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sábado, 22 de julho de 2006

Tiro ao álvaro

Demônios da Garoa - Elis Regina

Tiro ao álvaro - Adoniran Barbosa e Osvaldo Molles
Tom: Bb

     Bb     G7
De tanto levar
Cm
"frechada" do teu olhar
F7
meu peito até
Bb Bb7
parece sabe o que
Eb
"táubua"
Ebm Bb
de tiro ao "alvaro"
Cm
não tem mais
F7 Bb
onde furar, não tem mais
(REPETE 1ª PARTE)
      Cm        
Teu olhar mata mais
F7 Bb
que bala de carabina
Gm Cm
que veneno estricnina
F7 Bb Bb7
que peixeira de baiano
Eb
Teu olhar
Bb
mata mais que atropelamento
C7
de "automóver"
Cm
mata mais
F7 Bb
que bala de "revórver"

sexta-feira, 21 de julho de 2006

Pafunça

Demônios da Garoa

Pafunça - Adoniran Barbosa / Oswaldo Moles

Pafúnça, Pafúnça.
Pafúnça que pena pafunça
que nossa amizade virou bagunça
Pafúnça, Pafúnça.
Pafúnça que pena Pafunça
que nossa amizade virou bagunça

Pafúnça acabou-se a sopa / Que te dava pra eu morfar
Pafúnça acabou-se as ropa / Que eu te dava pra lavar
Hoje eu vivo no abandono / Um vira-lata sem dono
E pra me judiar Pafunça / Nem meu nome tu pronúnça

O teu coração sem amor / Se esfriou, se desligou,
Inté parece, Pafúnça, / Aqueles alevador,
Que está escrito "não funúnça" / E a gente sobe a pé!
E pra me judiar, Pafúnça / Nem meu nome tú pronúnça.