Linda mascarada (marcha-rancho, 1967) - João Roberto Kelly e David Nasser
Vem, ó linda mascarada
Vem teus olhos são de minha amada
Vem, ó linda mascarada
Vem teus olhos são de minha amada.
Vem, faz de conta que o teu amor
Tem a vida exata de uma flor
Vem, faz eterna a madrugada
Com um só minuto do teu beijo
Vem, já é mais noite em nossas noites
Quero amanhecer entre os teus braços...
Vem, ó minha linda mascarada
Que uma noite não é nada.
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Linda mascarada
Linda mascarada (marcha-rancho, 1967) - João Roberto Kelly e David Nasser
Vem, ó linda mascarada
Vem teus olhos são de minha amada
Vem, ó linda mascarada
Vem teus olhos são de minha amada.
Vem, faz de conta que o teu amor
Tem a vida exata de uma flor
Vem, faz eterna a madrugada
Com um só minuto do teu beijo
Vem, já é mais noite em nossas noites
Quero amanhecer entre os teus braços...
Vem, ó minha linda mascarada
Que uma noite não é nada.
Vem, ó linda mascarada
Vem teus olhos são de minha amada
Vem, ó linda mascarada
Vem teus olhos são de minha amada.
Vem, faz de conta que o teu amor
Tem a vida exata de uma flor
Vem, faz eterna a madrugada
Com um só minuto do teu beijo
Vem, já é mais noite em nossas noites
Quero amanhecer entre os teus braços...
Vem, ó minha linda mascarada
Que uma noite não é nada.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Rancho da Praça Onze
Rancho da Praça Onze (marcha-rancho, 1965) - João Roberto Kelly e Chico Anísio
Esta, é a Praça Onze tão querida
Do carnaval a própria vida
Tudo é sempre carnaval
Vamos ver desta praça, a poesia
E sempre em tom de alegria
Fazê-la internacional.
A praça existe
Alegre ou triste
Em nossa imaginação
A praça é nossa
E como é nossa
No Rio quatrocentão.
Este é o meu rio boa praça
Tantas praças que ele tem
Vamos da Zona Norte à Zona Sul
Deixar a vida toda azul
Mostrar na vida o que faz bem
Praça Onze, Praça Onze !
Esta, é a Praça Onze tão querida
Do carnaval a própria vida
Tudo é sempre carnaval
Vamos ver desta praça, a poesia
E sempre em tom de alegria
Fazê-la internacional.
A praça existe
Alegre ou triste
Em nossa imaginação
A praça é nossa
E como é nossa
No Rio quatrocentão.
Este é o meu rio boa praça
Tantas praças que ele tem
Vamos da Zona Norte à Zona Sul
Deixar a vida toda azul
Mostrar na vida o que faz bem
Praça Onze, Praça Onze !
Rancho da Praça Onze
Rancho da Praça Onze (marcha-rancho, 1965) - João Roberto Kelly e Chico Anísio
Esta, é a Praça Onze tão querida
Do carnaval a própria vida
Tudo é sempre carnaval
Vamos ver desta praça, a poesia
E sempre em tom de alegria
Fazê-la internacional.
A praça existe
Alegre ou triste
Em nossa imaginação
A praça é nossa
E como é nossa
No Rio quatrocentão.
Este é o meu rio boa praça
Tantas praças que ele tem
Vamos da Zona Norte à Zona Sul
Deixar a vida toda azul
Mostrar na vida o que faz bem
Praça Onze, Praça Onze !
Esta, é a Praça Onze tão querida
Do carnaval a própria vida
Tudo é sempre carnaval
Vamos ver desta praça, a poesia
E sempre em tom de alegria
Fazê-la internacional.
A praça existe
Alegre ou triste
Em nossa imaginação
A praça é nossa
E como é nossa
No Rio quatrocentão.
Este é o meu rio boa praça
Tantas praças que ele tem
Vamos da Zona Norte à Zona Sul
Deixar a vida toda azul
Mostrar na vida o que faz bem
Praça Onze, Praça Onze !
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Joga a chave, meu amor
Joga a chave, meu amor (marcha/carnaval, 1965) - João Roberto Kelly e J. Rui
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Joga a chave meu amor
Não chateia por favor (bis)
Tô bebendo por aí
Tô sonhando com você
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Joga a chave meu amor
Não chateia por favor (bis)
Tô bebendo por aí
Tô sonhando com você
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Joga a chave, meu amor
Joga a chave, meu amor (marcha/carnaval, 1965) - João Roberto Kelly e J. Rui
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Joga a chave meu amor
Não chateia por favor (bis)
Tô bebendo por aí
Tô sonhando com você
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Joga a chave meu amor
Não chateia por favor (bis)
Tô bebendo por aí
Tô sonhando com você
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê, iê
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Israel
Israel (marcha/carnaval, 1973) - João Roberto Kelly e Rachel
Israel,
Israel,
Uma canção, uma lágrima,
Israel.
Um violinista no telhado,
Tocando a canção que vem do céu,
Meu sentimento, minha saudade,
Israel....
Israel,
Israel,
Uma canção, uma lágrima,
Israel.
Um violinista no telhado,
Tocando a canção que vem do céu,
Meu sentimento, minha saudade,
Israel....
Israel
Israel (marcha/carnaval, 1973) - João Roberto Kelly e Rachel
Israel,
Israel,
Uma canção, uma lágrima,
Israel.
Um violinista no telhado,
Tocando a canção que vem do céu,
Meu sentimento, minha saudade,
Israel....
Israel,
Israel,
Uma canção, uma lágrima,
Israel.
Um violinista no telhado,
Tocando a canção que vem do céu,
Meu sentimento, minha saudade,
Israel....
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Boato
Boato (samba, 1961) João Roberto Kelly
Você foi o boato só agora eu sei
Em que acreditei
Andou de boca em boca no meu coração
Até que um dia desmentiu minha ilusão
Você foi a mentira que deixou saudade
Todo boato tem um fundo de verdade
(bis)
Haja o que houver, custe o que custar
Hoje de você eu quero paz
Sei que vou chorar todo o meu sofrer
Boato só o tempo desfaz
Você foi a mentira que deixou saudade
Todo boato tem um fundo de verdade.
(bis)
Você foi o boato só agora eu sei
Em que acreditei
Andou de boca em boca no meu coração
Até que um dia desmentiu minha ilusão
Você foi a mentira que deixou saudade
Todo boato tem um fundo de verdade
(bis)
Haja o que houver, custe o que custar
Hoje de você eu quero paz
Sei que vou chorar todo o meu sofrer
Boato só o tempo desfaz
Você foi a mentira que deixou saudade
Todo boato tem um fundo de verdade.
(bis)
Boato
Boato (samba, 1961) João Roberto Kelly
Você foi o boato só agora eu sei
Em que acreditei
Andou de boca em boca no meu coração
Até que um dia desmentiu minha ilusão
Você foi a mentira que deixou saudade
Todo boato tem um fundo de verdade
(bis)
Haja o que houver, custe o que custar
Hoje de você eu quero paz
Sei que vou chorar todo o meu sofrer
Boato só o tempo desfaz
Você foi a mentira que deixou saudade
Todo boato tem um fundo de verdade.
(bis)
Você foi o boato só agora eu sei
Em que acreditei
Andou de boca em boca no meu coração
Até que um dia desmentiu minha ilusão
Você foi a mentira que deixou saudade
Todo boato tem um fundo de verdade
(bis)
Haja o que houver, custe o que custar
Hoje de você eu quero paz
Sei que vou chorar todo o meu sofrer
Boato só o tempo desfaz
Você foi a mentira que deixou saudade
Todo boato tem um fundo de verdade.
(bis)
quarta-feira, 14 de março de 2007
Mulata iê iê iê
Mulata iê iê iê (marcha/carnaval, 1965) - João Roberto Kelly
Mulata bossa nova
Caiu no hully gully
E só dá ela
Ê ê ê ê ê ê ê ê
Na passarela
A boneca está
Cheia de fiufiu
Esnobando as louras
E as morenas do Brasil
Mulata bossa nova
Caiu no hully gully
E só dá ela
Ê ê ê ê ê ê ê ê
Na passarela
A boneca está
Cheia de fiufiu
Esnobando as louras
E as morenas do Brasil
Mulata iê iê iê
Mulata iê iê iê (marcha/carnaval, 1965) - João Roberto Kelly
Mulata bossa nova
Caiu no hully gully
E só dá ela
Ê ê ê ê ê ê ê ê
Na passarela
A boneca está
Cheia de fiufiu
Esnobando as louras
E as morenas do Brasil
Mulata bossa nova
Caiu no hully gully
E só dá ela
Ê ê ê ê ê ê ê ê
Na passarela
A boneca está
Cheia de fiufiu
Esnobando as louras
E as morenas do Brasil
João Roberto Kelly
João Roberto Kelly (João Roberto Esteves Kelly), compositor, cantor e produtor, nasceu no Rio de Janeiro-RJ em 23/6/1937. Aos 11 anos, começou a tocar piano de ouvido, aprendendo com a mãe e a avó, ambas pianistas. Depois estudou com professora particular e começou a compor.
Iniciou carreira em 1957, fazendo a partitura da revista Sputnik no morro, que Geysa Bôscoli e Leon Eliachar apresentaram no Teatrinho Jardel, no Rio de Janeiro, em 1957.
Estreou na televisão em 1963, fazendo a abertura musical dos programas da TV Excelsior, onde mais tarde, convidado por Carlos Manga e Chico Anísio, passou a musicar os quadros dos seus shows humorísticos, participando, assim, de um dos programas mais famosos na época (1964), Times Square.
Daí em diante, dedicou-se a televisão, tendo sido produtor e apresentador em varies canais de televisão no Rio de Janeiro — na TV-Rio, produziu Praça Onze, Noites Cariocas e Musikelly; na TV Globo, foi apresentador de Espetáculos Tonelux; e, em 1970, voltando para a TV-Rio, produziu e apresentou Rio Dá Samba.
Tornou-se mais conhecido como compositor carnavalesco, destacando se em vários Carnavais das décadas de 1960 e 1970: em 1964 fez grande sucesso com Cabeleira do Zezé (com Roberto Faissal), marcha gravada por Jorge Goulart; no ano seguinte, Emilinha Borba gravou com êxito sua marchinha Mulata iê iê iê e Dalva de Oliveira interpretou em disco o Rancho da Praça Onze (com Chico Anísio), música que já havia, sido apresentada ao publico em 1960 e que foi modificada para o relançamento; em 1967, sua música Colombina iê-iê-iê (com David Nasser) foi uma das mais cantadas no Carnaval; e, em 1971, sua marcha Paz e amor (com Toninho) foi defendida por Clóvis Bornay.
Venceu, em 1972, o concurso de Carnaval da TV Tupi com Israel (com Carlos Gonçalves dos Santos), cantada por Emilinha Borba, e recebeu o Medalhão de Ouro da TV Globo, em 1974, pelo seu Cordão da Bahia. Ainda nesse ano, gravou um LP pela Odeon, cantando sucessos seus como Boato e Gamação, gravados anteriormente por cantores como Elza Soares, Miltinho e Dóris Monteiro.
Obras
Boato, samba, 1961; Brotinho bossa nova, samba, 1960; Cabeleira do Zezé (c/Roberto Faissal), marcha, 1964; Colombina iê-iê-iê (c/David Nasser), samba, 1967; Dor de cotovelo, samba, 1961; Figurinha de boate, samba, 1961; Gamação, samba, 1962; Joga a chave, meu amor (c/J. Rui), marcha, 1965; Linda mascarada (c/David Nasser), marcha-rancho, 1967; Mulata iê-iê-iê, marcha 1965; Rancho da Praça Onze (c/Chico Anísio), marcha rancho, 1965; Rancho do Lalá (c/David Nasser), marcha. 1967; Samba do teleco-teco, samba, 1958; Só vou de balanço, samba, 1963; Times Square (c/Meira Guimarães), hully-gully, 1964.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora.
João Roberto Kelly
João Roberto Kelly (João Roberto Esteves Kelly), compositor, cantor e produtor, nasceu no Rio de Janeiro-RJ em 23/6/1937. Aos 11 anos, começou a tocar piano de ouvido, aprendendo com a mãe e a avó, ambas pianistas. Depois estudou com professora particular e começou a compor.
Iniciou carreira em 1957, fazendo a partitura da revista Sputnik no morro, que Geysa Bôscoli e Leon Eliachar apresentaram no Teatrinho Jardel, no Rio de Janeiro, em 1957.
Estreou na televisão em 1963, fazendo a abertura musical dos programas da TV Excelsior, onde mais tarde, convidado por Carlos Manga e Chico Anísio, passou a musicar os quadros dos seus shows humorísticos, participando, assim, de um dos programas mais famosos na época (1964), Times Square.
Daí em diante, dedicou-se a televisão, tendo sido produtor e apresentador em varies canais de televisão no Rio de Janeiro — na TV-Rio, produziu Praça Onze, Noites Cariocas e Musikelly; na TV Globo, foi apresentador de Espetáculos Tonelux; e, em 1970, voltando para a TV-Rio, produziu e apresentou Rio Dá Samba.
Tornou-se mais conhecido como compositor carnavalesco, destacando se em vários Carnavais das décadas de 1960 e 1970: em 1964 fez grande sucesso com Cabeleira do Zezé (com Roberto Faissal), marcha gravada por Jorge Goulart; no ano seguinte, Emilinha Borba gravou com êxito sua marchinha Mulata iê iê iê e Dalva de Oliveira interpretou em disco o Rancho da Praça Onze (com Chico Anísio), música que já havia, sido apresentada ao publico em 1960 e que foi modificada para o relançamento; em 1967, sua música Colombina iê-iê-iê (com David Nasser) foi uma das mais cantadas no Carnaval; e, em 1971, sua marcha Paz e amor (com Toninho) foi defendida por Clóvis Bornay.
Venceu, em 1972, o concurso de Carnaval da TV Tupi com Israel (com Carlos Gonçalves dos Santos), cantada por Emilinha Borba, e recebeu o Medalhão de Ouro da TV Globo, em 1974, pelo seu Cordão da Bahia. Ainda nesse ano, gravou um LP pela Odeon, cantando sucessos seus como Boato e Gamação, gravados anteriormente por cantores como Elza Soares, Miltinho e Dóris Monteiro.
Obras
Boato, samba, 1961; Brotinho bossa nova, samba, 1960; Cabeleira do Zezé (c/Roberto Faissal), marcha, 1964; Colombina iê-iê-iê (c/David Nasser), samba, 1967; Dor de cotovelo, samba, 1961; Figurinha de boate, samba, 1961; Gamação, samba, 1962; Joga a chave, meu amor (c/J. Rui), marcha, 1965; Linda mascarada (c/David Nasser), marcha-rancho, 1967; Mulata iê-iê-iê, marcha 1965; Rancho da Praça Onze (c/Chico Anísio), marcha rancho, 1965; Rancho do Lalá (c/David Nasser), marcha. 1967; Samba do teleco-teco, samba, 1958; Só vou de balanço, samba, 1963; Times Square (c/Meira Guimarães), hully-gully, 1964.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora.
sexta-feira, 23 de junho de 2006
Mulata Bossa Nova
Marchinhas de Carnaval
Mulata bossa nova (marcha/carnaval) - João Roberto Kelly
Mulata bossa nova (marcha/carnaval) - João Roberto Kelly
G
mulata bossa nova caiu no huly-guly
BIS Am C G D7 G
e só dá ela iê-iê-iê iê-iê-iê iê-iê na passarela
Am G C
a boneca está cheia de fiu-fiu esnobando as louras
A7 D7
e as morenas do Brasil
Cabeleira do Zezé
O uso masculino do cabelo comprido ainda não era de todo aceito no Brasil em 1964. Daí o surgimento de composições, como “Cabeleira do Zezé”, colocando em dúvida a masculinidade do usuário da nova moda. “Olha a cabeleira do Zezé / será que ele é... / será que ele é...”, dizia a marchinha, adiante arrematada com a repressiva sugestão, “corta o cabelo dele... / corta o cabelo dele...”
Mas logo mais, na segunda metade da década, estaria todo o mundo (principalmente a moçada da música popular) exibindo vastas cabeleiras, numa boa, livre de críticas ou preconceitos.
Especialista em marchinhas e vinhetas musicais para programas de televisão, João Roberto Kelly seria o último bom compositor a se dedicar à canção de carnaval tradicional sendo “Cabeleira do Zezé” lançada por Jorge Goulart, o seu abre-alas curando de uma numerosa série de sucessos carnavalescos (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).
Cabeleira do Zezé (marcha de carnaval, 1964) - João Roberto Kelly e Roberto Faissal
Tom: D A7 D
: Olha a cabeleira do Zezé
A7
Será que ele é
D
Será que ele é : G D
Será que ele é bossa nova
F#7 Bm
Será que ele é Maomé
A7 D
Parece que é transviado
E7 A7
Mas isso eu não sei se ele é D
Corta o cabelo dele, corta o cabelo dele
A7 D
Corta o cabelo dele, corta o cabelo dele
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