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sábado, 22 de julho de 2006

Samba Italiano

Demônios da Garoa

Samba Italiano - Adoniran Barbosa

Piove, piove
Fá tempo que piove quá Gigi
E io, sempre io
Sotto la tua finestra
E voi senza me sentire
Ridere, ridere
Di questo infelice qui
Ti ricordi Gioconda
De quella sera in Guarujá
Quando il mare
Ti portava via
E me chiamaste: "Aiuto, Marcello"
La tua Gioconda à paura di quest'onda

Samba do crioulo doido

Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

Observador afiado do cotidiano brasileiro, que criticava de forma inteligente e espirituosa, Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta, teve a oportunidade de conhecer o sucesso como compositor nos últimos meses de vida com o “Samba do Crioulo Doido”.

Satirizando as dificuldades dos autores de samba-enredo, obrigados a desenvolverem em suas composições temas históricos — muitas vezes absolutamente inadequados a uma descrição poética —, Sérgio fez neste samba uma divertida caricatura do gênero, misturando escravas, princesas, imperadores e estações de trens: “Foi em Diamantina / onde nasceu JK / que a princesa Leopoldina / arresolveu se casá / mas Chica da Silva / tinha outros pretendentes / e obrigou a princesa / a se casá com Tiradentes...”

E arrematou a confusão com o disparate maior, digno de um Lamartine Babo: “Assim se conta essa história / que é dos dois a maior glória / Dona Leopoldina virou trem / e Dom Pedro uma estação também.”

Com um prólogo falado, em que o autor esclarece ter o crioulo endoidado de vez, ao compor sobre o tema “A atual conjuntura”, o “Samba do Crioulo Doido” — cujo título tornou-se uma expressão popular — foi gravado pelo Quarteto em Cy, virando em seguida um musical, “o Show do Crioulo Doido”, estrelado pelo elenco do disco. Sérgio Marcos Rangel) Porto morreu de um ataque cardíaco no dia 29 de setembro de 1968 (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).

Samba do crioulo doido (1968) - Sérgio Porto / Interpretação: Demônios da Garoa

Am   E7       Am        A7
Foi em Diamantina /
Dm
Onde nasceu JK
E7 Am B7
Que a princesa Leopoldina /
E7 Am
Arresolveu se casá
A7 Dm
Mas Chica da Silva /
B7 F7 E7
Tinha outros pretendentes
Am Dm Am B7 E7 Am
E obrigou a princesa / A se casar com Tiradentes
Dm     E7    Am         B7        E7           Am
Lá iá lá iá lá ia / O bode que deu vou te contar
Dm E7 Am B7 E7 Am
Lá iá lá iá lá iá / O bode que deu vou te contar
   Dm     Am                     ( Dm )
Joaquim José / Que também é
E7 Am Gm6 A7 Dm E7
Da Silva Xavier / Queria ser dono do mundo
Am
E se elegeu Pedro II
( Am )
Das estradas de Minas / Seguiu pra São Paulo
( E7 )
E falou com Anchieta / O vigário dos índios
( Am )
Aliou-se a Dom Pedro / E acabou com a falseta
                                      E7
Da união deles dois / Ficou resolvida a questão
Dm E7 Am Dm E7 Am
E foi proclamada a escravidão/E foi proclamada a escravidão
Dm Am Dm E7 Am
Assim se conta essa história/Que é dos dois a maior glória
A7 Dm E7 Am
Da.Leopoldina virou trem / E D.Pedro é uma estação também
Dm          Am             B7        E7             Am
O, ô , ô, ô, ô, ô / O trem tá atrasado ou já passou
Dm Am B7 E7 Am
O, ô , ô, ô, ô, ô / O trem tá atrasado ou já passou

Triste madrugada


Triste madrugada (samba, 1967) - Jorge Costa
G                     Am
Triste madrugada foi aquela
D7 G Em
Que eu perdi meu violão
Am
Não fiz serenata pra ela
D7 G
E nem cantei uma linda canção(bis)
     Am    D7              G     Em
Uma canção para quem se ama
Am D7 G G7
E sai do coração dizendo assim:
         C
Abre a janela amor
G Em
Abre a janela
Am D7 G
Dê um sorriso e jogue uma flor para mim

Vem cantar comigo

Demônios da Garoa
Demônios da Garoa

Tom:  F
Introdução: F F7 Bb C7 F Gm C7 F

Gm
É de manhã... é de manhã...
C7 BIS
Já perdi o trem das onze...
F C7
Não vou mais pro Jaçanã vem meu povão

F C7 F Am G#m Gm D#7 D7
Vem, meu povão... vem sambar comigo numa boa...
Gm F BIS
Que samba é arte... quero ver você sambar...
F C7
Com Demônios da Garoa vem meu povão
Gm
Malvina joga a chave... não me chateia mais... BIS
C7 F C7
E fecha essa maloca que o Arnesto não vem mais... Iracema

F C7 F Am G#m Gm D#7 D7
Iracema, cuidado quando for atravessar
Gm C7
Lá no Bixiga encontrei as mariposas
F
Com lenço na moleira não dá pra acreditar
Gm
Minha Vila Esperança
C7 F
Lé no metrô eu não me canso de cantar

Triste margarida (Samba do metrô)


Triste margarida (Samba do metrô) - Adoniran Barbosa / Interpretação: Demônios da Garoa
Intr: (Cm Fm Cm Fm G Cm C7) 2X 
Cm
Você esta vendo aquela mulher
que vai indo ali
Fm G Cm C7
Ela não quer saber de mim
Fm G Cm
Sabem por que
G
Eu menti pra conquistar
G7 Cm
seu bem querer (x2)
C                A7       Dm
Eu disse a ela que trabalhava de engenheiro
G7 Dm G7 C
E o metrô de São Paulo estava em minhas mãos
A7 Dm
E que se desse tudo certo
G7 Dm G7 C

Seria a primeira passageira da inauguração
Dm         G7             C
Tudo ia indo muito bem
G7 C
Até que um dia, até que um dia
D7 Dm G7 C
Ela passou de onibus, pela via 23 de maio
G7
E da janela do coletivo me viu
Dm G7 C
Plantando grama no barranco da avenida
Fm G7 Cm
Hoje fiquei sabendo que ela é
________________________________
Fm G Cm
Orgulhosa, convencida
Fm G Cm
Não passa de uma trista margarida
________________________________(2X)
Introdução

Tiro ao álvaro

Demônios da Garoa - Elis Regina

Tiro ao álvaro - Adoniran Barbosa e Osvaldo Molles
Tom: Bb

     Bb     G7
De tanto levar
Cm
"frechada" do teu olhar
F7
meu peito até
Bb Bb7
parece sabe o que
Eb
"táubua"
Ebm Bb
de tiro ao "alvaro"
Cm
não tem mais
F7 Bb
onde furar, não tem mais
(REPETE 1ª PARTE)
      Cm        
Teu olhar mata mais
F7 Bb
que bala de carabina
Gm Cm
que veneno estricnina
F7 Bb Bb7
que peixeira de baiano
Eb
Teu olhar
Bb
mata mais que atropelamento
C7
de "automóver"
Cm
mata mais
F7 Bb
que bala de "revórver"

Ói nois aqui traveis


Ói nois aqui traveis - Adoniran Barbosa
Tom: G
Intro:G D7 G Em A7 D7 G

______________________________________
G Am
Voceis pensam que nois fumos embora
D7 G
Nóis enganemos voceis
E7 Am
Fingimos que fumos e vortemos
D7 G
Ói nóias aqui traveis
___________________________________(2X)

G
Nóis tava indo
E7
Tava quase lá
Am
E arresorvemo

Vortemos prá cá
D7 G Em
E agora nois vai ficar fregueis
A7 D7 G
Ói nois aqui traveis

Mulher, patrão e cachaça

Demônios da Garoa

Mulher, patrão e cachaça - Adoniran Barbosa e Osvaldo Molles

Gm       D        Gm          F°
Num barracão da favela do Vergueiro
G7 Cm
Onde se guarda instrumento
A7 D7 Gm D
Ali, nóis morava em três.
Gm D Gm F°
Eu, Violão da Silveira, seu criado,
G7 Cm
Ela, Cuíca de Souza,
A7 D7 G7
E o Cavaquinho de Oliveira Penteado


Cm Gm A7
Quando o cavaco centrava e a cuíca soluçava
D7
Eu entrava de baixaria
Cm Gm A7
E a ximangada samba, bebia, sacolejava
D7 Gm D7
Dia e noite, noite e dia.



Gm D Gm F°
No barracão quando a gente batucava
G7 Cm
Essa Cuíca marvada
A7 D7 Gm D7
Chorava como ela só
Gm D Gm F°
Pois ela gostava demais do meu hit
G7 Cm
E bem baixinho gemia
A7 D7 G7
Gemia assim, como quem tem algum dodói



Cm Gm A7
Tudo aquilo era pra mim, gemia e me olhava assim
D7
Como quem diz: Alô, my boy
Cm Gm A7
E eu como bom Violão carregava no bordão
D7 Gm E7 A7 D
Caprichava o sol maior


G
Mas um dia, patrão, que horror
D
Foi o rádio que anunciou com o fundo musical

Dona Cuíca de Souza
G
Com Cavaco de Oliveira Penteado se casou

Me deu uma coisa na claquete
G7 C
Eu ia pegá o Cavaco e o Pandeiro me falou:


G
Não seja bobo não se escracha
D7
Mulher, patrão e cachaça
G G7
Em qualquer canto se acha.
C G
Não seja bobo não se escracha
D7
Mulher, patrão e cachaça
G
Em qualquer esquina se acha

Morro da Casa Verde

Demônios da Garoa

Morro da Casa Verde - Adoniran Barbosa

  Am         Dm
Silêncio é madrugada
E7
No Morro da Casa Verde
Am E7
a raça dorme em paz
Am A7 Dm



E lá embaixo meu colegas de maloca
E7
Quando começam a sambar
Am E7
não param mais.... Silêncio
(volta ao começo)
Refrão 
Am      A7          Dm
Valdir vai buscar o tambor
E7 Am A7
Laércio traz o agogô
Dm E7 Am
Que o samba na casa verde enfezou...ooo
Dm E7
que o samba na casa
Am E7
verde enfezou... Silêncio!

Joga a chave

Demônios da Garoa

Joga a chave - Adoniran Barbosa

Dm               Gm    A7
Joga a chave meu bem
Dm
Aqui fora tá ruim demais
Gm A7
Cheguei tarde, perturbei teu sono,
Dm
Amanhã eu não perturbo mais



C
Faço um furo na porta
Bb
Amarro um cordão no trinco
Bb7 A7 Gm
Pra abrir pro lado de fo...ra

Dm
Não perturbo mais teu sono
Bb
Chego à meia-noite sim
A Dm
Ou então a qualquer hora

Prova de carinho

Demônios da Garoa

Prova de carinho - Adoniran Barbosa

Introd.: Dm Am F E7
Am     A7      Dm
Com a corda mi do meu cavaquinho
E7 Am

Fiz uma aliança pra ela prova de carinho
A7 Dm



Quantas serenatas eu tenho que perder
G7 C
Pois o cavaquinho já não pode mais gemer
Am Dm6
Quanto sacrifício eu tive que fazer
F E7 Am
Para dar a prova pra ela do meu bem querer

O bigode do rapaz

Demônios da Garoa

O bigode do rapaz - Roberto Martins e Augusto Garcez

Eu não sei o que é que há...
Que vantagem que ele faz..
Será que tem açúcar...
No bigode do rapaz?...

Ele tinha uma cara
Que ninguem fazia fé
E além de tudo isso
Não dava sorte com mulher

Depois que deixou o bigode
Todas elas vão atrás
Será que tem açúcar...
No bigode do rapaz?...

Giuseppe é a crise

Demônios da Garoa

Giuseppe é a crise - Benito Di Paula

Giuseppe fez uma bela macarronada
E convidou a rapaziada
A comparecer pra comer
Nóis tava numa pindaíba danada
Comida de graça com crise
Nóis tinha de comparecer

Cheguemos bem na horinha marcada
No meio da madrugada
Ele me apresentou pra Cristina
Gastemos o repertório em conversa
Cantemos , aí virou festa
Cristina era mesmo legal
Partimo até pro coisa e tal

Pegamos uma boa amizade
Partimos pra intimidade
Cheguemos nos particular
Ai que coisa boa é Cristina do lado
No mais e no mais por um triz
Cristina pra mim virou Cris
Ai,ai,ai,ai,ai,ai...
Só de pensar me dá vertigem...
Culpada de tudo era a crise...

Enquanto nóis tava
também animado
Eu juro não tava cansado
Giuseppe a festa parou-parou
perquê,perquê parou?
Falou que era hora da despedida
Falou com uma voz tão comprida
Giuseppe a conta cobrou

Pior é que eu tava desprevenido
Sem grana sem ter consumido
Cristina se pirulitou
Má por que se pirulitou?
Na volta pra casa a pé,encucado
Dei conta, nóis fumo enganado
Cristina era a crise, que horror!

Fica mais um pouco amor

Demônios da Garoa

Fica mais um pouco amor - Adoniran Barbosa

C              A7     Dm7
Fica mais um pouco, amor
G7 C
que eu ainda não dancei com você.
C7
Somos quase vizinhos,
F
fazemos o mesmo caminho,
D7 G7
vamos, me dê sua mão.


F G7 C A7
Quando o baile acabar,
Dm G7 C
eu levo você no seu portão.

F F#o C A7
Eu não vou pedir, mas se você quiser me dar
Dm7 G7 C
aquele beijo, ao qual eu faço jús.
F F#o C A7
Espero você entrar, acender e apagar a luz,
Dm7 G7 C C7
abrir a janela e me dizer
F G7 C
Boa noite, Zé, té manhã se deus quiser.


G7
Tá tudo legal...

Contribuição de: Fabio Barboza <burcas@ig.com.br>
Para: <ever@estadao.com.br>
Data: 6 de abr de 2004 - 22:16

Eu e Deus na intimidade

Demônios da Garoa

Eu e Deus na intimidade - Tony Cardin e Ubiratan
Tom: C
Introd.: C  C7  F  Ab7  C  C7  F  Ab7

C                F7                   C
Deus... aqui na intimidade que ninguém nos ouça
Bm5-/7___E7 Am7
Mas um milagrezinho até que ajudaria
D7 G7 Dm7__G7
Dar um jeitinho logo pro meu bem voltar
C F7 C
Deus... com tinta do meu pranto assino esse recado
Bm5-/7___E7 Am7
Com a pena da tristeza e o papel timbrado
D7 G7 (introd.)
Na folha do meu peito, nesse coração
Gm7                    C7               F
Deus... porque você não dá meu endereço a ela
Ab7 C
Ou jogue em suas mãos, um lampião ou vela
D7 G7
Pra ver se ela me tira dessa escuridão
                C
Ó... ó... ó... Deus!
C7 F
Não tenho condição de lhe propor um trato
E7 Am7
Mas ponho minha vida dentro de sapato
D7 G7 (introd.)
Ainda que não seja dia de Natal
                C
Ó... ó... ó... Deus!
C7 F
Aceite minha fé em forma de contrato
E7 Am7
Fazendo ter valor o nosso bate papo
D7___G7 C
Porque meu Deus, preciso tanto de amor
           F7           C
Lalála Lá Laiá Lá Lá Laiá Laiá... Deus
G7 C
Lalála Lá Laiá Lá Lá Laiá Laiá... Deus

Descaminho

Demônios da Garoa
Tom:  A
Introdução: A Bm E7 A Bm E7 A


A Bm
Quero te fazer amor
E7 A
Quero te fazer feliz, meu benzinho
A/C# Cm Bm
Esquecer aquele adeus
E7 A
Que foi a gota d'água pro meu descaminho...
A
Sem tua presença
D7/9 A
Eu sou como um peixe, num rio sem água
A
É dor, desespero
Bm
É pranto que rola, me enchendo de mágoa
G#m7/5- C#7
Sem teus lindos olhos não vejo a vida
F#m
Pois não há paixão que não seja sofrida

Até o teu cheiro não sai mais de mim
Bm C#7
É uma saudade que nunca tem fim
G#m7/5- C#7
Desejo difícil de saciar
F#m Aº
Doença imprudente que custa sarar
A F#7 Bm E7 A F#7 B7 E7
Só fazendo amor pra melhorar
A F#7 Bm E7 A
Só fazendo amor pra melhorar

Chum Chim Chum

Demônios da Garoa

Tablatura:(musica mandarim) 

14 14 14 12 12 24 12 14
24 24 24 12 22 34 22 24

E F#m
Chum Chim Chum era um china danado
B7
Chum Chim Chum era um cara gozado
E7 A
Se via mulher na pastelaria
Am
Chum Chim Chum da vida esquecia
E F#m
Chum Chim Chum a porta fechava
B7 E

Vejam só o que se passava
          E                F#m
Menina eu quero casar com voce
B7 E
Sem os seus carinhos não posso viver
E F#m
Querida me abraçe que te dou depois
B7 E
Paster de parmito com doce de arroz
                  E7                 A
Mas como as pequenas nunca davam chance
Am E
O china enfezado servia depois
F#m
Paster com vento sim senhor
E F#m
Paster com vento sim senhor


Tablatura:(musica mandarim)
14 14 14  12 12 24 12 14
24 24 24 12 22 34 22 24

Conselho de mulher

Demônios da Garoa


Conselho de mulher - Adoniran Barbosa e Osvaldo Molles

Falado:
( C G7 F Dm F G C)
"Quando deus fez o homem,
Quis fazer um vagulino
que nunca tinha fome
E que tinha no destino,
Nunca pegar no batente
e viver forgadamente.
O homem era feliz
enquanto Deus assim quis.
Mas depois pegou Adão,
tirou uma costela e fez a mulher.
Deis di intão, o homem trabalha prela.
Mai daí, o homem reza todo dia uma oração.
Se quiser tirar de mim arguma coisa de bão,
Que me tire o trabaio. A muié não!".

____________________________________________________
C
Pogressio, pogressio.
G7 F Dm
Eu sempre iscuitei falar, que o pogressio vem do trabaio.
F G C
Então amanhã cedo, nóis vai trabalhar.
___________________________________________________(2X)

Dm G7 C
Quanto tempo nóis perdeu na boemia.
Am Dm G7 C
Sambando noite e dia, cortando uma rama sem parar.
F Dm
Agora iscuitando o conselho das mulheres.
G7 C
Amanhã vou trabalhar, se deus quiser, mas deus não quer!

As mariposas

Demônios da Garoa

As mariposas - Adoniran Barbosa
Tom: D

D A7 D
As mariposa quando chega o frio

Fica dando volta em volta
B7 Em B7
da lâmpida pra se esquentar
Em B7



Elas roda, roda, roda
Em
e dispois se senta
A7
Em cima do prato da lâmpida
D A7
pra descansar
D A7 D
Eu sou a lâmpida
B7 Em B7
E as muié é as mariposa
Em B7 Em
Que fica dando volta em volta de mim
A7 D
Toda noite só pra me beijar