pra cantar
F#° Cm/G
Tão grande a minha dor pede passagem
Ab7M D7
Quando sai comigo só
G7 Cm C7
Lá vai meu bloco vai
Fm Bb7 Eb7 Ab7
Laia laia laia laia laia laia
D7 G7 Cm
La laia laia la laia la ia

Bloco da solidão

Bloco da solidão (marcha-rancho/carnaval, 1971) - Evaldo Gouveia e Jair Amorim
Introd.: Fm        Bb7   Eb7      Ab7
Laia laia laia laia laia laia
D7 G7 Cm
La laia laia la laia
Cm
Angústia solidão
G/B
Um triste adeus em cada mão
Bbm7
Lá vai meu bloco vai
F/A
Só desse jeito é que ele sai
Fm7 Bb7 Eb7M
Na frente sigo eu levo um estandarte
D7
De um amor do amor que se perdeu
G5+
No carnaval lá vai meu bloco
Cm
E lá vou eu também
G/B
Mais uma vez sem ter ninguém
Bbm7 F/A
No sábado e domingo segunda e terça-feira
Fm F#° Cm/G
E quarta-feira vem o ano inteiro
Ab7M Dm7/5- G5+
É todo assim por isso quando eu passar
Cm
Batam palmas pra mim
Bb7
Aplaudam quem sorrir
Eb7M
Trazendo lágrimas no olhar
Bbm7 C7
Merecem uma homenagem
Fm7
Quem tem forças pra cantar
F#° Cm/G
Tão grande a minha dor pede passagem
Ab7M D7
Quando sai comigo só
G7 Cm C7
Lá vai meu bloco vai
Fm Bb7 Eb7 Ab7
Laia laia laia laia laia laia
D7 G7 Cm
La laia laia la laia la ia

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Onde estarás

Onde estarás (bolero, 1961) - Evaldo Gouveia e Jair Amorim
Anísio Silva

Onde estarás?
Nesta hora, onde estarás
Em que coração
Qual o novo amor
Quem tu beijarás?

Pobre de mim
Sempre, sempre a me perguntar
Que carinhos tens?
Em que braços estás?
Quando voltarás?

Dizem aí
Que é inútil esperar
Que junto de ti
Alguém há de estar
Respondo que não
Sem mágoa ou rancor
Pois meu coração
Está onde estás, amor!

Dizem aí
Que é inútil esperar
Que junto de ti
Alguém há de estar
Respondo que não
Sem mágoa ou rancor
Pois meu coração
Está onde estás, amor !

Onde estarás

Onde estarás (bolero, 1961) - Evaldo Gouveia e Jair Amorim
Anísio Silva

Onde estarás?
Nesta hora, onde estarás
Em que coração
Qual o novo amor
Quem tu beijarás?

Pobre de mim
Sempre, sempre a me perguntar
Que carinhos tens?
Em que braços estás?
Quando voltarás?

Dizem aí
Que é inútil esperar
Que junto de ti
Alguém há de estar
Respondo que não
Sem mágoa ou rancor
Pois meu coração
Está onde estás, amor!

Dizem aí
Que é inútil esperar
Que junto de ti
Alguém há de estar
Respondo que não
Sem mágoa ou rancor
Pois meu coração
Está onde estás, amor !

Ninguém chora por mim

Ninguém chora por mim (bolero, 1961) - Evaldo Gouveia e Jair Amorim

           Gm                  Cm
Mas se um dia eu tiver que chorar
F Gm
Ninguém chora por mim

Hoje a notícia correu
G7 Cm
Vieram logo me dizer

Mas a verdade é que eu
D7 Gm
Já estava farto de saber.

G7
Um comentário é fatal
Cm
A um grande amor que chega ao fim
E7
E quem sou eu afinal
A7
Para mudar coisas assim.

Dm
Os meus problemas são meus
A7
Deixem comigo a solução

Os meus fracassos a Deus
Dm
É que eu revelo quantos são.

Gm
Um conselho é tão fácil de dar
Dm
Qualquer um cita exemplos no fim
Gm Cm
Mas se um dia eu tiver que chorar
F Gm
Ninguém chora por mim

Ninguém chora por mim

Ninguém chora por mim (bolero, 1961) - Evaldo Gouveia e Jair Amorim

           Gm                  Cm
Mas se um dia eu tiver que chorar
F Gm
Ninguém chora por mim

Hoje a notícia correu
G7 Cm
Vieram logo me dizer

Mas a verdade é que eu
D7 Gm
Já estava farto de saber.

G7
Um comentário é fatal
Cm
A um grande amor que chega ao fim
E7
E quem sou eu afinal
A7
Para mudar coisas assim.

Dm
Os meus problemas são meus
A7
Deixem comigo a solução

Os meus fracassos a Deus
Dm
É que eu revelo quantos são.

Gm
Um conselho é tão fácil de dar
Dm
Qualquer um cita exemplos no fim
Gm Cm
Mas se um dia eu tiver que chorar
F Gm
Ninguém chora por mim

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Sempre teu

Sempre teu (samba, 1949) - José Maria de Abreu e Jair Amorim

Sempre teu
Eternamente teu
Este amor
É sempre o mesmo amor
Longe, buscando-te aflito

Em pensamento a te chamar
Perto querendo encontrar
Nos olhos meus, teu olhar

Tu não ves, porque não sabes ver
Tu não cres, porque não queres crer
Que ele é teu, todo teu
Para sempre teu
Um desejo que vive em mim
Na saudade que não tem fim

Tu não ves, porque não sabes ver
Tu não cres, porque não queres crer
Que ele é teu, todo teu
Para sempre teu
Um desejo que vive em mim
Na saudade que não tem fim

Sempre teu

Sempre teu (samba, 1949) - José Maria de Abreu e Jair Amorim

Sempre teu
Eternamente teu
Este amor
É sempre o mesmo amor
Longe, buscando-te aflito

Em pensamento a te chamar
Perto querendo encontrar
Nos olhos meus, teu olhar

Tu não ves, porque não sabes ver
Tu não cres, porque não queres crer
Que ele é teu, todo teu
Para sempre teu
Um desejo que vive em mim
Na saudade que não tem fim

Tu não ves, porque não sabes ver
Tu não cres, porque não queres crer
Que ele é teu, todo teu
Para sempre teu
Um desejo que vive em mim
Na saudade que não tem fim

Ponto final

Ponto final (samba-canção, 1949) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Dick Farney

Não me pergunte a razão
Não me atormente demais
Falo por meu coração
Tudo acabou... nada mais.

Sinto muito mulher, mas é tarde
Esta chama de amor, já não arde
Faça de conta que eu
Sou como alguém que morreu
Como a fumaça que passa e se esgarça no ar
No ar.

Uma história incolor foi aquela
Um capitulo a mais de novela
Nossa comédia acabou
Sem aplauso sequer

Quando o pano baixou
Numa cena banal
Pôs se um ponto final ...

Ponto final

Ponto final (samba-canção, 1949) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Dick Farney

Não me pergunte a razão
Não me atormente demais
Falo por meu coração
Tudo acabou... nada mais.

Sinto muito mulher, mas é tarde
Esta chama de amor, já não arde
Faça de conta que eu
Sou como alguém que morreu
Como a fumaça que passa e se esgarça no ar
No ar.

Uma história incolor foi aquela
Um capitulo a mais de novela
Nossa comédia acabou
Sem aplauso sequer

Quando o pano baixou
Numa cena banal
Pôs se um ponto final ...

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Um cantinho e você

Um cantinho e você (samba-canção, 1948) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Dick Farney

Um cantinho e você
Uma rede e o luar
Uma vela a correr
Num pedaço de mar...

Na paisagem tranqüila
Um sussurro
E um beijo depois
Para nós dois...

Basta isso somente
E o que a gente não diz
Para um quadro feliz.

Um sorriso... um olhar...
Um aperto de mão
Todo um sonho a vibrar
Numa linda canção

Felicidade afinal
Vive do pouco que tem
Um cantinho e você
E mais ninguém !

Felicidade afinal
Vive do pouco que tem
Um cantinho e você
E mais ninguém !

Um cantinho e você

Um cantinho e você (samba-canção, 1948) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Dick Farney

Um cantinho e você
Uma rede e o luar
Uma vela a correr
Num pedaço de mar...

Na paisagem tranqüila
Um sussurro
E um beijo depois
Para nós dois...

Basta isso somente
E o que a gente não diz
Para um quadro feliz.

Um sorriso... um olhar...
Um aperto de mão
Todo um sonho a vibrar
Numa linda canção

Felicidade afinal
Vive do pouco que tem
Um cantinho e você
E mais ninguém !

Felicidade afinal
Vive do pouco que tem
Um cantinho e você
E mais ninguém !

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Brigamos outra vez

Brigamos outra vez (fox-canção, 1945) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Orlando Silva

Brigamos outra vez
Já nada mais existe novamente
Brigamos outra vez
Meu sonho foi-se embora de repente

É triste, doloroso, confessar
Que sem a mínima razão
Sofre o coração
As brigas
Vem de intrigas
De quem sofre o mais ridículo rancor
Pelo nosso amor

Brigamos outra vez
Dois sonhos outra vez desmoronaram
Brigamos outra vez
Dois lábios novamente separados

Eu sei que o teu orgulho
Novamente é que nos faz
Viver assim brigando
Por motivos tão banais

Brigamos outra vez
Dos dois
Não sei quem sofre mais!...

Brigamos outra vez

Brigamos outra vez (fox-canção, 1945) - José Maria de Abreu e Jair Amorim
Orlando Silva

Brigamos outra vez
Já nada mais existe novamente
Brigamos outra vez
Meu sonho foi-se embora de repente

É triste, doloroso, confessar
Que sem a mínima razão
Sofre o coração
As brigas
Vem de intrigas
De quem sofre o mais ridículo rancor
Pelo nosso amor

Brigamos outra vez
Dois sonhos outra vez desmoronaram
Brigamos outra vez
Dois lábios novamente separados

Eu sei que o teu orgulho
Novamente é que nos faz
Viver assim brigando
Por motivos tão banais

Brigamos outra vez
Dos dois
Não sei quem sofre mais!...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Se ela perguntar

Se ela perguntar (valsa, 1952) - Dilermando Reis e Jair Amorim
Carlos Galhardo

--------------Dm ---------------------------Gm
Se ela um dia, por acaso perguntar por mim
---------------A7-------------- Dm----- A7
Diga, por favor, que eu sou feliz ...
---------Dm -------------Dm6 -------------Am
É preciso a própria mágoa disfarçar assim,
---------------------F E7------------------- Bb7--- A7
Dissimulando a dor à sombra de um sorriso...
--------Dm------------------------------------ Gm
Coração talvez não tenha aquela por quem dei
-----------------A7---------- Eb7--- D7
Tudo o que sofri e que sonhei
---------------Gm--------- ----------- Dm
Estrela solitária que no céu do meu amor
--------------------------------E7
Eternamente, desde que brilhou,
-----A7 ---------Dm
Nunca se apagou!
-------A7----------------- Dm
Esperança de revê-la ainda
--------D7------------------ Gm
Amargura de poder somente
-------------------------------------- Dm
Suplicar por ela, assim, alucinadamente
E7
Na paixão / Que é perdição / No amor
------------------A7
Que sempre é dor
---------------------Gm
Feliz porque não diz / As lágrimas que
------A7--------------------------- Dm
Sempre, sempre, esconderei sorrindo
---------D7--------------------- Gm
Desfolhando apenas malmequeres.
--------------------------------------- Dm
Pois ferir o coração é próprio das mulheres
--------E7------------ A7----- Dm
É sofrer, mesmo assim, é VIVER!

Se ela perguntar

Se ela perguntar (valsa, 1952) - Dilermando Reis e Jair Amorim
Carlos Galhardo

--------------Dm ---------------------------Gm
Se ela um dia, por acaso perguntar por mim
---------------A7-------------- Dm----- A7
Diga, por favor, que eu sou feliz ...
---------Dm -------------Dm6 -------------Am
É preciso a própria mágoa disfarçar assim,
---------------------F E7------------------- Bb7--- A7
Dissimulando a dor à sombra de um sorriso...
--------Dm------------------------------------ Gm
Coração talvez não tenha aquela por quem dei
-----------------A7---------- Eb7--- D7
Tudo o que sofri e que sonhei
---------------Gm--------- ----------- Dm
Estrela solitária que no céu do meu amor
--------------------------------E7
Eternamente, desde que brilhou,
-----A7 ---------Dm
Nunca se apagou!
-------A7----------------- Dm
Esperança de revê-la ainda
--------D7------------------ Gm
Amargura de poder somente
-------------------------------------- Dm
Suplicar por ela, assim, alucinadamente
E7
Na paixão / Que é perdição / No amor
------------------A7
Que sempre é dor
---------------------Gm
Feliz porque não diz / As lágrimas que
------A7--------------------------- Dm
Sempre, sempre, esconderei sorrindo
---------D7--------------------- Gm
Desfolhando apenas malmequeres.
--------------------------------------- Dm
Pois ferir o coração é próprio das mulheres
--------E7------------ A7----- Dm
É sofrer, mesmo assim, é VIVER!

sábado, 5 de agosto de 2006

Cifras de Jair Amorim

Maldito

Maldito - Evaldo Gouveia e Jair Amorim

Introd.: Dm A7 Dm C F A7 Dm 

Dm
Maldito seja o amor
O alucinado amor
Gm
Que me prendeu
Maldito seja o olhar
A7
Aquele frio olhar
Dm
Que me venceu

A mão que me afagou
D7
O beijo que ficou
Gm
Perdido em minha boca
Dm
Quem tudo quis de mim
A7
Quem fez minh'alma assim,
Dm
Sozinha e louca

C7
A noite em mim desceu
E aconteceu
F
Longa e tristonha
C7
Por uma só paixão

Que humilhação
F A7
Quanta vergonha
Dm
Por tudo que chorei
D7
Por tudo que passei
Gm
Por minh'alma ferida
Dm
Por essa imensa dor,
A7
Maldito seja o amor,
Dm
Da minha vida...

Ave Maria dos namorados

Ave Maria dos namorados (samba-canção, 1963) - Evaldo Gouveia e Jair Amorim
G               Bm        Am    D7
Ave-Maria, rogai por nós os namorados
Am D7 G
Iluminai, com vossa luz, nossos amores
E E7 Am Cm
Se somos nós, hoje ou depois, mais pecadores
G Em Am D7 G Em Am D7
Por nós rogai, e o nosso amor, perdoai

G Bm Am D7
Bendita sois, por todo o bem que me fizestes
Am D7 G
E abençoai o amor que destes para mim
F E F E7 Am Cm
Mas não deixeis que entre nós dois exista mais ninguém
G Em
Que seja assim,
Am D7 G
Até o fim, Amém.

O conde

O conde (samba, 1969) - Evaldo Gouveia e Jair Amorim
D   D7                        G
Encontrei hoje cedo no meu barracão
A7
Minha roupa de conde no chão
D G
Fantasia de plumas azuis a rolar
D D7 G
E achei em pedaços bem junto à janela
A7
O meu pinho quebrado por ela
D G
Tal e qual sucedeu na canção Popular
D D7 G
Bem que eu quiz atrás dela sair a brigar
A7
Mas depois me lembrei que é melhor
D G
Ela ir de uma vez e eu ficar.


A7m
E além do mais
D
Sambista até morrer eu sou
G
E onde a minha escola for eu vou
D7m E7
Amor a gente perde
D7 D
A gente tem amor que vem.
D G
Como é que eu posso por ela trocar
D D7 G
A emoção de ver vilma a dançar
A7
Com o seu estandarte na mão.
D G
E ouvir todo povo meu povo a aplaudir
D D7 G
Minha escola a evoluir.
A7
Minha ala comigo passar.
Am G
Bem melhor doque ela é sair da Portela
A7 D
E um samba enredo
A7 A D
No asfalto a cantar..