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sábado, 3 de junho de 2006

Eu canto o meu blues

Oswaldo Montenegro
A7 
Eu canto o meu blues
G#m7/5- C#7/5+ F#m7+ F#m7
Pra te contar que as coisas andam bem
Em7/4 Eb7/5-
Por mais que você não acredite
D7/13 Dm7
Eu já posso acenar sem tua mão
G7/13 C#7/13 C#7/5+
Voltei a gargalhar sem teu bom humor
F#7/9 F#7/9-
E quem olha pra mim
B7/9
Não vê mais você
E7(9/4)
Mas veja você, que mais do que nunca
A7/13 G7/13 A7/13 Bb7/13
Eu tenho certeza da nossa paixão

A7
Eu canto o meu blues
G#m7/5- C#7/5+ F#m7+ F#m7
Pra perguntar se pra você também
Em7/4 Eb7/5- D7/13 Dm7
É bom que essa nossa loucura já tenha passado, enfim
G7/13 C#7/13 C#7/5+
E por que não voltar a ser feliz
F#7/9 F#7/9-
Sem ser por favor
B7/9
É mais do que fim

É não sem final
E7(9/4)
É o fim sem porém
A7/13 G7/13
E mais do que nunca eu te quero bem

D7/13
É quase um blues tranqüilo
D#º
Se é que há blues tranqüilos
A7+ Em7/4 Eb7/5-
Dizem que não - devolvo aos pedaços a questão
D7/13
Mas, olha, eu sonho ainda
D#º A7+
Viver uma paixão que seja tranqüila
F#7/9
E paixão tranqüila
B7/9
Tal qual como um blues
E7(9/4)
É sempre ilusão
A7
Eu canto o meu blues

Tranqüilo violeiro

Oswaldo Montenegro
E7+/9                D#m7/5- 
Aqui fala um tranqüilo violeiro
G#7
Astuto e matreiro
C#7 F#m B7
Perambulante pelas ruas da cidade ex-maravilhosa
E7+/9 D#m7/5-
Aqui fala um artista iniciante
G#7 C#7
Que buscou na dissonância do acorde
F#m B7
A expressão da melancolia

Em Am
Aqui fala um poeta que tem raça
D7 G
Carregando pela rua essa vontade
B7
De que o povo me escute
E
E que aplauda o que eu sinto
G# C#7
Mesmo que não seja lindo, é sincero
F#m D7
E vocês vão ter que ouvir com atenção

G B7
Pois aqui fala uma fera que agride com seu canto
Em
E traz poeira na fachada
Am D7
E quem quiser me desafie
G
Que eu não tenho muito medo
B7
De quem treme num sorriso
Em
Mas respeito quem entende
Am D7
E aceito o desafio
Gm Cm
De ser livre e andar perambulante
F Bb
E largar os compromissos
D7
Velhas coisas que quiseram me contar
G
Mas eu não quis ouvir

Voz da tela

Oswaldo Montenegro
F#m
Voz
C# F#m
mais leve que o tempo e mais
C# F#m
que a bailarina pisando em cristais
C# F#m E7
entre o orvalho e a manhã
A E F#m
Sóis dez mil Picassos pintando a tela
F#m/E D
a mãe da terra é a voz
A Bm
das paixões, dos heróis
E
dos incêndios frios
A E F#m
Gás nossa palavra virou estrela
F#m/E D
brilho, espelho veloz
A Bm C#
da paixão que se prende à garganta
C#
e canta e canta e vira


F#m
Voz
C# F#m
dos homens que choram mais
C# F#m
velha druída que cala e diz "paz"
C# F#m E7
com olhos de cortesã
A E F#m
Faz de mil pedaços o amor inteiro
F#m/E D
prisioneiro e algoz
A Bm
nos porões, nas marés
E
nos umbrais vazios
A E F#m
Traz a porta que abre o baú do tempo
F#m/E D
abre e zela por nós
A Bm C#
com a paixão que se prende à garganta
D B D
e canta e canta e vira voz

Travessuras

Oswaldo Montenegro
Tom: D

D A
Eu insisto em cantar
Bm F#m
Diferente do que ouvi
G D
Seja como for recomeçar
Em A
Nada mais há de vir

D A
Me disseram que sonhar
Bm F#m
Era ingênuo, é dai?
G D
Nossa geração não quer sonhar
Em A
Pois que sonhe, a que há de vir

Bm F#m
Eu preciso é te provar
G D
Que ainda sou o mesmo menino
F# Bm G
Que não dorme a planejar, travessuras
Em G A G D
E fez do som da tua risada um hino

Prá longe do Paranoá

Oswaldo Montenegro
A    E
Numa tarde quente
F#m
Eu fui me embora de Brasília
D A
Num submarino do lago Paranoá
D F
Quero ser estrela lá no Rio de Janeiro
G A
Namorando Madalena na beira do mar
E F#m
Qualquer dia mãe, você vai ter uma surpresa
D A
Vendo na TV meu peito quase arrebentar
D F
Quero ser estrela lá no Rio de Janeiro
G A
Namorando Madalena na beira do mar
E
Quem quiser que faça
F#m
O velho jogo da política
D A
Na sifilítica maneira de pensar
D F
Quero ser estrela lá no Rio de Janeiro
G A
Namorando Madalena na beira do mar
E F#m
Eu tenho o coração vermelho
D A
E o que canto é o espelho do que se passa por lá
D F
Lá no Rio de Janeiro
G A
Namorando Madalena na beira do mar

Sem mandamentos

Oswaldo Montenegro
Introdução: G/B C    C/D

G D/F# Em G
Hoje que quero a rua cheia de sorrisos francos
C G
De rostos serenos, de palavras soltas
G7 C C/B Am
Eu quero a rua toda parecendo louca
C/D D C
com gente gritando e se abraçando ao sol
G G5+ G6
Hoje que quero ver a bola da criança livre
G7 C C/B Am
quero ver os sonhos todos nas janelas
C/D D C
quero ver vocês andando por aí
G D/F# Em G
Hoje eu vou pedir desculpas pelo que eu não disse
C G
Eu até desculpo o que você falou
G7 C C/B
eu quero ver meu coração no seu sorriso
Am C/D D D#7
e no olho da tarde a primeira luz
G# G#5+ G#6
Hoje eu quero que os boêmios gritem bem mais alto
G#5+ G#
eu quero um carnaval no engarrafamento
G#7 C#9
e que dez mil estrelas vão riscando o céu
D#4 D# E
buscando a sua casa no amanhecer
A E/G# F#m F#m/E
Hoje eu vou fazer barulho pela madrugada
D A
rasgar a noite escura como um lampião
A7 D Bm
eu vou fazer seresta na sua calçada
D/E E F
eu vou fazer misérias no seu coração
Bb F/A Gm Gm/F
Hoje eu quero que os poetas dancem pela rua
Eb Bb
Pra escrever a música sem pretensão
Bb7 Eb Cm
eu quero que as buzinas toquem flauta-doce
F Bb
e que triunfe a força da imaginação

Quebra cabeça sem luz

Oswaldo Montenegro
A      
É na clareza da mente
Db F#m
Que explode a procura do novo processo
A/C# D
E o que é meu direito eu exijo e não peço
E7 A
Com a intensidade de quem quer viver
D E7
E optar: ir ou não por ali

A
A nossa primeira antena é a palavra
Db F#m
Que amplia a verdade que assusta
A/C# D7
E a gente repete que quer mais não busca
A E7
E de um modo abstrato se ilude que fez


(D D7/Eb) (A7 Ab7 G7 F#7) (F#7 B7 E A)
Mas qualquer dia vai ter que ficar definido o caminho
É mais louco do que já supôs a tal sabedoria
Magia que eu hoje procuro entender


(D D7/Eb) (A7 Ab7 G7 F#7) (F#7 B7 E A)
Pra que o corpo supere a fadiga
Você o que pensa do assunto
Se a gente se encontra mas nunca tá junto
Vivendo esse quebra cabeça sem luz

A
Pra não ficar dividida
Db F#m
Minha mente estabeleci combinado faria
A/C# D7
Dizer pondo um pouco de mate
E7
Gelhá de fazer como os loucos
A D E7
Falando aos tropeços (perdão rita lee)

A
Pra que a gente se entenda algum dia
Db F#m
Há de ser como o louco Quixote
A/C# D7
E a lógica insiste em guardar no seu pote
E7 A
A mais linda palavra que eu ia dizer.


(D D7/Eb) (A7 Ab7 G7 F#7) (F#7 B7 E A)
Mas qualquer dia você
Vai me ver disfarçar (há) de fazer como eu
Que disfarço na tal fantasia a magia
E só me fantasio do que venha ser


(D D7/Eb) (A7 Ab7 G7 F#7) (F#7 B7 E A)
E o que se espera da minha cabeça
Há de ser invertido
E a sonata que eu já compus
Virou rock/quem roubou minha loucura fui eu
E agora devolvi

Rasura

Oswaldo Montenegro
C
Me desculpe o mesmo gesto
F
Meu constante gesto insano
G
Que por mais que a mente negue
C
Teu coração ele marcou
E
Como a lógica dos fatos
A
Que eu traí a todo instante
E
Rasurando nosso branco
A
Com a mistura que eu sou
C
Me desculpe o gesto louco
F
A aspereza da loucura
G
'Inda queima no meu calmo
C
Doido e calmo coração
E
Mas por que, se a gente é tanto
A
Nosso amor sofreu rasura?
E
Nosso inconfundível gesto
A
eu desfiz na minha mão
D
Me desculpe, ou melhor, não
G
Me abrace e comemore
A
Que a rasura que foi feita
D
Foi perfeita na sua hora
F#
E mais que o mais perfeito
B
Rasurar valeu a pena
F# B
Como esteve rasurado o primeiro original
E
Do mais lindo poema.

Todo mundo é lobo por dentro (Petulante)

Oswaldo Montenegro
A          E                  F#m        D7
Você me disse que eu sou petulante, né?
A
Acho que sou sim, viu?
E F#m
Como a água que desce a cachoeira
G E
e não pergunta se pode passar
A E F#m D7
Você me disse que o meu olho é duro como faca
A
acho que é sim, viu?
E F#m
Como é duro o tronco da mangueira
G E
onde você precisa encostar
Bm Bm/A# Bm/A
você me disse que eu destruo sempre
Bm/G#
a sua mais romântica ilusão
G D E
e que destruo sempre com a minha palavra
A D A
o que me incomodou, acho que é sim
A G
como fere e faz barulho o bicho
D G
que se machucou, viu?
A G
como fere e faz barulho o bicho
D
que se machucou

Taxímetro

Oswaldo Montenegro
E              C#m          A          B
Eu tava andando na rua, chovia e tava calor
E C#m
Como um taxímetro o olhar registrava
A B
e me cobrava tudo o que já passou
G#m
E você
C#m
Me odeia e eu entendo e Deus
A B
Passou lotado por nós
G#m C#m A B
Não, não esqueça que a cabeça abandonou minha voz
E C#m A B
A gente andou pela Lua, mas nunca andou de metrô
E C#m
Eu só estranhava quando te via nua
A B
e preferia de vestido bordô
G#m
E você
C#m
Me odeia e eu entendo e Deus
A B
Passou lotado por nós
G#m C#m A B
Não, não esqueça que a cabeça abandonou minha voz.

Por brilho

Oswaldo Montenegro
Intro: ( A B G A/F# )

I Parte - DEDILHADO
-------------------
A B
Onde vá
G
Onde quer que vá
A
Leva o coração feliz
D A/C# F#m
Toca a flauta da alegria
D E A
Como doce menestrel

A B
Onda vá,
G
Onde quer que eu vá
A
Vou estar de olho atento
D A/C# F#m
A tua menor tristeza
D E A
Por no teu sorriso o mel

D
Onde vá
A/C# Bm
Vá para ser estrela
D7 G
As coisas se transformam
A D
E isso não é bom nem mal
F# Bm
e onde quer que eu esteja
D7 G
O nosso amor tem brilho
A G
vou ver o teu sinal
---------------------------


II Parte - BATIDO
Muda apenas o final
-----------------------------
A B
Onde vá
G
Onde quer que vá
A
Leva o coração feliz
D A/C# F#m
Toca a flauta da alegria
D E A
Como doce menestrel

A B
Onda vá,
G
Onde quer que eu vá
A
Vou estar de olho atento
D A/C# F#m
A tua menor tristeza
D E A
Por no teu sorriso o mel

D
Onde vá
A/C# Bm
Vá para ser estrela
D7 G
As coisas se transformam
A D
E isso não é bom nem mal
F# Bm
e onde quer que eu esteja
D7 G
O nosso amor tem brilho
A G D
vou ver o teu sinal

Magia

Oswaldo Montenegro
A             C#m
Magia é o que faz voltar
D E
Contra quem desejou o que de mal me desejam
F#m B
O olho refletindo que vem contra mim
D E
Os magos todos louvados sejam
A C#m
No dia em que olhei pro mar
D E
E alguém revelou que lá no fundo latejam
F#m B
Os corações meninos de cem querubins
D E
Que o fundo desse lago azulejam
F#m C#m
Dá-me Brasília a calma
D E
Que hoje Madalena precisa em mim
F#m B
Me encha de luz a alma
D E
Que o vento da alegria responda que sim
F#m C#m
Dá-me Brasília a calma
D E
Que hoje Madalena precisa em mim
F#m B
Me encha de luz a alma
D E
Que o vento da alegria responda
D E
Que o vento da alegria responda depressa
D A Bm E D A
Que o vento da alegria responda depressa que sim

Lume de estrelas

Oswaldo Montenegro
F                A
Toda vez que eu volto
Dm F
Tô partindo
Bb C
E no sentido exato
F
É por saudade
Bb C F Bb
Ah! coração taí a festa E nós
F
Por aí vai
C Bb F
Nossa colorida idade
Dm Am Bb F
Diga depressa com quantas paixões
Dm Am
Faz-se a canoa
Bb F
Do amor que a gente quer
Bb C
E quando eu não voltar
F Bb F
Acenda o mesmo lume de estrelas
C Bb F
Que eu deixei no teu olhar
F A
Toda vez que eu volto
Dm F
Tô partindo
Bb C
E no sentido exato
F
É por saudade
Bb C F Bb
Ah! coração taí a festa E nós
F
Por aí vai
C Bb F
Nossa colorida idade

Lua e flor

Oswaldo Montenegro
Tom: D
Intro: D A/C# G/B C G D D5+ Bm Bm7 E7 G F#m7 Em7 A7

D A
Eu amava como amava um cantor
Gmaj7 C7/9
De qualquer clichê de cabaré
D D5+
De lua e flor

Bm Bm7 Em7
Eu sonhava com a feia na vitrine
A7 D
Como carta que se assina em vão

D A
Eu amava como amava um sonhador,
Gmaj7
Sem saber porque
C7/9 D F#7
E amava ter no coração,

Bm Bm7 Em7
A certeza ventilada de poesia
A7 D A7
De que um dia amanhece não

D Am D7
Eu amava como amava um pescador
Gmaj7 Gm
Que se encanta mais com a rede que com o mar

D Bm Em7
Eu amava como jamais poderia,
A7 Gmaj7 C7/9
Se soubesse como te encontrar

D Am D7
Eu amava como amava um pescador
Gmaj7 Gm
Que se encanta mais com a rede que com o mar

D Bm Em7
Eu amava como jamais poderia,
A7 Gmaj7 C7/9 D
Se soubesse como te encontrar

Letras brasileiras

Oswaldo Montenegro
(intro)  E  A/E 

E A/E E A9/E
dez mil rubis, mil pedras turmalinas
E B7 C#m G#m C#m
cem mil cometas um milhão de sóis
Bm E A A#º
dez mil Joões mil vidas severinas
E B7 A E
cem mil poetas, todos eles sós
E A/E E A9/E
em procissões, natais e serpentinas
E B7 C#m G#m C#m
dez mil mãos postas mães, irmãos, avós
Bm E A A#º
a esperança é profissão e sina
E B7 C C7
ensina laços a fingir de nós
F Bb/F F Bb/F
são cem cavalos, dez luzes na crina
F C7 Dm Am Dm
são luas, muitas luas e faróis
Cm F Bb Bº
são mil perdões, que aos bons não se incrimina
F C7 C# C#7
cem mil poetas, todos eles sós
F# B/F# F# B/F#
televisões em cada casa e em cima
F# C#7 D#m A#m D#m
parece um bicho a antena e cada voz
C#m F# B Cº
parece voz que nunca desafina
F# B/C# D D7
na serenata para o seu algoz
G C/G G C/G
milhões de versos, cem milhões de rimas
G D7 Em Bm Em
no mesmo mar são dez milhões de anzois
Dm G C C#º
pescando alma em dós, bordões e primas
G D7 C G
cem mil poetas, todos eles sós

Intuição

Oswaldo Montenegro
G                  C               D             G
Canta uma canção bonita falando da vida em ré maior
F C G D/F#
Canta uma canção daquela de filosofia, é mundo bem melhor
G G7
Canta uma canção que agüente essa paulada
C A7
e a gente bate o pé no chão
D7 G A7 D
Canta uma canção daquela, pula da janela, bate o pé no chão
G G7 C A7
Sem o compromisso estreito de falar perfeito, coerente ou não
D7 G A7 D G
Sem o verso estilizado, o verso emocionado, bate o pé no chão
A D E A
Canto que não silencia, é onde principia a intuição
G D A E
E nasce uma canção rimada da voz arrancada o nosso coração
A A7 D B7
Como sem licença, o sol rompe a barra da noite sem pedir perdão
G C G C
Hoje quem não cantaria, grita a poesia e bate o pé no chão
A A7 D B7
Sem o compromisso estreito de falar perfeito, bate o pé no chão
E7 A B7 E
Sem o verso estilizado, o verso emocionado, bate o pé no chão
B E F# B
Canta uma canção bonita falando da vida em ré maior
F#m E B F#
Canta uma canção daquela de filosofia, é mundo bem melhor
B B7
Canta uma canção que agüente essa paulada
E A7
e a gente bate o pé no chão
E B E B E
E hoje quem não cantaria, grita a poesia e bate o pé no chão

Incompatibilidade

Oswaldo Montenegro
D                                 
E bate louco, bate criminosamente
G
O coração mais do que a mente,
D
bate o pé mais do que o corpo poderia
D
E se você mentalizasse na folia
G D
Sabe lá se não seria a solução pra de manhã pensar melhor
A G D
E caso fosse a incompatibilidade entre o corpo e consciência
A D
Iria desaparecer, você não vê
A G
Como o corpo preparado pode ser iluminado
D A D
Como a luz de uma fogueira que precisa se manter
D
E atingido pela plena consciência
G D
De que o corpo em decadência faz a tua consciência esmorecer
D
Pelos poros elimina-se o que o povo não precisa
G D
E não precisa pra pensar, abdicar desse prazer
A G D
Se você dançar a noite inteira não significa dar bobeira
A D
De manhã se alienar ou esquecer
A G D
É a busca do supremo equilíbrio, num processo inteligente
A D
Sua mente clarear sem preceber

Hoje ainda é dia de rock

Oswaldo Montenegro

Hoje ainda é dia de rock - Zé Rodrix

Riff
e|-----------|-----------|-----------|-----------|
B|-----------|-----------|-----------|-----------|
G|-----------|-----------|-----------|-----------|
D|-----------|-----------|-----------|-----------|
A|-----------|-0-3/5-5-5-|-----------|-3-5/7-7-7-|
E|-0-3/5-5-5-|-----------|-0-3/5-5-5-|-----------|

Riff-2
e|-----------|-----------|-----------|-----------|
B|-----------|-----------|-----------|-----------|
G|-----------|-----------|-----------|-----------|
D|-----------|-----------|-----------|-----------|
A|-----------|-0-3/5-5-5-|-----0-3/5-|-----------|
E|-0-3/5-5-5-|-----------|-0-3/5-----|-0-3--5----|

Riff-2*(igual a riff-2 apenas trocar a ultima parte por:
e|-----------|
B|-----------|
G|-----------|
D|-----------|
A|-----------|
E|-0-3/5-5-5-|

Intro - Riff - Riff-2

Riff
Eu tô doidin por uma viola
Mãe e pai, de doze cordas e quatro cristais

Riff-2*
Pra eu poder tocar lá na cidade
Mãe e pai, esse meu blues de Minas Gerais

Riff
Eu tô doidin por um pianin
Mãe e pai, de caixa Leslie e amplificador

Riff-2*
Pra eu poder tocar lá na cidade
Mãe e pai, um rockizinho para o meu amor

Intro.

Riff
Eu tô doidin por uma viola
Mãe e pai, de doze cordas e quatro cristais

Riff-2*
Pra eu poder tocar lá na cidade
Mãe e pai, esse meu blues de Minas Gerais

Riff
Eu tô doidin por um pianin
Mãe e pai, de caixa Leslie e amplificador

Riff-2*
Pra eu poder tocar lá na cidade
Mãe e pai, um rockizinho para o meu amor

E C
Depois formar a minha eletrobanda
A E
Que vai deixar as outras no roncó

Riff-2*
Eu descobri e acho que foi a tempo
Mãe e pai, que hoje ainda é dia de rock

E C
Que hoje ainda é dia de rock
A E
Que hoje ainda é dia de rock

Riff-2*
Eu descobri olhando o milho verde
Mãe e pai que hoje ainda é dia de rock

(Solo de Violoncelo)

E C
Porque hoje ainda é dia de rock
A E
Porque hoje ainda é dia de rock

Riff-2*
Eu descobri olhando o milho verde
Mãe e pai que hoje ainda é dia de rock

Intro.

Estrelas

Oswaldo Montenegro
G                   D
Pela marca que nos deixa
Em A7
A ausência do som que emana das estrelas
C G
Pela falta que nos faz.
A7 D
A nossa própria luz a nos orientar
G D
Doido corpo que se move
Em A7
É a solidão dos bares que a gente freqüenta
F C
Pela mágica do dia
D7 G
Que independeria da gente pensar
D
Não me fale do teu medo
Em A7
Ah! Eu conheço inteira a tua fantasia
C G
E como de fosse pouca
A7 D7
A tua alegria não fosse bastar

G D
Quando eu não estiver por perto
Em A7
Canta aquela música que a gente ria
F C
É tudo que eu cantaria
D7 G
E quando eu for embora você cantará.