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sábado, 15 de novembro de 2008

Twist no carnaval

Twist no carnaval (marcha/carnaval, 1963) - João de Barro e Jota Júnior

Twist, twist,
tu fostes ao Municipal
Twist, twist,
twist no carnaval

Todo mundo no twist
é vapt, vupt, vapt
A moçada não resiste
é vapt, vupt, vapt
que rififi, que futebol
quem se remexe
é minhoca no anzol.

Twist no carnaval

Twist no carnaval (marcha/carnaval, 1963) - João de Barro e Jota Júnior

Twist, twist,
tu fostes ao Municipal
Twist, twist,
twist no carnaval

Todo mundo no twist
é vapt, vupt, vapt
A moçada não resiste
é vapt, vupt, vapt
que rififi, que futebol
quem se remexe
é minhoca no anzol.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Garota de Saint-Tropez

Garota de Saint-Tropez (marcha/carnaval, 1962) - João de Barro e Jota Júnior

Ulalá! Ulalá!
Você é mais você
Com o umbiguinho de fora,
Garota de Saint-Tropez!

(bis)

Laranja da Bahia
Tem o umbiguinho de fora.
Por que é que você, Maria
Escondeu o seu até agora?

Garota de Saint-Tropez

Garota de Saint-Tropez (marcha/carnaval, 1962) - João de Barro e Jota Júnior

Ulalá! Ulalá!
Você é mais você
Com o umbiguinho de fora,
Garota de Saint-Tropez!

(bis)

Laranja da Bahia
Tem o umbiguinho de fora.
Por que é que você, Maria
Escondeu o seu até agora?

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Fim de semana em Paquetá

Fim de semana em Paquetá (samba-canção, 1947) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Nuno Roland

Esquece por momentos teus cuidados
E passa o teu domingo em Paquetá
Aonde vão casais de namorados
Buscar a paz, que a natureza dá.

O povo invade a barca e lentamente
A velha barca deixa o velho cais
Fim de semana que transforma a gente
Em bando alegre de colegiais

Em Paquetá se há lua cheia
Faz renda de luz por sobre o mar
A alma da gente se incendeia
E a ternura sobre a areia
E romances ao luar

E, quando rompe a madrugada
Da mais feiticeira das manhãs
Agarradinhos, descuidados
Ainda dormem namorados
Sob um céu de flamboyant....

Fim de semana em Paquetá

Fim de semana em Paquetá (samba-canção, 1947) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Nuno Roland

Esquece por momentos teus cuidados
E passa o teu domingo em Paquetá
Aonde vão casais de namorados
Buscar a paz, que a natureza dá.

O povo invade a barca e lentamente
A velha barca deixa o velho cais
Fim de semana que transforma a gente
Em bando alegre de colegiais

Em Paquetá se há lua cheia
Faz renda de luz por sobre o mar
A alma da gente se incendeia
E a ternura sobre a areia
E romances ao luar

E, quando rompe a madrugada
Da mais feiticeira das manhãs
Agarradinhos, descuidados
Ainda dormem namorados
Sob um céu de flamboyant....

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Anda, Luzia

Anda Luzia (marcha/carnaval, 1947) - João de Barro
Sílvio Caldas

Anda, Luzia
Pega um pandeiro e cai no carnaval
Anda, Luzia
Que essa tristeza lhe faz muito mal

(bis)

Apronta a tua fantasia
Alegra o teu olhar profundo
A vida dura só um dia, Luzia,
E não se leva nada desse mundo

Anda, Luzia

Anda Luzia (marcha/carnaval, 1947) - João de Barro
Sílvio Caldas

Anda, Luzia
Pega um pandeiro e cai no carnaval
Anda, Luzia
Que essa tristeza lhe faz muito mal

(bis)

Apronta a tua fantasia
Alegra o teu olhar profundo
A vida dura só um dia, Luzia,
E não se leva nada desse mundo

quinta-feira, 27 de março de 2008

Cochichando

Déo
Cochichando (choro, 1944) - Pixinguinha , João de Barro e Alberto Ribeiro

Murmurando, cochichando
Vive sempre a falar mal de mim
Sem querer perceber que afinal eu não sou

Eu não sou mal assim

Murmurando cochichando


Déo
Quem te ouvir de pensar é capaz
Que o nosso amor já não tem calor

E que não somos felizes demais

Eu sou teu e tu és só minha
Quem nos conhecer inveja sentirá de nosso amor
Porém sempre a brigar

E a duvidar de um bem querer
Transformar sempre em aflição
O que só deve ser prazer

Por que será que eis tão má assim

Se o nosso amor não pode ter fim
Eu acho bom deixar este cochicho

Pois sei que é capricho e que gostas só de mim.

Cochichando

Déo
Cochichando (choro, 1944) - Pixinguinha , João de Barro e Alberto Ribeiro

Murmurando, cochichando
Vive sempre a falar mal de mim
Sem querer perceber que afinal eu não sou

Eu não sou mal assim

Murmurando cochichando

Déo
Quem te ouvir de pensar é capaz
Que o nosso amor já não tem calor

E que não somos felizes demais

Eu sou teu e tu és só minha
Quem nos conhecer inveja sentirá de nosso amor
Porém sempre a brigar

E a duvidar de um bem querer
Transformar sempre em aflição
O que só deve ser prazer

Por que será que eis tão má assim

Se o nosso amor não pode ter fim
Eu acho bom deixar este cochicho

Pois sei que é capricho e que gostas só de mim.

terça-feira, 25 de março de 2008

Adolfito Mata-Mouros


Orlando Silva
As referências a touros, toureiros e bandarilhas lembram o papel desempenhado pelas tropas e pela aviação de Hitler na luta contra a República durante a Guerra Civil Espanhola. 

Mas agora ele teria se metido com um inimigo bem mais indigesto: o touro de uma certa ilha (John Bull, um dos símbolos do Império Britânico). A marchinha aposta que ele será soprado pelas gaitas de foles (outro símbolo britânico) para bem longe.

Adolfito Mata-Mouros (marcha/carnaval, 1943) - João de Barro e Alberto Ribeiro

A los toros,
A los toros,
A los toros, Adolfito mata-mouros
(bis)

Adolfito bigodinho era um toureiro
Que dizia que vencia o mundo inteiro
E num touro que morava em certa ilha
Quis espetar sua bandarilha.

Mas o touro não gostou da patuscada
Pregou-lhe uma chifrada.
Tadinho do rapaz!
E agora o Adolfito, caracoles,
Soprado pelos foles,
Perdeu o seu cartaz.


Fontes: Franklin Martins - Site Oficial - Conexão Política e Músicas sobre a FEB

Adolfito Mata-Mouros


Orlando Silva
As referências a touros, toureiros e bandarilhas lembram o papel desempenhado pelas tropas e pela aviação de Hitler na luta contra a República durante a Guerra Civil Espanhola. 

Mas agora ele teria se metido com um inimigo bem mais indigesto: o touro de uma certa ilha (John Bull, um dos símbolos do Império Britânico). A marchinha aposta que ele será soprado pelas gaitas de foles (outro símbolo britânico) para bem longe.

Adolfito Mata-Mouros (marcha/carnaval, 1943) - João de Barro e Alberto Ribeiro

A los toros,
A los toros,
A los toros, Adolfito mata-mouros
(bis)

Adolfito bigodinho era um toureiro
Que dizia que vencia o mundo inteiro
E num touro que morava em certa ilha
Quis espetar sua bandarilha.

Mas o touro não gostou da patuscada
Pregou-lhe uma chifrada.
Tadinho do rapaz!
E agora o Adolfito, caracoles,
Soprado pelos foles,
Perdeu o seu cartaz.


Fontes: Franklin Martins - Site Oficial - Conexão Política e Músicas sobre a FEB

domingo, 16 de março de 2008

Noites de Junho

Noites de Junho (marcha, 1939) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Dalva de Oliveira

Noite fria, tão fria de junho
Os balões para o céu, vão subindo
Entre as nuvens aos poucos, sumindo
Envoltos num tênue véu
Os balões devem ser, com certeza
As estrelas daqui deste mundo
Que as estrelas do espaço profundo
São os balões lá no céu

Balão do meu sonho dourado
Subiste enfeitado
Cheinho de luz
Depois as crianças tascaram
Rasgaram teu bojo
De listras azuis
E tu que invejando as estrelas
Sonhavas ao vê-las
Ser astro no céu
Hoje, balão apagado
Acabas rasgado
Em trapos ao léu...

Noites de Junho

Noites de Junho (marcha, 1939) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Dalva de Oliveira

Noite fria, tão fria de junho
Os balões para o céu, vão subindo
Entre as nuvens aos poucos, sumindo
Envoltos num tênue véu
Os balões devem ser, com certeza
As estrelas daqui deste mundo
Que as estrelas do espaço profundo
São os balões lá no céu

Balão do meu sonho dourado
Subiste enfeitado
Cheinho de luz
Depois as crianças tascaram
Rasgaram teu bojo
De listras azuis
E tu que invejando as estrelas
Sonhavas ao vê-las
Ser astro no céu
Hoje, balão apagado
Acabas rasgado
Em trapos ao léu...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Sonhos azuis

Sonhos azuis (valsa, 1936) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Carlos Galhardo

Tu, nem sequer sonhando
Pensas um momento em mim
Eu penso noite e dia em ti
E sou feliz assim
Porque mil sonhos azuis, desde então
Vivem no meu coração.

Uma casa pequenina
Com janelas para o mar
Tendo ao longe, uma colina
Onde a noite, a lua vai passear
Num recanto adormecido
Entre as rosas dos rosais
Os meu olhos, nos teus olhos azuis
Eu e tu, e nada mais.

Sonhos azuis

Sonhos azuis (valsa, 1936) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Carlos Galhardo

Tu, nem sequer sonhando
Pensas um momento em mim
Eu penso noite e dia em ti
E sou feliz assim
Porque mil sonhos azuis, desde então
Vivem no meu coração.

Uma casa pequenina
Com janelas para o mar
Tendo ao longe, uma colina
Onde a noite, a lua vai passear
Num recanto adormecido
Entre as rosas dos rosais
Os meu olhos, nos teus olhos azuis
Eu e tu, e nada mais.

sábado, 8 de março de 2008

Primavera no Rio

Primavera no Rio (marcha, 1934) - João de Barro
Carmen Miranda

O Rio amanheceu cantando
Toda a cidade amanheceu em flor
E os namorados vem pra rua em bando
Porque a primavera é a estação do amor (bis)

Rio
Lindo sonho de fadas
Noites sempre estreladas
E praias azuis

Rio
Dos meus sonhos dourados
Berço dos namorados
Cidade da luz

Rio

Das manhãs prateadas
Das morenas queimadas
Ao brilho do sol

Rio
És cidade desejo
Tens a ardência de um beijo
Em cada arrebol

Primavera no Rio

Primavera no Rio (marcha, 1934) - João de Barro
Carmen Miranda

O Rio amanheceu cantando
Toda a cidade amanheceu em flor
E os namorados vem pra rua em bando
Porque a primavera é a estação do amor (bis)

Rio
Lindo sonho de fadas
Noites sempre estreladas
E praias azuis

Rio
Dos meus sonhos dourados
Berço dos namorados
Cidade da luz

Rio

Das manhãs prateadas
Das morenas queimadas
Ao brilho do sol

Rio
És cidade desejo
Tens a ardência de um beijo
Em cada arrebol

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Batucada

Batucada (marcha/carnaval, 1931) - Eduardo Souto e João de Barro

Ô, ô
Nós semo é memo do amô (x2)
Almirante e Bando de Tangarás

Mulatinha frajola
Entra aqui no cordão (cordão)
Que a fuzarca consola
As mágoa que a gente
Traz no coração

(refrão)

Mulata, benzinho
Vem pra mim de uma vez
Dou-te amor e carinho
Dinheiro não tenho
Não sou português

(refrão)

Vou comprá uma redoma
Nela eu vou te guardá (guardá)
Que os malandros te oiando
Meu bem, são capaz
De te profaná

(refrão)

Vem, meu bem, pro Salgueiro
Leblon não vale nada
Pois nos bairros de lá
Mulata, meu anjo
Não tem batucada

(refrão)

Batucada

Batucada (marcha/carnaval, 1931) - Eduardo Souto e João de Barro

Ô, ô
Nós semo é memo do amô (x2)
Almirante e Bando de Tangarás

Mulatinha frajola
Entra aqui no cordão (cordão)
Que a fuzarca consola
As mágoa que a gente
Traz no coração

(refrão)

Mulata, benzinho
Vem pra mim de uma vez
Dou-te amor e carinho
Dinheiro não tenho
Não sou português

(refrão)

Vou comprá uma redoma
Nela eu vou te guardá (guardá)
Que os malandros te oiando
Meu bem, são capaz
De te profaná

(refrão)

Vem, meu bem, pro Salgueiro
Leblon não vale nada
Pois nos bairros de lá
Mulata, meu anjo
Não tem batucada

(refrão)