Mostrando postagens com marcador valdir rocha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador valdir rocha. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Orgulho

Orgulho (samba-canção, 1953) - Valdir Rocha e Nelson Wadekind
Ângela Maria

Tu me mandaste embora, eu irei
Mas comigo também levarei
O orgulho de não mais voltar
Mesmo que a vida se torne cruel
E se transforme numa taça de fel
Este trapo tu não mais verás.

Eu seguirei com o meu dissabor
Com a alma partida de dor
Procurando esquecer
Deus sabe bem quem errou de nos dois
E dará o castigo depois
O castigo a quem merecer.

Orgulho

Orgulho (samba-canção, 1953) - Valdir Rocha e Nelson Wadekind
Ângela Maria

Tu me mandaste embora, eu irei
Mas comigo também levarei
O orgulho de não mais voltar
Mesmo que a vida se torne cruel
E se transforme numa taça de fel
Este trapo tu não mais verás.

Eu seguirei com o meu dissabor
Com a alma partida de dor
Procurando esquecer
Deus sabe bem quem errou de nos dois
E dará o castigo depois
O castigo a quem merecer.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Tenho ciúme de tudo

Até o final dos anos cinqüenta, havia em nossa música popular cantores ecléticos, que gravavam para todos os gostos, dos mais refinados aos menos exigentes. Foi nessa ocasião que começaram a surgir os primeiros especialistas num tipo de música popularesca, de sentimentalismo exagerado que, tempos depois, passou a ser rotulada de brega-romântico.

Entre eles salientou-se a figura do pernambucano José Adauto Michiles, que com o nome artístico de Orlando Dias tornou-se um dos mais populares cantores bregas de sua geração. Com voz, físico e postura cênica ideais para o gênero — canto

Orlando Dias
emocionado, mímica espalhafatosa, roupas em desalinho —, Orlando apresentava-se em toda parte, vendendo aos milhares discos em que interpretava composições como “Tenho Ciúme de Tudo” — “Sou louco por ti / eu sofro por ti / te amo em segredo (...) Tenho ciúme do sol, do luar, do mar / tenho ciúme de tudo” — e num rompante: “tenho ciúme até da roupa que tu vestes...”.

Um dos quinze ou vinte boleros que Valdir Rocha fez para o seu repertório, “Tenho Ciúme de Tudo” era o carro-chefe de Orlando Dias em 1961 (A Canção no Tempo - Vol. 2 - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello - Editora 34).

Tenho ciúme de tudo (bolero, 1961) - Valdir Rocha
F                      Dm
Tu és a criatura mais linda
Gm
Que os meus olhos já viram
C7
Tu tens a boca mais linda
F
Que a minha boca beijou
F Dm
São meus os teus lábios esses lábios
Gm
Que os meus desejos mataram
C7
São minhas as tuas mãos essas mãos
F Dm
Que as minhas mãos apagaram
Gm
Sou louco por ti
C7
Eu sofro por ti
F
Te amo em segredo
Gm
Adoro teu corpo divino
C7
Que pelas mãos do destino
F
A mim tu viestes
Dm Gm C7
Tenho ciúme do sol, do luar e do mar
F
Tenho ciúme de tudo
Dm Gm C7
Tenho ciúme até da roupa
F C F
Que tu vestes.

Tenho ciúme de tudo

Até o final dos anos cinqüenta, havia em nossa música popular cantores ecléticos, que gravavam para todos os gostos, dos mais refinados aos menos exigentes. Foi nessa ocasião que começaram a surgir os primeiros especialistas num tipo de música popularesca, de sentimentalismo exagerado que, tempos depois, passou a ser rotulada de brega-romântico.

Entre eles salientou-se a figura do pernambucano José Adauto Michiles, que com o nome artístico de Orlando Dias tornou-se um dos mais populares cantores bregas de sua geração. Com voz, físico e postura cênica ideais para o gênero — canto

Orlando Dias
emocionado, mímica espalhafatosa, roupas em desalinho —, Orlando apresentava-se em toda parte, vendendo aos milhares discos em que interpretava composições como “Tenho Ciúme de Tudo” — “Sou louco por ti / eu sofro por ti / te amo em segredo (...) Tenho ciúme do sol, do luar, do mar / tenho ciúme de tudo” — e num rompante: “tenho ciúme até da roupa que tu vestes...”.

Um dos quinze ou vinte boleros que Valdir Rocha fez para o seu repertório, “Tenho Ciúme de Tudo” era o carro-chefe de Orlando Dias em 1961 (A Canção no Tempo - Vol. 2 - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello - Editora 34).

Tenho ciúme de tudo (bolero, 1961) - Valdir Rocha
F                      Dm
Tu és a criatura mais linda
Gm
Que os meus olhos já viram
C7
Tu tens a boca mais linda
F
Que a minha boca beijou
F Dm
São meus os teus lábios esses lábios
Gm
Que os meus desejos mataram
C7
São minhas as tuas mãos essas mãos
F Dm
Que as minhas mãos apagaram
Gm
Sou louco por ti
C7
Eu sofro por ti
F
Te amo em segredo
Gm
Adoro teu corpo divino
C7
Que pelas mãos do destino
F
A mim tu viestes
Dm Gm C7
Tenho ciúme do sol, do luar e do mar
F
Tenho ciúme de tudo
Dm Gm C7
Tenho ciúme até da roupa
F C F
Que tu vestes.

quinta-feira, 11 de maio de 2006

Lábios de mel

Ângela Maria
Lábios de Mel (toada, 1955) - Valdir Rocha

Intr: A7+  Bm7  E7/9 

A7+
Meu amor quando me beija
Bm E Fº
Sinto o mundo revirar
F#m
Vejo o céu aqui na Terra
B7 E4 E7
E a Terra no ar
A7+
Os seus lábios tem um mel





Ângela Maria
Bm E Fº
Que a abelha tira da flor
F#m
Eu sou pobre, pobre, pobre
B7 E7 A7+
Mas é meu o seu amor

Quem tem amor peça a Deus

Pra seu bem
Bm7 E7/9 Bm7
Lhe amar de verda...de
E7/9 Bm7 E7/9 Bm7
Para mais tarde não ter desenganos
E7/9 A7
E chorar de saudades
C#m5-/7
Quem foi na vida
F4 F#
Que teve um amor
Bm F# Bm E
E esse amor sem razão lhe deixou
C#m F# Bm
E até hoje não guarda no peito
E7 A7+ Bm7 E7/9 A7+
A marca da dor