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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Milton Amaral


Milton Amaral (Antônio do Amaral Oliveira), compositor, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 08/02/1898, e faleceu na mesma cidade em 22/8/1989.

Em 1929, teve sua primeira composição gravada, o samba Tatuí por Artur Castro Budd pela Parlophon. Em 1931, teve a valsa Desilusão, em parceria com João Martins gravada por Gastão Formenti na RCA Victor. Em 1932, o cantor Paraguassu gravou as canções Todo poeta nasceu para sofrer e Meu cachimbo, pela Columbia.

Em 1934, Januário de Oliveira gravou a valsa Sonho e realidade. No mesmo ano, Gastão Formenti gravou aquela que seria seu grande sucesso, a valsa Folhas ao vento, regravada quatro anos mais tarde por Vicente Celestino.

Em 1935, o mesmo Gastão Formenti gravou o samba A madrugada vem rompendo, composto em parceria com José Maria de Abreu e Joaquim Castro Barbosa. Em 1936, teve as marchas Precisa-se de um marido e Vira pra cá, compostas em parceria com José Gouveia gravadas por José Lemos na RCA Victor. Em 1938, Gastão Formenti gravou a valsa Tu és a única pela Odeon.

Obras

A madrugada vem rompendo (c/ José Maria de Abreu e Joaquim Castro Barbosa), Desilusão (c/ João Martins), Folhas ao vento, Meu cachimbo, Pastorinhas, Precisa-se de um marido (c/ José Gouveia)

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

Milton Amaral


Milton Amaral (Antônio do Amaral Oliveira), compositor, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 08/02/1898, e faleceu na mesma cidade em 22/8/1989.

Em 1929, teve sua primeira composição gravada, o samba Tatuí por Artur Castro Budd pela Parlophon. Em 1931, teve a valsa Desilusão, em parceria com João Martins gravada por Gastão Formenti na RCA Victor. Em 1932, o cantor Paraguassu gravou as canções Todo poeta nasceu para sofrer e Meu cachimbo, pela Columbia.

Em 1934, Januário de Oliveira gravou a valsa Sonho e realidade. No mesmo ano, Gastão Formenti gravou aquela que seria seu grande sucesso, a valsa Folhas ao vento, regravada quatro anos mais tarde por Vicente Celestino.

Em 1935, o mesmo Gastão Formenti gravou o samba A madrugada vem rompendo, composto em parceria com José Maria de Abreu e Joaquim Castro Barbosa. Em 1936, teve as marchas Precisa-se de um marido e Vira pra cá, compostas em parceria com José Gouveia gravadas por José Lemos na RCA Victor. Em 1938, Gastão Formenti gravou a valsa Tu és a única pela Odeon.

Obras

A madrugada vem rompendo (c/ José Maria de Abreu e Joaquim Castro Barbosa), Desilusão (c/ João Martins), Folhas ao vento, Meu cachimbo, Pastorinhas, Precisa-se de um marido (c/ José Gouveia)

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

sábado, 8 de março de 2008

Folhas ao vento

Folhas ao vento (valsa, 1934) - Milton Amaral

Tão mimosa
Graciosa e angelical
Nasceu em seu jardim uma linda flor
Naquela noite santa de Natal
No momento que juramos eterno amor
No entanto você tudo esqueceu
Trocando meu coração por outro ser
Gastão Formenti
E a flor, ao ver a sua ingratidão
Murchou e em prantos se desfolhou
Até morrer.

Folhas ao vento
Já que o destino assim nos transformou
Envelheci
Na lucidez da imensa provação
Num labirinto
De tristeza e saudade
Num relicário, a cruci dor da ingratidão

Folhas ao vento
Quando a bonança veio me abraçar
Num desalento
Aquele amor fui encontrar
Numa igrejinha, tendo ao colo filho seus
Pedindo uma esmola
Pelo amor de Deus!

Folhas ao vento

Folhas ao vento (valsa, 1934) - Milton Amaral

Tão mimosa
Graciosa e angelical
Nasceu em seu jardim uma linda flor
Naquela noite santa de Natal
No momento que juramos eterno amor
No entanto você tudo esqueceu
Trocando meu coração por outro ser
Gastão Formenti
E a flor, ao ver a sua ingratidão
Murchou e em prantos se desfolhou
Até morrer.

Folhas ao vento
Já que o destino assim nos transformou
Envelheci
Na lucidez da imensa provação
Num labirinto
De tristeza e saudade
Num relicário, a cruci dor da ingratidão

Folhas ao vento
Quando a bonança veio me abraçar
Num desalento
Aquele amor fui encontrar
Numa igrejinha, tendo ao colo filho seus
Pedindo uma esmola
Pelo amor de Deus!