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quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Flávio Cavalcanti

Flávio Cavalcanti (Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti), nasceu no Rio de Janeiro a 15 de janeiro de 1923. Começou, aos 22 anos, a trabalhar no Banco do Brasil. Mas ao mesmo tempo, estreou como repórter no jornal carioca A Manhã.

Posteriormente foi funcionário da Alfândega do Rio de Janeiro, onde ficou até 1964. Seu pendor maior era pelo jornalismo e fez entrevistas memoráveis com o político fluminense Tenório Cavalcanti, o “Homem da Capa Preta”. Esteve ainda nos Estados Unidos e entrevistou o presidente Kennedy, na casa Branca.

Entrou para a televisão e tinha estilo tão marcante que registrou época, pois entre outras coisas criou o primeiro júri da televisão brasileira. Começou também a compor e influenciou muito nas tendências musicais. Artistas, que se tornaram consagrados, começaram com Flávio Cavalcanti. Seu estilo era contundente. Letras medíocres, músicas iam para o lixo. Literalmente. Ele quebrava discos e jogava fora. Criou gestos marcantes, como a mão direita estendida para o alto, ao pedir o intervalo. O “tira bota” dos óculos também foi marcante.

Seu primeiro programa foi Discos Impossíveis. Em 1951 compôs Mancha de Baton, que foi gravada pelo conjunto Os Cariocas. Em 1952, na Rádio Mayrink Veiga do Rio de Janeiro, seu programa fazia sucesso. Dolores Duran gravou sua música Manias. Essa música, além de outras, Flávio fez em parceria com o irmão Celso.

Em 1955, com Jacinto de Thormes, estreou o programa: Nós os Gatos. Em 1957, na TV Tupi, estreou seu programa definitivo: Um Instante Maestro. Em 1965 lançou na TV Tupi Excelsior o Júri, que muito marcou.

Em 1966 reeditou o mesmo programa e lançou mais dois: A Grande Chance e Sua Majestade é a Lei. Em 1968 realizou o programa: A Grande Chance em Portugal. Em 1970 lançou: Programa Flávio Cavalcanti na TV Tupi do Rio. Seu programa foi suspenso pela censura militar.

Em 1976 reeditou Um Instante, Maestro, na TVS do Rio. Em 1977 esteve na Rádio Mulher em São Paulo, com um programa diário. Em 1978 novamente fez : Programa Flávio Cavalcanti na TV Tupi carioca. Em 1982 foi para a TV Bandeirantes de São Paulo, fazendo o programa Boa Noite, Brasil. Em 1983, no SBT de São Paulo fez o Programa Flávio Cavalcanti.

Por seus programas passaram nomes consagrados, como: Oswaldo Sargentelli, Marisa Urban, Erlon Chaves, Márcia de Windsor, entre outros. Inteligente, brilhante, inquieto, como bem mostra sua biografia, o carioca Flávio Cavalcanti, porém, teve uma vida familiar tranqüila. Casou se com dona Belinha e teve três filhos, sendo o filho que levava seu nome, um executivo de telecomunicações.

Flávio Cavalcanti faleceu de enfarte, aos 16 de maio de 1986, após apresentar o programa Flávio Cavalcanti, em São Paulo. Nome inesquecível na memória de todo o Brasil ele é.

Flávio Cavalcanti

Flávio Cavalcanti (Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti), nasceu no Rio de Janeiro a 15 de janeiro de 1923. Começou, aos 22 anos, a trabalhar no Banco do Brasil. Mas ao mesmo tempo, estreou como repórter no jornal carioca A Manhã.

Posteriormente foi funcionário da Alfândega do Rio de Janeiro, onde ficou até 1964. Seu pendor maior era pelo jornalismo e fez entrevistas memoráveis com o político fluminense Tenório Cavalcanti, o “Homem da Capa Preta”. Esteve ainda nos Estados Unidos e entrevistou o presidente Kennedy, na casa Branca.

Entrou para a televisão e tinha estilo tão marcante que registrou época, pois entre outras coisas criou o primeiro júri da televisão brasileira. Começou também a compor e influenciou muito nas tendências musicais. Artistas, que se tornaram consagrados, começaram com Flávio Cavalcanti. Seu estilo era contundente. Letras medíocres, músicas iam para o lixo. Literalmente. Ele quebrava discos e jogava fora. Criou gestos marcantes, como a mão direita estendida para o alto, ao pedir o intervalo. O “tira bota” dos óculos também foi marcante.

Seu primeiro programa foi Discos Impossíveis. Em 1951 compôs Mancha de Baton, que foi gravada pelo conjunto Os Cariocas. Em 1952, na Rádio Mayrink Veiga do Rio de Janeiro, seu programa fazia sucesso. Dolores Duran gravou sua música Manias. Essa música, além de outras, Flávio fez em parceria com o irmão Celso.

Em 1955, com Jacinto de Thormes, estreou o programa: Nós os Gatos. Em 1957, na TV Tupi, estreou seu programa definitivo: Um Instante Maestro. Em 1965 lançou na TV Tupi Excelsior o Júri, que muito marcou.

Em 1966 reeditou o mesmo programa e lançou mais dois: A Grande Chance e Sua Majestade é a Lei. Em 1968 realizou o programa: A Grande Chance em Portugal. Em 1970 lançou: Programa Flávio Cavalcanti na TV Tupi do Rio. Seu programa foi suspenso pela censura militar.

Em 1976 reeditou Um Instante, Maestro, na TVS do Rio. Em 1977 esteve na Rádio Mulher em São Paulo, com um programa diário. Em 1978 novamente fez : Programa Flávio Cavalcanti na TV Tupi carioca. Em 1982 foi para a TV Bandeirantes de São Paulo, fazendo o programa Boa Noite, Brasil. Em 1983, no SBT de São Paulo fez o Programa Flávio Cavalcanti.

Por seus programas passaram nomes consagrados, como: Oswaldo Sargentelli, Marisa Urban, Erlon Chaves, Márcia de Windsor, entre outros. Inteligente, brilhante, inquieto, como bem mostra sua biografia, o carioca Flávio Cavalcanti, porém, teve uma vida familiar tranqüila. Casou se com dona Belinha e teve três filhos, sendo o filho que levava seu nome, um executivo de telecomunicações.

Flávio Cavalcanti faleceu de enfarte, aos 16 de maio de 1986, após apresentar o programa Flávio Cavalcanti, em São Paulo. Nome inesquecível na memória de todo o Brasil ele é.

quinta-feira, 11 de maio de 2006

Manias

Manias (samba-canção, 1955) - Celso e Flávio Cavalcanti

Lúcio Alves

Intro: F Bb7+ Am7 D7 Gm7 Gm6 F C9-

F7+ Gm7 Am7 Abm7 Gm7 C/Bb
Dentre as manias que eu tenho uma é gostar de você
F7+ Gm7 Am7 Abm7 Gm7 C/Bb C7
Mania é coisa que a gente tem mas não sabe porque
Cm7 F9 F9- Bb7+ Em9 A7
Mania de querer bem, às vezes de falar mal
Dm7 F/G G7 Gm7 C/Bb C13/9-
Mania de não deitar sem antes ler o jornal
F7+ Gm7 Am7 Abm7 Gm7 C/Bb C9-
De só entrar no chuveiro cantando a mesma canção
F7+ Gm7 Am7 Abm7 Gm7 C/Bb C7
De só pedir o cinzeiro depois da cinza no chão
Cm7 F9 F9- Bb7+ Em9 A7
Eu tenho várias manias, delas não faço segredo
Dm7 F/G G7 Gm7 C/Bb C13/9-
Quem pode ver tinta fresca sem logo passar o dedo
F7+ Gm7 Am7 Abm7 Gm7 C/Bb C9-
De contar sempre aumentado tudo o que diz ou que fez
F7+ Gm7 Am7 Abm7 Gm7 C/Bb C7
De guardar fósforo usado dentro da caixa outra vez
Cm7 F9 F9- Bb7+ Eb7
Mania é coisa que a gente tem mas não saber porque
F7+ Gm7 Am7 D5+/9 Gm7 G7 F Dm7 Gm9 C13
Dentre as manias que eu tenho uma é gostar de você
...
Gm7 C7 F7+ Eb/F Db/Eb F7+
...uma é gostar de você