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domingo, 16 de janeiro de 2011

Lafayette

Lafayette
Lafayette (Lafayette Coelho Vargas Limp), instrumentista, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 11/3/1943. Aos cinco anos iniciou estudos musicais com Nair Bevilacqua Barroso Neto e, mais tarde, Zilá Moura Brito, ambas do Conservatório Nacional de Música.

Em 1958 formou com um grupo de amigos o conjunto The Blue Jeans Rock, no qual se destacou como pianista.

Em seguida, estudou órgão, formando em 1967 o conjunto Sambrasa, no qual atuava como organista, executando músicas de iê-iê-ié com grande sucesso, em arranjos de sua autoria.

Excursionou pela Argentina, Uruguai e Paraguai, tendo acompanhado gravações de Roberto e Erasmo Carlos (com quem realizou sua primeira gravação, Terror dos namorados, na RGE), Wanderléia e Jerry Adriani.

Recebeu, entre outros prêmios, o Troféu Chico Viola e o disco de ouro da gravadora CBS, onde gravou inúmeros LPs de grande vendagem.

Em 2004, aos 62 anos, tocando em bailes e restaurantes de Niterói foi resgatado pelos jovens músicos do grupo Os Tremendões que o encontraram tocando forró em um shopping da Zona Norte do Rio.

Admiradores da música dos anos 60 em geral, convidaram-no para tocar com eles, surgindo assim o grupo Lafayette e os Tremendões, que tem Melvin no baixo e Marcelo Callado na bateria. O grupo estreou no Teatro Odisséia, na Lapa, em dezembro de 2004.

Em 2005, em comemoração aos 40 anos da Jovem Guarda, o grupo apresentou temporada de shows também no Teatro Odisséia, em que receberam convidados como Leoni e a roqueira mexicana Julieta Venegas. Nesse ano, fizeram diversos shows em locais variados, adotando o nome de Lafayette e os Tremendões.

Em fevereiro de 2007, às vésperas do carnaval, encerrou, com Os Tremendões, temporada na casa de shows Estrela da Lapa, no Rio de Janeiro, após encher a casa por diversas quintas-feiras.

Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha - 2a. Edição - 1998; Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Cleide Alves


Cleide Alves (Cleide Alves da Silva - 5/12/1946 Rio de Janeiro, RJ), cantora, surgiu na vida artística em 1960, quando lançou o seu primeiro disco, pela gravadora Copacabana, interpretando Help, help, Maybe, de Fernando Costa, Alfredo Max e Chamarelli e Seguindo e cantando, de Roberto Correia.

Em 1962 gravou Chega, de Floyd Robinson e Demétrius e Meu anjo da guarda, de Rossini Pinto e Fernando Costa. No ano seguinte gravou do então pouco conhecido cantor e compositor Roberto Carlos, o twist Procurando um broto.

Em 1964 lançou o LP Twist, Hully Gully e Cleide Alves, pela RGE, acompanhada pelo conjunto Renato e seus Blue Caps. Atuou ao longo dos anos 60 gravando vários compactos e obtendo algum sucesso no período da Jovem Guarda.

Em 1968 lançou compacto simples com as músicas Você não serve pra ser meu namorado e Não me diga adeus agora. Com o declínio do movimento, afastou-se do meio artístico.

Nos anos 1990 retornou às gravações no disco comemorativo aos 30 anos da Jovem Guarda interpretando Estúpido Cupido.



Discografia

(1968) Você não serve para ser meu namorado / Não me diga adeu agora - RCA - Compacto simples, (1964) Twist, Hully Gully e Cleide Alves - RGE - LP, (1963) Habib twist / Procurando um broto - Copacabana - 78, (1961) Chega / Meu anjo da guarda - Copacabana - 78, (1960) Help, help, Maybe / Seguindo e cantando - Copacabana - 78.

Cleide Alves


Cleide Alves (Cleide Alves da Silva - 5/12/1946 Rio de Janeiro, RJ), cantora, surgiu na vida artística em 1960, quando lançou o seu primeiro disco, pela gravadora Copacabana, interpretando Help, help, Maybe, de Fernando Costa, Alfredo Max e Chamarelli e Seguindo e cantando, de Roberto Correia.

Em 1962 gravou Chega, de Floyd Robinson e Demétrius e Meu anjo da guarda, de Rossini Pinto e Fernando Costa. No ano seguinte gravou do então pouco conhecido cantor e compositor Roberto Carlos, o twist Procurando um broto.

Em 1964 lançou o LP Twist, Hully Gully e Cleide Alves, pela RGE, acompanhada pelo conjunto Renato e seus Blue Caps. Atuou ao longo dos anos 60 gravando vários compactos e obtendo algum sucesso no período da Jovem Guarda.

Em 1968 lançou compacto simples com as músicas Você não serve pra ser meu namorado e Não me diga adeus agora. Com o declínio do movimento, afastou-se do meio artístico.

Nos anos 1990 retornou às gravações no disco comemorativo aos 30 anos da Jovem Guarda interpretando Estúpido Cupido.



Discografia

(1968) Você não serve para ser meu namorado / Não me diga adeu agora - RCA - Compacto simples, (1964) Twist, Hully Gully e Cleide Alves - RGE - LP, (1963) Habib twist / Procurando um broto - Copacabana - 78, (1961) Chega / Meu anjo da guarda - Copacabana - 78, (1960) Help, help, Maybe / Seguindo e cantando - Copacabana - 78.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Você não serve pra ser meu namorado

Cleide Alves

Você não serve pra ser meu namorado (jovem guarda, 1968) - Cláudio Fontana e Wanderley Cardoso

Você não serve,
Não serve prá ser meu namorado.
Pois me falaram meu bem,
Falaram que você é casado.

Por muito tempo,
A você eu dei meu carinho.
Mas tudo agora acabou,
Derramaram água no vinho.

Agora é tarde demais,
Procure outra qualquer.
Pois comigo agora já não dá mais pé.
Não adianta insistir,
Nem mesmo se desculpar.
Com homem casado não vou namorar.

Você não serve pra ser meu namorado

Cleide Alves

Você não serve pra ser meu namorado (jovem guarda, 1968) - Cláudio Fontana e Wanderley Cardoso

Você não serve,
Não serve prá ser meu namorado.
Pois me falaram meu bem,
Falaram que você é casado.

Por muito tempo,
A você eu dei meu carinho.
Mas tudo agora acabou,
Derramaram água no vinho.

Agora é tarde demais,
Procure outra qualquer.
Pois comigo agora já não dá mais pé.
Não adianta insistir,
Nem mesmo se desculpar.
Com homem casado não vou namorar.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Getúlio Cortes

Getúlio Cortes (Getúlio Francisco Cortes), compositor e cantor, nasceu no Rio de Janeiro em 22/03/38. Iniciou carreira fazendo dublagens de Sammy Davis Jr., Frankie Lana, Louis Armstrong, Frank Sinatra e outros.

Sem ter estudado música e apenas com alguma noções de violão, em 1960, começou a tocar como amador na Rádio Mayrink Veiga; no ano seguinte transferiu-se para a Rádio Tupi e, depois, para a Rádio Mundial. Nessa época organizou o Wonderful Boys, conjunto integrado por ele, o cantor Pedro Paulo e Jocelin Braga.

Ainda em 1961, cantou na boate Plaza, do Rio de Janeiro. Em 1962, fez sua primeira com posição Negro gato (baseada em Three cool cats, de Jerry Leiber e Mike Stoller), lançada por Renato e seus Blue Caps, em 1965, e revivida com sucesso por Roberto Carlos no ano seguinte. A partir de 1963, manteve contato com o pessoal da Jovem Guarda, de quem recebeu muita influência.

Em 1967 foi assistente musical de Carlos Manga, e atuou nos programas Rio Jovem Guarda, na TV-Rio, e Jovem Guarda, na TV Record, em São Paulo SP, ambos comandados por Roberto Carlos. Nessa época, foi representante da APA Produções Artisticas, responsável pelos contratos de Roberto Carlos, Martinha, The Jet Blacks, Leno e Lílian e outros.

Em 1968 foi diretor musical do filme Jovens pra frente, de Alcino Dinis, no qual trabalharam Rosemary, Jair Rodrigues e Oscarito.

Muitas canções de sua autoria fizeram sucesso na voz de Roberto Carlos, como Noite de terror (1964), O feio (com Renato Barros, 1965), Pega ladrão (1965), O sósia (1967), Quase fui lhe procurar (1968, regravada por Roberto em 1995), O tempo vai apagar (com Paulo César Barros, 1968), Uma palavra amiga (1970) e Eu só tenho um caminho (1971).

O outro intérprete mais constante, Renato e Seus Blue Caps, transformou em sucessos Esqueça e perdoe (1965), Disse-me-disse (1969), Tudo tem seu preço (1970) e 46-77-23 (1971).

Trabalhou também como diretor musical de grava doras Em 1995, Roberto Carlos regravou Quase fui lhe procurar, mesma música que Luís Melodia incluiu em seu CD 14 quilates, de 1997.

Obras


O feio (c/Renato Barros), 1965; O gênio, 1966; Negro gato, 1963; Noite de terror, 1965; Quase fui lhe procurar, 1968; O sósia, 1967; O tempo vai apagar (c/Paulo César Barros), 1968; Tudo tem seu preço, 1970.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFOLHA.

Getúlio Cortes

Getúlio Cortes (Getúlio Francisco Cortes), compositor e cantor, nasceu no Rio de Janeiro em 22/03/38. Iniciou carreira fazendo dublagens de Sammy Davis Jr., Frankie Lana, Louis Armstrong, Frank Sinatra e outros.

Sem ter estudado música e apenas com alguma noções de violão, em 1960, começou a tocar como amador na Rádio Mayrink Veiga; no ano seguinte transferiu-se para a Rádio Tupi e, depois, para a Rádio Mundial. Nessa época organizou o Wonderful Boys, conjunto integrado por ele, o cantor Pedro Paulo e Jocelin Braga.

Ainda em 1961, cantou na boate Plaza, do Rio de Janeiro. Em 1962, fez sua primeira com posição Negro gato (baseada em Three cool cats, de Jerry Leiber e Mike Stoller), lançada por Renato e seus Blue Caps, em 1965, e revivida com sucesso por Roberto Carlos no ano seguinte. A partir de 1963, manteve contato com o pessoal da Jovem Guarda, de quem recebeu muita influência.

Em 1967 foi assistente musical de Carlos Manga, e atuou nos programas Rio Jovem Guarda, na TV-Rio, e Jovem Guarda, na TV Record, em São Paulo SP, ambos comandados por Roberto Carlos. Nessa época, foi representante da APA Produções Artisticas, responsável pelos contratos de Roberto Carlos, Martinha, The Jet Blacks, Leno e Lílian e outros.

Em 1968 foi diretor musical do filme Jovens pra frente, de Alcino Dinis, no qual trabalharam Rosemary, Jair Rodrigues e Oscarito.

Muitas canções de sua autoria fizeram sucesso na voz de Roberto Carlos, como Noite de terror (1964), O feio (com Renato Barros, 1965), Pega ladrão (1965), O sósia (1967), Quase fui lhe procurar (1968, regravada por Roberto em 1995), O tempo vai apagar (com Paulo César Barros, 1968), Uma palavra amiga (1970) e Eu só tenho um caminho (1971).

O outro intérprete mais constante, Renato e Seus Blue Caps, transformou em sucessos Esqueça e perdoe (1965), Disse-me-disse (1969), Tudo tem seu preço (1970) e 46-77-23 (1971).

Trabalhou também como diretor musical de grava doras Em 1995, Roberto Carlos regravou Quase fui lhe procurar, mesma música que Luís Melodia incluiu em seu CD 14 quilates, de 1997.

Obras


O feio (c/Renato Barros), 1965; O gênio, 1966; Negro gato, 1963; Noite de terror, 1965; Quase fui lhe procurar, 1968; O sósia, 1967; O tempo vai apagar (c/Paulo César Barros), 1968; Tudo tem seu preço, 1970.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFOLHA.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Lílian knapp

Lílian Knapp (Sílvia Lílian Barrie Knapp), cantora, compositora e modelo, nasceu no Rio de Janeiro em 30/3/1948. Ao lado de Leno, era a metade da dupla Leno e Lílian, um dos diversos grupos atuantes durante a Jovem Guarda.

Os dois conquistaram as rádios, em 1966, com Pobre menina (Hang on Sloopy) (Bert Russell - Wes Farrell - versão de Leno), Devolva-me (Lílian e Renato Barros) e Eu não sabia que você existia (Renato Barros - Tony).

Em 1967 estouraram mais uma vez com Coisinha estúpida (Something stupid) (Carson Parks - versão de Leno). A dupla se desfez em 1968, mas Lilian continuou a fazer sucesso, ganhando três discos de ouro com seus trabalhos solos.

Vendeu 500 mil cópias de Como se fosse meu irmão (1975), música que foi incluída na trilha sonora do longametragem Pixote. Em 1979 atingiu cerca de um milhão de discos vendidos do disco Lílian, ancorada pelo sucesso de Eu sou rebelde (Soy Rebelde) (M. Alejandro - versão de Paulo Coelho). O sucesssso seguinte foi Uma música lenta (Ed Wilson e Robert Livi), que ficou na casa das 850 mil cópias, em 1980.

Ancorada nesses sucessos, a cantora percorreu todo o Brasil e chegou a cantar na Argentina, Chile e Colômbia. Em seguida se especializou em ser cantora de estúdio, fazendo backing vocals para gravações de vários cantores, como Gal Costa, além de ter músicas gravadas por Sandra de Sá, José Augusto, Sandy e Júnior e Zezé di Camargo e Luciano.

Esporadicamente, reúne-se a Leno em shows comemorativos sobre a Jovem Guarda. Lançou mais dois discos solo, Lilian (1992) e Lilian Knapp (2001). No ano de 2000, sua canção Devolva-me foi reagravada com imenso sucesso pela cantora Adriana Calcanhotto.

Em 2002 Lilian relançou o Cd de 2001 com outro nome (Lilian Barrie) e com uma música inédita, Enrosca, de Gastão Lamounier. No decorrer de sua carreira, Lílian trocou algumas vezes seu nome artístico, tendo seu nome grafado nas capas de seus discos como Lílian, Lílian Knapp e Lílian Barrie. Atualmente se apresenta como integrante do grupo de rock Kinna, ao lado de Luís Sérgio Carlini e Cadu Nolla.

Fonte: Cantoras do Brasil.

Lílian knapp

Lílian Knapp (Sílvia Lílian Barrie Knapp), cantora, compositora e modelo, nasceu no Rio de Janeiro em 30/3/1948. Ao lado de Leno, era a metade da dupla Leno e Lílian, um dos diversos grupos atuantes durante a Jovem Guarda.

Os dois conquistaram as rádios, em 1966, com Pobre menina (Hang on Sloopy) (Bert Russell - Wes Farrell - versão de Leno), Devolva-me (Lílian e Renato Barros) e Eu não sabia que você existia (Renato Barros - Tony).

Em 1967 estouraram mais uma vez com Coisinha estúpida (Something stupid) (Carson Parks - versão de Leno). A dupla se desfez em 1968, mas Lilian continuou a fazer sucesso, ganhando três discos de ouro com seus trabalhos solos.

Vendeu 500 mil cópias de Como se fosse meu irmão (1975), música que foi incluída na trilha sonora do longametragem Pixote. Em 1979 atingiu cerca de um milhão de discos vendidos do disco Lílian, ancorada pelo sucesso de Eu sou rebelde (Soy Rebelde) (M. Alejandro - versão de Paulo Coelho). O sucesssso seguinte foi Uma música lenta (Ed Wilson e Robert Livi), que ficou na casa das 850 mil cópias, em 1980.

Ancorada nesses sucessos, a cantora percorreu todo o Brasil e chegou a cantar na Argentina, Chile e Colômbia. Em seguida se especializou em ser cantora de estúdio, fazendo backing vocals para gravações de vários cantores, como Gal Costa, além de ter músicas gravadas por Sandra de Sá, José Augusto, Sandy e Júnior e Zezé di Camargo e Luciano.

Esporadicamente, reúne-se a Leno em shows comemorativos sobre a Jovem Guarda. Lançou mais dois discos solo, Lilian (1992) e Lilian Knapp (2001). No ano de 2000, sua canção Devolva-me foi reagravada com imenso sucesso pela cantora Adriana Calcanhotto.

Em 2002 Lilian relançou o Cd de 2001 com outro nome (Lilian Barrie) e com uma música inédita, Enrosca, de Gastão Lamounier. No decorrer de sua carreira, Lílian trocou algumas vezes seu nome artístico, tendo seu nome grafado nas capas de seus discos como Lílian, Lílian Knapp e Lílian Barrie. Atualmente se apresenta como integrante do grupo de rock Kinna, ao lado de Luís Sérgio Carlini e Cadu Nolla.

Fonte: Cantoras do Brasil.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Se você voltar

Paulo Sérgio
Se você voltar (1968) - Nenéo  /   Interpretação: Paulo Sérgio

Estou sozinho sem saber por onde ando
Não sei dizer nem mesmo agora onde estou
Se me perguntam porque ando assim tão triste
Se é dor que estou sentindo por alguém que me deixou

Não sei dizer nem onde vi felicidade
Só sei dizer que a dor que sinto agora é por amar
Eu que sempre desejei viver sorrindo
E agora a dor que estou sentindo
Não me deixa lhe encontrar

Só sei dizer que cada dia que se passa
Os meus olhos rasos d’água
Te procuram sem cessar
E te encontrando sentirão felicidade
Vão saber que nada é triste
E que o amor ainda existe
Se você para mim voltar

Se você voltar

Se você voltar (1968) - Nenéo

Estou sozinho sem saber por onde ando
Não sei dizer nem mesmo agora onde estou
Se me perguntam porque ando assim tão triste
Se é dor que estou sentindo por alguém que me deixou

Não sei dizer nem onde vi felicidade
Só sei dizer que a dor que sinto agora é por amar
Eu que sempre desejei viver sorrindo
E agora a dor que estou sentindo
Não me deixa lhe encontrar

Só sei dizer que cada dia que se passa
Os meus olhos rasos d’água
Te procuram sem cessar
E te encontrando sentirão felicidade
Vão saber que nada é triste
E que o amor ainda existe
Se você para mim voltar

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Cláudio Fontana



O cantor e compositor Cláudio Fontana nasceu em São Luís do Maranhão, em 14 de junho de 1945. Desde pequeno sempre gostou de cantar e freqüentava programas de auditório das rádios de São Luís do Maranhão. Depois de ganhar alguns concursos para cantor, passou a apresentar um programa de televisão pela TV Difusora - Canal 4, chamado "Bar de Melodias", onde dividia a apresentação com o locutor da época (1963/64), Leonor Filho e "Nonato e Seu Conjunto". Nessa oportunidade, cantava bossa nova e sucessos populares da época.

Em 31 de dezembro de 1965, partiu para o Rio de Janeiro com o sonho de conquistar todo o Brasil, cantando e compondo. Lá, conheceu e mostrou seu trabalho para pessoas do meio artístico da época, como: Carlos Imperial (descobridor de Roberto Carlos), Wilton Franco (produtor musical na TV Excelsior - Rio), Sr. Barros, assessor artístico de Cauby Peixoto e Osmar Navarro.

Mas foi o empresário Genival Melo, que numa tarde de sábado de 1967, no Programa “Festa do Bolinha" - apresentado por Jair Taumaturgo (TV Rio - Canal 13 ) - , que ao escutar as músicas Não posso controlar meu pensamento e Doce de coco (ambas com Robert Livi), quem lhe deu a primeira grande oportunidade, gravando esta música com o cantor Wanderley Cardoso, seu contratado na época. Estas canções alcançariam os primeiros lugares da parada de sucesso daquele ano, sendo então o pontapé inicial das canções que Cláudio Fontana gravaria daí para frente com muitos cantores.

Em 1968 foi para São Paulo, onde gravou seus dois primeiros discos pela Gravadora Copacabana. Mas foi em 1970 que estourou em todo o Brasil com a música de autoria de Geraldo Nunes, chamada Adeus ingrata. Além de mais de 100 mil cópias vendidas, ganhou também o Troféu Chico Viola, da TV Record, entregue pelas mãos do grande comunicador Kalil Filho. Com o sucesso desta música, chegou ainda a participar duas vezes do programa Jovem Guarda de Roberto Carlos.

Sua carreira acabava de "decolar" e seu empresário formava um novo trio de cantores populares de sucesso, viajando por todo o Brasil: Nelson Ned, Antonio Marcos e Cláudio Fontana. A consolidação do sucesso como cantor de Cláudio Fontana se deu, entretanto, quando passou a fazer parte do quadro de maior sucesso do comunicador Sílvio Santos na TV Globo, “Os galãs cantam e dançam aos domingos”, ao lado de outros cantores como: Paulo Sérgio, Antonio Marcos, Wanderley Cardoso, Tony Angely, Ari Sanches, Djalma Lúcio, Jerry Adriani, Arthurzinho e Paulo Henrique, entre outros.

Nas décadas de 70 e 80, fez muitos sucessos como compositor, além de participar de Festivais Internacionais, como por exemplo: o Festival Internacional de La Canción, de Piriápolis, no Uruguai, onde participou diversas vezes. A primeira vez foi com a canção Se Jesus fosse um homem de cor, defendida pelo cantor, hoje ator Tony Tornado, em 1973.

Em 1975, mais uma vez participava como autor e de parceria com Antonio Marcos, com a canção Amor pela primeira vez, defendida pelo cantor Cláudio Roberto, conseguindo o quarto lugar. Em 1976, a cantora Sonia Maia, colocaria a canção Vamos caminhar juntos em primeiro lugar, indo assim parar nas mãos do compositor o troféu do XI Festival Internacional de La Canción de Costa a Costa. No I Festival da Canção do Panamá (1976), com a canção Que seas feliz defendida e interpretada pela cantora brasileira Carmen Silva, Cláudio Fontana conseguiu a terceira colocação.

Foi líder do Grupo Chocolate ao lado da esposa e dos dois filhos. Atualmente continua compondo, residindo no bairro do Brooklin, na cidade de São Paulo.

Cláudio Fontana

O cantor e compositor Cláudio Fontana nasceu em São Luís do Maranhão, em 14 de junho de 1945. Desde pequeno sempre gostou de cantar e freqüentava programas de auditório das rádios de São Luís do Maranhão. Depois de ganhar alguns concursos para cantor, passou a apresentar um programa de televisão pela TV Difusora - Canal 4, chamado "Bar de Melodias", onde dividia a apresentação com o locutor da época (1963/64), Leonor Filho e "Nonato e Seu Conjunto". Nessa oportunidade, cantava bossa nova e sucessos populares da época.

Em 31 de dezembro de 1965, partiu para o Rio de Janeiro com o sonho de conquistar todo o Brasil, cantando e compondo. Lá, conheceu e mostrou seu trabalho para pessoas do meio artístico da época, como: Carlos Imperial (descobridor de Roberto Carlos), Wilton Franco (produtor musical na TV Excelsior - Rio), Sr. Barros, assessor artístico de Cauby Peixoto e Osmar Navarro.

Mas foi o empresário Genival Melo, que numa tarde de sábado de 1967, no Programa “Festa do Bolinha" - apresentado por Jair Taumaturgo (TV Rio - Canal 13 ) - , que ao escutar as músicas Não posso controlar meu pensamento e Doce de coco (ambas com Robert Livi), quem lhe deu a primeira grande oportunidade, gravando esta música com o cantor Wanderley Cardoso, seu contratado na época. Estas canções alcançariam os primeiros lugares da parada de sucesso daquele ano, sendo então o pontapé inicial das canções que Cláudio Fontana gravaria daí para frente com muitos cantores.

Em 1968 foi para São Paulo, onde gravou seus dois primeiros discos pela Gravadora Copacabana. Mas foi em 1970 que estourou em todo o Brasil com a música de autoria de Geraldo Nunes, chamada Adeus ingrata. Além de mais de 100 mil cópias vendidas, ganhou também o Troféu Chico Viola, da TV Record, entregue pelas mãos do grande comunicador Kalil Filho. Com o sucesso desta música, chegou ainda a participar duas vezes do programa Jovem Guarda de Roberto Carlos.

Sua carreira acabava de "decolar" e seu empresário formava um novo trio de cantores populares de sucesso, viajando por todo o Brasil: Nelson Ned, Antonio Marcos e Cláudio Fontana. A consolidação do sucesso como cantor de Cláudio Fontana se deu, entretanto, quando passou a fazer parte do quadro de maior sucesso do comunicador Sílvio Santos na TV Globo, “Os galãs cantam e dançam aos domingos”, ao lado de outros cantores como: Paulo Sérgio, Antonio Marcos, Wanderley Cardoso, Tony Angely, Ari Sanches, Djalma Lúcio, Jerry Adriani, Arthurzinho e Paulo Henrique, entre outros.

Nas décadas de 70 e 80, fez muitos sucessos como compositor, além de participar de Festivais Internacionais, como por exemplo: o Festival Internacional de La Canción, de Piriápolis, no Uruguai, onde participou diversas vezes. A primeira vez foi com a canção Se Jesus fosse um homem de cor, defendida pelo cantor, hoje ator Tony Tornado, em 1973.

Em 1975, mais uma vez participava como autor e de parceria com Antonio Marcos, com a canção Amor pela primeira vez, defendida pelo cantor Cláudio Roberto, conseguindo o quarto lugar. Em 1976, a cantora Sonia Maia, colocaria a canção Vamos caminhar juntos em primeiro lugar, indo assim parar nas mãos do compositor o troféu do XI Festival Internacional de La Canción de Costa a Costa. No I Festival da Canção do Panamá (1976), com a canção Que seas feliz defendida e interpretada pela cantora brasileira Carmen Silva, Cláudio Fontana conseguiu a terceira colocação.

Foi líder do Grupo Chocolate ao lado da esposa e dos dois filhos. Atualmente continua compondo, residindo no bairro do Brooklin, na cidade de São Paulo.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Quero lhe dizer cantando

Quero lhe dizer cantando (1968) - Reinaldo Rayol e Renato Correia

Quero lhe dizer cantando
Tudo o que eu estou sofrendo
Quero lhe dizer chorando
Que aos poucos vou morrendo

Pois sem você não sou ninguém
E eu canto pra esquecer
O que sinto por você, meu bem

Vou dizer que eu choro
E o seu amor eu não imploro
Quero lhe dizer sorrindo
Sabendo que eu estou mentindo

Pois sem você não sou ninguém
E eu canto pra esquecer
O que sinto por você, meu bem

Meu coração está chorando
Pporque não tenho você
Pra disfarçar vou cantando
Sabendo que jamais vou lhe esquecer

Quero lhe dizer cantando

Quero lhe dizer cantando (1968) - Reinaldo Rayol e Renato Correia

Quero lhe dizer cantando
Tudo o que eu estou sofrendo
Quero lhe dizer chorando
Que aos poucos vou morrendo

Pois sem você não sou ninguém
E eu canto pra esquecer
O que sinto por você, meu bem

Vou dizer que eu choro
E o seu amor eu não imploro
Quero lhe dizer sorrindo
Sabendo que eu estou mentindo

Pois sem você não sou ninguém
E eu canto pra esquecer
O que sinto por você, meu bem

Meu coração está chorando
Pporque não tenho você
Pra disfarçar vou cantando
Sabendo que jamais vou lhe esquecer

Perto dos olhos, longe do coração

Perto dos olhos, longe do coração (1968) - Dori Edson e Marcos Roberto
INTRODUÇÃO:  A#  A  Dm

Dm Gm
Porque que toda vez que eu falo com você
C F
Você parece que não quer prestar nem atenção
Dm Gm
Porque meu bem você não aprendeu ainda a ver
C F A
Quem em meus olhos têm amor e muita emoção,
Dm C
Ah! Muita emoção

F C
Então eu choro,
F A
Esta solidão
Bis Dm
Você perto dos meus olhos
A# A Dm C (A# A Dm)
E tão longe do meu coração


Dm Gm
Eu hei de conseguir o teu amor por toda a vida
C F
Só que o caminho eu não sei minha querida
Dm Gm
Eu tenho que fingir que é amizade pra te ver
C F A
Embora as vezes sinta que você vai perceber
Dm C
Hum, você vai perceber


F C
Então eu choro...

Perto dos olhos, longe do coração

Perto dos olhos, longe do coração (1968) - Dori Edson e Marcos Roberto
INTRODUÇÃO:  A#  A  Dm

Dm Gm
Porque que toda vez que eu falo com você
C F
Você parece que não quer prestar nem atenção
Dm Gm
Porque meu bem você não aprendeu ainda a ver
C F A
Quem em meus olhos têm amor e muita emoção,
Dm C
Ah! Muita emoção

F C
Então eu choro,
F A
Esta solidão
Bis Dm
Você perto dos meus olhos
A# A Dm C (A# A Dm)
E tão longe do meu coração


Dm Gm
Eu hei de conseguir o teu amor por toda a vida
C F
Só que o caminho eu não sei minha querida
Dm Gm
Eu tenho que fingir que é amizade pra te ver
C F A
Embora as vezes sinta que você vai perceber
Dm C
Hum, você vai perceber


F C
Então eu choro...

Parabéns, querida

Parabéns, querida (1968) - Roberto Correia e Sílvio Son
Introdução: E

E B7
Parabéns pra você
Em
Nesta data... Querida
Em Am
Está fazendo um ano que nos separamos
B7
E até hoje eu nem sei por que brigamos
Em C B7
Só sei que este amor me traz tanta saudade
Em Am
Querida, eu já fiz tudo pra esquecer aquele dia
B7
Pois nunca mais eu consegui ter alegria
Em
Que me trouxesse um pouco de felicidade
Am Em
Um ano se passou, você nem se lembrou
B7 Em
Que o nosso amor foi grande até demais
Am Em
Não devo mais pensar, mas não posso evitar
F#7 B7 Em B7
Eu longe de você não tenho paz
E Em
Parabéns pra você
Em
Nesta data... Querida

Solo: Em Am B7 Em C B7

Em Am
Querida, eu já fiz tudo pra esquecer aquele dia...

Parabéns, querida

Parabéns, querida (1968) - Roberto Correia e Sílvio Son
Introdução: E

E B7
Parabéns pra você
Em
Nesta data... Querida
Em Am
Está fazendo um ano que nos separamos
B7
E até hoje eu nem sei por que brigamos
Em C B7
Só sei que este amor me traz tanta saudade
Em Am
Querida, eu já fiz tudo pra esquecer aquele dia
B7
Pois nunca mais eu consegui ter alegria
Em
Que me trouxesse um pouco de felicidade
Am Em
Um ano se passou, você nem se lembrou
B7 Em
Que o nosso amor foi grande até demais
Am Em
Não devo mais pensar, mas não posso evitar
F#7 B7 Em B7
Eu longe de você não tenho paz
E Em
Parabéns pra você
Em
Nesta data... Querida

Solo: Em Am B7 Em C B7

Em Am
Querida, eu já fiz tudo pra esquecer aquele dia...

Nem vem que não tem

Nem vem que não tem (1968) - Carlos Imperial

Ahahahahahaha!
-"Vamos voltar a pilantragem.
Xá comigo, uma musiquinha
Prá machucar os corações"

Nem vem que não tem
Nem vem de garfo
Que hoje é dia de sopa
Esquenta o ferro
Passa a minha roupa
Eu nesse embalo
Vou botar prá quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!...

Nem vem que não tem
Nem vem de escada
Que o incêndio é no porão
Tira o tamanco
Tem sinteco no chão
Eu nesse embalo
Vou botar prá quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!...

Nem vem!
Numa casa de caboclo
Já disseram um é pouco
Dois é bom, três é demais
Nem vem!
Guarda teu lugar na fila
Todo homem que vacila