E
Eu bebo sim
E7 A
Estou vivendo
B7
Tem gente que não bebe
E B7
Está morrendo (Eu bebo sim) (x2)
E A
Tem gente que já tá com o pé na cova
B7
Não bebeu e isso prova
E
Que a bebida não faz mal
E7 A
Uma pro santo, desce o choro, a saideira
B7
Desce toda a prateleira
E B7
Diz que a vida tá legal (Eu bebo sim)
(refrão)
E A
Tem gente que detesta um pileque
B7
Diz que é coisa de moleque
E
Cafajeste ou coisa assim
E7 A
Mas essa gente, quando está com a cara cheia
B7
Vira chave de cadeia
E B7
Esvazia o botequim (Eu bebo sim)
(refrão)
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
Eu bebo sim
Eu bebo sim (1973) - Luís Antônio e João Violão
Eu bebo sim
Eu bebo sim (1973) - Luís Antônio e João Violão
E
Eu bebo sim
E7 A
Estou vivendo
B7
Tem gente que não bebe
E B7
Está morrendo (Eu bebo sim) (x2)
E A
Tem gente que já tá com o pé na cova
B7
Não bebeu e isso prova
E
Que a bebida não faz mal
E7 A
Uma pro santo, desce o choro, a saideira
B7
Desce toda a prateleira
E B7
Diz que a vida tá legal (Eu bebo sim)
(refrão)
E A
Tem gente que detesta um pileque
B7
Diz que é coisa de moleque
E
Cafajeste ou coisa assim
E7 A
Mas essa gente, quando está com a cara cheia
B7
Vira chave de cadeia
E B7
Esvazia o botequim (Eu bebo sim)
(refrão)
terça-feira, 10 de março de 2009
Bloco de Sujo
Bloco de Sujo (samba/carnaval, 1969) - Luiz Reis e Luís Antônio
Olha o bloco de sujo
Que não tem fantasia
Mas que traz alegria
Para o povo sambar
Olha o bloco de sujo
Vai batendo na lata
Alegria barata
Carnaval é pular.
Olha o bloco de sujo
Que não tem fantasia
Mas que traz alegria
Para o povo sambar
Olha o bloco de sujo
Vai batendo na lata
Alegria barata
Carnaval é pular.
Plác, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Se não tem tamborim
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Carnaval é assim!
Olha o bloco de sujo
Que não tem fantasia
Mas que traz alegria
Para o povo sambar
Olha o bloco de sujo
Vai batendo na lata
Alegria barata
Carnaval é pular.
Olha o bloco de sujo
Que não tem fantasia
Mas que traz alegria
Para o povo sambar
Olha o bloco de sujo
Vai batendo na lata
Alegria barata
Carnaval é pular.
Plác, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Se não tem tamborim
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Carnaval é assim!
Bloco de Sujo
Bloco de Sujo (samba/carnaval, 1969) - Luiz Reis e Luís Antônio
Olha o bloco de sujo
Que não tem fantasia
Mas que traz alegria
Para o povo sambar
Olha o bloco de sujo
Vai batendo na lata
Alegria barata
Carnaval é pular.
Olha o bloco de sujo
Que não tem fantasia
Mas que traz alegria
Para o povo sambar
Olha o bloco de sujo
Vai batendo na lata
Alegria barata
Carnaval é pular.
Plác, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Se não tem tamborim
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Carnaval é assim!
Olha o bloco de sujo
Que não tem fantasia
Mas que traz alegria
Para o povo sambar
Olha o bloco de sujo
Vai batendo na lata
Alegria barata
Carnaval é pular.
Olha o bloco de sujo
Que não tem fantasia
Mas que traz alegria
Para o povo sambar
Olha o bloco de sujo
Vai batendo na lata
Alegria barata
Carnaval é pular.
Plác, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Se não tem tamborim
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Bate a lata
Plac, plac, plac
Carnaval é assim!
domingo, 9 de novembro de 2008
Quero morrer no carnaval
Quero morrer no carnaval (samba/carnaval, 1961) - Luís Antônio e Eurico Campos
Quero morrer no Carnaval,
Na Avenida Central,
Sambando,
O povo na rua cantando
O derradeiro samba
Que eu fizer chorando.
Quero morrer fantasiado de palhaço
Que sempre fui sem ter vestido a fantasia.
Eu, que vivia ouvindo risos de fracasso,
Quero morrer ouvindo risos de alegria!
Quero morrer no Carnaval,
Na Avenida Central,
Sambando,
O povo na rua cantando
O derradeiro samba
Que eu fizer chorando.
Quero morrer fantasiado de palhaço
Que sempre fui sem ter vestido a fantasia.
Eu, que vivia ouvindo risos de fracasso,
Quero morrer ouvindo risos de alegria!
Quero morrer no carnaval
Quero morrer no carnaval (samba/carnaval, 1961) - Luís Antônio e Eurico Campos
Quero morrer no Carnaval,
Na Avenida Central,
Sambando,
O povo na rua cantando
O derradeiro samba
Que eu fizer chorando.
Quero morrer fantasiado de palhaço
Que sempre fui sem ter vestido a fantasia.
Eu, que vivia ouvindo risos de fracasso,
Quero morrer ouvindo risos de alegria!
Quero morrer no Carnaval,
Na Avenida Central,
Sambando,
O povo na rua cantando
O derradeiro samba
Que eu fizer chorando.
Quero morrer fantasiado de palhaço
Que sempre fui sem ter vestido a fantasia.
Eu, que vivia ouvindo risos de fracasso,
Quero morrer ouvindo risos de alegria!
Poema das mãos
Poema das mãos (samba-canção, 1961) - Luís Antônio
Nas minhas mãos a despedida
Nas tuas mãos, a minha vida
Nas tuas mãos, deixei meus sonhos
Nas tuas mãos deixei bondade
Alegre sonho
Ficou tristonho
Nas tuas mãos, virou saudade
Nas minhas mãos, o teu perfume
Nas minhas mãos o teu cabelo
O meu ciúme
O meu queixume
Nas minhas mãos, um triste apelo
As tuas mãos, estão mais frias
Estão vazias, de meus beijos
As minhas mãos, talvez não sintas
Estão famintas de desejos!
Nas minhas mãos a despedida
Nas tuas mãos, a minha vida
Nas tuas mãos, deixei meus sonhos
Nas tuas mãos deixei bondade
Alegre sonho
Ficou tristonho
Nas tuas mãos, virou saudade
Nas minhas mãos, o teu perfume
Nas minhas mãos o teu cabelo
O meu ciúme
O meu queixume
Nas minhas mãos, um triste apelo
As tuas mãos, estão mais frias
Estão vazias, de meus beijos
As minhas mãos, talvez não sintas
Estão famintas de desejos!
Poema das mãos
Poema das mãos (samba-canção, 1961) - Luís Antônio
Nas minhas mãos a despedida
Nas tuas mãos, a minha vida
Nas tuas mãos, deixei meus sonhos
Nas tuas mãos deixei bondade
Alegre sonho
Ficou tristonho
Nas tuas mãos, virou saudade
Nas minhas mãos, o teu perfume
Nas minhas mãos o teu cabelo
O meu ciúme
O meu queixume
Nas minhas mãos, um triste apelo
As tuas mãos, estão mais frias
Estão vazias, de meus beijos
As minhas mãos, talvez não sintas
Estão famintas de desejos!
Nas minhas mãos a despedida
Nas tuas mãos, a minha vida
Nas tuas mãos, deixei meus sonhos
Nas tuas mãos deixei bondade
Alegre sonho
Ficou tristonho
Nas tuas mãos, virou saudade
Nas minhas mãos, o teu perfume
Nas minhas mãos o teu cabelo
O meu ciúme
O meu queixume
Nas minhas mãos, um triste apelo
As tuas mãos, estão mais frias
Estão vazias, de meus beijos
As minhas mãos, talvez não sintas
Estão famintas de desejos!
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Cheiro de saudade
Cheiro de saudade (samba, 1960) - Djalma Ferreira e Luís Antônio
É aquele cheiro de saudade
Que me traz você a cada instante
Folhas de saudade
Mortas pelo chão
É o outono em fim, no coração.
É talvez que é tempo de saudade
Trago o peito tão carregadinho
Sofro de verdade
Fruto da saudade
Sem o teu carinho...
Quem semeia vento
Colhe tempestade
Quem plantar amor
Colhe saudade...
É aquele cheiro de saudade
Que me traz você a cada instante
Folhas de saudade
Mortas pelo chão
É o outono em fim, no coração.
É talvez que é tempo de saudade
Trago o peito tão carregadinho
Sofro de verdade
Fruto da saudade
Sem o teu carinho...
Quem semeia vento
Colhe tempestade
Quem plantar amor
Colhe saudade...
Cheiro de saudade
Cheiro de saudade (samba, 1960) - Djalma Ferreira e Luís Antônio
É aquele cheiro de saudade
Que me traz você a cada instante
Folhas de saudade
Mortas pelo chão
É o outono em fim, no coração.
É talvez que é tempo de saudade
Trago o peito tão carregadinho
Sofro de verdade
Fruto da saudade
Sem o teu carinho...
Quem semeia vento
Colhe tempestade
Quem plantar amor
Colhe saudade...
É aquele cheiro de saudade
Que me traz você a cada instante
Folhas de saudade
Mortas pelo chão
É o outono em fim, no coração.
É talvez que é tempo de saudade
Trago o peito tão carregadinho
Sofro de verdade
Fruto da saudade
Sem o teu carinho...
Quem semeia vento
Colhe tempestade
Quem plantar amor
Colhe saudade...
Recado
Recado (samba, 1959) - Luís Antônio e Djalma Ferreira
Você, errou quando olhou, pra mim
Uma esperança, fez nascer, em mim
Depois levou, pra tão longe de nós
Seu olhar no meu, a sua voz
Você deixou, sem querer deixar
Uma saudade, enorme em seu lugar
Depois nós dois
Cada qual a mercê do seu destino
Você sem mim, eu sem você!
Saudade, meu moleque de recado
Não diga que eu me encontro nesse estado
Você deixou, sem querer deixar
Uma saudade, enorme em seu lugar
Depois nós dois
Cada qual a mercê do seu destino
Você sem mim, eu sem você!
Você, errou quando olhou, pra mim
Uma esperança, fez nascer, em mim
Depois levou, pra tão longe de nós
Seu olhar no meu, a sua voz
Você deixou, sem querer deixar
Uma saudade, enorme em seu lugar
Depois nós dois
Cada qual a mercê do seu destino
Você sem mim, eu sem você!
Saudade, meu moleque de recado
Não diga que eu me encontro nesse estado
Você deixou, sem querer deixar
Uma saudade, enorme em seu lugar
Depois nós dois
Cada qual a mercê do seu destino
Você sem mim, eu sem você!
Recado
Recado (samba, 1959) - Luís Antônio e Djalma Ferreira
Você, errou quando olhou, pra mim
Uma esperança, fez nascer, em mim
Depois levou, pra tão longe de nós
Seu olhar no meu, a sua voz
Você deixou, sem querer deixar
Uma saudade, enorme em seu lugar
Depois nós dois
Cada qual a mercê do seu destino
Você sem mim, eu sem você!
Saudade, meu moleque de recado
Não diga que eu me encontro nesse estado
Você deixou, sem querer deixar
Uma saudade, enorme em seu lugar
Depois nós dois
Cada qual a mercê do seu destino
Você sem mim, eu sem você!
Você, errou quando olhou, pra mim
Uma esperança, fez nascer, em mim
Depois levou, pra tão longe de nós
Seu olhar no meu, a sua voz
Você deixou, sem querer deixar
Uma saudade, enorme em seu lugar
Depois nós dois
Cada qual a mercê do seu destino
Você sem mim, eu sem você!
Saudade, meu moleque de recado
Não diga que eu me encontro nesse estado
Você deixou, sem querer deixar
Uma saudade, enorme em seu lugar
Depois nós dois
Cada qual a mercê do seu destino
Você sem mim, eu sem você!
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Levanta Mangueira
Levanta Mangueira (samba/carnaval, 1959) - Luís Antônio
Levanta Mangueira
A poeira do chão
Samba do coração
(bis)
Mostra a sandália de prata da mulata
A voz da cuíca do tamborim
Mostra que o samba nasceu em Mangueira
Sim
Levanta Mangueira
A poeira do chão
Samba do coração
(bis)
Mostra a sandália de prata da mulata
A voz da cuíca do tamborim
Mostra que o samba nasceu em Mangueira
Sim
Levanta Mangueira
Levanta Mangueira (samba/carnaval, 1959) - Luís Antônio
Levanta Mangueira
A poeira do chão
Samba do coração
(bis)
Mostra a sandália de prata da mulata
A voz da cuíca do tamborim
Mostra que o samba nasceu em Mangueira
Sim
Levanta Mangueira
A poeira do chão
Samba do coração
(bis)
Mostra a sandália de prata da mulata
A voz da cuíca do tamborim
Mostra que o samba nasceu em Mangueira
Sim
O apito no samba
O apito no samba (samba, 1958) - Luiz Bandeira e Luís Antônio
Se você
No samba de "gente bem"
Não vai encontrar ninguém
Apitando um apito no samba
É porque
O samba que vai nascer
Só vai mesmo acontecer
Quando houver um apito no samba
Venha ver, squindô, squindô
No terreiro
Que é para ver
O que é o squindô verdadeiro
E, então
Você me dará razão
Chegando a esta conclusão
Que é preciso um apito no samba
Que bonito é um tamborim a batucar
Que bonito é um corpo de mulher sambar
Suas saias vão correndo pelo chão
Seus pés que são o ritmo que nasce
Cresce, vibra (Ah!)
Viva o apito no samba
E então você me dará razão
Chegando a esta conclusão
Que é preciso um apito no samba...
Se você
No samba de "gente bem"
Não vai encontrar ninguém
Apitando um apito no samba
É porque
O samba que vai nascer
Só vai mesmo acontecer
Quando houver um apito no samba
Venha ver, squindô, squindô
No terreiro
Que é para ver
O que é o squindô verdadeiro
E, então
Você me dará razão
Chegando a esta conclusão
Que é preciso um apito no samba
Que bonito é um tamborim a batucar
Que bonito é um corpo de mulher sambar
Suas saias vão correndo pelo chão
Seus pés que são o ritmo que nasce
Cresce, vibra (Ah!)
Viva o apito no samba
E então você me dará razão
Chegando a esta conclusão
Que é preciso um apito no samba...
O apito no samba
O apito no samba (samba, 1958) - Luiz Bandeira e Luís Antônio
Se você
No samba de "gente bem"
Não vai encontrar ninguém
Apitando um apito no samba
É porque
O samba que vai nascer
Só vai mesmo acontecer
Quando houver um apito no samba
Venha ver, squindô, squindô
No terreiro
Que é para ver
O que é o squindô verdadeiro
E, então
Você me dará razão
Chegando a esta conclusão
Que é preciso um apito no samba
Que bonito é um tamborim a batucar
Que bonito é um corpo de mulher sambar
Suas saias vão correndo pelo chão
Seus pés que são o ritmo que nasce
Cresce, vibra (Ah!)
Viva o apito no samba
E então você me dará razão
Chegando a esta conclusão
Que é preciso um apito no samba...
Se você
No samba de "gente bem"
Não vai encontrar ninguém
Apitando um apito no samba
É porque
O samba que vai nascer
Só vai mesmo acontecer
Quando houver um apito no samba
Venha ver, squindô, squindô
No terreiro
Que é para ver
O que é o squindô verdadeiro
E, então
Você me dará razão
Chegando a esta conclusão
Que é preciso um apito no samba
Que bonito é um tamborim a batucar
Que bonito é um corpo de mulher sambar
Suas saias vão correndo pelo chão
Seus pés que são o ritmo que nasce
Cresce, vibra (Ah!)
Viva o apito no samba
E então você me dará razão
Chegando a esta conclusão
Que é preciso um apito no samba...
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Poema do adeus
Poema do Adeus (samba-canção, 1961) - Luís Antônio
E então eu fiz um bem
Dos males que passei
Fiz do amor uma saudade de você
E nunca mais amei
Deixei nos olhos teus
Meu último olhar
E ao bem do amor
Eu disse adeus
Caminho o meu caminho
E nos lugares que passei
As pedras do caminho
São o pranto que chorei
Escondo em minhas mãos
Carinhos que eram teus
E guardo tua voz
No poema do adeus
E então eu fiz um bem
Dos males que passei
Fiz do amor uma saudade de você
E nunca mais amei
Deixei nos olhos teus
Meu último olhar
E ao bem do amor
Eu disse adeus
Caminho o meu caminho
E nos lugares que passei
As pedras do caminho
São o pranto que chorei
Escondo em minhas mãos
Carinhos que eram teus
E guardo tua voz
No poema do adeus
Poema do adeus
Poema do Adeus (samba-canção, 1961) - Luís Antônio
E então eu fiz um bem
Dos males que passei
Fiz do amor uma saudade de você
E nunca mais amei
Deixei nos olhos teus
Meu último olhar
E ao bem do amor
Eu disse adeus
Caminho o meu caminho
E nos lugares que passei
As pedras do caminho
São o pranto que chorei
Escondo em minhas mãos
Carinhos que eram teus
E guardo tua voz
No poema do adeus
E então eu fiz um bem
Dos males que passei
Fiz do amor uma saudade de você
E nunca mais amei
Deixei nos olhos teus
Meu último olhar
E ao bem do amor
Eu disse adeus
Caminho o meu caminho
E nos lugares que passei
As pedras do caminho
São o pranto que chorei
Escondo em minhas mãos
Carinhos que eram teus
E guardo tua voz
No poema do adeus
quarta-feira, 13 de setembro de 2006
Devaneio
Devaneio (samba) - Luís Antônio e Djalma Ferreira
C9 E/G# F7M F#º Em9 A7/13 A7/5+
Era a saudade do passado,
Dm7 G/B C9 G7/13 G7/5+
Era um olhar em meu caminho.
Cm7 F/A Bb6 Bbº Bb7/13 Bb7/5+
Agora a sombra do passado
A7/5- A4 D7/4 D7
É uma sombra de lado,
D7/9- Fm7 G7
Já não vivo sozi- nho. C9 E/G# F7M Gº Bbº Gº Eº
É minha crença no que creio,
Dm7 G7 C9 Fº Abº Fº Dº
É a certeza de que é minha,
Em7/5- A7 Fm7 Bb7
Meu sonho lindo, devaneio,
Fº C7M
Amanhã é você,
Dm7 G7 C9
Só você, vida inteirinha. Solo sobre a primeira parte C9 E7 F Em7 A7
É, é minha crença no que creio,
Dm7 G7 C9 Dm7
É a certeza de que é minha,
Em7/5- A7 Fm7 Bb7
Meu sonho lindo, devaneio,
C7M
Amanhã é você,
Dm7 G7 C9
Só você, vida inteirinha.
Devaneio
Devaneio (samba) - Luís Antônio e Djalma Ferreira
C9 E/G# F7M F#º Em9 A7/13 A7/5+
Era a saudade do passado,
Dm7 G/B C9 G7/13 G7/5+
Era um olhar em meu caminho.
Cm7 F/A Bb6 Bbº Bb7/13 Bb7/5+
Agora a sombra do passado
A7/5- A4 D7/4 D7
É uma sombra de lado,
D7/9- Fm7 G7
Já não vivo sozi- nho. C9 E/G# F7M Gº Bbº Gº Eº
É minha crença no que creio,
Dm7 G7 C9 Fº Abº Fº Dº
É a certeza de que é minha,
Em7/5- A7 Fm7 Bb7
Meu sonho lindo, devaneio,
Fº C7M
Amanhã é você,
Dm7 G7 C9
Só você, vida inteirinha. Solo sobre a primeira parte C9 E7 F Em7 A7
É, é minha crença no que creio,
Dm7 G7 C9 Dm7
É a certeza de que é minha,
Em7/5- A7 Fm7 Bb7
Meu sonho lindo, devaneio,
C7M
Amanhã é você,
Dm7 G7 C9
Só você, vida inteirinha.
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