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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A hora é boa

Nelson Gonçalves
A hora é boa (marcha, 1950) - David Nasser e Haroldo Lobo

Título da música: A hora é boa / Gênero musical: Marcha / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Nasser, David - Lobo, Haroldo / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800636 / Data de Gravação 00/1949 / Data de Lançamento 00/1950 / Lado A / Disco 78 rpm


Não quero saber da hora
Não quero saber, não quero
Só quero saber agora
Se o teu amor é sincero

Não quero saber da hora
Não quero saber, não quero
Só quero saber agora
Se o teu amor é sincero

O tempo passa
O tempo voa
Se o teu amor é meu
A hora é boa

Não quero saber da hora
Não quero saber, não quero
Só quero saber agora
Se o teu amor é sincero

Quem será

Nelson Gonçalves
Quem será (samba, 1949) - David Nasser e Nelson Gonçalves

Título da música: Quem será / Gênero musical: Samba / Intérprete: Gonçalves, Nelson / Compositores: Nasser, David - Gonçalves, Nelson / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800595 / Data de Gravação 00/1949 / Data de Lançamento 00/1949 / Lado B / Disco 78 rpm


Quem será que manda nos seus olhos
Quem será que manda no seu beijo
Que será que ouve a mentira
Dos seus lábios
Quem será que hoje
Mata o seu desejo

Quem será que tem seu beijo agora
Quem será que tem o seu amor
Quem será que tem tudo
Que eu tive outrora
Quem será este novo sofredor

Quem será que tem tudo
Que eu tive outrora
Quem será este novo sofredor

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Tudo em vão

Nelson Gonçalves
Tudo em vão (fox, 1945) - David Nasser e Roberto Martins

Título da música: Tudo em vão / Gênero musical: Fox / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Nasser, David - Martins, Roberto / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800258 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado B / Disco 78 rpm


Mulher que em vão quero encontrar
Linda como as deusas do passado
Tens as santas do divino olhar
Teus lábios são promessas de pecado

Busquei a tua sombra
Na sombra da palmeira
Batida pelo vento
Em plena solidão
Busquei o teu olhar
No brilho das estrelas
Perdidas na amplidão
Busquei as tuas mãos
Na sombra de dois lírios
Na manhã de inverno
De um coração
Busquei a tua boca
Nas pétalas de rosas
Em noites de verão
Tudo em vão
A tua boca esta em minha boca
Para humanizar minha canção

Busquei a tua sombra
Na sombra da palmeira
Batida pelo vento
Em plena solidão
Busquei o teu olhar
No brilho das estrelas
Perdidas na amplidão
Busquei as tuas mãos
Na sombra de dois lírios
Na manhã de inverno
De um coração
Busquei a tua boca
Nas pétalas de rosas
Em noites de verão
Tudo em vão
A tua boca esta em minha boca
Para humanizar minha canção

sábado, 6 de novembro de 2010

Saudade do passado

Francisco Alves
Saudade do passado (samba, 1951) - Francisco Alves, David Nasser e Gomes Cardim

Título da música: Saudade do passado / Gênero musical:  Samba / Intérprete: Alves, Francisco / Compositores: Nasser, David - Alves, Francisco - Cardim, Gomes  /  Acompanhamento: Regional  / Gravadora Odeon / Número do Álbum: 13100  /  Data de Gravação: 29/01/1951 / Data de Lançamento: 03/1951 / Lado:  lado A / Rotações: Disco 78 rpm:


Eu estou envelhecendo
De saudade do passado
Choro ao ver nos espelhos
Meus cabelos prateando
Você que está me acabando!

Eu estou envelhecendo
De saudade do passado
Choro ao ver nos espelhos
Meus cabelos prateando
Você que está me acabando!

O que mais me desespera
Não é o medo da saudade
É saber que nos seus braços
Eu perdi a mocidade

Que saudade, que passado
Que destino foi o meu
Quanto eu tenho chorado
Depois que o nosso amor morreu...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Linda mascarada

Linda mascarada (marcha-rancho, 1967) - João Roberto Kelly e David Nasser

Vem, ó linda mascarada
Vem teus olhos são de minha amada
Vem, ó linda mascarada
Vem teus olhos são de minha amada.


Vem, faz de conta que o teu amor
Tem a vida exata de uma flor
Vem, faz eterna a madrugada
Com um só minuto do teu beijo
Vem, já é mais noite em nossas noites
Quero amanhecer entre os teus braços...


Vem, ó minha linda mascarada
Que uma noite não é nada.

Linda mascarada

Linda mascarada (marcha-rancho, 1967) - João Roberto Kelly e David Nasser

Vem, ó linda mascarada
Vem teus olhos são de minha amada
Vem, ó linda mascarada
Vem teus olhos são de minha amada.


Vem, faz de conta que o teu amor
Tem a vida exata de uma flor
Vem, faz eterna a madrugada
Com um só minuto do teu beijo
Vem, já é mais noite em nossas noites
Quero amanhecer entre os teus braços...


Vem, ó minha linda mascarada
Que uma noite não é nada.

sábado, 4 de outubro de 2008

Francisco Alves

Nelson Gonçalves
Francisco Alves (samba-canção, 1954) - Herivelto Martins e David Nasser

Até a lua do Rio,
No céu tranquilo e vazio,
Não inspira mais amor;
O violão desafina
Porque chora em cada esquina
Nelson Gonçalves
A falta do seu cantor.

Escravo da melodia,
Ele cantando escrevia
O que na alma brotava;
Subindo os degraus da glória,
Ele escreveu a história
Da cidade que adorava.

O Rio foi o seu berço,
O violão foi o terço,
O samba sua oração;
Sambista de um mundo novo,
Da alma simples de um povo
Que samba de pé no chão.

Velho Chico tu recordas
Um violão, cujas cordas
A mão de Deus rebentou;
Porque está faltando agora
A lágrima que o samba chora
Na voz que a chama apagou.

Francisco Alves

Nelson Gonçalves
Francisco Alves (samba-canção, 1954) - Herivelto Martins e David Nasser

Até a lua do Rio,
No céu tranquilo e vazio,
Não inspira mais amor;
O violão desafina
Porque chora em cada esquina
Nelson Gonçalves
A falta do seu cantor.

Escravo da melodia,
Ele cantando escrevia
O que na alma brotava;
Subindo os degraus da glória,
Ele escreveu a história
Da cidade que adorava.

O Rio foi o seu berço,
O violão foi o terço,
O samba sua oração;
Sambista de um mundo novo,
Da alma simples de um povo
Que samba de pé no chão.

Velho Chico tu recordas
Um violão, cujas cordas
A mão de Deus rebentou;
Porque está faltando agora
A lágrima que o samba chora
Na voz que a chama apagou.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Quando eu era pequenino

Quando eu era pequenino (baião, 1953) - Francisco Alves, David Nasser e F. Martins
Carlos Galhardo

Quando eu era pequenino
Eu cheguei a imaginar
Que o mundo lá de fora
Cabe dentro do quintal

Mas agora que sou grande
Sou da mesma opinião
Tudo quanto existe fora
Cabe dentro do baião

Baião, baião
É a dança do meu sertão
Baião, baião
É a dança do meu sertão

Quem quiser falar dos males
Que atormentam o coração
Quem quiser falar das queixas
Que nos causam ingratidão

Quem quiser falar de tudo
Que não está no livro não
Experimente disso tudo
Cabe dentro do baião

Baião, baião
É a dança do meu sertão
Baião, baião
É a dança do meu sertão

Quando eu era pequenino

Quando eu era pequenino (baião, 1953) - Francisco Alves, David Nasser e F. Martins
Carlos Galhardo

Quando eu era pequenino
Eu cheguei a imaginar
Que o mundo lá de fora
Cabe dentro do quintal

Mas agora que sou grande
Sou da mesma opinião
Tudo quanto existe fora
Cabe dentro do baião

Baião, baião
É a dança do meu sertão
Baião, baião
É a dança do meu sertão

Quem quiser falar dos males
Que atormentam o coração
Quem quiser falar das queixas
Que nos causam ingratidão

Quem quiser falar de tudo
Que não está no livro não
Experimente disso tudo
Cabe dentro do baião

Baião, baião
É a dança do meu sertão
Baião, baião
É a dança do meu sertão

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Serpentina

Nelson Gonçalves
Serpentina (marcha/carnaval, 1950) - Haroldo Lobo e David Nasser

Título da música: Serpentina / Gênero musical: Marcha / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Nasser, David - Lobo, Haroldo / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800630 / Data de Gravação 00/1949 / Data de Lançamento 00/1950 / Lado A / Disco 78 rpm

Guardo ainda bem guardada
A serpentina
Que ela jogou
Ela era uma linda colombina
E eu, um pobre pierrô
(Bis)

Guardei a serpentina
Que ela me atirou
Brinquei com a colombina
Até as sete da manhã

Chorei
Quando ela disse:
"Vou-me embora.
Até amanhã,
Pierrô, até amanhã!"

Serpentina

Serpentina (marcha/carnaval, 1950) - Haroldo Lobo e David Nasser
Nelson Gonçalves

Guardo ainda bem guardada
A serpentina
Que ela jogou
Ela era uma linda colombina
E eu, um pobre pierrô
(Bis)

Guardei a serpentina
Que ela me atirou
Brinquei com a colombina
Até as sete da manhã

Chorei
Quando ela disse:
"Vou-me embora.
Até amanhã,
Pierrô, até amanhã!"

terça-feira, 16 de setembro de 2008

A coroa do rei

A coroa do rei (samba/carnaval, 1950) - Haroldo Lobo e David Nasser
Dircinha Batista

A coroa do Rei,
Não é de ouro nem de prata,
Eu também já usei,
E sei que ela é de lata.

A coroa do Rei,
Não é de ouro nem de prata,
Eu também já usei,
E sei que ela é de lata.

Não é ouro nem nunca foi
A coroa que o Rei usou
É de lata barata
E olhe lá... borocochô

Na cabeça do Rei andou
E na minha andou também
É por isso que eu digo
Que não vale um vintém.

A coroa do rei

A coroa do rei (samba/carnaval, 1950) - Haroldo Lobo e David Nasser
Dircinha Batista

A coroa do Rei,
Não é de ouro nem de prata,
Eu também já usei,
E sei que ela é de lata.

A coroa do Rei,
Não é de ouro nem de prata,
Eu também já usei,
E sei que ela é de lata.

Não é ouro nem nunca foi
A coroa que o Rei usou
É de lata barata
E olhe lá... borocochô

Na cabeça do Rei andou
E na minha andou também
É por isso que eu digo
Que não vale um vintém.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Princesa de Bagdá

Nelson Gonçalves
Princesa de Bagdá (marcha/carnaval, 1948) - Haroldo Lobo e David Nasser

Título da música:Princesa de Bagdah / Gênero musical: Marcha / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Nasser, David - Lobo, Haroldo / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800560 / Data de Gravação 00/1947 / Data de Lançamento 00/1947 / Lado A / Disco 78 rpm



Ô Alá, ô Alá
Eu quero, quero quero encontrar
Aquela que roubou o meu olhar
Pois ela é
A princesa morena
Mais linda de Bagdá. (bis)

Ai, se eu fosse Aladim
Era fácil pra mim
Esse amor encontrar
Mas como eu sou
Um pobre mercador
Eu peço a Alá
Pra me ajudar.

Ô Alá, ô Alá
Eu quero, quero quero encontrar
Aquela que roubou o meu olhar
Pois ela é
A princesa morena
Mais linda de Bagdá.
(bis)

Princesa de Bagdá

Nelson Gonçalves
Princesa de Bagdá (marcha/carnaval, 1948) - Haroldo Lobo e David Nasser

Título da música:Princesa de Bagdah / Gênero musical: Marcha / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Nasser, David - Lobo, Haroldo / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800560 / Data de Gravação 00/1947 / Data de Lançamento 00/1947 / Lado A / Disco 78 rpm



Ô Alá, ô Alá
Eu quero, quero quero encontrar
Aquela que roubou o meu olhar
Pois ela é
A princesa morena
Mais linda de Bagdá. (bis)

Ai, se eu fosse Aladim
Era fácil pra mim
Esse amor encontrar
Mas como eu sou
Um pobre mercador
Eu peço a Alá
Pra me ajudar.

Ô Alá, ô Alá
Eu quero, quero quero encontrar
Aquela que roubou o meu olhar
Pois ela é
A princesa morena
Mais linda de Bagdá.
(bis)

quarta-feira, 26 de março de 2008

Algodão

Algodão (samba, 1944) - Custódio Mesquita e David Nasser
Sílvio Caldas

Nego não cantava não
Canto de nego é mandinga
Nego não chorava não
Choro de nego é suor
Nego não rezava não
Reza de nego é função
Nego não amava não
Amor de nego é perdição

Que é que nego fazia?
Tirava da terra fria
Dia e noite, noite e dia
Algodão, mais algodão

Ai, sai o branco
De onde vem os agasalho
Pra frieza dos reumatismo
Pras manias da Sinhá
De onde vem os lenço branco
Pra Sinhá moça chorá
De onde vem os pano preto
Pro Sinhô véio morrê
E os pano das bandeira
Pros sordado guerreá
De onde vem as renda branca
Pra fazê os enchová

Nego véio trabaiô
Dia e noite, noite e dia
Tirando da terra fria
Algodão mais algodão
Pra Nhô branco sê dotô

"E você, Preto Velho,
O que foi que ganhou?"

Eu consegui essa cabeça branca
Branca como o algodão
Que Preto véio prantô.

Algodão

Algodão (samba, 1944) - Custódio Mesquita e David Nasser
Sílvio Caldas

Nego não cantava não
Canto de nego é mandinga
Nego não chorava não
Choro de nego é suor
Nego não rezava não
Reza de nego é função
Nego não amava não
Amor de nego é perdição

Que é que nego fazia?
Tirava da terra fria
Dia e noite, noite e dia
Algodão, mais algodão

Ai, sai o branco
De onde vem os agasalho
Pra frieza dos reumatismo
Pras manias da Sinhá
De onde vem os lenço branco
Pra Sinhá moça chorá
De onde vem os pano preto
Pro Sinhô véio morrê
E os pano das bandeira
Pros sordado guerreá
De onde vem as renda branca
Pra fazê os enchová

Nego véio trabaiô
Dia e noite, noite e dia
Tirando da terra fria
Algodão mais algodão
Pra Nhô branco sê dotô

"E você, Preto Velho,
O que foi que ganhou?"

Eu consegui essa cabeça branca
Branca como o algodão
Que Preto véio prantô.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Esmagando rosas

Esmagando rosas (bolero, 1941) - Alcir Pires Vermelho e David Nasser
Francisco Alves

Tu tens
No sol dos teus cabelos
A luz do velho sol nascente
Vem brincar
No azul de teu olhar
O azul-verde do mar
O fascínio dos teus lábios
Lembra a cor
Do sol lá no poente

E tens, também
Em teu porte divino
Toda nobreza romana
Mas, se tu passas por mim
Cheia de orgulho e de graça
Teus pés no chão
Parecem rosas pisar.

Esmagando rosas

Esmagando rosas (bolero, 1941) - Alcir Pires Vermelho e David Nasser
Francisco Alves

Tu tens
No sol dos teus cabelos
A luz do velho sol nascente
Vem brincar
No azul de teu olhar
O azul-verde do mar
O fascínio dos teus lábios
Lembra a cor
Do sol lá no poente

E tens, também
Em teu porte divino
Toda nobreza romana
Mas, se tu passas por mim
Cheia de orgulho e de graça
Teus pés no chão
Parecem rosas pisar.