Mostrando postagens com marcador bolero. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bolero. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Raúl Shaw Moreno

Raúl Shaw Moreno
Raúl Shaw Moreno (Raúl Shaw Boutier), cantor e compositor, nasceu em Oruro, Bolívia, em 30 de novembro de 1923. Podemos dizer que Shaw, mais que um cantor, era um artista completo, pois sabia compor e, além disso, pintar lindos quadros.

Em 1946 fundou o “Trío los Altiplánicos” junto com seu irmão Victor Shaw. Começa a ter fama na Bolívia e em 1948 forma o “Trío los Indios” e com esse trio faz uma turnê pelo México. Mais tarde, junto aos “Hermanos Valdés” forma o “Trío Panamérica Antawara”, com o qual grava seu primeiro disco.

Em 1951 o famoso “Trío los Panchos” está visitando a Bolívia e por causa de um desentendimento, Hernando Avilés decide deixar os Panchos. Alfredo Gil e Chucho Navarro procuram um substituto para a primeira voz e Raúl Shaw Moreno, que se encontrava em La Paz, é o eleito.

Em 1952, após um desentendimento com Alfredo Gil, por causa de sua voz, decide deixar o grupo, e após essa separação funda no Chile o “Trío los Peregrinos”, com Pepe González e Fernando Rossi. Los Peregrinos acompanharam o cantor Lucho Gatica em duas gravações: ‘’Contigo en la distancia’’ y ‘’Sinceridad’’.

Em 1955, na Bolívia, junto a Víctor Shaw, Mario Encinas, Mario Barrios e Luís Otero cria o “Conjunto Los Peregrinos”, com os quais passa os melhores anos de sua carreira.

Em 1969 se reúne de novo com Los Panchos e os acompanha em uma turnê pelo Japão.

Viveu seus últimos anos em Buenos Aires, onde se dedicou totalmente à pintura. Entre suas composições que também merecem destaque estão: “Lágrimas de amor” (bolero), "Cuando tu me quieras" (bolero), "Osito de felpa", “Noche chapaca” (bailecito) e “Pollerita” (huayño).

Morreu em Buenos Aires, Argentina, em 13 de abril de 2003.

Fonte:  http://www.letrasacanciones.com/26541/raul-shaw-moreno.html

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Fernando Z. Maldonado

Fernando Z. Maldonado
Fernando Z. Maldonado (Fernando Zenaido Maldonado Rivera), compositor e pianista mexicano, nasceu em Cárdenas, San Luis Potosí, em 20/08/1917, e faleceu na cidade de Cuernavaca, Morelos, em 23/03/1996. Seus pais foram o Sr. Moisés Maldonado e a Sra. Catalina Rivera de Maldonado, e teve quatro irmãos: Juan, José, Concepción e Elisa.

Desde criança se interessava pela música. Aos sete anos compôs a valsa "Catalina", dedicado a sua mãe. Estudou piano, flautim e harmonia sob a orientação de seu tio Evodio Rivera Torres e seu avô don Tristán Rivera, que eram músicos.


Destacou-se como estudante e como músico em San Luis Potosí, e mais tarde viajou a Monterrey, onde se integrou a um grupo musical com quem acompanhou nos espetáculos e na rádio.

Em 1942 se casou com a compositora María Alma (María Alma Basurto Río de la Loza), criadora de canções como "Compréndeme" e "Tuya soy".

Em 1945 viajaram para a Cidade do México em busca de melhores oportunidades. Na rádio XEW conseguiu, com Don Emilio Azcárraga Vidaurreta, a oportunidade de trabalhar nessa importante emissora como pianista e pesquisador de novos talentos. Assim pode levar várias de suas canções ao sucesso na voz de diversos cantores, como Genaro Salinas, Julio Flores, Fernando Fernández e Lupita Palomera, entre outros. Maldonado tinha uma grande versatilidade musical porque compunha baladas, boleros, cúmbias, valsas e canções rancheiras.

Em 1950 ficou famoso ao gravar profissionalmente, como pianista, discos que alcançaram fama mundial, graças que nesta época era muito apreciado o trabalho de pianistas concertistas como Consuelo Velazquez e Beatriz Murillo.

Como as maiores vendagens de discos eram de artistas americanos, decidiu adotar o pseudônimo de Fred McDonald ao assinar um contrato com a CBS para trabalhar como arranjador, compositor e diretor musical. Com este nome conseguiu grande popularidade.

Entre seus sucessos podemos mencionar as canções "Volver, volver", "Amor de la calle", "Voy gritando por la Calle", "Payaso" (da qual Javier Solís fez uma magnífica interpretação), "Hermoso Cariño" (interpretada por Vicente Fernández) e muitas outras que foram gravadas por Hermanas Huerta, Andy Russell, Los Panchos, Sonia López, María de Lourdes, Queta Jiménez "La Prieta Linda", Enrique Guzmán, Raphael, Ray Conniff, Olimpo Cárdenas, Humberto Cravioto y Laura Záizar.

Morreu tragicamente com sua esposa em um assalto a sua casa, ocorrido em 23 de março de 1996, na cidade de Cuernavaca, Morelos.

Traduzido das seguintes fontes: Sociedad de Autores y Compositores de Música (SACM); www.taringa.net.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Pedro Vargas


Pedro Vargas (Pedro Cruz Mata), tenor e ator mexicano, nasceu em 29/04/1906, na pequena cidade de San Miguel Allende, Guanajuatona, e faleceu em 30/10/1989, na Cidade do México. O artista simboliza o México no universo da música internacional.

Na verdade, ninguém mais do que ele soube representar a canção mexicana no que tinha de melhor e ninguém mais do que ele a divulgou vitoriosamente por todos os continentes.


Pedro era filho de gente modesta, mas mesmo assim, em obediência ao empenho de seus pais, determinou-se a ser médico. Depois da escola primária e secundária, para realizar esse desejo, vai para a Cidade do México e prossegue seus estudos no Colégio Salesiano da Capital. Para ganhar alguma coisa que o ajudasse a fazer escolares, aceita dirigir o coral de sua escola. É quando passa a estudar música.

Cursa a Escola de Medicina, mas não chegaria a completá-la. Com 24 anos sente-se chamado irresistivelmente pela música. Faz sua estréia no teatro Esperanza Íris, da capital mexicana, e pode-se afirmar que imediato conquistou o reconhecimento da crítica e os aplausos do público.

Já sendo considerado um novo e notável astro, começa a atuar nas emissoras de seu país, a gravar discos (são os melhores representantes que um cantor pode ter, dizia ele) e a excursionar por vários países latino-americanos. 

Na América do Sul, Pedro Vargas sempre foi figura popularíssima, e até familiar, tantas foram as vezes em que visitou a Argentina, o Brasil, o Uruguai, e outros países, para cantar nas melhores rádios, casas noturnas e cassinos.

No Brasil, Pedro Vargas apresentou-se como grande nome no apogeu do Cassino da Urca. Em 1936, gravou no Rio de Janeiro, com a nossa Olga Praguer Coelho, um disco na RCA Victor. Participou, em 1940, do filme Laranja da China, da Sonofilmes, cantando Aquarela do Brasil. Em 1977, quando esteve mais uma vez entre nós gravou, no Canecão, um LP ao vivo com Sílvio Caldas.

Muito contribuiu também para sua longa fama a exibição de seus inúmeros filmes, nos quais com suas canções românticas, dava o contraponto aos dramas amorosos dessa época do cinema mexicano, que deixou saudades. 

Granjeou em nossa terra muita simpatia, muitos amigos e legiões de admiradores. A um dos seus quatro filhos, em homenagem ao Presidente Getúlio Vargas, com quem mantinham boa amizade, deu o nome de Getúlio, não apenas para criar um fácil homônimo, como se poderia supor. 

Um dos seus traços pessoais era o gosto pela jardinagem e a paixão pelas touradas (chegou a bancar um toureiro amador). Aliás, outro filho seu foi toureiro de verdade no México.

Pedro Vargas conquistou merecidamente fama, fortuna, respeito e admiração, tanto no México, que lhe tributou oficialmente honras extraordinárias quando fez 50 anos de vida artística, como em todo o mundo. Suas canções o manterão eterno, porque eram realmente belas e porque nunca houve ninguém como ele para interpretá-las com tanta voz e tanto coração. 

Fontes: Revivendo Músicas; Wikipédia - A Enciclopédia Livre; Biografías y Vidas.

Julio Iglesias


Julio Iglesias (Julio José Iglesias de La Cueva) nasceu em 23/09/1943, em Madrid, Espanha. Marcado pela voz e pelo seu detalhismo nas canções, além de grande carisma, se tornou o mais bem sucedido artista latino em todos os tempos, com números impressionantes: 250 milhões cópias vendidas, 2600 discos de ouro e de platina, quatro mil espetáculos em mais de quinhentas cidades do mundo e uma canção tocada a cada trinta segundos.


Porém, ser cantor nem sempre foi o objetivo de Iglesias. Quando jovem, o espanhol era goleiro do Real Madrid, e tinha uma carreira promissora no futebol. Aos 20 anos de idade, o sonho foi interrompido por um acidente de carro que quase deixou o futuro cantor paralítico. Enquanto se recuperava no hospital, ele começou a escrever poesia.

Uma enfermeira que sempre observava as obras de Iglesias no hospital ofereceu uma guitarra para que ele musicasse os poemas. A partir daí, e depois de muito tempo praticando, Julio começava a se apaixonar pela música.

Ele deixa o hospital em 1966 e passa um tempo estudando na Universidade de Murcia e na Inglaterra, aperfeiçoando seu inglês. Lá, ele costumava cantar em bares e conheceu a musa do seu primeiro sucesso, Gwendolyne.

O cantor se tornou conhecido depois de vencer o Festival de Benidorm, onde cantou La Vida Sigue Igual. Este episódio lhe rendeu um contrato com a Columbia Records. Ele participou de mais alguns festivais e gravou o primeiro LP, Yo Canto, em 1969. No mesmo ano, estreou também no cinema com o filme La Vida Sigue Igual.

O ano de 1971 foi marcado pelo casamento do cantor com Isabel Preysler Arrastia. O casal ficou junto durante sete anos e teve três filhos. Ainda em 71, teve a primeira música regravada em outra língua. Como Álamo el Caminho ganhou uma versão japonesa.

Logo em seguida, lançou os primeiros discos com suas músicas em outras línguas, como alemão, português, francês e italiano. No ano de 1983, o cantor conquista o primeiro dos muitos discos de platina que receberia. Este foi pelo Guinness World Book of Records, por ter vendido a maior quantidade de discos já vista nas mais variadas línguas.

Julio Iglesias recebeu uma estrela no Hollywood Walk of Fame, foi homenageado com um lugar no Passeio das Estrelas Latinas, em Miami, além de conquistar uma estrela na Holanda. No Grammy Awards de 1987, conquistou a categoria de Melhor Canção Latina pelas músicas do álbum Um Hombre Solo.

Na década de 90, Julio Iglesias se casa novamente. A noiva era a holandesa Miranda Johanna Maria Rijnsburguer, com quem o cantor vive até hoje. O casal já teve cinco filhos, sendo o mais novo nascido em 2007.

No dia 8 de Setembro de 1997, o espanhol é prestigiado com o prêmio ASCAP Pied Piper Award, cujos ganhadores são sempre artistas lendários como Frank Sinatra e Barbara Streisand. Este dia ficou oficialmente sacramentado como o “Dia de Julio Iglesias” em Miami.

Ao todo, são mais de 80 álbuns lançados, contando aqueles em línguas específicas (como português, francês e alemão). O CD lançado para todo o mundo mais recente é a coletânea Romantic Classics, que chegou às lojas em 2006, além de ser gravado em várias outras línguas.

Pedro Infante

Pedro Infante
Pedro Infante (José Pedro Infante Cruz), cantor e ator mexicano, nasceu em Mazatlán, Sinaloa, em 18/11/1917, e faleceu em Mérida, Yucatán, 1957. Muito jovem ainda, mudou-se com a família para Guamúchil, onde adquiriu algumas noções de música e foi em seus primeiros anos ajudante de carpinteiro. Integrou, também, um conjunto musical que atuava na localidade de Guasave.

Em 1939, uma emissora de rádio local, a XEB, contratou Pedro Infante como cantor até que, em 1943, conseguiu gravar seu primeiro disco, Mañana, cujo relativo sucesso foi o primeiro de sua futura e brilhante carreira.


Intérprete especializado no gênero das rancheras, Pedro Infante chegou a gravar mais trezentas canções que ainda se mantém populares pela América Latina. Sua trágica morte, num acidente de avião nas proximidades de Mérida, Yucatán, em 1957, provocou dor e espanto semelhantes ao desaparecimento de dois mitos, Rodolfo Valentino e Carlos Gardel.

Infante iniciou sua carreira de ator num papel irrelevante, vinculado logicamente, a atividade musical que começava fazê-lo famoso: foi contratado para reforçar, no filme La feria de las flores (1943), a voz do protagonista Antonio Badú na melodia que deu o título a produção. A naturalidade, autenticidade e simpatia que impregnavam seu trabalho de ator lhe deram um sucesso imediato e assim, começaram a aparecer mais propostas. Infante se converteu assim, de repente, no galã e cantor favorito do cinema de seu país.

Suas interpretações em papéis onde encarnava o homem do campo, muito destro no manejo com cavalos, vestido com uma bela indumentária de calças combinadas e jaqueta, acompanhado do característico sombreiro, varão e mulherengo, assim como sua exemplar personificação de pessoas humildes, sempre simples, mas cheias de valor, sentimentais e nobres, valeram-lhe a aceitação do grande público, que o converteu no símbolo da "mexicanidade".

Durante a sua carreira atuou em mais de 60 filmes, e, a partir de 1943, gravou cerca de 350 músicas. Por sua atuação no filme Tizoc, ele foi agraciado com o Urso de Prata de 1957 (Festival Internacional de Cinema de Berlim) como melhor ator.

A biografia de Pedro Infante se resume a partir de uma série ininterrupta de filmes já como protagonista absoluto, em que foram criados temas para o brilho pessoal do ator e colocados a serviço de seus dons musicais.

Fontes: Traduzido do site Biografías y Vidas - Biografía de Pedro Infante; Wikipédia - A Enciclopédia Livre.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

María Luisa Landín

María Luisa Landín Rodríguez, “a rainha do Bolero”, é e sempre será um ícone do sentimento popular latino-americano, expressado na sua voz única e incomparável, não superada por nenhum intérprete. Filha de um veracruzano, o senhor Ireneo Landín, e de uma guanajuatense, senhora Magdalena Rodríguez, nasceu no popular, criativo e central bairro de “Tepito” da Cidade do México, em nove de outubro de 1921.

Junto com sua irmã Avelina Landín Rodríguez (Cidade do México, México, 10/11/1917 – 21/02/1991) iniciou-se muito cedo na música, formando em 1935 o duo “Pirita y Jade” de grata recordação entre os duos existentes naquela época, pela elegância no cantar e pelo entrosamento admirável das vozes das irmãs Landín Rodríguez.

O duo Pirita y Jade se apresentava em festas e reuniões familiares, recebendo a aprovação dos presentes e, pouco a pouco, ganharam prestígio, pelo menos no âmbito local. Em 1936 se apresentaram alternativamente na rádio XEYZ e na estação do governo XEFO.

Em 1938, a recém inaugurada rádio XEQ conhecida como “Rádio Panamericana” as contratou como artistas principais em sua programação musical, promovendo uma rivalidade com as Irmãs Águila, famoso duo integrado pelas irmãs Maria Esperanza e Maria de la Paz Villlobos.

Esse antagonismo foi proveitoso para a emergente estação e, assim mesmo, para as irmãs Landín Rodríguez, que aumentaram em fama e popularidade. Nessa ocasião adotaram a denominação de “Duo Mari-Lina” e, finalmente, escolheram o nome que mais acreditavam ser o mais destacado e harmonioso da época: “O Duo das Irmãs Landín”.

Com este título registraram para a posteridade os mais emocionantes temas musicais de renomados autores e compositores. Entre estes se destacam: “A ti qué ” de Alberto Domínguez, “A dónde irán” de Rodolfo Mendiolea, “Yo quiero la vida”, “Aquella noche”, “Si tú me pides” e “Háblame de amor” de Gabriel Ruiz, “Cariñito” de Manuel Renteria, “La Guía”, de Méndez Castillo, “La noche, tú y yo” de Rafael Hernández, “Mi amor de ayer” de Tamayo Ortega, “Mi destino fue quererte” e “Mi único amor” de Felipe Valdéz Leal, “Mujercita castigada” de Fernando Z. Maldonado, “Pasional” de Consuelo Velazquez, “Pobre de mí” de Agustín Lara, “Tengo que sufrir” de Claudio Estrada, “Tengo un nuevo amor” de Ernesto Lecuona y “Yo no sé lo que me pasa” de Fernando Mulens.

O duo das Irmãs Landín se manteve até 1942, quando Avelina contraiu matrimônio com Ángel Zempoalteca Ortega (1925-1970). Dissolvido o duo, María Luisa foi contratada por Carlos Riverol para atuar no Teatro de Belas Artes com o patrocínio da companhia Coca-Cola do México, junto ao tenor Nestor Mesta Chayres, com quem produziu séries inesquecíveis que, posteriormente, formariam um conjunto de programas de rádio de grande prestígio por todo o México que, seriam retransmitidos à América Latina através da rádio XEW.

Os programas radiofônicos do duo Chayres-Landín foram gravados num LP. Entre as canções mais destacadas estão: “Siempre viva”, “Ay Maricruz”, “Reconciliación”, “Rumichacha”, “Por la vuelta”, “Tu altivez”, “Secreto”, “Al son de la marimba”, “Muchos besos”, “Tres corazones” e “Momento musical Nº 3”, “Corazón del mar”, “María Elena” y “Buenas noches”.

María Luisa Landín, em 1940, fez uma turnê em Cuba, atuando em clubes, teatros e estações de rádio. Depois fez outra excursão por toda a América do Sul onde foi muito bem recebida pelo público.

Em 1942 obteve seu primeiro sucesso de projeção internacional: “Canción del alma” de Rafael Hernández Marín, (Aguadilla, Porto Rico, 24/10/1891 - San Juan, Porto Rico, 11/12/1965). Nessa época travou amizade com esse compositor, que havia se mudado para a Cidade do México em 1932, e que trabalhava em programas de rádio que produziam e animavam orquestras de danças. Agora, María Luisa Landín, é popular em seu país e na América. O tema “Hay que saber perder” do compositor Abel Domínguez Borrás, é tocado e cantado em todo o continente latino-americano.

Em 1949 é contratada como artista exclusiva da famosa rádio mexicana XEW e assim, mantém contato com escritores, compositores, músicos, diretores de orquestra, diretores de cinema, locutores, etc. que lhe influenciaram e lhe ajudaram em sua trajetória como cantora. É nesse ano que grava “Amor perdido” do compositor porto-riquenho Pedro Flores, com arranjos do maestro Rafael de Paz, com a marca característica da orquestra de José Sabre Marroquín, que se transformaria na canção de maior popularidade durante a segunda metade do século XX.

A seqüência de sucessos da “Cancionera da América” María Luisa Landín foi interminável. Para ela escreveram compositores de sucesso e foi acompanhada por orquestras e conjuntos de destaque. Fez turnês em Havana, Los Angeles, São Francisco, Santo Domingo, Caracas, Maracaibo, Lima, Bogotá, Medellín, Calí, Madrid, Santiago do Chile, Buenos Aires, Porto Rico, Panamá e viajou por todo o México.

Viveu em Havana, Cuba, onde se casou pela segunda vez com o famoso diretor, pianista e compositor Fernando Mulens.

Entre os sucessos da canção romântica interpretados por María Luisa se destacam: “No señor” de July Steiner, “Te espero”, “Verdad amarga” e “Aunque tengas razón” de Consuelo Velásquez, “Desdichadamente”, “Canción Divina”, “Desvelo de amor”, “Me la pagarás”, “Ahora”, “Puro engaño”, “Amor ciego” y “Canción del alma” de Rafael Hernández Marín, “Bésame”, “Don dinero”, “Infame”, “Jamás, jamás”, “El tiempo lo dirá”, “Nunca más”, “Por eso te perdono”, “Ven, ven, ven”, “Que te vaya bien” y “Yo soy tu pasado” de Federico Baena, “Ven te quiero ver” de Alberto Salinas, “Somos diferentes” de Antonio Núñez, “Sé muy bien que vendrás” de Alberto Muñoz, “Conozco a los dos” de Pablo Valdéz, “Porque llorar” e “Amor de sangre” de Mario Ruiz Armengol, “Mis ojos me denuncian” de Miguel Acuña, “A dónde irán” de Rodolfo Mendiolea, “Mi último refugio” de Miguel Ángel Pazos, “Tengo que amar” de Marcelo Rey, “Por pasar el rato” de Miguel Ángel Valladares, “Prefiero estar sola” de Claudio Estrada, “Si tu regresaras” de Antonio Núñez, “Una aventura más” de Oscar Kinleiner, “Senda maldita” de Rafael de Paz, “Muchas gracias” de Ivon Curi, “Falsa” de Juan B. Leonardo, “Dos almas” de Domingo Fabiano, “Tú y la noche” de Minerva Magaña, “Conozco a los dos” de Pablo Valdéz Hernández, “Malos pensamientos” e “Que el cielo te lo pague” de Alberto Domínguez, “Déjame en paz•” de Luciano Miral, “La mano de Dios” de José Alfredo Jiménez, “Tú eres mi destino” de Carlos Gómez Barrera.


Nació en México DF, el 9 de octubre de 1921. Desde niña se ve interesada por la música. En 1936, con su hermana Avelina Landín forma un dueto, con la que hace presentaciones en la radioemisora XEYZ. Después Avelina decide dejar la música y María Luisa queda como solista. En 1940 hace su primer gira a Cuba. En 1941 graba su versión de la conocida canción "Hay que saber perder", que logran extraordinarias ventas. En 1942 graba su primer tema inédito "Canción del alma", seguida del gran éxito "Amor perdido". Los inolvidables boleros de María Luisa tenían un estilo propio, no como los otros tríos o cantantes de este lindo género.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Tu me acostumbraste

Tu Me Acostumbraste
De: Luis Henrique Mejia / Ritmo: bolero
Interprete: Trío Cristal / Tom: Si menor

             Bm7         E                    A7+    C#5+/7
Tu me acostumbraste, a todas esas cosas
F#5+/7 Bm7 A7+
Y tu me enseñaste, que son maravillosas
F#7 C#5+/7 F#5+ Bm7 F#5+7
Sutil, llegaste a mi como una tentación
Bm7 F#5+7 Bm7 E
Llenando de inquietud mi corazón


Bm7 E A7+ C#5+/7
Yo no concebia, como se queria
F#5+/7 Bm7 E A7+
En tu mundo raro, y por ti aprendi
F#5+/7 Bm7 E A7+ C#5+/7
Por eso me pregunto al ver que me olvidaste
F#5+/7 Bm7
Por que no me enseñaste,
E A7+
Como se vive sin ti

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com

Tu me acostumbraste

Tu Me Acostumbraste
De: Luis Henrique Mejia / Ritmo: bolero
Interprete: Trío Cristal / Tom: Si menor
             Bm7         E                    A7+    C#5+/7
Tu me acostumbraste, a todas esas cosas
F#5+/7 Bm7 A7+
Y tu me enseñaste, que son maravillosas
F#7 C#5+/7 F#5+ Bm7 F#5+7
Sutil, llegaste a mi como una tentación
Bm7 F#5+7 Bm7 E
Llenando de inquietud mi corazón


Bm7 E A7+ C#5+/7
Yo no concebia, como se queria
F#5+/7 Bm7 E A7+
En tu mundo raro, y por ti aprendi
F#5+/7 Bm7 E A7+ C#5+/7
Por eso me pregunto al ver que me olvidaste
F#5+/7 Bm7
Por que no me enseñaste,
E A7+
Como se vive sin ti

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com

Perfidia

Perfidia
De: Alberto Dominguez / Ritmo: bolero
Intérprete: Trío Cristal / Tom: Mi menor

Am         A7                      Dm
Nadie............comprende lo qu sufro yo,
E7 Am F E7
Canto para olvidar mi gran dolor
Am A7 Dm
Solo......... temblando de ansiedad estoy
E7 A Gbm Bm E7
Todos......me miran y se van...........

A Gbm Bm E7 A Gbm Bm
Mujer.............si puedes tú con Dios hablar
E7 A Gbm
Pregúntale si yo alguna vez
Bm Db7 E7
Te he dejado de adorar
A Gbm Bm E7 A Gbm Bm
Y al mar ..............espejo de mi corazón
E7 A Gbm
Las veces qué me ha visto llorar
Bm Db7
La perfidia de tu amor

Bm
Te he buscado donde quiera que yo voy
Db7
Y no te puedo hallar
Bm
Para qué quiero otros besos
Db7 E7
Si tus labios no me quieren ya besar

A Gbm Bm E7 A Gbm Bm
Y tú.............quien sabe por donde andarás
E7 A Gbm
Quien sabe que aventura tendrás
Bm E7 A
Que lejos estás de mi

(De mi ..... De mi ..... De mi .....)

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com.

Perfidia

Perfidia
De: Alberto Dominguez / Ritmo: bolero
Intérprete: Trío Cristal / Tom: Mi menor
Am         A7                      Dm
Nadie............comprende lo qu sufro yo,
E7 Am F E7
Canto para olvidar mi gran dolor
Am A7 Dm
Solo......... temblando de ansiedad estoy
E7 A Gbm Bm E7
Todos......me miran y se van...........

A Gbm Bm E7 A Gbm Bm
Mujer.............si puedes tú con Dios hablar
E7 A Gbm
Pregúntale si yo alguna vez
Bm Db7 E7
Te he dejado de adorar
A Gbm Bm E7 A Gbm Bm
Y al mar ..............espejo de mi corazón
E7 A Gbm
Las veces qué me ha visto llorar
Bm Db7
La perfidia de tu amor

Bm
Te he buscado donde quiera que yo voy
Db7
Y no te puedo hallar
Bm
Para qué quiero otros besos
Db7 E7
Si tus labios no me quieren ya besar

A Gbm Bm E7 A Gbm Bm
Y tú.............quien sabe por donde andarás
E7 A Gbm
Quien sabe que aventura tendrás
Bm E7 A
Que lejos estás de mi

(De mi ..... De mi ..... De mi .....)

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com.

Pecadora

Pecadora
De: Agustin Lara / Ritmo: bolero
Intérprete: Trío Cristal / Tom: Mi menor

         Am                Dm
Divina claridad la de tus ojos
E7 Am
diáfanas como gotas de cristal
A7 Dm
uvas qué se humedecen con sollozos
E7
sangre y sonrisas juntas al mirar
Am E7 A E
sangre y sonrisas juntas al mirar

A E7
Por que te hizo el destino pecadora
A
si no sabes vender el corazón
E7
por qué pretende odiarte quien te adora,
A
por qué vuelve a quererte quien te odió
E7
Si cada noche tuya es una aurora
A7
si cada nueva lágrima es un sol
Dm A
por qué te hizo el destino pecadora
E7 A
si no sabes vender el corazón

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com.

Pecadora

Pecadora
De: Agustin Lara / Ritmo: bolero
Intérprete: Trío Cristal / Tom: Mi menor
         Am                Dm
Divina claridad la de tus ojos
E7 Am
diáfanas como gotas de cristal
A7 Dm
uvas qué se humedecen con sollozos
E7
sangre y sonrisas juntas al mirar
Am E7 A E
sangre y sonrisas juntas al mirar

A E7
Por que te hizo el destino pecadora
A
si no sabes vender el corazón
E7
por qué pretende odiarte quien te adora,
A
por qué vuelve a quererte quien te odió
E7
Si cada noche tuya es una aurora
A7
si cada nueva lágrima es un sol
Dm A
por qué te hizo el destino pecadora
E7 A
si no sabes vender el corazón

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com.

La Puerta

La Puerta
De: Luis Demetrio / Ritmo: bolero
Intérprete: Trío Cristal / Tom: Mi menor

E         F#m            
La puerta se cerro detrás de ti
B7 E F#m G#m
Y nunca mas volviste a aparecer
Gm F#m
Dejaste abandonada la ilusión
B7 E
Que había en mi corazón por ti

E F#m
La puerta se cerro detrás de ti
B7 E F#m G#m
Y así detrás de ti se fue mi amor
Gm F#m
Creyendo que podría convencer
B7 E
A tu alma de mi padecer
Bm
Pero es que no supiste soportar
E7
Las penas que nos dio
A
La misma adversidad
Am D7 G
Así como también nos dio felicidad
C B7
Nos vino a castigar con el dolor

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com.

La Puerta

La Puerta
De: Luis Demetrio / Ritmo: bolero
Intérprete: Trío Cristal / Tom: Mi menor

E         F#m            
La puerta se cerro detrás de ti
B7 E F#m G#m
Y nunca mas volviste a aparecer
Gm F#m
Dejaste abandonada la ilusión
B7 E
Que había en mi corazón por ti

E F#m
La puerta se cerro detrás de ti
B7 E F#m G#m
Y así detrás de ti se fue mi amor
Gm F#m
Creyendo que podría convencer
B7 E
A tu alma de mi padecer
Bm
Pero es que no supiste soportar
E7
Las penas que nos dio
A
La misma adversidad
Am D7 G
Así como también nos dio felicidad
C B7
Nos vino a castigar con el dolor

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Quizás, quizás, quizás

Quizás, Quizás, Quizás
De: Osvaldo Farrés / Ritmo: bolero
Intérprete: Trio Yrakitan / Tom: Mi menor

Em
Siempre que te pregunto que
Am Em
Cuándo? Cómo? y Dónde?
Am Em F#7 B7 Em
Tu siempre me respondes: Quizás, quizás, quizás
Em Am Em
Y así pasan los días y yo desesperando
Am Em F#7 B7 Em E
Y tú, tú contestando: Quizás, quizás, quizás
B7 E
Estás perdiendo el tiempo pensando, pensando
B7 E
Por lo que tu más quieras hasta cuando, hasta cuando
Em Am Em Am
Y así pasan los días y yo desesperando y tú,
Am Em F#7 B7 Em
Y tú, tú contestando: Quizás, quizás, quizás
Em Am Em
Siempre que te pregunto que
Am Em
Cuándo? Cómo? y Dónde?
Am Em F#7 B7 Em
Tu siempre me respondes: Quizás, quizás, quizás
Em Am Em
Y así pasan los días y yo desesperando y tú,
Am Em F#7 B7 Em E
Y tú, tú contestando: Quizás, quizás, quizás.
B7 E
Estás perdiendo el tiempo pensando, pensando
B7 E
Por lo que tu más quieras hasta cuando, hasta cuando
Em Am Em
Y así pasan los días y yo desesperando
Am Em F#7 B7 E
Y tú, tú contestando: Quizás, quizás, quizás.
F#7 B7 E7
Quizás, quizás, quizás (três vezes)

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com

Quizás, quizás, quizás

Quizás, Quizás, Quizás
De: Osvaldo Farrés / Ritmo: bolero
Intérprete: Trio Yrakitan / Tom: Mi menor

Em
Siempre que te pregunto que
Am Em
Cuándo? Cómo? y Dónde?
Am Em F#7 B7 Em
Tu siempre me respondes: Quizás, quizás, quizás
Em Am Em
Y así pasan los días y yo desesperando
Am Em F#7 B7 Em E
Y tú, tú contestando: Quizás, quizás, quizás
B7 E
Estás perdiendo el tiempo pensando, pensando
B7 E
Por lo que tu más quieras hasta cuando, hasta cuando
Em Am Em Am
Y así pasan los días y yo desesperando y tú,
Am Em F#7 B7 Em
Y tú, tú contestando: Quizás, quizás, quizás
Em Am Em
Siempre que te pregunto que
Am Em
Cuándo? Cómo? y Dónde?
Am Em F#7 B7 Em
Tu siempre me respondes: Quizás, quizás, quizás
Em Am Em
Y así pasan los días y yo desesperando y tú,
Am Em F#7 B7 Em E
Y tú, tú contestando: Quizás, quizás, quizás.
B7 E
Estás perdiendo el tiempo pensando, pensando
B7 E
Por lo que tu más quieras hasta cuando, hasta cuando
Em Am Em
Y así pasan los días y yo desesperando
Am Em F#7 B7 E
Y tú, tú contestando: Quizás, quizás, quizás.
F#7 B7 E7
Quizás, quizás, quizás (três vezes)

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com

Prisionero del mar

Prisionero Del Mar
De: Luis Demetrio  /  Ritmo: bolero
Intérprete: Trio Yrakitan   / Tom: Do maior
C    G7          C              G7
Soy prisionero del ritmo del mar,
C G7
de un deseo infinito de amar
C   G7
y de tu corazón
C G7        C   G7
Voy a la playa tu amor a buscar,
C G7
a la luz de la luna a cantar
C
mi desesperación
F
Quiero llegarte a querer,
E B7 E
en un amanecer de quietud de cristal,
F
Quiero llegarte a tener,
E B7 E G7
en un atardecer de inquietud tropical
C G7 C G7
Ven mi cadena de amor a romper,
C G7
a quitarme la pena de ser
C G7 C
prisionero del mar

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com

Prisionero del mar

Trio Yrakitan

Prisionero del Mar
De: Luis Demetrio  /  Ritmo: bolero
Intérprete: Trio Yrakitan   / Tom: Do maior
C    G7          C              G7
Soy prisionero del ritmo del mar,
C G7
de un deseo infinito de amar
C   G7
y de tu corazón
C G7        C   G7
Voy a la playa tu amor a buscar,
C G7
a la luz de la luna a cantar
C
mi desesperación
F
Quiero llegarte a querer,
E B7 E
en un amanecer de quietud de cristal,
F
Quiero llegarte a tener,
E B7 E G7
en un atardecer de inquietud tropical
C G7 C G7
Ven mi cadena de amor a romper,
C G7
a quitarme la pena de ser
C G7 C
prisionero del mar

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com

Jura-me

Jura-me
De: María Grever / Ritmo: bolero
Intérprete: Trio Yrakitan / Tom: Do maior

Am                  E7             Am
Todos dizem que é mentira que te quero      
E7
Porque nunca me haviam visto enamorado

Eu te juro que eu mesmo não compreendo
Am
A razão do meu viver apaixonado
E7 Am
Se estou perto de ti estou contente
A7 Dm
Se estou só sinto minh’alma abandonada
Am
Tenho ciúmes até do pensamento
E7 (Am) (E) (Am)
Que possa recordar-te outra pessoa amada

A
Jura-me nem que passe muito tempo

Lembrarás sempre o momento
E7
Em que eu te conheci

Olha-me com este teu olhar profundo

Que é a coisa neste mundo
A
Mais bonita que já vi
A7 D
Beija-me com um beijo apaixonado
Dm Dbm7
Como nunca fui beijado
C° E7
Desde o dia em nasci
Gbm B7 A Gb7
Ama-me, ama-me até a loucura
Bm
E assim verás a amargura
E7 (A) (E) (A)
Que estou sofrendo por ti

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com

Jura-me

Jura-me
De: María Grever / Ritmo: bolero
Intérprete: Trio Yrakitan / Tom: Do maior

Am                  E7             Am
Todos dizem que é mentira que te quero      
E7
Porque nunca me haviam visto enamorado

Eu te juro que eu mesmo não compreendo
Am
A razão do meu viver apaixonado
E7 Am
Se estou perto de ti estou contente
A7 Dm
Se estou só sinto minh’alma abandonada
Am
Tenho ciúmes até do pensamento
E7 (Am) (E) (Am)
Que possa recordar-te outra pessoa amada

A
Jura-me nem que passe muito tempo

Lembrarás sempre o momento
E7
Em que eu te conheci

Olha-me com este teu olhar profundo

Que é a coisa neste mundo
A
Mais bonita que já vi
A7 D
Beija-me com um beijo apaixonado
Dm Dbm7
Como nunca fui beijado
C° E7
Desde o dia em nasci
Gbm B7 A Gb7
Ama-me, ama-me até a loucura
Bm
E assim verás a amargura
E7 (A) (E) (A)
Que estou sofrendo por ti

Música enviada pelo Sr. Venilton Cezar de Magalhães em 04/10/2010 mailto:venilton.magalhaes@gmail.com