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sábado, 6 de novembro de 2010

Itaipuaçu

Ruy de Almeida
Itaipuaçu (samba-canção, 1953) - Alberto Ribeiro

Título da música: Itaipuaçu / Gênero musical: Samba / Intérprete: Ruy de Almeida / Compositor: Ribeiro, Alberto / Acompanhamento: Orquestra / Gravadora: Todamérica / Número do Álbum: 5331 / Data de Gravação: 25/06/1953 / Data de Lançamento: 08/1953 / Lado: lado A / Rotações: Disco 78 rpm:


Um pedaço de céu e de mar
Itaipuaçu...!
Num recanto da praia ao luar
Dentro dele a sonhar
Eu e tu...!


Nós dois
Caminhando às areias de cristal
Nós dois
Vamos ser bem felizes, afinal


E ouviremos o mar sem rancor
Repetir:
Meu amor, meu amor...!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ser ou não ser

Dick Farney
Ser ou não ser (samba-canção, 1948) - José Maria de Abreu e Alberto Ribeiro

Título da música: Ser ou não ser / Gênero musical: Samba canção / Intérprete: Dick Farney / Compositores: Ribeiro, Alberto - Abreu, José Maria de / Gravadora Continental / Número do Álbum 15916 / Data de Gravação 00/1948 / Data de Lançamento 00/1948 / Lado: lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações: Disco 78 rpm 


Ser ou não ser   /   Há de ser sempre, sempre  / A questão
Ser ou não ser  /  Meu o teu coração...

Não vês que a indecisão  /  Me põe assim nesta aflição
E eu desejo conhecer   /  Se tu és minha ou não...

Ser ou não ser  /  Ó que dúvida minha, meu Deus
Ser ou não ser  / E no entanto são teus

Os sonhos que vivi  / E o meu coração
Ser ou não ser  / Eis, amor, a questão...

Ser ou não ser

Dick Farney
Ser ou não ser (samba-canção, 1948) - José Maria de Abreu e Alberto Ribeiro

Título da música: Ser ou não ser / Gênero musical: Samba canção / Intérprete: Dick Farney / Compositores: Ribeiro, Alberto - Abreu, José Maria de / Gravadora Continental / Número do Álbum 15916 / Data de Gravação 00/1948 / Data de Lançamento 00/1948 / Lado: lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações: Disco 78 rpm 


Ser ou não ser   /   Há de ser sempre, sempre  / A questão
Ser ou não ser  /  Meu o teu coração...

Não vês que a indecisão  /  Me põe assim nesta aflição
E eu desejo conhecer   /  Se tu és minha ou não...

Ser ou não ser  /  Ó que dúvida minha, meu Deus
Ser ou não ser  / E no entanto são teus

Os sonhos que vivi  / E o meu coração
Ser ou não ser  / Eis, amor, a questão...

sábado, 22 de novembro de 2008

Boca negra

Boca negra (marcha/carnaval, 1949) - Antônio Almeida e Alberto Ribeiro

Boca-Negra deixou a maloca
Saiu da toca
E veio ao Rio passear
Chegou, olhou, provou mas não gostou
Seu Carioca, pra maloca eu vou voltar

[2x]

Lá na minha tribo é bem melhor do que aqui
Vivo cantando o Guarani
Trá-lá-lá-lá-lá
Pra viver assim de tanga
Eu vivo lá!

Boca negra

Boca negra (marcha/carnaval, 1949) - Antônio Almeida e Alberto Ribeiro

Boca-Negra deixou a maloca
Saiu da toca
E veio ao Rio passear
Chegou, olhou, provou mas não gostou
Seu Carioca, pra maloca eu vou voltar

[2x]

Lá na minha tribo é bem melhor do que aqui
Vivo cantando o Guarani
Trá-lá-lá-lá-lá
Pra viver assim de tanga
Eu vivo lá!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Amargura

Amargura (samba-canção, 1950) - Radamés Gnattali e Alberto Ribeiro
Lúcio Alves

Toda amargura que há no céu
Que há na terra e no mar
Nasceu, talvez
Da amargura que tem no olhar

No céu há um sol a brilhar
Que deixa a terra e o mar
Só tu continuas assim
Dia e noite a chorar

Pobre de quem vê em tudo
A saudade de alguém
E a esperar
Nem sequer vê a vida passar

Tristezas só há no amor
E o mundo começa a cantar
Apaga a amargura
Do teu olhar...

Amargura

Amargura (samba-canção, 1950) - Radamés Gnattali e Alberto Ribeiro
Lúcio Alves

Toda amargura que há no céu
Que há na terra e no mar
Nasceu, talvez
Da amargura que tem no olhar

No céu há um sol a brilhar
Que deixa a terra e o mar
Só tu continuas assim
Dia e noite a chorar

Pobre de quem vê em tudo
A saudade de alguém
E a esperar
Nem sequer vê a vida passar

Tristezas só há no amor
E o mundo começa a cantar
Apaga a amargura
Do teu olhar...

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Fim de semana em Paquetá

Fim de semana em Paquetá (samba-canção, 1947) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Nuno Roland

Esquece por momentos teus cuidados
E passa o teu domingo em Paquetá
Aonde vão casais de namorados
Buscar a paz, que a natureza dá.

O povo invade a barca e lentamente
A velha barca deixa o velho cais
Fim de semana que transforma a gente
Em bando alegre de colegiais

Em Paquetá se há lua cheia
Faz renda de luz por sobre o mar
A alma da gente se incendeia
E a ternura sobre a areia
E romances ao luar

E, quando rompe a madrugada
Da mais feiticeira das manhãs
Agarradinhos, descuidados
Ainda dormem namorados
Sob um céu de flamboyant....

Fim de semana em Paquetá

Fim de semana em Paquetá (samba-canção, 1947) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Nuno Roland

Esquece por momentos teus cuidados
E passa o teu domingo em Paquetá
Aonde vão casais de namorados
Buscar a paz, que a natureza dá.

O povo invade a barca e lentamente
A velha barca deixa o velho cais
Fim de semana que transforma a gente
Em bando alegre de colegiais

Em Paquetá se há lua cheia
Faz renda de luz por sobre o mar
A alma da gente se incendeia
E a ternura sobre a areia
E romances ao luar

E, quando rompe a madrugada
Da mais feiticeira das manhãs
Agarradinhos, descuidados
Ainda dormem namorados
Sob um céu de flamboyant....

quinta-feira, 27 de março de 2008

Cochichando

Déo
Cochichando (choro, 1944) - Pixinguinha , João de Barro e Alberto Ribeiro

Murmurando, cochichando
Vive sempre a falar mal de mim
Sem querer perceber que afinal eu não sou

Eu não sou mal assim

Murmurando cochichando


Déo
Quem te ouvir de pensar é capaz
Que o nosso amor já não tem calor

E que não somos felizes demais

Eu sou teu e tu és só minha
Quem nos conhecer inveja sentirá de nosso amor
Porém sempre a brigar

E a duvidar de um bem querer
Transformar sempre em aflição
O que só deve ser prazer

Por que será que eis tão má assim

Se o nosso amor não pode ter fim
Eu acho bom deixar este cochicho

Pois sei que é capricho e que gostas só de mim.

Cochichando

Déo
Cochichando (choro, 1944) - Pixinguinha , João de Barro e Alberto Ribeiro

Murmurando, cochichando
Vive sempre a falar mal de mim
Sem querer perceber que afinal eu não sou

Eu não sou mal assim

Murmurando cochichando

Déo
Quem te ouvir de pensar é capaz
Que o nosso amor já não tem calor

E que não somos felizes demais

Eu sou teu e tu és só minha
Quem nos conhecer inveja sentirá de nosso amor
Porém sempre a brigar

E a duvidar de um bem querer
Transformar sempre em aflição
O que só deve ser prazer

Por que será que eis tão má assim

Se o nosso amor não pode ter fim
Eu acho bom deixar este cochicho

Pois sei que é capricho e que gostas só de mim.

terça-feira, 25 de março de 2008

Adolfito Mata-Mouros


Orlando Silva
As referências a touros, toureiros e bandarilhas lembram o papel desempenhado pelas tropas e pela aviação de Hitler na luta contra a República durante a Guerra Civil Espanhola. 

Mas agora ele teria se metido com um inimigo bem mais indigesto: o touro de uma certa ilha (John Bull, um dos símbolos do Império Britânico). A marchinha aposta que ele será soprado pelas gaitas de foles (outro símbolo britânico) para bem longe.

Adolfito Mata-Mouros (marcha/carnaval, 1943) - João de Barro e Alberto Ribeiro

A los toros,
A los toros,
A los toros, Adolfito mata-mouros
(bis)

Adolfito bigodinho era um toureiro
Que dizia que vencia o mundo inteiro
E num touro que morava em certa ilha
Quis espetar sua bandarilha.

Mas o touro não gostou da patuscada
Pregou-lhe uma chifrada.
Tadinho do rapaz!
E agora o Adolfito, caracoles,
Soprado pelos foles,
Perdeu o seu cartaz.


Fontes: Franklin Martins - Site Oficial - Conexão Política e Músicas sobre a FEB

Adolfito Mata-Mouros


Orlando Silva
As referências a touros, toureiros e bandarilhas lembram o papel desempenhado pelas tropas e pela aviação de Hitler na luta contra a República durante a Guerra Civil Espanhola. 

Mas agora ele teria se metido com um inimigo bem mais indigesto: o touro de uma certa ilha (John Bull, um dos símbolos do Império Britânico). A marchinha aposta que ele será soprado pelas gaitas de foles (outro símbolo britânico) para bem longe.

Adolfito Mata-Mouros (marcha/carnaval, 1943) - João de Barro e Alberto Ribeiro

A los toros,
A los toros,
A los toros, Adolfito mata-mouros
(bis)

Adolfito bigodinho era um toureiro
Que dizia que vencia o mundo inteiro
E num touro que morava em certa ilha
Quis espetar sua bandarilha.

Mas o touro não gostou da patuscada
Pregou-lhe uma chifrada.
Tadinho do rapaz!
E agora o Adolfito, caracoles,
Soprado pelos foles,
Perdeu o seu cartaz.


Fontes: Franklin Martins - Site Oficial - Conexão Política e Músicas sobre a FEB

sábado, 22 de março de 2008

Dolores

Dolores (samba/carnaval, 1942) - Alberto Ribeiro , Arlindo Marques Jr. e Marino Pinto
Anjos do Inferno

Aiai... aiai..., Dolores!


Foi ela o maior dos meus amores
Aiai... aiai..., Dolores
Razão do meu prazer, de minhas dores
Aiai... aiai..., Dolores
Eu com ela tive espinhos, tive flores
Aiai... aiai..., Dolores

Dei o meu sorriso à Leonor
Dei o meu olhar à minha atriz
À nenhuma delas dei amor
Com nenhuma delas fui feliz
Porque existe alguém
Que é o maior dos meus amores
Aiai... aiai...., Dolores!

Dolores

Dolores (samba/carnaval, 1942) - Alberto Ribeiro , Arlindo Marques Jr. e Marino Pinto
Anjos do Inferno

Aiai... aiai..., Dolores!


Foi ela o maior dos meus amores
Aiai... aiai..., Dolores
Razão do meu prazer, de minhas dores
Aiai... aiai..., Dolores
Eu com ela tive espinhos, tive flores
Aiai... aiai..., Dolores

Dei o meu sorriso à Leonor
Dei o meu olhar à minha atriz
À nenhuma delas dei amor
Com nenhuma delas fui feliz
Porque existe alguém
Que é o maior dos meus amores
Aiai... aiai...., Dolores!

domingo, 16 de março de 2008

Noites de Junho

Noites de Junho (marcha, 1939) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Dalva de Oliveira

Noite fria, tão fria de junho
Os balões para o céu, vão subindo
Entre as nuvens aos poucos, sumindo
Envoltos num tênue véu
Os balões devem ser, com certeza
As estrelas daqui deste mundo
Que as estrelas do espaço profundo
São os balões lá no céu

Balão do meu sonho dourado
Subiste enfeitado
Cheinho de luz
Depois as crianças tascaram
Rasgaram teu bojo
De listras azuis
E tu que invejando as estrelas
Sonhavas ao vê-las
Ser astro no céu
Hoje, balão apagado
Acabas rasgado
Em trapos ao léu...

Noites de Junho

Noites de Junho (marcha, 1939) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Dalva de Oliveira

Noite fria, tão fria de junho
Os balões para o céu, vão subindo
Entre as nuvens aos poucos, sumindo
Envoltos num tênue véu
Os balões devem ser, com certeza
As estrelas daqui deste mundo
Que as estrelas do espaço profundo
São os balões lá no céu

Balão do meu sonho dourado
Subiste enfeitado
Cheinho de luz
Depois as crianças tascaram
Rasgaram teu bojo
De listras azuis
E tu que invejando as estrelas
Sonhavas ao vê-las
Ser astro no céu
Hoje, balão apagado
Acabas rasgado
Em trapos ao léu...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Sonhos azuis

Sonhos azuis (valsa, 1936) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Carlos Galhardo

Tu, nem sequer sonhando
Pensas um momento em mim
Eu penso noite e dia em ti
E sou feliz assim
Porque mil sonhos azuis, desde então
Vivem no meu coração.

Uma casa pequenina
Com janelas para o mar
Tendo ao longe, uma colina
Onde a noite, a lua vai passear
Num recanto adormecido
Entre as rosas dos rosais
Os meu olhos, nos teus olhos azuis
Eu e tu, e nada mais.

Sonhos azuis

Sonhos azuis (valsa, 1936) - João de Barro e Alberto Ribeiro
Carlos Galhardo

Tu, nem sequer sonhando
Pensas um momento em mim
Eu penso noite e dia em ti
E sou feliz assim
Porque mil sonhos azuis, desde então
Vivem no meu coração.

Uma casa pequenina
Com janelas para o mar
Tendo ao longe, uma colina
Onde a noite, a lua vai passear
Num recanto adormecido
Entre as rosas dos rosais
Os meu olhos, nos teus olhos azuis
Eu e tu, e nada mais.

domingo, 9 de março de 2008

Lalá

Lalá (marcha, 1935) - João de Barro e Alberto Ribeiro

Lalá, Lelé, Lili, Loló, Lulu...
Bando da Lua

Amei Lalá
Mas foi Lelé que me deixou jururu
Lili foi mal
Agora só quero Lulu

Amei Lalá
Mas foi Lelé que me deixou jururu
Lili foi mal
Agora só quero Lulu (Lulu, Lulu)

Eu ando agora tão só
Não tenho Lalá, Lelé, Lili
E não encontro Loló
Eu ando agora tão só
Não tenho Lalá, Lelé, Lili e Loló

Teu coração ò Lulu
É uma prisão, um alçapão
Onde eu cai sem querer
Dele eu não quero fugir
Se um dia eu sair
Eu sei que vou morrer