Eu não sou manivela (marcha, 1953) - Ary Barroso
Interpretação: Diamantina Gomes com Conjunto Regional.
Você não tem nem a metade
Do valor que tinha outrora
Mudou, mudou, mudou
Só chega em casa
Pra dormir fora de hora
Não suporto mais
Manivela é que vai pra frente e pra traz
Hoje, vem e me abraça
Amanhã, nem me conhece quando passa
Não suporto mais
Manivela é que vai pra frente e pra traz
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domingo, 21 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Napoleão Tavares
Napoleão Tavares, regente, instrumentista e compositor, nasceu em Ubá, MG, em 23/07/1892, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 22/04/1965. Iniciou carreira musical no início da década de 1910, chegando a gravar em solo de trompete a valsa Marta (Elias do Amaral), com a Banda Faulhaber, no Rio de Janeiro, por 1912.
Foi integrante da orquestra do violonista Cícero Meneses, que se apresentava na sala de espera do Cinema Avenida. No final da década de 1920 formou, com Gaó, Zé Carioca e Jonas Aragão a orquestra Colbás, grupo de estúdio da gravadora Columbia.
Nesta gravadora registrou, em junho de 1930, em solo de trompete, acompanhado pela JazzBand Columbia, o choro Peri, de Jonas Aragão. No mês seguinte foram gravadas, pela Columbia Brasil Orquestra, suas composições Recordando-te e Laís.
Com a Orquestra Colbás gravou diversas músicas na Columbia, entre as quais a valsa Amo-te (Sílvio Perazzini), o choro Não estrila (Atílio Grany) e a valsa Rapaziada do Bom Retiro (G. Negrini), todas em 1931. A orquestra gravou ainda várias músicas de Zequinha de Abreu, como a valsa Branca (1931) e os choros Tico-tico no fubá (1931) e Os pintinhos no terreiro (1932).
Em 1934 excursionou pela Bahia à frente de uma orquestra que incluía Ary Barroso ao piano. Formou em seguida a Napoleão Tavares e seus Soldados Musicais, que alcançou notoriedade nas décadas de 1930 e 1940, sobretudo como orquestra de danças, além de uma longa atuação na Rádio Clube do Brasil.
Com essa orquestra, da qual era regente e trompetista, acompanhou Sílvio Caldas, em 1938, nas gravações da marcha-rancho Pastorinhas (João de Barro e Noel Rosa), do samba Choro por teu amor (Castro Barbosa e Kid Pepe) e das marchas Seu Gaspar (Hervé Cordovil) e Ratoeira (André Filho e Alberto Ribeiro). Sua atuação prolongou-se até o início da década de 1950.
Playlist
Adoração (valsa) - V. Giordano / Gravadora Columbia / Número do Álbum: 7000 / Data de Gravação: 00/1930 / Data de Lançamento: 00/1930 / Lado A / Disco 78 rpm.
Alma brasileira (valsa) - Fernando Magalhães / Gravadora Columbia / Número do Álbum: 7038 / Data de Gravação: 00/1930 / Data de Lançamento: 00/1930 / Lado B / Disco 78 rpm.
Amor perfeito (valsa) - Porfirico Damasceno / Gravadora Continental / Número do Álbum: 15062 / Data de Gravação: 00/1943 / Data de Lançamento: 00/1943 / Lado A / Disco 78 rpm.
Branca (valsa) - Zequinha de Abreu / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22029 / Data de Gravação 00/1931 / Data de Lançamento 00/1931 / Lado A / Disco 78 rpm.
Amor perfeito (valsa) - Porfirico Damasceno / Gravadora Continental / Número do Álbum: 15062 / Data de Gravação: 00/1943 / Data de Lançamento: 00/1943 / Lado A / Disco 78 rpm.
Branca (valsa) - Zequinha de Abreu / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22029 / Data de Gravação 00/1931 / Data de Lançamento 00/1931 / Lado A / Disco 78 rpm.
Cravos do sul (rancheira) - Atílio Grany / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22095 / Data de Gravação 1931-1932 / Data de Lançamento 00/1932 / Lado A /
Disco 78 rpm.
Gaúcha (valsa) - Vito Coluna Neto / Gravadora Columbia / Número do Álbum 7038 / Data de Gravação 00/1930 / Data de Lançamento 00/1930 / Lado A / Disco 78 rpm.
Lágrimas que torturam (valsa) - Amadeu DeAnnibale / Gravadora Columbia / Número do Álbum 7019 / Data de Lançamento 09/1930 / Lado indefinido / Disco 78 rpm.
Mocidade de bocaina (valsa) - Ângelo Piragine / Gravadora Continental / Número do Álbum 15677 / Data de Gravação 00/1946 / Data de Lançamento 00/1946 / Lado A / Disco 78 rpm.
Não estrila (choro) - Atílio Grany / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22043 /Data de Gravação 00/1931 / Data de Lançamento 00/1931 / Lado B / Disco 78 rpm.
Nossa padroeira (valsa) - Zequinha de Abreu / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22095 / Data de Gravação 1931-1932 / Data de Lançamento 00/1932 / Lado B / Disco 78 rpm.
O despertar de um coração (valsa) - Ângelo Piragine e Ramiro Costa / Gravadora Continental / Número do Álbum 15677 / Data de Gravação 00/1946 / Data de Lançamento 00/1946 / Lado B / Disco 78 rpm.
Os pintinhos no terreiro (choro) - Zequinha de Abreu / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22141 / Data de Gravação 00/1932 / Data de Lançamento 00/1932 / Lado A / Disco 78 rpm.
Peri (choro) - Jonas Aragão / Gravadora Columbia / Número do Álbum 5213 / Data de Lançamento 06/1930 / Lado indefinido / Disco 78 rpm.
Rapaziada da vila velha (valsa) - Porfírico Damasceno / Gravadora Continental / Número do Álbum 15062 / Data de Gravação 00/1943 / Data de Lançamento 00/1943 / Lado B / Disco 78 rpm.
Rapaziada do bom retiro (valsa) - Getulino Negrini / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22043 / Data de Gravação 00/1931 / Data de Lançamento 00/1931 / Lado A / Disco 78 rpm.
Surpresa (choro) - Atílio Grany / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22067 / Data de Gravação 00/1931 / Data de Lançamento 00/1931 / Lado A / Disco 78 rpm.
Tico-tico no fubá (choro) - Zequinha de Abreu / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22029 / Data de Gravação 00/1931 / Data de Lançamento 00/1931 / Lado B / Disco 78 rpm.
Uma noite sonhando (valsa) - V. Giordano / Gravadora Columbia / Número do Álbum 7000 / Data de Gravação 00/1930 / Data de Lançamento 00/1930 / Lado B / Disco 78 rpm.
Unidos pelo amor (valsa) - Luiz Rodrigues Alves / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22067 / Data de Gravação 00/1931 / Data de Lançamento 00/1931 / Lado B / Disco 78 rpm.
Voando sem asas (choro) - Hudson Gaya / Gravadora Columbia / Número do Álbum 22047 / Data de Gravação 00/1931 / Data de Lançamento 00/1931 / Lado B / Disco 78 rpm.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora e PubliFOLHA.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Tu qué tomá meu nome
![]() |
| Araci Cortes |
Título da música: Tu qué tomá meu nome / Gênero musical: Samba / Intérprete: Araci Cortes / Compositores: Barroso, Ary - Mariano, Olegário / Gravadora Odeon / Número do Álbum 10446 / Data de Gravação 00/1929 / Data de Lançamento 00/1929 / Lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm:
Por Deus, me deixa sossegado
Tu que tomou meu nome
Mas meu nome eu não te dou
Eu gosto é de levar pancada
E até de passar fome
Por amor do meu amor
Pra esse home eu esquecer
Estou dando pra beber
Estou dando pra roubar
Se a polícia me prender
Já sei que foi você
Que foi me denunciar
Não faz isso assim, não
Tenha compaixão, sim
Não queira me encrencar
Mulher malvada e má
Você me deixa a vida desgraçada
Não faz isso assim, não
Tenha compaixão, sim
Não queira me encrencar
Nem me prender, porque
Tu qué tomá meu nome
![]() |
| Araci Cortes |
Título da música: Tu qué tomá meu nome / Gênero musical: Samba / Intérprete: Araci Cortes / Compositores: Barroso, Ary - Mariano, Olegário / Gravadora Odeon / Número do Álbum 10446 / Data de Gravação 00/1929 / Data de Lançamento 00/1929 / Lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm:
Por Deus, me deixa sossegado
Tu que tomou meu nome
Mas meu nome eu não te dou
Eu gosto é de levar pancada
E até de passar fome
Por amor do meu amor
Pra esse home eu esquecer
Estou dando pra beber
Estou dando pra roubar
Se a polícia me prender
Já sei que foi você
Que foi me denunciar
Não faz isso assim, não
Tenha compaixão, sim
Não queira me encrencar
Mulher malvada e má
Você me deixa a vida desgraçada
Não faz isso assim, não
Tenha compaixão, sim
Não queira me encrencar
Nem me prender, porque
sábado, 22 de novembro de 2008
Colibri
![]() |
| Odete Amaral |
Assim como o colibri - i, i, i, i, i,
Que vai de flor em flor - ô, ô, ô, ô,
Pelo meu jardim
Você também vai
De amor em amor
Não sobra nem um tiquinho pra mim
Pelo amor de seu amor
O meu coração
Tem sofrido em vão
Agora posso acreditar
Que o seu maior prazer
É me ver penar.
Colibri
Colibri (marcha/carnaval, 1937) - Ary Barroso
Assim como o colibri - i, i, i, i, i,
Que vai de flor em flor - ô, ô, ô, ô,
Pelo meu jardim
Você também vai
De amor em amor
Não sobra nem um tiquinho pra mim
Pelo amor de seu amor
O meu coração
Tem sofrido em vão
Agora posso acreditar
Que o seu maior prazer
É me ver penar.
Assim como o colibri - i, i, i, i, i,
Que vai de flor em flor - ô, ô, ô, ô,
Pelo meu jardim
Você também vai
De amor em amor
Não sobra nem um tiquinho pra mim
Pelo amor de seu amor
O meu coração
Tem sofrido em vão
Agora posso acreditar
Que o seu maior prazer
É me ver penar.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Rio de Janeiro
![]() |
| Dalva de Oliveira |
Para cantar a beleza
A grandeza
De nossa terra
Basta ser bom brasileiro
Mostrar ao mundo inteiro
Tudo que ela encerra, Brasil.
Ô nossas praias sao tao claras
Nossas flores sao tao raras
Iso é o meu Brasil
07/03/1951 |
Nossos montes, nossas lindas cascatas
Deus foi quem criou, ô ô
Ô ô minha terra brasileira
Ouve esta cançao ligeira
Que eu fiz quase louco de saudade
Brasil
Tange as cordas dos teus violoes
E canta teu canto de amor
Que vai fundo nos coraçoes.
Para sentir a grandeza
A beleza do meu país
Basta ma só condiçao
É ser brasileiro e ter coraçao
Rio de Janeiro...
Ô nossas flores sao tao raras
Nossas noites sao tao claras
Isto é o meu Brasil.
Ô esses montes, essas ilhas e matas
Essas fontes, estas lindas cascatas
Isso é o meu Brasil, ô ô
Minha terra brasileira
Ouve esta cançao ligeira
Que fiz quase louco de saudade
Brasil
Tange as cordas dos teus violoes
E canta o teu canto de amor
Que vai fundo nos coraçoes.
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro (samba, 1944) - Ary Barroso
Para cantar a beleza
A grandeza
De nossa terra
Basta ser bom brasileiro
Mostrar ao mundo inteiro
Tudo que ela encerra, Brasil.
Ô nossas praias sao tao claras
Nossas flores sao tao raras
Iso é o meu Brasil
Ô nossos rios, nossas ilhas e matas
Nossos montes, nossas lindas cascatas
Deus foi quem criou, ô ô
Ô ô minha terra brasileira
Ouve esta cançao ligeira
Que eu fiz quase louco de saudade
Brasil
Tange as cordas dos teus violoes
E canta teu canto de amor
Que vai fundo nos coraçoes.
Para sentir a grandeza
A beleza do meu país
Basta ma só condiçao
É ser brasileiro e ter coraçao
Rio de Janeiro...
Ô nossas flores sao tao raras
Nossas noites sao tao claras
Isto é o meu Brasil.
Ô esses montes, essas ilhas e matas
Essas fontes, estas lindas cascatas
Isso é o meu Brasil, ô ô
Minha terra brasileira
Ouve esta cançao ligeira
Que fiz quase louco de saudade
Brasil
Tange as cordas dos teus violoes
E canta o teu canto de amor
Que vai fundo nos coraçoes.
07/03/1951 |
Para cantar a beleza
A grandeza
De nossa terra
Basta ser bom brasileiro
Mostrar ao mundo inteiro
Tudo que ela encerra, Brasil.
Ô nossas praias sao tao claras
Nossas flores sao tao raras
Iso é o meu Brasil
Ô nossos rios, nossas ilhas e matas
Nossos montes, nossas lindas cascatas
Deus foi quem criou, ô ô
Ô ô minha terra brasileira
Ouve esta cançao ligeira
Que eu fiz quase louco de saudade
Brasil
Tange as cordas dos teus violoes
E canta teu canto de amor
Que vai fundo nos coraçoes.
Para sentir a grandeza
A beleza do meu país
Basta ma só condiçao
É ser brasileiro e ter coraçao
Rio de Janeiro...
Ô nossas flores sao tao raras
Nossas noites sao tao claras
Isto é o meu Brasil.
Ô esses montes, essas ilhas e matas
Essas fontes, estas lindas cascatas
Isso é o meu Brasil, ô ô
Minha terra brasileira
Ouve esta cançao ligeira
Que fiz quase louco de saudade
Brasil
Tange as cordas dos teus violoes
E canta o teu canto de amor
Que vai fundo nos coraçoes.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Rio
Rio (samba, 1948) - Ary Barroso
Rio,
Barulho de rodas rangendo
Barulho de gente correndo
Que vai pro trabalho e é feliz
Rio
Batida de bumbo e pandeiro
Batuque do bom no terreiro
Cabrochas gingando seus quadris
Rio
Que conta anedota no bar
Que vai pros estádios gritar
Canta samba de improviso
Rio
Copacabana feiticeira
Jóia da terra brasileira
Pedaço do paraíso
Bate tamborim
Oi, baticum lelê
Rio de Janeiro
Rio, Rio
Céu azul
Verdes montanhas
E o mar de águas verdes
Praias inundadas de sol
Pra Iaiá, Iaiá
Pra Ioiô, Ioiô
Pra Sinhá, sinhá
E pra Sinhô
Terra de amor
De luz
De vida
E de resplendor
Rio,
Barulho de rodas rangendo
Barulho de gente correndo
Que vai pro trabalho e é feliz
Rio
Batida de bumbo e pandeiro
Batuque do bom no terreiro
Cabrochas gingando seus quadris
Rio
Que conta anedota no bar
Que vai pros estádios gritar
Canta samba de improviso
Rio
Copacabana feiticeira
Jóia da terra brasileira
Pedaço do paraíso
Bate tamborim
Oi, baticum lelê
Rio de Janeiro
Rio, Rio
Céu azul
Verdes montanhas
E o mar de águas verdes
Praias inundadas de sol
Pra Iaiá, Iaiá
Pra Ioiô, Ioiô
Pra Sinhá, sinhá
E pra Sinhô
Terra de amor
De luz
De vida
E de resplendor
Rio
Rio (samba, 1948) - Ary Barroso
Rio,
Barulho de rodas rangendo
Barulho de gente correndo
Que vai pro trabalho e é feliz
Rio
Batida de bumbo e pandeiro
Batuque do bom no terreiro
Cabrochas gingando seus quadris
Rio
Que conta anedota no bar
Que vai pros estádios gritar
Canta samba de improviso
Rio
Copacabana feiticeira
Jóia da terra brasileira
Pedaço do paraíso
Bate tamborim
Oi, baticum lelê
Rio de Janeiro
Rio, Rio
Céu azul
Verdes montanhas
E o mar de águas verdes
Praias inundadas de sol
Pra Iaiá, Iaiá
Pra Ioiô, Ioiô
Pra Sinhá, sinhá
E pra Sinhô
Terra de amor
De luz
De vida
E de resplendor
Rio,
Barulho de rodas rangendo
Barulho de gente correndo
Que vai pro trabalho e é feliz
Rio
Batida de bumbo e pandeiro
Batuque do bom no terreiro
Cabrochas gingando seus quadris
Rio
Que conta anedota no bar
Que vai pros estádios gritar
Canta samba de improviso
Rio
Copacabana feiticeira
Jóia da terra brasileira
Pedaço do paraíso
Bate tamborim
Oi, baticum lelê
Rio de Janeiro
Rio, Rio
Céu azul
Verdes montanhas
E o mar de águas verdes
Praias inundadas de sol
Pra Iaiá, Iaiá
Pra Ioiô, Ioiô
Pra Sinhá, sinhá
E pra Sinhô
Terra de amor
De luz
De vida
E de resplendor
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Falta um zero no meu ordenado
Falta um zero no meu ordenado (samba/carnaval, 1948) - Ary Barroso e Benedito Lacerda
Trabalho como louco
Mas ganho muito pouco
Por isso eu vivo sempre atrapalhado
Fazendo faxina
Comendo no "China"
Tá faltando um zero no meu ordenado
Trabalho como louco
Mas ganho muito pouco
Por isso eu vivo sempre atrapalhado
Fazendo faxina
Comendo no China"
Tá faltando um zero
No meu ordenado
Tá faltando um zero no meu ordenado
Tá faltando sola no meu sapato
Somente o retrato
Da rainha do meu samba
É que me consola
Nesta corda bamba
Trabalho como louco
Mas ganho muito pouco
Por isso eu vivo sempre atrapalhado
Fazendo faxina
Comendo no "China"
Tá faltando um zero no meu ordenado
Trabalho como louco
Mas ganho muito pouco
Por isso eu vivo sempre atrapalhado
Fazendo faxina
Comendo no China"
Tá faltando um zero
No meu ordenado
Tá faltando um zero no meu ordenado
Tá faltando sola no meu sapato
Somente o retrato
Da rainha do meu samba
É que me consola
Nesta corda bamba
Falta um zero no meu ordenado
Falta um zero no meu ordenado (samba/carnaval, 1948) - Ary Barroso e Benedito Lacerda
Trabalho como louco
Mas ganho muito pouco
Por isso eu vivo sempre atrapalhado
Fazendo faxina
Comendo no "China"
Tá faltando um zero no meu ordenado
Trabalho como louco
Mas ganho muito pouco
Por isso eu vivo sempre atrapalhado
Fazendo faxina
Comendo no China"
Tá faltando um zero
No meu ordenado
Tá faltando um zero no meu ordenado
Tá faltando sola no meu sapato
Somente o retrato
Da rainha do meu samba
É que me consola
Nesta corda bamba
Trabalho como louco
Mas ganho muito pouco
Por isso eu vivo sempre atrapalhado
Fazendo faxina
Comendo no "China"
Tá faltando um zero no meu ordenado
Trabalho como louco
Mas ganho muito pouco
Por isso eu vivo sempre atrapalhado
Fazendo faxina
Comendo no China"
Tá faltando um zero
No meu ordenado
Tá faltando um zero no meu ordenado
Tá faltando sola no meu sapato
Somente o retrato
Da rainha do meu samba
É que me consola
Nesta corda bamba
terça-feira, 25 de março de 2008
Cinco horas da manhã
Cinco horas da manhã (samba/carnaval, 1943) - Ary Barroso
São cinco horas da manhã
O sol já vem raiando
Maria tá em casa me esperando
Eu vou-me embora
É hora do corpo descansar
Sou boêmio,
Mas não quero me acabar
Maria, minha boa companheira
Não dorme enquanto eu não chego
Sou boêmio
E Maria reconhece
Por isso não me aborrece
É hora
Vou-me embora
São cinco horas da manhã
O sol já vem raiando
Maria tá em casa me esperando
Eu vou-me embora
É hora do corpo descansar
Sou boêmio,
Mas não quero me acabar
Não dorme enquanto eu não chego
Sou boêmio
E Maria reconhece
Por isso não me aborrece
É hora
Vou-me embora
Cinco horas da manhã
Cinco horas da manhã (samba/carnaval, 1943) - Ary Barroso
São cinco horas da manhã
O sol já vem raiando
Maria tá em casa me esperando
Eu vou-me embora
É hora do corpo descansar
Sou boêmio,
Mas não quero me acabar
Maria, minha boa companheira
Não dorme enquanto eu não chego
Sou boêmio
E Maria reconhece
Por isso não me aborrece
É hora
Vou-me embora
São cinco horas da manhã
O sol já vem raiando
Maria tá em casa me esperando
Eu vou-me embora
É hora do corpo descansar
Sou boêmio,
Mas não quero me acabar
Maria, minha boa companheira
Não dorme enquanto eu não chego
Sou boêmio
E Maria reconhece
Por isso não me aborrece
É hora
Vou-me embora
Quero dizer-te adeus
Quero dizer-te adeus (valsa, 1942) - Ary Barroso
Quero dizer-te adeus
De forma singular
Cantando a nossa valsa
Sem chorar
Quero dizer-te adeus
Pois vou partir, amor
Sem mágoa e sem rancor
Dos falsos beijos teus
Quero deixar-te assim
Sem atribulações
Pra que longe de mim
Não tenhas ilusões
O nosso amor morreu
E o culpado não fui eu
Foi a sorte
Foi a vida, querida
Sonhei, confesso
Castelos de ouro e luz
Mansão de mil venturas
Para nós dois
Porém, no mundo os namorados
Não contam com as surpresas que vêm depois
Depois, depois, amor
A tempestade veio e tudo carregou
Até a saudade
Quero dizer-te adeus
De forma singular
Cantando a nossa valsa
Sem chorar
Quero dizer-te adeus
De forma singular
Cantando a nossa valsa
Sem chorar
Quero dizer-te adeus
Pois vou partir, amor
Sem mágoa e sem rancor
Dos falsos beijos teus
Quero deixar-te assim
Sem atribulações
Pra que longe de mim
Não tenhas ilusões
O nosso amor morreu
E o culpado não fui eu
Foi a sorte
Foi a vida, querida
Sonhei, confesso
Castelos de ouro e luz
Mansão de mil venturas
Para nós dois
Porém, no mundo os namorados
Não contam com as surpresas que vêm depois
Depois, depois, amor
A tempestade veio e tudo carregou
Até a saudade
Quero dizer-te adeus
De forma singular
Cantando a nossa valsa
Sem chorar
Quero dizer-te adeus
Quero dizer-te adeus (valsa, 1942) - Ary Barroso
Quero dizer-te adeus
De forma singular
Cantando a nossa valsa
Sem chorar
Quero dizer-te adeus
Pois vou partir, amor
Sem mágoa e sem rancor
Dos falsos beijos teus
Quero deixar-te assim
Sem atribulações
Pra que longe de mim
Não tenhas ilusões
O nosso amor morreu
E o culpado não fui eu
Foi a sorte
Foi a vida, querida
Sonhei, confesso
Castelos de ouro e luz
Mansão de mil venturas
Para nós dois
Porém, no mundo os namorados
Não contam com as surpresas que vêm depois
Depois, depois, amor
A tempestade veio e tudo carregou
Até a saudade
Quero dizer-te adeus
De forma singular
Cantando a nossa valsa
Sem chorar
Quero dizer-te adeus
De forma singular
Cantando a nossa valsa
Sem chorar
Quero dizer-te adeus
Pois vou partir, amor
Sem mágoa e sem rancor
Dos falsos beijos teus
Quero deixar-te assim
Sem atribulações
Pra que longe de mim
Não tenhas ilusões
O nosso amor morreu
E o culpado não fui eu
Foi a sorte
Foi a vida, querida
Sonhei, confesso
Castelos de ouro e luz
Mansão de mil venturas
Para nós dois
Porém, no mundo os namorados
Não contam com as surpresas que vêm depois
Depois, depois, amor
A tempestade veio e tudo carregou
Até a saudade
Quero dizer-te adeus
De forma singular
Cantando a nossa valsa
Sem chorar
sábado, 22 de março de 2008
Faixa de cetim
Faixa de cetim (samba, 1942) - Ary Barroso
Bahia, terra de luz e amor
Foi lá onde nasceu Nosso Senhor
Bahia de Iaiá e Ioiô
Da mãe preta carinhosa
Que no colo me embalou
Quando eu nasci
Na cidade baixa
Me enrolaram numa faixa
Cor de rosa de cetim
Quando eu cresci
Dei a faixa de presente
Pra pagar uma promessa
Ao meu Senhor do Bonfim
Pedi que me abrisse um abrigo
Da felicidade
Pedi que me desse um carinho
Por minha felicidade
Sou feliz e ninguém mais feliz que eu
Senhor do Bonfim
Bahia, terra de luz e amor
Foi lá onde nasceu Nosso Senhor
Bahia de Iaiá e Ioiô
Da mãe preta carinhosa
Que no colo me embalou
Quando eu nasci
Na cidade baixa
Me enrolaram numa faixa
Cor de rosa de cetim
Quando eu cresci
Dei a faixa de presente
Pra pagar uma promessa
Ao meu Senhor do Bonfim
Pedi que me abrisse um abrigo
Da felicidade
Pedi que me desse um carinho
Por minha felicidade
Sou feliz e ninguém mais feliz que eu
Senhor do Bonfim
Faixa de cetim
Faixa de cetim (samba, 1942) - Ary Barroso
Bahia, terra de luz e amor
Foi lá onde nasceu Nosso Senhor
Bahia de Iaiá e Ioiô
Da mãe preta carinhosa
Que no colo me embalou
Quando eu nasci
Na cidade baixa
Me enrolaram numa faixa
Cor de rosa de cetim
Quando eu cresci
Dei a faixa de presente
Pra pagar uma promessa
Ao meu Senhor do Bonfim
Pedi que me abrisse um abrigo
Da felicidade
Pedi que me desse um carinho
Por minha felicidade
Sou feliz e ninguém mais feliz que eu
Senhor do Bonfim
Bahia, terra de luz e amor
Foi lá onde nasceu Nosso Senhor
Bahia de Iaiá e Ioiô
Da mãe preta carinhosa
Que no colo me embalou
Quando eu nasci
Na cidade baixa
Me enrolaram numa faixa
Cor de rosa de cetim
Quando eu cresci
Dei a faixa de presente
Pra pagar uma promessa
Ao meu Senhor do Bonfim
Pedi que me abrisse um abrigo
Da felicidade
Pedi que me desse um carinho
Por minha felicidade
Sou feliz e ninguém mais feliz que eu
Senhor do Bonfim
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