Nem vem que não tem (1968) - Carlos Imperial
Ahahahahahaha!
-"Vamos voltar a pilantragem.
Xá comigo, uma musiquinha
Prá machucar os corações"
Nem vem que não tem
Nem vem de garfo
Que hoje é dia de sopa
Esquenta o ferro
Passa a minha roupa
Eu nesse embalo
Vou botar prá quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!...
Nem vem que não tem
Nem vem de escada
Que o incêndio é no porão
Tira o tamanco
Tem sinteco no chão
Eu nesse embalo
Vou botar prá quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!...
Nem vem!
Numa casa de caboclo
Já disseram um é pouco
Dois é bom, três é demais
Nem vem!
Guarda teu lugar na fila
Todo homem que vacila
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Nem vem que não tem
Nem vem que não tem (1968) - Carlos Imperial
Ahahahahahaha!
-"Vamos voltar a pilantragem.
Xá comigo, uma musiquinha
Prá machucar os corações"
Nem vem que não tem
Nem vem de garfo
Que hoje é dia de sopa
Esquenta o ferro
Passa a minha roupa
Eu nesse embalo
Vou botar prá quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!...
Nem vem que não tem
Nem vem de escada
Que o incêndio é no porão
Tira o tamanco
Tem sinteco no chão
Eu nesse embalo
Vou botar prá quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!...
Nem vem!
Numa casa de caboclo
Já disseram um é pouco
Dois é bom, três é demais
Nem vem!
Guarda teu lugar na fila
Todo homem que vacila
Ahahahahahaha!
-"Vamos voltar a pilantragem.
Xá comigo, uma musiquinha
Prá machucar os corações"
Nem vem que não tem
Nem vem de garfo
Que hoje é dia de sopa
Esquenta o ferro
Passa a minha roupa
Eu nesse embalo
Vou botar prá quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!...
Nem vem que não tem
Nem vem de escada
Que o incêndio é no porão
Tira o tamanco
Tem sinteco no chão
Eu nesse embalo
Vou botar prá quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!...
Nem vem!
Numa casa de caboclo
Já disseram um é pouco
Dois é bom, três é demais
Nem vem!
Guarda teu lugar na fila
Todo homem que vacila
domingo, 4 de janeiro de 2009
O carango
O carango (jovem guarda, 1966) - Nonato Buzar e Carlos Imperial
Copacaba carro zarpar
Todo lubrificado
Prá não enguiçar
Roda talalarga genial
Botando minha banca
Muito natural
Simbora...1 2 3
Camisa verde claro, calça santropê
E dominando com o carango
Todo mundo vê
Ninguém sabo o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
Depois das seis
Tem que acender farol
Garota de menor não pode ser sem sol..ahhh
Barra da Tijuca ja michou
A onda agora é
Deixa cair no levador
Simbora...1 2 3
Garota mini saia essa onda é bem
E todo mundo no carango
Não sobrou ninguém
Ninguém sabo o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
Mas em São Paulo eu boto prá quebrar
Ah! Eu pego o meu carango
E vou pro Guarujá
Paro o carro frente pro mar
Barra limpa bonequinha
Chega mais prá cá
Simbora...1 2 3
Capota levantada prá ninguém nos ver
Um abraço, e um beijinho
Isso é que é viver
Ninguém sabe o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
Copacaba carro zarpar
Todo lubrificado
Prá não enguiçar
Roda talalarga genial
Botando minha banca
Muito natural
Simbora...1 2 3
Camisa verde claro, calça santropê
E dominando com o carango
Todo mundo vê
Ninguém sabo o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
Depois das seis
Tem que acender farol
Garota de menor não pode ser sem sol..ahhh
Barra da Tijuca ja michou
A onda agora é
Deixa cair no levador
Simbora...1 2 3
Garota mini saia essa onda é bem
E todo mundo no carango
Não sobrou ninguém
Ninguém sabo o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
Mas em São Paulo eu boto prá quebrar
Ah! Eu pego o meu carango
E vou pro Guarujá
Paro o carro frente pro mar
Barra limpa bonequinha
Chega mais prá cá
Simbora...1 2 3
Capota levantada prá ninguém nos ver
Um abraço, e um beijinho
Isso é que é viver
Ninguém sabe o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
O carango
O carango (jovem guarda, 1966) - Nonato Buzar e Carlos Imperial
Copacaba carro zarpar
Todo lubrificado
Prá não enguiçar
Roda talalarga genial
Botando minha banca
Muito natural
Simbora...1 2 3
Camisa verde claro, calça santropê
E dominando com o carango
Todo mundo vê
Ninguém sabo o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
Depois das seis
Tem que acender farol
Garota de menor não pode ser sem sol..ahhh
Barra da Tijuca ja michou
A onda agora é
Deixa cair no levador
Simbora...1 2 3
Garota mini saia essa onda é bem
E todo mundo no carango
Não sobrou ninguém
Ninguém sabo o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
Mas em São Paulo eu boto prá quebrar
Ah! Eu pego o meu carango
E vou pro Guarujá
Paro o carro frente pro mar
Barra limpa bonequinha
Chega mais prá cá
Simbora...1 2 3
Capota levantada prá ninguém nos ver
Um abraço, e um beijinho
Isso é que é viver
Ninguém sabe o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
Copacaba carro zarpar
Todo lubrificado
Prá não enguiçar
Roda talalarga genial
Botando minha banca
Muito natural
Simbora...1 2 3
Camisa verde claro, calça santropê
E dominando com o carango
Todo mundo vê
Ninguém sabo o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
Depois das seis
Tem que acender farol
Garota de menor não pode ser sem sol..ahhh
Barra da Tijuca ja michou
A onda agora é
Deixa cair no levador
Simbora...1 2 3
Garota mini saia essa onda é bem
E todo mundo no carango
Não sobrou ninguém
Ninguém sabo o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
Mas em São Paulo eu boto prá quebrar
Ah! Eu pego o meu carango
E vou pro Guarujá
Paro o carro frente pro mar
Barra limpa bonequinha
Chega mais prá cá
Simbora...1 2 3
Capota levantada prá ninguém nos ver
Um abraço, e um beijinho
Isso é que é viver
Ninguém sabe o duro que dei
Prá ter fon fon
Trabalhei, trabalhei (2x)
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Carlos Imperial
Carlos Imperial (Carlos Eduardo Corte Imperial), compositor, nasceu em Cachoeira do Itapemirim ES em 24/11/1935 e faleceu no Rio de Janeiro RJ em 4/11/1992. Desde cedo se interessou por música, colecionando discos importados. Mais tarde, já no Rio de Janeiro, conheceu Johnny Alf, de quem se tornou aluno de piano. Participou de clubes de jazz com sessões aos domingos à tarde.No inicio da década de 1950 fez sua primeira composição Menina, e estreou como ator no programa Câmara Um, de Jaci Campos, na TV Tupi, do Rio de Janeiro. Passando depois a assistente daquele produtor, fez quadros de rock no programa Meio dia.
Em 1958, comandando o programa Clube do Rock, na TV Continental, do Rio de Janeiro, foi o descobridor do cantor Roberto Carlos, que estreou em disco em 1959 com duas músicas suas, João e Maria e Fora do tom, gravadas na Philips. No ano seguinte Roberto Carlos gravou mais duas músicas de sua autoria, Brotinho sem juízo e Canção do amor nenhum.
Nessa época, apresentava os programas Festa de Brotos, na TV Tupi, e Os Brotos Comandam, na TV Continental e Radio Guanabara, onde surgiram diversos ídolos da jovem guarda, como Eduardo Araújo, e Renato e seus Blue Caps. A partir da afirmação do movimento, compôs musicas de sucesso como Goiabão e Vem quente que eu estou fervendo (ambas com Eduardo Araújo), gravadas respectivamente por Eduardo Araajo e Erasmo Carlos.
Também nessa fase alcançou grande êxito com Mamãe passou açúcar em mim, gravada por Wilson Simonal, e com A praça, que, gravada por Ronnie Von e por Wilson Simonal, se tornou um de seus maiores sucessos como compositor. Compôs também em parceria com Ataulfo Alves, pouco antes da morte deste, três sambas, dos quais Você passa, eu acho graça, foi o de maior popularidade.
A partir da década de 1970 dedicou-se ao jornalismo, à produção de filmes e à política, sendo o vereador mais votado do Rio de Janeiro em 1984.
Obras: Brotinho sem juízo, 1960; Canção do amor nenhum, 1960; Fora do tom, 1959; Goiabão (c/Eduardo Araújo), 1967; João e Maria, 1959; Mamãe passou açúcar em mim, s.d.; Menina, s.d.; A praça, 1967; Vem quente que eu estou fervendo (c/Eduardo Araújo), s.d.; Você passa e eu acho graça (c/Ataulfo Alves), 1971.
Fonte: Enciclopédia da música Brasileira - Art Editora PubliFolha
Carlos Imperial
Carlos Imperial (Carlos Eduardo Corte Imperial), compositor, nasceu em Cachoeira do Itapemirim ES em 24/11/1935 e faleceu no Rio de Janeiro RJ em 4/11/1992. Desde cedo se interessou por música, colecionando discos importados. Mais tarde, já no Rio de Janeiro, conheceu Johnny Alf, de quem se tornou aluno de piano. Participou de clubes de jazz com sessões aos domingos à tarde.No inicio da década de 1950 fez sua primeira composição Menina, e estreou como ator no programa Câmara Um, de Jaci Campos, na TV Tupi, do Rio de Janeiro. Passando depois a assistente daquele produtor, fez quadros de rock no programa Meio dia.
Em 1958, comandando o programa Clube do Rock, na TV Continental, do Rio de Janeiro, foi o descobridor do cantor Roberto Carlos, que estreou em disco em 1959 com duas músicas suas, João e Maria e Fora do tom, gravadas na Philips. No ano seguinte Roberto Carlos gravou mais duas músicas de sua autoria, Brotinho sem juízo e Canção do amor nenhum.
Nessa época, apresentava os programas Festa de Brotos, na TV Tupi, e Os Brotos Comandam, na TV Continental e Radio Guanabara, onde surgiram diversos ídolos da jovem guarda, como Eduardo Araújo, e Renato e seus Blue Caps. A partir da afirmação do movimento, compôs musicas de sucesso como Goiabão e Vem quente que eu estou fervendo (ambas com Eduardo Araújo), gravadas respectivamente por Eduardo Araajo e Erasmo Carlos.
Também nessa fase alcançou grande êxito com Mamãe passou açúcar em mim, gravada por Wilson Simonal, e com A praça, que, gravada por Ronnie Von e por Wilson Simonal, se tornou um de seus maiores sucessos como compositor. Compôs também em parceria com Ataulfo Alves, pouco antes da morte deste, três sambas, dos quais Você passa, eu acho graça, foi o de maior popularidade.
A partir da década de 1970 dedicou-se ao jornalismo, à produção de filmes e à política, sendo o vereador mais votado do Rio de Janeiro em 1984.
Obras: Brotinho sem juízo, 1960; Canção do amor nenhum, 1960; Fora do tom, 1959; Goiabão (c/Eduardo Araújo), 1967; João e Maria, 1959; Mamãe passou açúcar em mim, s.d.; Menina, s.d.; A praça, 1967; Vem quente que eu estou fervendo (c/Eduardo Araújo), s.d.; Você passa e eu acho graça (c/Ataulfo Alves), 1971.
Fonte: Enciclopédia da música Brasileira - Art Editora PubliFolha
quinta-feira, 8 de março de 2007
Mamãe passou açúcar em mim
Wilson Simonal
Mamãe passou açúcar em mim (jovem guarda, 1966) - Carlos Imperial
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Eu sei que tenho
Muitas garotas
Todas gamadinhas por mim
E todo dia
É uma agonia
Não posso mais andar na rua
É o fim...
Eu era neném
Não tinha talco
Mamãe passou açúcar em mim...
Sei de muito broto
Que anda louco
Prá dá uma bitoca em mim
E na verdade
Na minha idade
Eu nunca vi
Ter tanto broto assim...
Eu era neném
Não tinha talco
Mamãe passou açúcar em mim...
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Mamãe passou açúcar em mim (jovem guarda, 1966) - Carlos Imperial
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Eu sei que tenho
Muitas garotas
Todas gamadinhas por mim
E todo dia
É uma agonia
Não posso mais andar na rua
É o fim...
Eu era neném
Não tinha talco
Mamãe passou açúcar em mim...
Sei de muito broto
Que anda louco
Prá dá uma bitoca em mim
E na verdade
Na minha idade
Eu nunca vi
Ter tanto broto assim...
Eu era neném
Não tinha talco
Mamãe passou açúcar em mim...
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Mamãe passou açúcar em mim
Wilson Simonal
Mamãe passou açúcar em mim (jovem guarda, 1966) - Carlos Imperial
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Eu sei que tenho
Muitas garotas
Todas gamadinhas por mim
E todo dia
É uma agonia
Não posso mais andar na rua
É o fim...
Eu era neném
Não tinha talco
Mamãe passou açúcar em mim...
Sei de muito broto
Que anda louco
Prá dá uma bitoca em mim
E na verdade
Na minha idade
Eu nunca vi
Ter tanto broto assim...
Eu era neném
Não tinha talco
Mamãe passou açúcar em mim...
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Mamãe passou açúcar em mim (jovem guarda, 1966) - Carlos Imperial
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Eu sei que tenho
Muitas garotas
Todas gamadinhas por mim
E todo dia
É uma agonia
Não posso mais andar na rua
É o fim...
Eu era neném
Não tinha talco
Mamãe passou açúcar em mim...
Sei de muito broto
Que anda louco
Prá dá uma bitoca em mim
E na verdade
Na minha idade
Eu nunca vi
Ter tanto broto assim...
Eu era neném
Não tinha talco
Mamãe passou açúcar em mim...
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lá Lalalalalá!
sábado, 22 de julho de 2006
Você passa, eu acho graça
Clara Nunes
Você passa, eu acho graça (samba,1968) - Carlos Imperial e Ataulfo Alves
Você passa, eu acho graça (samba,1968) - Carlos Imperial e Ataulfo Alves
Am E
QUIS VOCÊ PRA MEU AMOR
Am
E VOCÊ NÃO ENTENDEU
E
QUIS FAZER VOCÊ A FLOR
Am
DE UM JARDIM SOMENTE MEU
A
QUIS LHE DAR TODA TERNURA
Dm
QUE HAVIA DENTRO DE MIM
G
VOCÊ FOI A CRIATURA
Am
QUE ME FEZ TÃO TRISTE ASSIM
E Am
AH! E AGORA VOCÊ PASSA, EU ACHO GRAÇA
E
NESSA VIDA TUDO PASSA
Am
E VOCÊ TAMBÉM PASSOU
E
ENTRE AS FLORES,
Am
VOCÊ ERA A MAIS BELA
E
MINHA ROSA AMARELA
Am
QUE DESFOLHOU, PERDEU A COR
Am E
TANTA VOLTA O MUNDO DÁ
Am
NESSE MUNDO EU JÁ RODEI
E
VOLTEI AO MESMO LUGAR
Am
ONDE UM DIA EU ENCONTREI
A
MINHA MUSA, MINHA LIRA,
Dm
MINHA DOCE INSPIRAÇÃO
G
SEU AMOR FOI A MENTIRA
Am
QUE QUEBROU MEU VIOLÃO
E Am
AH! E AGORA VOCÊ PASSA, EU ACHO GRAÇA
E
NESSA VIDA TUDO PASSA
Am
E VOCÊ TAMBÉM PASSOU
E Am
ENTRE AS FLORES, VOCÊ ERA A MAIS BELA
E
MINHA ROSA AMARELA
Am
QUE DESFOLHOU, PERDEU A COR
Am E
SEU JOGO É CARTA MARCADA
Am
ME ENGANEI, NÃO SEI PORQUÊ
E
SEM SABER QUE EU ERA NADA
Am
FIZ MEU TUDO DE VOCÊ
A
PRA VOCÊ FUI AVENTURA
Dm
VOCÊ FOI MINHA ILUSÃO
G
NOSSO AMOR FOI UMA JURA
Am
QUE MORREU SEM ORAÇÃO
E Am
AH! E AGORA VOCÊ PASSA, EU ACHO GRAÇA
E
NESSA VIDA TUDO PASSA
Am
E VOCÊ TAMBÉM PASSOU
E Am
ENTRE AS FLORES, VOCÊ ERA A MAIS BELA
E
MINHA ROSA AMARELA
Am
QUE DESFOLHOU, PERDEU A COR
terça-feira, 23 de maio de 2006
A praça
Ronnie Von - Jovem Guarda
A praça (marcha, 1967) - Carlos Imperial
A praça (marcha, 1967) - Carlos Imperial
Tom: G
Intro: G Am D G Am D G
G G#º Am
Hoje eu acordei com saudades de você
D G
Beijei aquela foto que você me ofertou
G#º Am
Sentei naquele banco da pracinha só porque
D G
Foi lá que começou o nosso amor
G G#º Am
Senti que os passarinhos todos me reconheceram
D G
E eles entenderam toda minha solidão
Em Am
Ficaram tão tristonhos e até emudeceram
D G
Aí então eu fiz esta canção
Am
A mesma praça, o mesmo banco
D G
As mesmas flores, o mesmo jardim
Am
Tudo é igual, mas estou triste
D G D
Porque não tenho você perto de mim
G G#º Am
Beijei aquela árvore tão linda onde eu
D G
Com meu canivete um coração eu desenhei
G#º Am
Escrevi no coração meu nome junto ao seu
D G
Ser seu grande amor então jurei
G#º Am
O guarda ainda é o mesmo que um dia me pegou
D G
Roubando uma rosa amarela pra você
G#º Am
Ainda tem balanço, tem gangorra meu amor
D G
Crianças que não param de correr
A mesma praça...
G G#º Am
Aquele bom velhinho pipoqueiro foi quem viu
D G
Quando envergonhado de namoro eu lhe falei
G#º Am
Ainda é o mesmo sorveteiro que assistiu
D G
Ao primeiro beijo que eu lhe dei
G G#º Am
A gente vai crescendo, vai crescendo
E o tempo passa
D G
E nunca esquece a felicidade que encontrou
G#º Am
Sempre eu vou lembrar do nosso banco
Lá da praça
D G
Foi lá que começou o nosso amor
A mesma praça...sexta-feira, 19 de maio de 2006
Pra nunca mais chorar
Vanusa
Pra nunca mais chorar (1968) - Carlos Imperial e Eduardo Araújo
Pra nunca mais chorar (1968) - Carlos Imperial e Eduardo Araújo
Tom: A
Introdução: A E7 A E7
A E7
Vem, vem pra bem perto dos meus olhos
A
Vivo tristonha a te esperar
A7 D
Viver pra sempre junto a ti
A E7 A E7 A E7
Oh! Pra nunca mais chorar
A E7
Vem, traz teus abraços pros meus braços
A
As tuas mãos queo beijar
A7 D
Viver pra sempre junto a ti
A E7 A E7 A E7
Oh! Pra nunca mais chorar
A E7
Vem, traz tua boca pros meus beijos
A
Somente a ti eu quero amar
A7 D
Viver pra sempre junto a ti
A E7 A
Oh! Pra nunca mais chorar
E7 A
Oh! Pra nunca mais chorar
E7 A
Oh! Pra nunca mais chorar. quinta-feira, 18 de maio de 2006
Vem quente que eu estou fervendo
Cantor e compositor, o mineiro Eduardo Araújo é também fazendeiro e criador de gado, como o pai e o irmão Lívio, na cidade de Joaíma (MG). Uma ocasião, ao discutir um impasse numa transação de gado, Lívio, que é muito espirituoso, disse para o comprador: “Para a gente fechar o negócio vou tirar umas tantas cabeças e fazer o preço. Se a proposta lhe convier, pode vir quente que eu estou fervendo.” Imediatamente, Eduardo sentiu que a frase dava música e começou a compor o refrão, deixando a segunda parte para o parceiro Carlos Imperial.
Um letrista razoável, atento aos modismos e com o faro do sucesso, mas, sobretudo, figura de grande importância no processo de Popularização do rock no Brasil — participou de uma infinidade de programas de rádio e televisão e ajudou na iniciação profissional de vários artistas, inclusive Roberto Carlos —, Imperial fez então uma letra rebelde e divertida: “Pode tirar seu time de campo / o meu coração é do tamanho de um trem / iguais a você eu apanhei mais de cem / (...) / mas se você quer brigar / e acha que com isso estou sofrendo / se enganou meu bem / pode vir quente que eu estou fervendo...”.
O “Rei do Rock de Minas”, Eduardo Araújo andava na época afastado das atividades artísticas, morando numa fazenda, depois de ter sido, no início dos anos sessenta, um assíduo convidado de programas das radiose tevês como “Alô Brotos” (Mayrink Veiga), “Hoje É Dia de Rock” (TV Rio) e “Os Brotos Comandam” (TV Continental). Mesmo assim, resolveu retornar para gravar na Odeon o seu primeiro elepê, O bom, que incluiu “Vem Quente que Eu Estou Fervendo”, com a harmonia da primeira parte passando para o modo maior, por sugestão do maestro Peruzzi, a fim de dar, segundo ele, maior peso ao arranjo da banda.
No entanto, foi a gravação de Erasmo Carlos, imediatamente posterior, com um grupo de rock e mantendo a harmonia original, que estourou nas paradas. Coincidindo com outros êxitos seus como “O Bom” (em que seu nome, por lapso, não constou como co-autor) e “Goiabão”, “Vem Quente” projetaria Eduardo entre os ídolos da juventude, sendo ele convidado para comandar, ao lado da cantora Silvinha, com quem se casou, o programa “O Bom”, transmitido aos sábados pela TV Excelsior, na mesma linha da “Jovem Guarda”, da Record.
Já Carlos Imperial, que morreu aos 57 anos, em 4.11.92, deixou além de “Vem Quente que Eu Estou Fervendo”, vários grandes sucessos como “A Praça”, “Mamãe Passou Açúcar em Mim”, “Nem Vem que Não Tem”, “O Carango” e o samba “Você – (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).
Vem quente que eu estou fervendo (1967) - Carlos Imperial e Eduardo Araújo
F#m A
se você quer brigar
D C#7 F#m A D C#7
e acha com isso estou sofrendo
F#m A
se enganou meu bem
D C#7 F#m A D C#7
pode vir quente que eu estou fervendo
REFRÃO F#m A
mas se você quer brigar
D C#7 F#m A D C#7
e acha com isso estou sofrendo
F#m A
se enganou meu bem
D C#7 F#m
pode vir quente que eu estou fervendo
B7
pode tirar
seu time de campo
o meu coração é do tamanho de um trem
iguais a você
eu já ganhei mais de cem
F#m7 D C#7
pode vir quente que eu estou fervendo
REFRÃO
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