segunda-feira, 31 de julho de 2006

Serenata suburbana

Agostinho dos Santos
A princípio, “Serenata Suburbana” era uma valsa seresteira que Orlando Correia gravou em 1955, sem o menor sucesso. Quatro anos depois, Paulo Molin, que havia sido menino prodígio cantando nas rádios de Recife, relançou-a em ritmo de guarânia, muito em moda na ocasião (“Levo a vida em serena-a-ta/ somente a cantar...”). Em seguida, virou sucesso na voz de Dalva de Andrade, cantora que aparecia como uma espécie de sucessora, pelo estilo, de sua xará Dalva de Oliveira. Daí em diante esta guarânia pernambucana se internacionalizou, ganhando letra em espanhol de Aristides Valdez.


Agostinho dos Santos
Serenata Suburbana (guarânia, 1960) - Capiba
Bm                       F#7
Levo a vida em serenata
Bm F#7 Bm
Somente a cantar
Bm
Quem não me conhece
D C#7
Tem a impressão
F#7
De que eu sou tão feliz...
Bm F#7
Mas não é isso não, não...
Bm F#7
Se eu canto em serenata
B G#m C#m F#7
É para não chorar
B F#7
Ninguém sabe a dor que eu sinto dentro de mim
B
Ninguém sabe porque eu vivo tão triste assim
G#7 C#m
Se eu fosse realmente muito feliz
Em Bm
Não chorava em todo canto
F#7 Bm
Nem cantava para abafar meu pranto.
F#7 B
Hum, hum, hum, hum, hum, hum
F#7 B Bm
Hum, hum, hum, hum, hum, hum

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