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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Foi você

Nelson Gonçalves
Foi você (samba, 1949) - Geraldo Gomes, Paquito e Romeu Gentil

Título da música: Foi você / Gênero musical: Samba / Intérprete: Nelson Gonçalves / Compositores: Gomes, Geraldo - Paquito - Gentil, Romeu / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800590 / Data de Gravação 00/1948 / Data de Lançamento 00/1949 / Lado A / Disco 78 rpm


Foi você a causa da minha dor
Foi você quem destruiu nosso amor
Foi você quem me ensinou a viver
E muito aprendi de tanto sofrer

Foi você a causa da minha dor
Foi você quem destruiu nosso amor
Foi você quem me ensinou a viver
E muito aprendi de tanto sofrer

Você não tem consciência
E veio me procurar
Depois de um ano de ausência
Quer voltar
E se acha com direito
De mandar embora
A mulher que eu botei
No seu lugar (eu não...)

Você não tem consciência
E veio me procurar
Depois de um ano de ausência
Quer voltar
E se acha com direito
De mandar embora
A mulher que eu botei
No seu lugar (eu não...)

Foi você a causa da minha dor
Foi você quem destruiu nosso amor
Foi você quem me ensinou a viver
E muito aprendi de tanto sofrer

Foi você a causa da minha dor
Foi você quem destruiu nosso amor
Foi você quem me ensinou a viver
E muito aprendi de tanto sofrer

sábado, 15 de novembro de 2008

Boi da cara preta

Em 1959 os jornais noticiam que a ingestão de carne bovina, onde foi usado algum tipo de hormônio, pode influenciar na masculinidade dos "machões". Paquito, Romeu Gentil e José Gomes fazem sucesso no Carnaval deste ano, numa vitoriosa interpretação de Jackson do Pandeiro.

Boi da cara preta (marcha/carnaval, 1959) - Paquito, Romeu Gentil e José Gomes

Olha o boi da cara preta
Olha o boi da cara preta
(Menino)

Olha o boi da cara preta
Olha o boi da cara preta

Coitado do Valdemar
Tá dando o que falar
Comeu carne de boi e falou fino
E deu pra se rebolar
(Que azar!)

Boi da cara preta

Em 1959 os jornais noticiam que a ingestão de carne bovina, onde foi usado algum tipo de hormônio, pode influenciar na masculinidade dos "machões". Paquito, Romeu Gentil e José Gomes fazem sucesso no Carnaval deste ano, numa vitoriosa interpretação de Jackson do Pandeiro.

Boi da cara preta (marcha/carnaval, 1959) - Paquito, Romeu Gentil e José Gomes

Olha o boi da cara preta
Olha o boi da cara preta
(Menino)

Olha o boi da cara preta
Olha o boi da cara preta

Coitado do Valdemar
Tá dando o que falar
Comeu carne de boi e falou fino
E deu pra se rebolar
(Que azar!)

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A água lava tudo

A água lava tudo (marcha/carnaval, 1955) - Jorge Gonçalves, Paquito e Romeu Gentil

Você notou
Que eu estou tão diferente
Você notou
Que eu estou tão diferente

A água lava lava lava tudo
A água só não lava
A língua dessa gente

Já vieram me contar
Que lhe viram por aí
Em lugar tão diferente

A água lava lava lava tudo
A água só não lava
A língua dessa gente.

A água lava tudo

A água lava tudo (marcha/carnaval, 1955) - Jorge Gonçalves, Paquito e Romeu Gentil

Você notou
Que eu estou tão diferente
Você notou
Que eu estou tão diferente

A água lava lava lava tudo
A água só não lava
A língua dessa gente

Já vieram me contar
Que lhe viram por aí
Em lugar tão diferente

A água lava lava lava tudo
A água só não lava
A língua dessa gente.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Jacarepaguá

Jacarepaguá (marcha/carnaval, 1949) - Paquito, Romeu Gentil e Marino Pinto
Vocalistas Tropicais

É hoje, que eu vou me acabar
Com chuva ou sem chuva, eu vou pra lá
Eu vou, eu vou, pra Jacarepaguá
Mulher é mato, e eu preciso me arrumar.

(bis)

Copacabana tem
Romances ao luar
Em Paquetá também
A gente pode amar
Porém o lugar neste mundo, maior é pra mim
Jacarepaguá.

Jacarepaguá

Jacarepaguá (marcha/carnaval, 1949) - Paquito, Romeu Gentil e Marino Pinto
Vocalistas Tropicais

É hoje, que eu vou me acabar
Com chuva ou sem chuva, eu vou pra lá
Eu vou, eu vou, pra Jacarepaguá
Mulher é mato, e eu preciso me arrumar.

(bis)

Copacabana tem
Romances ao luar
Em Paquetá também
A gente pode amar
Porém o lugar neste mundo, maior é pra mim
Jacarepaguá.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Jornal de ontem

Jornal de ontem (samba-canção, 1948) - Romeu Gentil e Elisário Teixeira
Orlando Silva

Para mim, você é jornal de ontem
Já li, já reli, não serve mais
Agora quero outro jornal assim
Que tenha fatos sinceros e sublimes
Emocionais

Desculpe a minha franqueza
Releve a comparação
Não se vá encher de tristeza
É força de expressão
Mas, francamente agora
Você para mim
É um jornal atrasado
Que só vai servir
Para eu no meu futuro
Me recordar do passado!

Jornal de ontem

Jornal de ontem (samba-canção, 1948) - Romeu Gentil e Elisário Teixeira
Orlando Silva

Para mim, você é jornal de ontem
Já li, já reli, não serve mais
Agora quero outro jornal assim
Que tenha fatos sinceros e sublimes
Emocionais

Desculpe a minha franqueza
Releve a comparação
Não se vá encher de tristeza
É força de expressão
Mas, francamente agora
Você para mim
É um jornal atrasado
Que só vai servir
Para eu no meu futuro
Me recordar do passado!

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Romeu Gentil

O compositor e cantor Romeu Gentil (Romeu Scovino) nasceu no Rio de Janeiro/RJ em 3/6/1911 e faleceu na mesma cidade em 15/10/1983. Nasceu na praça Onze e se criou no morro do Pinto, tendo cursado o primário numa escola local. Aos 12 anos deixou os estudos e começou a trabalhar numa fabrica de chinelos. No morro do Pinto fez amizades e se tornou seresteiro, aprendendo violão com seu sobrinho Jorge Scovino.

Começou a carreira profissional como cantor em 1940, apresentando se em varias rádios, destacando-se o programa Barbosa Júnior, da Rádio Mayrink Veiga, em 1942. Nessa época conheceu o compositor Zé Pretinho, seu parceiro no samba Estou sentido com você, gravado no mesmo ano por Arnaldo Amaral, na Columbia.

Daí em diante prossegue compondo, tendo gravado também como cantor, na Mocambo. Uma de suas composições, Jornal de ontem, na voz de Orlando Silva, foi utilizada numa radionovela da Rádio Nacional, do Rio de Janeiro, em 1944.

Formou com Paquito uma dupla que se tornou famosa por suas composições de Carnaval. Em 1949, a marcha Jacarepaguá (com Paquito e Marino Pinto), alcançou algum sucesso, sendo gravada pelos Vocalistas Tropicais. Um ano depois, em parceria com Paquito, compôs a marcha Daqui não saio gravada pelo mesmo conjunto, que venceu o concurso de músicas de carnaval promovido pela prefeitura do Rio de Janeiro. A dupla conseguiu o mesmo prêmio no ano seguinte com Tomara que chova, gravada por Emilinha Borba e pelos Vocalistas Tropicais.

Em 1955, seu nome apareceria novamente com destaque no carnaval, com a marcha A água lava tudo (com Paquito e Jorge Gonçalves), gravada por Emilinha Borba. Por essa época, várias de suas músicas faziam parte de peças de teatros de revista, entre os quais o Recreio, o Rival e o Carlos Gomes.

Em 1956, Boi da cara preta (com Paquito e José Gomes) tornou-se popular na gravação de Jackson do Pandeiro. Em 1958 gravou um disco na Mocambo como cantor, a marcha O Lopes perdeu a guerra (com Paquito e Boexi) e o samba Desconfiei (com Walter Machado). Outro grande sucesso de sua autoria foi Bigorrilho (com Paquito e Sebastião Gomes), gravado por Jorge Veiga em 1964. Durante 22 anos foi fiscal da SBACEM.

Obras

Água lava tudo (c/Paquito e Jorge Gonçalves), marcha, 1955; Bigorrilho (c/Paquito e Sebastião Gomes), samba, 1964; Bigu (c/Paquito e Sebastião Gomes), samba, 1965; Boi da cara preta (c/Paquito e José Gomes), marcha, 1956; Daqui não saio (c/Paquito), marcha, 1950; Jacarepaguá (c/Paquito e Marino Pinto), marcha, 1949; Nem de vela acesa (c/Paquito), marcha, 1950; Tomara que chova (c/Paquito), marcha, 1951.

Romeu Gentil

O compositor e cantor Romeu Gentil (Romeu Scovino) nasceu no Rio de Janeiro/RJ em 3/6/1911 e faleceu na mesma cidade em 15/10/1983. Nasceu na praça Onze e se criou no morro do Pinto, tendo cursado o primário numa escola local. Aos 12 anos deixou os estudos e começou a trabalhar numa fabrica de chinelos. No morro do Pinto fez amizades e se tornou seresteiro, aprendendo violão com seu sobrinho Jorge Scovino.

Começou a carreira profissional como cantor em 1940, apresentando se em varias rádios, destacando-se o programa Barbosa Júnior, da Rádio Mayrink Veiga, em 1942. Nessa época conheceu o compositor Zé Pretinho, seu parceiro no samba Estou sentido com você, gravado no mesmo ano por Arnaldo Amaral, na Columbia.

Daí em diante prossegue compondo, tendo gravado também como cantor, na Mocambo. Uma de suas composições, Jornal de ontem, na voz de Orlando Silva, foi utilizada numa radionovela da Rádio Nacional, do Rio de Janeiro, em 1944.

Formou com Paquito uma dupla que se tornou famosa por suas composições de Carnaval. Em 1949, a marcha Jacarepaguá (com Paquito e Marino Pinto), alcançou algum sucesso, sendo gravada pelos Vocalistas Tropicais. Um ano depois, em parceria com Paquito, compôs a marcha Daqui não saio gravada pelo mesmo conjunto, que venceu o concurso de músicas de carnaval promovido pela prefeitura do Rio de Janeiro. A dupla conseguiu o mesmo prêmio no ano seguinte com Tomara que chova, gravada por Emilinha Borba e pelos Vocalistas Tropicais.

Em 1955, seu nome apareceria novamente com destaque no carnaval, com a marcha A água lava tudo (com Paquito e Jorge Gonçalves), gravada por Emilinha Borba. Por essa época, várias de suas músicas faziam parte de peças de teatros de revista, entre os quais o Recreio, o Rival e o Carlos Gomes.

Em 1956, Boi da cara preta (com Paquito e José Gomes) tornou-se popular na gravação de Jackson do Pandeiro. Em 1958 gravou um disco na Mocambo como cantor, a marcha O Lopes perdeu a guerra (com Paquito e Boexi) e o samba Desconfiei (com Walter Machado). Outro grande sucesso de sua autoria foi Bigorrilho (com Paquito e Sebastião Gomes), gravado por Jorge Veiga em 1964. Durante 22 anos foi fiscal da SBACEM.

Obras

Água lava tudo (c/Paquito e Jorge Gonçalves), marcha, 1955; Bigorrilho (c/Paquito e Sebastião Gomes), samba, 1964; Bigu (c/Paquito e Sebastião Gomes), samba, 1965; Boi da cara preta (c/Paquito e José Gomes), marcha, 1956; Daqui não saio (c/Paquito), marcha, 1950; Jacarepaguá (c/Paquito e Marino Pinto), marcha, 1949; Nem de vela acesa (c/Paquito), marcha, 1950; Tomara que chova (c/Paquito), marcha, 1951.

terça-feira, 8 de agosto de 2006

Bigorrilho

Jorge Veiga
O carnaval de 64 foi marcado pelo surpreendente sucesso do samba-coco “Bigorrilho”. Muito mais coco do que samba, a composição é baseada em em tema folclórico, aproveitando também o verso “trepa Antônio, siri tá no pau”, do samba O malhador, de Pixinguinha, Donga e Mauro de Almeida, gravado por Bahiano em 1918.

No antigo samba a expressão “siri tá no pau” era entoada por um corinho, em resposta a cada verso cantado pelo Bahiano. Além do ritmo, que enseja aos dançarmos uma coreografia original, concorreu para a o sucesso de “Bigorrilho” uma boa dose de malícia disfarçada na aparente ingenuidade da letra: “Lá em casa tinha um bigorrilho / bigorrilho fazia mingau / bigorrilho foi quem me ensinou / a tirar o cavaco do pau / trepa Antônio, siri tá no pau...”

O êxito de “Bigorrilho” ultrapassou o período carnavalesco, tornando-se por algum tempo número obrigatório nos shows de seu lançador, Jorge Veiga (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).

Bigorrilho (samba-coco, 1964) - Sebastião Gomes, Paquito e Romeu Gentil

Lá em casa tinha um bigorrilho
Bigorrilho fazia mingau
Bigorrilho foi quem me ensinou
A tirar o cavaco do pau
Trepa Antônio
O siri tá no pau
Eu também sei tirar
O cavaco do pau

Dona Dadá, Dona Didi
Seu marido entrou aí
Ele tem que sair
Ele tem que sair
Ele tem que sair

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Tomara que chova

Tomara que chova (marcha/carnaval, 1951) - Paquito e Romeu Gentil


Vocalistas Tropicais

D 
Tomara que chova
A7 D
Tres dias sem parar,
D
Tomara que chova
A7 D
Tres dias sem parar.

A7
A minha grande mágoa
G D
É lá em casa não ter água
A7 D A7
E eu preciso me lavar
D
De promessa eu ando cheia
A7
Quando conto a minha vida
D
Ninguem quer acreditar
A7
Trabalho não me cansa
D
Me cansa é pensar
A7
Se lá em casa não tem água
D
Nem pra cozinhar.

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Daqui não saio

Daqui Não Saio (marcha/carnaval, 1950) - Paquito e Romeu Gentil
Vocalistas Tropicais

(Dm) ----------A7 ----------------------Dm
Daqui não saio / Daqui ninguém me tira. (bis)
-------Gm------------- Dm --------Gm ----------------------Dm
Onde é que eu vou morar / O senhor tem paciência de esperar
--------------------------A7-------------------------- Dm
Ainda mais com quatro filhos / Aonde é que vou parar (bis)

C7------------------------- C -------------------A7
Sei que o senhor tem razão / Pra querer a casa pra morar
-----------F----------------------- C7------------------- F
Mas aonde eu vou ficar / No mundo ninguém perde por esperar
---------------------A7 ---------------------Dm
Mas já dizem por aí / Que a vida vai melhorar