Vida apertada (marcha-batuque, 1923) - SinhôSei que estou preso, preso
Não posso fugir
Vida apertada eu passo
E não posso mentir
Oh... Vem, oh vem
Oh... Vem, meu coração
Apagai o fogo desta
Rude voraz paixão
Não sei qual a razão
De eu viver assim
Neste martírio atroz
Que já não tem mais fim
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