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sexta-feira, 12 de maio de 2006

Jarro da saudade

Jarro da saudade (samba/carnaval, 1957) - Mirabeau, Daniel Barbosa e Geraldo Blota
Carmen Costa

-----C ------------G7
Iaiá, cadê o jarro
------------------------------C
O jarro que eu plantei a flor
--------F ----------------C
Eu vou te contar um caso
------------------G7 ------------C -------C7
Eu quebrei o jarro e matei a flor. (Bis)

------------F
Que maldade . . . Que maldade! . . .
-----------------C
Você bem sabia
-------------------G7
No jarro de barro
----------------------C
Eu plantei a saudade! . . .

quinta-feira, 11 de maio de 2006

Turma do funil

Turma do funil (marcha/carnaval, 1956) - Mirabeau, Mílton de Oliveira e Castro
Vocalistas Tropicais

    Cm      Ab7M       G7             Cm
Chegou a turma do funil
Eb Bb7 Fm Eb
Todo mundo bebe mas ninguém dorme no ponto
G7
Quá quá quá quá
Bb7 Bº Cm
Mas ninguém dorme no ponto
G7
Nós é que bebemos
Dm Bb7 Fm Cm
E eles que ficam tontos (chegou)

G7 Fm Cm
Eu bebo sem compromisso
Eb G7 Bb7 Bº Cm C7
Com meu dinheiro ninguém tem nada com isso
Fm Dm7 Cm Ab7M
Aonde houver garrafa, aonde houver barril
G7 G7/D Cm G7 Cm
Presente está a turma do funil

Fala Mangueira

Fala Mangueira (samba/carnaval, 1956) - Mirabeau e Mílton de Oliveira
Ângela Maria

--------------Dm---- A7
Fala Mangueira, fala,
--------------Bb7------------ A7 ------Dm
Mostra a força da sua tradição
----------------------C7
Com licença da Portela, favela
---------Bb7 -----------A7 -----Gm
Mangueira mora no meu coração (bis)

-----------------------Dm ------------------------A7
Suas cabrochas gingando, seus tamborins repicando
------------D7 ------G7 ------------------------Dm ----A7
É monumental. /----- Estou falando da Mangueira
----------------------------Dm
A velha Mangueira tradicional

Tem nego bebo aí

Carmen Costa
Tem nego bebo aí (marcha/carnaval, 1955) - Mirabeau e Aírton Amorim

Dm
Foi numa casca de banana que pisei, pisei
D7 Gm
Escorreguei, quase caí
Dm
Mas a turma lá de trás gritou, chi ...
A7 Dm
Tem nêgo bêbo aí, tem nêgo bêbo aí (bis)

A7 Dm

Carmen Costa
Se a gente está no bonde / Ou mesmo no lotação
D7 Gm
Falando um pouco alto / É falta de educação
Dm
Se entra no boteco / Para tomar um parati, chi ...
A7 Dm
Tem nêgo bêbo aí, tem nêgo bêbo aí ....

Obsessão

Obsessão (samba, 1955) - Mirabeau e Mílton de Oliveira
Carmen Costa

Você roubou meu sossego
Você roubou minha paz
Com você, eu vivo a sofrer
Sem você, vou sofrer muito mais.

Já, não é amor
Já, não é paixão
O que eu sinto por você
É obsessão.

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Quase - 1954

Quase (samba-canção, 1954) - Mirabeau e Jorge Gonçalves
Carmen Costa

Foi pensando em você / Que eu escrevi
Essa triste canção / Foi pensando em você
Que é o meu tormento / E a minha paixão
É nestes versos / Que eu quero dizer
O amor profundo / Que eu sinto por você

Ah, seu olhar me fascina / Ah, como eu vivo a sofrer
Quase que eu disse agora / O seu nome sem querer
Não quero que zombe / De nós toda essa gente
Se é por sua causa / Que eu estou tão diferente
Bem juntinho de mim ele está / Me ouvindo cantar
E juntinho dele eu estou / Morrendo de amor...

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Cachaça


Carmen Costa
e Cole
O sucesso de "Cachaça" no carnaval de 53 ( "Você pensa que cachaça é água/ cachaça não é água não / cachaça nasce no alambique / e água vem do ribeirão") deflagrou um ciclo etílico de marchinhas que imperaria nos carnavais seguintes ("Saca-rolha" (54), "Ressaca" (55), "Turma do funil" (56)). Com melodias parecidas, sempre no modo menor, mas gravadas com grande animação, três dessas marchinhas ("Cachaça", "Tem nego bebo aí" e "Turma do Funil") projetaram Mirabeau Pinheiro como compositor.

Cachaça (marcha/carnaval, 1953) - Mirabeau, L. Castro e H. Lobato
D              
você pensa que cachaça é água
A7
Cachaça não é água não
Cachaça vem do alambique
D
E água vem do ribeirão

Bm Em A7
Pode me faltar tudo na vida / Arroz, feijão e pão
D
Pode me faltar manteiga / E tudo mais não faz falta não
D7 G
Pode me faltar o amor / Disto até acho graça
D A7 D
Só não quero que me falte /A danada da cachaça

domingo, 9 de abril de 2006

Mirabeau

Mirabeau (Mirabeau Pinheiro), compositor e instrumentista, nasceu em Alegre ES em 31/07/1924 e faleceu em Niterói RJ, em 07/10/1991. Ainda criança, mudou-se para Niterói, onde aprendeu o ofício de alfaiate. Filho de músico, herdou do pai a vocação artística, logo começando a compor, ao mesmo tempo em que atuava como baterista em conjuntos de boate.

No início da década de 1950, conheceu a cantora Carmen Costa, que gravou 33 músicas de sua autoria. Foi por intermédio da voz dela que se tornou conhecido, alcançando o auge de sua carreira no período de 1953 a 1956.

Obras

Cachaça (c/L. de Castro e Heber Lobato), marcha, 1953; Fala Mangueira (c/Milton de Oliveira), samba, 1956; Jarro da saudade (c/Daniel Barbosa e Geraldo Blota), samba, 1956; A morena sou eu (c/Milton de Oliveira), samba, 1955; Obsessão (c/Milton de Oliveira), samba, 1956; Quase (c/Jorge Gonçalves), samba, 1954; Tem nego bebo aí (c/Aírton Amorim), marcha, 1955; Turma do funil (c/Milton de Oliveira e Urgel de Castro), marcha, 1956.

Mirabeau

Mirabeau (Mirabeau Pinheiro), compositor e instrumentista, nasceu em Alegre ES em 31/07/1924 e faleceu em Niterói RJ, em 07/10/1991. Ainda criança, mudou-se para Niterói, onde aprendeu o ofício de alfaiate. Filho de músico, herdou do pai a vocação artística, logo começando a compor, ao mesmo tempo em que atuava como baterista em conjuntos de boate.

No início da década de 1950, conheceu a cantora Carmen Costa, que gravou 33 músicas de sua autoria. Foi por intermédio da voz dela que se tornou conhecido, alcançando o auge de sua carreira no período de 1953 a 1956.

Obras

Cachaça (c/L. de Castro e Heber Lobato), marcha, 1953; Fala Mangueira (c/Milton de Oliveira), samba, 1956; Jarro da saudade (c/Daniel Barbosa e Geraldo Blota), samba, 1956; A morena sou eu (c/Milton de Oliveira), samba, 1955; Obsessão (c/Milton de Oliveira), samba, 1956; Quase (c/Jorge Gonçalves), samba, 1954; Tem nego bebo aí (c/Aírton Amorim), marcha, 1955; Turma do funil (c/Milton de Oliveira e Urgel de Castro), marcha, 1956.