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terça-feira, 16 de junho de 2009

Amanda

Taiguara
Amanda (1971) - Taiguara
Introd.: D7  D  D7  D

G C#m9
Amanda, vencido em meu castigo
F#7 Bm9 Am
eu trago a paz comigo
D9 G A/B B7
de volta, pra ficar.

E9 Em9 G/A D9
Amanda, recolhe meus pedaços,
G#m7
me acolhe nos teus braços,
C#9/5- F#m9 F#m/E Ebm7 D
toma o espaço dessa dor e o teu lugar...

G C#m9
Amanda, perdi pela viagem
F#7 Bm9 Am
as forças, a coragem,
D9 G D/F# G/F G Am G/B
a imagem do que eu sou...

C
E o que eu sou?
Cm D/C Bm
O que escondeu a única verdade,
B/A Em/G Em G/A A9 C/D
o que perdeu a última metade, Amanda,
D G D/F# G/F G Am G/B
o que partiu e desertou...

C Cm
Te amando vou esquecer
D/C Bm B/A Em/G
a inútil liberdade que eu sonhei ver
Em G/A A9 C/D
nas luzes da cidade, Amanda,
D9- G D/F# G/F G Am G/B
vou te enfeitar de tanto amor!

C Cm
Te amando vou esquecer
D/C Bm B/A Em/G
a inútil liberdade que eu sonhei ver
Em G/A A9 C/D
nas luzes da cidade, Amanda,
D9- G
vou te enfeitar de amor

Amanda

Taiguara
Amanda (1971) - Taiguara
Introd.: D7  D  D7  D

G C#m9
Amanda, vencido em meu castigo
F#7 Bm9 Am
eu trago a paz comigo
D9 G A/B B7
de volta, pra ficar.

E9 Em9 G/A D9
Amanda, recolhe meus pedaços,
G#m7
me acolhe nos teus braços,
C#9/5- F#m9 F#m/E Ebm7 D
toma o espaço dessa dor e o teu lugar...

G C#m9
Amanda, perdi pela viagem
F#7 Bm9 Am
as forças, a coragem,
D9 G D/F# G/F G Am G/B
a imagem do que eu sou...

C
E o que eu sou?
Cm D/C Bm
O que escondeu a única verdade,
B/A Em/G Em G/A A9 C/D
o que perdeu a última metade, Amanda,
D G D/F# G/F G Am G/B
o que partiu e desertou...

C Cm
Te amando vou esquecer
D/C Bm B/A Em/G
a inútil liberdade que eu sonhei ver
Em G/A A9 C/D
nas luzes da cidade, Amanda,
D9- G D/F# G/F G Am G/B
vou te enfeitar de tanto amor!

C Cm
Te amando vou esquecer
D/C Bm B/A Em/G
a inútil liberdade que eu sonhei ver
Em G/A A9 C/D
nas luzes da cidade, Amanda,
D9- G
vou te enfeitar de amor

domingo, 14 de outubro de 2007

Agnaldo Rayol


Agnaldo Rayol (Agnaldo Coniglio Rayol), cantor, nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 03/05/1938. Aos oito anos apresentou-se cantando no programa Papel Carbono, de Renato Murce, na Rádio Nacional, do Rio de Janeiro. Transferiu-se com a família para Natal (RN), atuando na Emissora Natalense, mudando-se em seguida para a Rádio Araripe, de Crato (CE), e depois para a Rádio Poti, de Natal, em que também foi radioator.

Retornou ao Rio de Janeiro em 1951 para participar do filme Maior que o ódio (direção de José Carlos Burle), ao lado de Anselmo Duarte e Ilca Soares. Cinco anos depois, viajou para Natal numa excursão artística ao lado de Leny Eversong, e de volta foi ouvido pelos diretores da Rádio Tupi, do Rio de Janeiro, tendo sido contratado.

Gravou vários discos pela Copacabana, obtendo em 1964 o maior êxito, com a música Acorrentados (Encadenados) de Carlos Briz, versão de Miranda e Genival Melo. No ano seguinte, outro sucesso, com O princípio e o fim (Alain Barrière, versão de Nazareno de Brito).

Em 1966 foi contratado pela TV Record, de São Paulo SP, para fazer o Corte-Rayol Show, ao lado do humorista Renato Corte Real, programa que teve boa receptividade por dois anos. Participou também do programa Jovem Guarda, época em que foi o ator principal no filme Agnaldo, perigo à vista, de Reinaldo Pais de Barros (1969).

Entre seus outros sucessos, estão A praia (Jovan Wetter, versão de Bruno Silva) e Mente-me (Armando Domínguez, versão de F. da Silva). Em 1971 gravou pela Copacabana o LP O que eu canto, em que se destacava a música O velho e o novo (Taiguara); no ano seguinte, na mesma gravadora lançou o LP Imagem, com Irmão, só tem amor quem sabe amar (Luís Chaves).

Em 1981 venceu o Festival Internacional da Canção, no Uruguai. Durante oito anos apresentou na TV Cultura, de São Paulo, o programa Festa Baile; participou também de programas humorísticos, na TV Record, de São Paulo, e atuou em telenovelas, como As pupilas do senhor reitor, da TV SBT.

Continua fazendo shows em todo o Brasil e participando de programas de televisão. Recentemente fez sucesso cantando em italiano o tema de abertura da novela Terra Nostra, da TV Globo (Tormento d'amore).

CDs: Seleção de ouro, 1995, Movieplay ABW 84022; Todo o sentimento, 1997, BMG 7432147350-2.

Fontes: CliqueMusic; Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Viagem (Taiguara)

Taiguara
Taiguara
Tom: E
Intro: ( G Bm/F# E4/7 )
E Abm/Eb    C#m                        Eb7          Bm/D
Vai abandona a morte em vida em que hoje estás
C#4/7 C#7 Am/C
Ao lugar onde essa angustia se desfaz
B4/7 D7 G
E o veneno e a solidão mudam de cor
Bm/F# E4/7
Vai indo amor
E Abm/Eb C#m Eb7 Bm/D
Vai recupera a paz perdida e as ilusões,
C#4/7 C#7 Am/C
não espera vir a vida as tuas mãos
B4/7 D7 G
Faz em fera a flor ferida e vai lutar
Bm/F# E4/7
Pro amor voltar
Am Am/G C/D D7/9 F6/11+
Vai faz de um corpo de mulher estrada e sol
E4/7 E7 A7 D7
Te faz aman...te Faz meu peito errante
G4 G B4/7
Acreditar que amanheceu
Am Am/G C/D D7/9 F6/11+
Vai corpo inteiro mergulhar no teu amor
E7/4 E7 A7 C/D D7
Nesse momen...to vai ser teu momento
G4 G B4/7
O mundo inteiro vai ser teu, teu, teu
E Abm/Eb
Vai, vai......

Viagem (Taiguara)

Taiguara
Taiguara
Tom: E
Intro: ( G Bm/F# E4/7 )
E Abm/Eb    C#m                        Eb7      Bm/D
Vai abandona a morte em vida em que hoje estás
C#4/7 C#7 Am/C
Ao lugar onde essa angustia se desfaz
B4/7 D7 G
E o veneno e a solidão mudam de cor
Bm/F# E4/7
Vai indo amor
E Abm/Eb C#m Eb7 Bm/D
Vai recupera a paz perdida e as ilusões,
C#4/7 C#7 Am/C
não espera vir a vida as tuas mãos
B4/7 D7 G
Faz em fera a flor ferida e vai lutar
Bm/F# E4/7
Pro amor voltar
Am Am/G C/D D7/9 F6/11+
Vai faz de um corpo de mulher estrada e sol
E4/7 E7 A7 D7
Te faz aman...te Faz meu peito errante
G4 G B4/7
Acreditar que amanheceu
Am Am/G C/D D7/9 F6/11+
Vai corpo inteiro mergulhar no teu amor
E7/4 E7 A7 C/D D7
Nesse momen...to vai ser teu momento
G4 G B4/7
O mundo inteiro vai ser teu, teu, teu
E Abm/Eb
Vai, vai......

Universo do teu corpo


Universo do teu corpo (1970) - Taiguara
Introdução: G   B4 7,
     E    B/D#     Bm           E7              A     A7M
Eu desisto não existe essa manhã que eu perseguia
Am7/G D7(9) E D#m7(b5) G#7
Um lugar que me dê trégua ou me sorria
C#m7 F#7 D D7M B4 7 B7
Uma gente que não viva só prá si

E B/D# Bm E7 A A7M
Só encontro gente amarga mergulhada no passado
Am7 D7(9) E D#m7(b5) G#7
Procurando repartir seu mundo errado
C#m7 F#7 D(add9)/E
Nessa vida sem amor que eu aprendi

A7M
Por uns velhos vãos motivos
Am7 D7(9)
Somos cegos e cativos
G7M B4 7
No deserto do universo sem amor
A7M
E é por isso que eu preciso
Am7 D7(9)
De você como eu preciso
G7M B4 7 B7
Não me deixe um só minuto sem amor

E B/D# Bm E7 A A7M
Vem comigo meu pedaço de universo é no teu corpo
Am7/G D7(9) E D#m7(b5) G#7
Eu te abraço corpo imerso no teu corpo
C#m7 F#7 D D7M B4/7 B7
E em teus braços se unem em versos a canção

E B/D#
Em que eu digo
Bm E7 A A7M
que estou morto prá esse triste mundo antigo
Am7/G D7(9) G G7M
Que meu porto meu destino meu abrigo
C D7 G G7M
São teu corpo amante amigo em minhas mãos
C D7 G G7M
São teu corpo amante amigo em minhas mãos
C D7 G G7M
São teu corpo amante amigo em minhas mãos

Universo do teu corpo


Universo do teu corpo (1970) - Taiguara
Introdução: G   B4 7,
     E    B/D#     Bm           E7              A     A7M
Eu desisto não existe essa manhã que eu perseguia
Am7/G D7(9) E D#m7(b5) G#7
Um lugar que me dê trégua ou me sorria
C#m7 F#7 D D7M B4 7 B7
Uma gente que não viva só prá si

E B/D# Bm E7 A A7M
Só encontro gente amarga mergulhada no passado
Am7 D7(9) E D#m7(b5) G#7
Procurando repartir seu mundo errado
C#m7 F#7 D(add9)/E
Nessa vida sem amor que eu aprendi

A7M
Por uns velhos vãos motivos
Am7 D7(9)
Somos cegos e cativos
G7M B4 7
No deserto do universo sem amor
A7M
E é por isso que eu preciso
Am7 D7(9)
De você como eu preciso
G7M B4 7 B7
Não me deixe um só minuto sem amor

E B/D# Bm E7 A A7M
Vem comigo meu pedaço de universo é no teu corpo
Am7/G D7(9) E D#m7(b5) G#7
Eu te abraço corpo imerso no teu corpo
C#m7 F#7 D D7M B4/7 B7
E em teus braços se unem em versos a canção

E B/D#
Em que eu digo
Bm E7 A A7M
que estou morto prá esse triste mundo antigo
Am7/G D7(9) G G7M
Que meu porto meu destino meu abrigo
C D7 G G7M
São teu corpo amante amigo em minhas mãos
C D7 G G7M
São teu corpo amante amigo em minhas mãos
C D7 G G7M
São teu corpo amante amigo em minhas mãos

Taiguara

Taiguara

Neto de maestro e filho do bandoneonista Ubirajara Silva, Taiguara Chalar da Silva (1945- 1996) nasceu em Montevidéu, no Uruguai e a partir dos 4 anos radicou-se no Rio. Mas começou a carreira nos shows do colégio Mackenzie e no teatro de Arena, ambos em São Paulo (onde também debutava Chico Buarque, da vizinha FAU) em 1964.

Engajado na ala paulistana da bossa nova, acantonada no João Sebastião Bar, de Paulo Cotrim, ele atuou ao lado do Sambalanço Trio de César Camargo Mariano e Airto Moreira e estreou em LP aos 19 anos, com arranjos de Luis Chaves, baixista do Zimbo Trio. "Senti como orquestrador que esse jovem tinha na voz um verdadeiro instrumento", elogiou Luis Eça, do Tamba Trio, na contracapa.

Mas a voz melodiosa com um vibrato metálico acabou levando a outros rumos o compositor, que estreou no balançado Samba de Copo na Mão. Depois de disputar vários festivais também com músicas alheias (Modinha, de Sérgio Bittencourt, Não se morre de mal de amor, de Reginaldo Bessa) estourou a partir de 1970 com baladas de próprio punho entre a sensualidade e a jovem rebeldia como Hoje, "Universo do teu corpo", Viagem, Geração 70, Teu sonho não acabou, Que as crianças cantem livres.

A permissividade poética em sintonia com a era do desbunde atraiu a atenção da Censura que começou a vetar em massa suas letras, o que o levou a um auto-exílio londrino. Mas a perseguição do regime não o impediu de gravar discos de alta densidade instrumental como "Imyra,Tayra, Ipy, Taiguara", em 1976 (com Hermeto Pascoal, Toninho Horta, Wagner Tiso, Jaquinho Morelembaum) e mesmo os anteriores "Taiguara, Piano e Viola" (1972) e "Carne e Osso" (1971).

Nos 80, tornou-se discípulo político do líder comunista Luis Carlos Prestes para quem compôs O Cavaleiro da Esperança. Empreendeu uma volta às origens em "Canções de amor e liberdade" (1983), misturando o bandoneon do pai à harpa paraguaia e ao chamamé fronteiriço. E no CD final, "Brasil Afri" (1994) rebuscou-se em Menino da Silva e África Mãe.

Tárik de Souza – ENSAIO 19/8/1994

Taiguara

Taiguara

Neto de maestro e filho do bandoneonista Ubirajara Silva, Taiguara Chalar da Silva (1945- 1996) nasceu em Montevidéu, no Uruguai e a partir dos 4 anos radicou-se no Rio. Mas começou a carreira nos shows do colégio Mackenzie e no teatro de Arena, ambos em São Paulo (onde também debutava Chico Buarque, da vizinha FAU) em 1964.

Engajado na ala paulistana da bossa nova, acantonada no João Sebastião Bar, de Paulo Cotrim, ele atuou ao lado do Sambalanço Trio de César Camargo Mariano e Airto Moreira e estreou em LP aos 19 anos, com arranjos de Luis Chaves, baixista do Zimbo Trio. "Senti como orquestrador que esse jovem tinha na voz um verdadeiro instrumento", elogiou Luis Eça, do Tamba Trio, na contracapa.

Mas a voz melodiosa com um vibrato metálico acabou levando a outros rumos o compositor, que estreou no balançado Samba de Copo na Mão. Depois de disputar vários festivais também com músicas alheias (Modinha, de Sérgio Bittencourt, Não se morre de mal de amor, de Reginaldo Bessa) estourou a partir de 1970 com baladas de próprio punho entre a sensualidade e a jovem rebeldia como Hoje, "Universo do teu corpo", Viagem, Geração 70, Teu sonho não acabou, Que as crianças cantem livres.

A permissividade poética em sintonia com a era do desbunde atraiu a atenção da Censura que começou a vetar em massa suas letras, o que o levou a um auto-exílio londrino. Mas a perseguição do regime não o impediu de gravar discos de alta densidade instrumental como "Imyra,Tayra, Ipy, Taiguara", em 1976 (com Hermeto Pascoal, Toninho Horta, Wagner Tiso, Jaquinho Morelembaum) e mesmo os anteriores "Taiguara, Piano e Viola" (1972) e "Carne e Osso" (1971).

Nos 80, tornou-se discípulo político do líder comunista Luis Carlos Prestes para quem compôs O Cavaleiro da Esperança. Empreendeu uma volta às origens em "Canções de amor e liberdade" (1983), misturando o bandoneon do pai à harpa paraguaia e ao chamamé fronteiriço. E no CD final, "Brasil Afri" (1994) rebuscou-se em Menino da Silva e África Mãe.

Tárik de Souza – ENSAIO 19/8/1994

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Hoje

Taiguara - 1968
Possuidor de um marcante estilo de interpretação, romântico, intenso, até com uma certa tendência ao monumental, Taiguara firmou-se como um dos mais assíduos cantores de festivais, defendendo músicas suas ou de outros compositores, algumas delas premiadas (como “Modinha”, de Sérgio Bittencourt, e “Helena, Helena, Helena”, de Alberto Land).

Típico desse estilo é o seu maior sucesso, a balada “Hoje”, que canta sobre bela melodia o desabafo de um personagem desiludido com as agruras da vida e do amor: “Mas, hoje / as minhas mãos enfraquecidas e vazias / procuram nuas, pelas luas, pelas ruas / na solidão das noites frias por você.”

Muito visado pela censura, Taiguara (Taiguara Chalar da Silva) teve sua popularidade em declínio ao terminar a era dos festivais, passando a se dedicar ao estudo musical com Hermeto Pascoal, com quem aprendeu a fazer arranjos. Nascido no Uruguai, mas criado no Brasil, morreu aos 51 anos em 14.2.96 (A Canção no Tempo – Vol. 2 - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).

Hoje (1969) - Taiguara
Tom: C

Intro: C7M G6/7/9-

C C7M G#/C G#6/11+
Hoje trago em meu corpo as marcas do meu tempo, meu desespero,
C/G C/D D7 F/G G6/7/9-
A vida num momento, a fossa, a fome, a flor, o fim do mundo
C C7M G#/C G#6/11+
Hoje trago no olhar imagens destorcidas, cores, viagens,
C/G C/D D7 Bb/C C7/9-
Mãos desconhecidas trazem a lua, a rua às minhas mãos, mas
F F7M F#m5-/7 B7/9- Gm/Bb A4/7
Hoje as minhas mãos enfraquecidas e vazias procuram nuas
A7 Fm/Ab G4/7 G7 C/G G6/7/9-
Pelas luas, pelas ruas, na solidão das noites frias por você
C C7M G#/C G#6/11+
Hoje homens sem medo aportam no futuro, eu tenho medo,
C/G C/D D7 F/G G6/7/9-
Acordo e te procuro, meu quarto escuro é inerte como a morte
C C7M G#/C G#6/11+
Hoje homens de aço esperam da ciência, eu desespero
C/G
E abraço a tua ausência,
C/D D7 Bb/C C7/9-
que é o que me resta vivo em minha sorte, ah
F F7M F#m5-/7 B7/9- Gm/Bb
Sorte, eu não queria a juventude assim perdida
A4/7 A7 Fm/Ab
Eu não queria andar morrendo pela vida
G4/7 G7 Em7 Dm7 C7M Dm7 D#° C/E
Eu não queria amar assim como eu te amei
F F7M F#m5-/7 B7/9- Gm/Bb
Sorte, eu não queria a juventude assim perdida
A4/7 A7 C/D
Eu não queria andar morrendo pela vida
F/G G#/C F/G G6/7/9- C7M
Eu não queria amar assim como eu te amei