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quinta-feira, 27 de julho de 2006
sábado, 22 de julho de 2006
Giuseppe é a crise
Demônios da Garoa
Giuseppe é a crise - Benito Di Paula
Giuseppe fez uma bela macarronada
E convidou a rapaziada
A comparecer pra comer
Nóis tava numa pindaíba danada
Comida de graça com crise
Nóis tinha de comparecer
Cheguemos bem na horinha marcada
No meio da madrugada
Ele me apresentou pra Cristina
Gastemos o repertório em conversa
Cantemos , aí virou festa
Cristina era mesmo legal
Partimo até pro coisa e tal
Pegamos uma boa amizade
Partimos pra intimidade
Cheguemos nos particular
Ai que coisa boa é Cristina do lado
No mais e no mais por um triz
Cristina pra mim virou Cris
Ai,ai,ai,ai,ai,ai...
Só de pensar me dá vertigem...
Culpada de tudo era a crise...
Enquanto nóis tava
também animado
Eu juro não tava cansado
Giuseppe a festa parou-parou
perquê,perquê parou?
Falou que era hora da despedida
Falou com uma voz tão comprida
Giuseppe a conta cobrou
Pior é que eu tava desprevenido
Sem grana sem ter consumido
Cristina se pirulitou
Má por que se pirulitou?
Na volta pra casa a pé,encucado
Dei conta, nóis fumo enganado
Cristina era a crise, que horror!
Giuseppe é a crise - Benito Di Paula
Giuseppe fez uma bela macarronada
E convidou a rapaziada
A comparecer pra comer
Nóis tava numa pindaíba danada
Comida de graça com crise
Nóis tinha de comparecer
Cheguemos bem na horinha marcada
No meio da madrugada
Ele me apresentou pra Cristina
Gastemos o repertório em conversa
Cantemos , aí virou festa
Cristina era mesmo legal
Partimo até pro coisa e tal
Pegamos uma boa amizade
Partimos pra intimidade
Cheguemos nos particular
Ai que coisa boa é Cristina do lado
No mais e no mais por um triz
Cristina pra mim virou Cris
Ai,ai,ai,ai,ai,ai...
Só de pensar me dá vertigem...
Culpada de tudo era a crise...
Enquanto nóis tava
também animado
Eu juro não tava cansado
Giuseppe a festa parou-parou
perquê,perquê parou?
Falou que era hora da despedida
Falou com uma voz tão comprida
Giuseppe a conta cobrou
Pior é que eu tava desprevenido
Sem grana sem ter consumido
Cristina se pirulitou
Má por que se pirulitou?
Na volta pra casa a pé,encucado
Dei conta, nóis fumo enganado
Cristina era a crise, que horror!
quarta-feira, 17 de maio de 2006
Você vai ficar na saudade
Você vai ficar na saudade (1976) - Benito Di Paula
D Bm7 F#m
você cortou o barato do meu amor
G Em A7 D A7
você mentiu, iludiu e me deixou por fora
D D7 G
você é culpada do meu samba entristecer
A7 D° D
ah eu vou-me embora
Bm7 F#m
agora eu entrego os meus pontos e vou dizer porque
G Em A7 D A7
você é mulher e é bonita e eu não posso esquecer
D D7 G
você vai ficar na saudade minha senhora
A7 D A7
ah eu vou-me embora
Bm G Em
adeus amor eu vou partir
A7 D° D
ah eu vou-me embora
Violão não se empresta a ninguém
Benito Di Paula
G B7 Em G7
Onde está você ?
C G C
Com meu violão
Db0 G Em
Se você chegar fora de hora
Am D7 G
Não deixo você desfilar no meu cordão Am
Quatro e meia, seis e meia
D7 G
Esperei, você não veio
B7 Em
Eu bem disse outro dia
B7 Em
Violão não se empresta à ninguém
G7 C
Espero mais meia hora
Db0 G
E se você não chegar
Em Am
Não aceito conversa mole
D7 G
Não aceito desculpa e não vai desfilarSe não for amor
Benito Di Paula
Am E/G#
você me olha desse jeito
Gm7 A7 Dm7
meus direitos e defeitos querem se modificar
Bm7/5- E7 Am C7 F7+
meu pensamento se transforma me transporto simplesmente
F#° B7 E7
penso coisa diferente vejo em você meu amor
Am E/G#
se não for nada disso fique perto
Gm7 A7 Dm7
dou um jeito e tudo certo não precisa se preocupar
Bm7/5- E7 Am C7 F7+
dê mais um sorriso e vá embora por favor volte outra hora
E7 A E7
eu só quero ver você voltar
A C#m7 C7+ F#7
mas se não for amor não diga nada por favor
Bm7
BIS não apague esse sonho
E7 A E7
pois meu coração nunca sofreu de amor
Mulher brasileira
Mulher brasileira (1975) - Benito Di Paula
D Bm Gbm
Agora chegou a vez, vou cantar
G D A7 D A7
Mulher brasileira em primeiro lugar
D Bm Gbm
Agora chegou a vez vou cantar
G D A7 D
Mulher brasileira em primeiro lugar
F#7 Bm F#7 Bm
Norte a sul, do meu país
A7 D A7 D
Caminha sambando, quem não viu
F#7 Bm F#7 Bm
Mulher de verdade, sim senhor
G D A7 D A7
Mulher brasileira é feita de amor Retalhos de cetim
“Retalhos de Cetim” foi composto ao tempo em que Benito Di Paula morava no bairro paulistano da Bela Vista. Curiosamente, embora pianista Benito o compôs ao violão. Lançado em um show que ele fazia no Teleco-Teco, “Retalhos de Cetim” agradaria em cheio os habituées da casa, entre os quais se incluíam os sambistas Ciro Monteiro e Monsueto.
A propósito, foi muito importante para a vida noturna de São Paulo O sucesso das “casas de samba” da região do Baixo Bixiga, antigo nome da Bela Vista. O fato ocorreu em conseqüência do esvaziamento do Jogral, após a morte, em 1970, de seu fundador, o cantor e compositor Luís Carlos Paraná. Então, os freqüentadores do famoso bar da rua Avanhandava atravessaram a avenida Nove de Julho para criar na rua Santo Antônio e adjacências um novo núcleo de intensa vida musical fundamentalmente sambístico.
Surgiriam em seqüência casas como o Balaco Baco, que originou o Teleco-Teco, depois Da Paróquia, o Catedral do Samba (onde Benito também atuou), o Igrejinha, que abrigava o público excedente dos demais e outros de menor êxito. Além de Benito, eram atrações habituais nessas casas figuras como Adauto Santos, Pedro Miguel, Chico Matos e Mário Edson.
Mas, voltando a “Retalhos de Cetim”, foi graças ao prestígio deste samba que Benito seria convidado a gravar na Copacabana, embora, paradoxalmente, a música escolhida para o compacto de estréia tenha sido “Ela”, mais tarde também gravada por Jair Rodrigues.
Desprezado por ser considerado muito romântico, “Retalhos de Cetim” só entraria no segundo compacto, iniciando de imediato sua escalada para o sucesso, que projetou o nome do autor no país e até no exterior, onde a composição ganhou gravações como as realizadas pela orquestra de Paul Mauriat e o guitarrista americano Charlie Byrd.
“Retalhos de Cetim” conta a história de um sambista que ensaia o ano inteiro, compra surdo, tamborim e uma fantasia de retalhos de cetim para uma cabrocha que jurou desfilar por ele(“Gastei tudo em fantasia / era só o que eu queria / e ela jurou desfilar por mim”). Mas, como a cabrocha não cumpre a promessa, Benito deu ao samba um tom lamentoso, o que de certa forma induz a participação da platéia nas pausas, uma das razões que o ajudaram a se popularizar: “Mas chegou (mas chegou) o carnaval (o carnaval) / e ela não desfilou / eu chorei na avenida, eu chorei / não pensei que mentia / a cabrocha que eu tanto amei.”
Benito Do Paula - nome artístico do fluminense de Nova Friburgo Uday Veloso — fez de “Retalhos de Cetim” número obrigatório de seus shows, em que figura como a penúltima música, sendo a última “Charlie Brown”, grande sucesso de 1975 (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jaime Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).
Retalhos de cetim (1973) - Benito Di Paula
Am Em
Ensaiei meu samba o ano inteiro,
Am Em
Comprei surdo e tamborim.
Am C
Gastei tudo em fantasia,
F
Era só o que eu queria.
B7 E7
E ela jurou desfilar pra mim
Am Em
Minha escola estava tão bonita
Am Em
Era tudo o que eu queria ver,
Am C
Em retalhos de cetim.
F
Eu dormi o ano inteiro,
B7 E7
E ela jurou desfilar pra mim.
A E/G# Em/G F#7
Mas chegou o carnaval,
Bm F E7
E ela não desfilou,
Am Gm7 C7 F7+
Eu chorei na avenida, eu chorei.
Bm5-/7 E7
Não pensei que mentia a cabrocha,
A
Que eu tanto amei.
Do jeito que a vida Quer
Benito Di Paula
Dm Gm
Ninguém sabe a mágoa que trago no peito
C7
Quem me vê sorrindo desse jeito
F
Nem sequer sabe a minha solidão
A7 Dm BIS
É que meu samba me ajuda na vida
C7 F
Minha dor vai passando esquecida
Bb A7
Vou vivendo essa vida do jeito que ela me levar
Gm C7 F
Vamos falar de mulher, da morena e dinheiro
A7
Do batuque do surdo e até do pandeiro
Cm D7
Mas não fale da vida, que você não sabe o que eu já passei
Gm C7 F
Moço, aumente esse samba que o verso não para
Dm Bb
Batuque mais forte e a tristeza se cala
A7
E eu levo essa vida do jeito que ela me levar
Gm C7 F
É do jeito que a vida quer
A7 Cm D7 BIS
É desse jei........to
(Dm)
Charlie Brown
Charlie Brown (1975) - Benito Di Paula
Introdução: A G F E
A C#7 F#m A7
Eh! Meu amigo Charlie
D E7 A E7
Eh! Meu amigo Charlie Brown, Charlie Brown
A A7 D
Se você quiser, vou lhe mostrar
E7 A
A nossa São Paulo, terra da garôa
A7 D
Se você quiser, vou lhe mostrar
E7 A
Bahia de Caetano, nossa gente boa
A7 D
Se você quiser, vou lhe mostrar
E7 A
A lebre mais bonita do Imperial
A7 D
Se você quiser, vou lhe mostrar
E7 A
Meu Rio de Janeiro, nosso carnaval
Eh! Meu amigo Charlie ...
A7 D
Se você quiser, vou lhe mostrar
E7 A
Vinícius de Moraes e o som de Jorge Ben
A7 D
Se você quiser, vou lhe mostrar
E7 A
Torcida do Flamengo, coisa igual não tem
A7 D
Se você quiser, vou lhe mostrar
E7 A
Luiz Gonzaga, rei do meu baião
A7 D
Se você quiser, vou lhe mostrar
E7 A
Brasil de ponta a ponta do meu coração
domingo, 16 de abril de 2006
Benito Di Paula
Benito di Paula nasceu em 28/11/1941, no município de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, filho de uma família de treze irmãos. Herdou de seu pai a influência musical que o levaria a ser um dos nomes fortes do samba feito nos anos 70 e 80. É um dos pais do estilo conhecido como "sambão jóia". Cantor e compositor, sua carreira começou no Rio de Janeiro, onde foi crooner de boates nos anos 60. Mais tarde mudou-se para Santos (SP), onde cantava e tocava piano em casas noturnas. Radicado em São Paulo, lançou seu primeiro compacto e passou a promover em suas apresentações uma mistura de samba latinizado, estilo que acabou tornando-o conhecido.
Apesar desse modo diferente de fazer samba lançou o estilo "brega-chique". Ainda não era conhecido pelo público - razão pela qual seu primeiro trabalho em gravadora foi produzido com composições de autores consagrados, contando também com quatro músicas de autoria de Benito ("Eu Gosto Dela", "Preciso Encontrar Você", "Você Vai Ser Alguém" e "Longe De você", esta última em parceria com Carlos de Carvalho). Neste LP, gravado em 15 de fevereiro de 1971, havia sucessos como "Apesar de você", de Chico Buarque de Hollanda, e composições de Taiguara, Vínicius de Moraes, Tim Maia, Ivan Lins, Paulinho Nogueira, Roberto e Erasmo Carlos.
O segundo LP de Benito foi "Ela", também gravado pela Copacabana, mas foi só a partir de seu terceiro trabalho, "Um Novo Samba", gravado em 1973, é que Benito passou a realmente integrar a restrita galeria de grandes sucessos comerciais, com constantes aparições em programas de tevê e 150 mil cópias vendidas, tendo duas músicas deste disco sido gravado por intérpretes de outros países: sua obra maior "Retalhos de cetim", por Paul Mauriat, e "Violão não se empresta a ninguém", lançado pela global no Japão, com imenso sucesso.
Em 1975, no LP seguinte , Benito aparece nas paradas de sucesso com "Meu amigo Charlie Brown", feita em homenagem ao personagem de Schultz, que era uma de suas leituras prediletas.
Já em 1976, Benito di Paula é sucesso consagrado, apresentando-se na Boate Vivará, no Rio, onde faz um show produzido por Augusto Cesar Vanucci e com orquestrações por Radamés Gnatelli.
Em 1977, Benito lança um novo LP, novo sucesso de vendagem. O pedido inicial soma mais de 400.000 cópias e benito prepara uma excursão pela Europa, iniciando-se pela Itália.
Compôs diversas trilhas para novelas (Nino, o italianinho, Simplesmente Maria, etc.) e ganhou o prêmio "Chico Viola", promoção da TV Record com sua música "Faça de mim uma Ilha". Foi rotulado de comercial, cafona, brega etc., mas mesmo assim continua se apresentando com freqüência em shows por todo o país.
Algumas músicas
Benito Di Paula
Benito di Paula nasceu em 28/11/1941, no município de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, filho de uma família de treze irmãos. Herdou de seu pai a influência musical que o levaria a ser um dos nomes fortes do samba feito nos anos 70 e 80. É um dos pais do estilo conhecido como "sambão jóia". Cantor e compositor, sua carreira começou no Rio de Janeiro, onde foi crooner de boates nos anos 60. Mais tarde mudou-se para Santos (SP), onde cantava e tocava piano em casas noturnas. Radicado em São Paulo, lançou seu primeiro compacto e passou a promover em suas apresentações uma mistura de samba latinizado, estilo que acabou tornando-o conhecido.
Apesar desse modo diferente de fazer samba lançou o estilo "brega-chique". Ainda não era conhecido pelo público - razão pela qual seu primeiro trabalho em gravadora foi produzido com composições de autores consagrados, contando também com quatro músicas de autoria de Benito ("Eu Gosto Dela", "Preciso Encontrar Você", "Você Vai Ser Alguém" e "Longe De você", esta última em parceria com Carlos de Carvalho). Neste LP, gravado em 15 de fevereiro de 1971, havia sucessos como "Apesar de você", de Chico Buarque de Hollanda, e composições de Taiguara, Vínicius de Moraes, Tim Maia, Ivan Lins, Paulinho Nogueira, Roberto e Erasmo Carlos.
O segundo LP de Benito foi "Ela", também gravado pela Copacabana, mas foi só a partir de seu terceiro trabalho, "Um Novo Samba", gravado em 1973, é que Benito passou a realmente integrar a restrita galeria de grandes sucessos comerciais, com constantes aparições em programas de tevê e 150 mil cópias vendidas, tendo duas músicas deste disco sido gravado por intérpretes de outros países: sua obra maior "Retalhos de cetim", por Paul Mauriat, e "Violão não se empresta a ninguém", lançado pela global no Japão, com imenso sucesso.
Em 1975, no LP seguinte , Benito aparece nas paradas de sucesso com "Meu amigo Charlie Brown", feita em homenagem ao personagem de Schultz, que era uma de suas leituras prediletas.
Já em 1976, Benito di Paula é sucesso consagrado, apresentando-se na Boate Vivará, no Rio, onde faz um show produzido por Augusto Cesar Vanucci e com orquestrações por Radamés Gnatelli.
Em 1977, Benito lança um novo LP, novo sucesso de vendagem. O pedido inicial soma mais de 400.000 cópias e benito prepara uma excursão pela Europa, iniciando-se pela Itália.
Compôs diversas trilhas para novelas (Nino, o italianinho, Simplesmente Maria, etc.) e ganhou o prêmio "Chico Viola", promoção da TV Record com sua música "Faça de mim uma Ilha". Foi rotulado de comercial, cafona, brega etc., mas mesmo assim continua se apresentando com freqüência em shows por todo o país.
Algumas músicas
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