A felicidade, A flor e o espinho, A noite do meu bem, Apelo, Café da manhã, Caminhemos, Canção da volta, Carinhoso, Casinha Branca, Chega de saudade, Chove lá fora, Chuvas de verão, Com açúcar e com afeto, Com que roupa?, Da cor do pecado, Das rosas, De conversa em conversa, Dindi, Dois pra lá, dois pra cá, Dom de iludir, Duas contas.
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quinta-feira, 27 de julho de 2006
domingo, 18 de junho de 2006
Você abusou
A dupla baiana Antônio Carlos (Antônio Carlos Marques Porto) e Jocafi (José Carlos Figueiredo) existia havia três anos, quando se mudou para o Rio de Janeiro, contratada pela RCA em 1971. A mudança deu sorte, pois meses depois eles alcançavam as primeiras colocações nas paradas de sucesso com “Você Abusou”: “Você abusou / tirou partido de mim, abusou / tirou partido de mim, abusou / tirou partido de mim, abusou...”
Um sambinha despretensioso, que acentua sua despretensão na própria letra (“se o quadradismo dos meus versos / vai de encontro aos intelectos”), “Você Abusou” acabou se tornando uma espécie de composição-padrão no repertório de Antônio Carlos e Jocafi. Esse padrão seria utilizado em sucessos como “Desacato” e “Teimosa”, dando, porém, a essas e outras canções uma impressão de repetição, de coisa já ouvida.
Mas “Você Abusou” ultrapassou fronteiras, tendo um sucesso extraordinário na França (com o título de “Fais Comme l’Oiseau”) e outros países europeus, sucesso que se estendeu a países asiáticos, como o Japão, onde seus autores ganharam um segundo lugar no World Popular Song Festival, realizado em 1974, com a canção “Diacho de Dor”, O curioso é que Antônio Carlos e Jocafi parece que não faziam a princípio muita fé em “Você Abusou”, acreditando mais em “Mudei de Idéia”, que deu título ao seu primeiro elepê (A Canção no Tempo - Vol. 2 - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello - Editora 34).
Maria Creuza
Você abusou (1971) - Antônio Carlos e Jocafi
A7+ E/G# Em/G F#7
Você abusou
Bm/F# D Dm7 E7
Tirou partido de mim, abusou
A7+ E/G# Em/G F#7
Tirou partido de mim, abusou
Bm7 D E7/9- E7
Tirou partido de mim abusou
Am
Mas não faz mal
Am/G Dm7 F
É tão normal ter desamor
G/F C/Bb
É tão cafona sofrer dor
C/E
Que eu já nem sei
Bm7/5- F E7 Am
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Am/G Dm/F
Se o quadradismo dos meus versos
G/F C/Bb
Vai de encontro aos intelectos
F7+ Bm5-/7 E7
Que não usam o coração como expressão
A7+ E/G# Em/G F#7
Você abusou...
Am Am/G Dm/F
Que me perdoem, se eu insisto neste tema
G/F C/Bb
Mas não sei fazer poema
C/E Bm7/5- E7
Ou canção que fale de outra coisa que
Am
Não seja o amor
Am/G Dm/F
Se o quadradismo dos meus versos
G/F C/Bb
Vai de encontro aos intelectos
F7+ Bm7/5- E7
Que não usam o coração como expressão
A7+ E/G# Em/G F#7
Você abusou...
quinta-feira, 13 de abril de 2006
Maria Creuza
Maria Creuza Silva Lima, cantora, nasceu em Esplanada, Bahia, em 26/2/1944. Mudou-se com a família para Salvador BA com dois anos e foi durante o curso ginasial, no Colégio Ipiranga, que passou a se interessar por música, nas aulas de canto orfeônico.
Aos 15 anos formou um conjunto de moças, Les Girls, de curta duração, onde se destacava como crooner, o que lhe permitiu entrar em contato com o meio musical, sendo convidada, aos 16 anos, para cantar em alguns programas das rádios baianas. A partir daí, tornou-se conhecida em Salvador e, já no ano seguinte, passou a ter um programa na TV Itapoã - Encontro com Maria Creuza - que durou quatro anos.
Contratada por uma gravadora local, gravou somente músicas em inglês. Em 1965 conheceu Antônio Carlos (da dupla Antônio Carlos e Jocafi), que iniciava sua carreira de compositor e com quem viria a casar, três anos depois, no Rio de Janeiro RJ.
Em 1966 defendeu a música Se não houvesse Maria (Antônio Carlos), no festival Brasil Canta no Rio, a princípio na parte regional, em Salvador, e, depois, no Rio de Janeiro. Do mesmo autor, cantou, no ano seguinte, Festa no terreiro de Araketu, no III FMPB, da TV Record de São Paulo SP, música que gravou, ainda em 1967, no seu primeiro compacto simples, junto com Abolição (Antônio Carlos).
Foi considerada a melhor intérprete do IV Festival Universitário, realizado em 1969, no Rio de Janeiro, ao classificar em terceiro lugar a música Mirante (Aldir Blanc e César Costa Filho). Ainda em 1969, defendeu Catendê (Antônio Carlos e Jocafi) no V FMPB. No final desse ano, no Rio de Janeiro, conheceu, através de Chico Feitosa, Vinícius de Moraes, que a convidou para participar de um show, no ano seguinte, com ele e Dori Caymmi, em Punta del Este, no Uruguai, e que mais tarde seria gravado em disco. Chegou às paradas de sucesso, em 1971, com Mas que doidice (Antônio Carlos e Jocafi).
Com Toquinho e Vinícius de Moraes, ainda em 1971, gravou o LP Eu sei que vou te amar, pela RGE, e fez uma temporada em Paris, França, e Milão, Itália, no ano seguinte. Em 1973 gravou, pela RCA Victor, o LP Eu disse adeus, cantando a música-título (Roberto Carlos) e um pot-pourri com Obsessão (José Maria de Abreu e Jair Amorim), Não me diga adeus (Paquito, Luís Soberano e Correia da Silva), Pois é (Chico Buarque e Tom Jobim) e A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito). Gravou quatro LPs na Argentina. Seu LP Você abusou (1972) foi lançado em Paris e Roma, Itália, e Eu disse adeus foi gravado também em espanhol, para ser vendido na Europa.
Participou, em 1974, do II Festival Mundial de Música Popular, em Tóquio, Japão, defendendo a música de Antônio Carlos e Jocafi Que diacho de dor, classificada em segundo lugar. Nesse mesmo ano, gravou o LP Sessão nostalgia, pela RCA Victor, do qual faziam parte as músicas De conversa em conversa (Haroldo Barbosa e Lúcio Alves), Duas contas (Garoto), Vingança (Lupicínio Rodrigues), Luz negra (Nelson Cavaquinho e Amâncio Cardoso) e O sol nascerá (Cartola e Elton Medeiros).
Nas décadas de 1980 e 1990 lançou os LPs Sedução (1981), Poético (1982), Meia Noite (1983), Maria Creuza (1984) e O melhor de Maria Creuza (1985), todos pela RCA, além de Paixão acesa (1986) e Pura magia (1987), pela Arcasom e Da cor do pecado (1989) e Todo sentimento (1991), pela Som Livre.
Aos 15 anos formou um conjunto de moças, Les Girls, de curta duração, onde se destacava como crooner, o que lhe permitiu entrar em contato com o meio musical, sendo convidada, aos 16 anos, para cantar em alguns programas das rádios baianas. A partir daí, tornou-se conhecida em Salvador e, já no ano seguinte, passou a ter um programa na TV Itapoã - Encontro com Maria Creuza - que durou quatro anos.
Contratada por uma gravadora local, gravou somente músicas em inglês. Em 1965 conheceu Antônio Carlos (da dupla Antônio Carlos e Jocafi), que iniciava sua carreira de compositor e com quem viria a casar, três anos depois, no Rio de Janeiro RJ.
Em 1966 defendeu a música Se não houvesse Maria (Antônio Carlos), no festival Brasil Canta no Rio, a princípio na parte regional, em Salvador, e, depois, no Rio de Janeiro. Do mesmo autor, cantou, no ano seguinte, Festa no terreiro de Araketu, no III FMPB, da TV Record de São Paulo SP, música que gravou, ainda em 1967, no seu primeiro compacto simples, junto com Abolição (Antônio Carlos).
Foi considerada a melhor intérprete do IV Festival Universitário, realizado em 1969, no Rio de Janeiro, ao classificar em terceiro lugar a música Mirante (Aldir Blanc e César Costa Filho). Ainda em 1969, defendeu Catendê (Antônio Carlos e Jocafi) no V FMPB. No final desse ano, no Rio de Janeiro, conheceu, através de Chico Feitosa, Vinícius de Moraes, que a convidou para participar de um show, no ano seguinte, com ele e Dori Caymmi, em Punta del Este, no Uruguai, e que mais tarde seria gravado em disco. Chegou às paradas de sucesso, em 1971, com Mas que doidice (Antônio Carlos e Jocafi).
Com Toquinho e Vinícius de Moraes, ainda em 1971, gravou o LP Eu sei que vou te amar, pela RGE, e fez uma temporada em Paris, França, e Milão, Itália, no ano seguinte. Em 1973 gravou, pela RCA Victor, o LP Eu disse adeus, cantando a música-título (Roberto Carlos) e um pot-pourri com Obsessão (José Maria de Abreu e Jair Amorim), Não me diga adeus (Paquito, Luís Soberano e Correia da Silva), Pois é (Chico Buarque e Tom Jobim) e A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito). Gravou quatro LPs na Argentina. Seu LP Você abusou (1972) foi lançado em Paris e Roma, Itália, e Eu disse adeus foi gravado também em espanhol, para ser vendido na Europa.
Participou, em 1974, do II Festival Mundial de Música Popular, em Tóquio, Japão, defendendo a música de Antônio Carlos e Jocafi Que diacho de dor, classificada em segundo lugar. Nesse mesmo ano, gravou o LP Sessão nostalgia, pela RCA Victor, do qual faziam parte as músicas De conversa em conversa (Haroldo Barbosa e Lúcio Alves), Duas contas (Garoto), Vingança (Lupicínio Rodrigues), Luz negra (Nelson Cavaquinho e Amâncio Cardoso) e O sol nascerá (Cartola e Elton Medeiros).
Nas décadas de 1980 e 1990 lançou os LPs Sedução (1981), Poético (1982), Meia Noite (1983), Maria Creuza (1984) e O melhor de Maria Creuza (1985), todos pela RCA, além de Paixão acesa (1986) e Pura magia (1987), pela Arcasom e Da cor do pecado (1989) e Todo sentimento (1991), pela Som Livre.
Algumas músicas
A felicidade, A flor e o espinho, A noite do meu bem, Apelo, Café da manhã, Caminhemos, Canção da volta, Carinhoso, Casinha Branca, Chega de saudade, Chove lá fora, Chuvas de verão, Com açúcar e com afeto, Com que roupa?, Da cor do pecado, Das rosas, De conversa em conversa, Dindi, Dois pra lá, dois pra cá, Dom de iludir, Duas contas.
Estrada do sol, Eu disse adeus, Eu e a brisa, Eu sei que vou te amar, Fim de noite, Foi a noite, Folha morta, Folhetim, Insensatez, Irene, João Valentão, Mal-me-quer, Maria-vai-com-as-outras, Minha namorada, Morena flor, Na Baixa do Sapateiro, Não me diga adeus, Ninguém me ama, Nossos momentos.
Maria Creuza
Maria Creuza Silva Lima, cantora, nasceu em Esplanada, Bahia, em 26/2/1944. Mudou-se com a família para Salvador BA com dois anos e foi durante o curso ginasial, no Colégio Ipiranga, que passou a se interessar por música, nas aulas de canto orfeônico.
Aos 15 anos formou um conjunto de moças, Les Girls, de curta duração, onde se destacava como crooner, o que lhe permitiu entrar em contato com o meio musical, sendo convidada, aos 16 anos, para cantar em alguns programas das rádios baianas. A partir daí, tornou-se conhecida em Salvador e, já no ano seguinte, passou a ter um programa na TV Itapoã - Encontro com Maria Creuza - que durou quatro anos.
Contratada por uma gravadora local, gravou somente músicas em inglês. Em 1965 conheceu Antônio Carlos (da dupla Antônio Carlos e Jocafi), que iniciava sua carreira de compositor e com quem viria a casar, três anos depois, no Rio de Janeiro RJ.
Em 1966 defendeu a música Se não houvesse Maria (Antônio Carlos), no festival Brasil Canta no Rio, a princípio na parte regional, em Salvador, e, depois, no Rio de Janeiro. Do mesmo autor, cantou, no ano seguinte, Festa no terreiro de Araketu, no III FMPB, da TV Record de São Paulo SP, música que gravou, ainda em 1967, no seu primeiro compacto simples, junto com Abolição (Antônio Carlos).
Foi considerada a melhor intérprete do IV Festival Universitário, realizado em 1969, no Rio de Janeiro, ao classificar em terceiro lugar a música Mirante (Aldir Blanc e César Costa Filho). Ainda em 1969, defendeu Catendê (Antônio Carlos e Jocafi) no V FMPB. No final desse ano, no Rio de Janeiro, conheceu, através de Chico Feitosa, Vinícius de Moraes, que a convidou para participar de um show, no ano seguinte, com ele e Dori Caymmi, em Punta del Este, no Uruguai, e que mais tarde seria gravado em disco. Chegou às paradas de sucesso, em 1971, com Mas que doidice (Antônio Carlos e Jocafi).
Com Toquinho e Vinícius de Moraes, ainda em 1971, gravou o LP Eu sei que vou te amar, pela RGE, e fez uma temporada em Paris, França, e Milão, Itália, no ano seguinte. Em 1973 gravou, pela RCA Victor, o LP Eu disse adeus, cantando a música-título (Roberto Carlos) e um pot-pourri com Obsessão (José Maria de Abreu e Jair Amorim), Não me diga adeus (Paquito, Luís Soberano e Correia da Silva), Pois é (Chico Buarque e Tom Jobim) e A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito). Gravou quatro LPs na Argentina. Seu LP Você abusou (1972) foi lançado em Paris e Roma, Itália, e Eu disse adeus foi gravado também em espanhol, para ser vendido na Europa.
Participou, em 1974, do II Festival Mundial de Música Popular, em Tóquio, Japão, defendendo a música de Antônio Carlos e Jocafi Que diacho de dor, classificada em segundo lugar. Nesse mesmo ano, gravou o LP Sessão nostalgia, pela RCA Victor, do qual faziam parte as músicas De conversa em conversa (Haroldo Barbosa e Lúcio Alves), Duas contas (Garoto), Vingança (Lupicínio Rodrigues), Luz negra (Nelson Cavaquinho e Amâncio Cardoso) e O sol nascerá (Cartola e Elton Medeiros).
Nas décadas de 1980 e 1990 lançou os LPs Sedução (1981), Poético (1982), Meia Noite (1983), Maria Creuza (1984) e O melhor de Maria Creuza (1985), todos pela RCA, além de Paixão acesa (1986) e Pura magia (1987), pela Arcasom e Da cor do pecado (1989) e Todo sentimento (1991), pela Som Livre.
Aos 15 anos formou um conjunto de moças, Les Girls, de curta duração, onde se destacava como crooner, o que lhe permitiu entrar em contato com o meio musical, sendo convidada, aos 16 anos, para cantar em alguns programas das rádios baianas. A partir daí, tornou-se conhecida em Salvador e, já no ano seguinte, passou a ter um programa na TV Itapoã - Encontro com Maria Creuza - que durou quatro anos.
Contratada por uma gravadora local, gravou somente músicas em inglês. Em 1965 conheceu Antônio Carlos (da dupla Antônio Carlos e Jocafi), que iniciava sua carreira de compositor e com quem viria a casar, três anos depois, no Rio de Janeiro RJ.
Em 1966 defendeu a música Se não houvesse Maria (Antônio Carlos), no festival Brasil Canta no Rio, a princípio na parte regional, em Salvador, e, depois, no Rio de Janeiro. Do mesmo autor, cantou, no ano seguinte, Festa no terreiro de Araketu, no III FMPB, da TV Record de São Paulo SP, música que gravou, ainda em 1967, no seu primeiro compacto simples, junto com Abolição (Antônio Carlos).
Foi considerada a melhor intérprete do IV Festival Universitário, realizado em 1969, no Rio de Janeiro, ao classificar em terceiro lugar a música Mirante (Aldir Blanc e César Costa Filho). Ainda em 1969, defendeu Catendê (Antônio Carlos e Jocafi) no V FMPB. No final desse ano, no Rio de Janeiro, conheceu, através de Chico Feitosa, Vinícius de Moraes, que a convidou para participar de um show, no ano seguinte, com ele e Dori Caymmi, em Punta del Este, no Uruguai, e que mais tarde seria gravado em disco. Chegou às paradas de sucesso, em 1971, com Mas que doidice (Antônio Carlos e Jocafi).
Com Toquinho e Vinícius de Moraes, ainda em 1971, gravou o LP Eu sei que vou te amar, pela RGE, e fez uma temporada em Paris, França, e Milão, Itália, no ano seguinte. Em 1973 gravou, pela RCA Victor, o LP Eu disse adeus, cantando a música-título (Roberto Carlos) e um pot-pourri com Obsessão (José Maria de Abreu e Jair Amorim), Não me diga adeus (Paquito, Luís Soberano e Correia da Silva), Pois é (Chico Buarque e Tom Jobim) e A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito). Gravou quatro LPs na Argentina. Seu LP Você abusou (1972) foi lançado em Paris e Roma, Itália, e Eu disse adeus foi gravado também em espanhol, para ser vendido na Europa.
Participou, em 1974, do II Festival Mundial de Música Popular, em Tóquio, Japão, defendendo a música de Antônio Carlos e Jocafi Que diacho de dor, classificada em segundo lugar. Nesse mesmo ano, gravou o LP Sessão nostalgia, pela RCA Victor, do qual faziam parte as músicas De conversa em conversa (Haroldo Barbosa e Lúcio Alves), Duas contas (Garoto), Vingança (Lupicínio Rodrigues), Luz negra (Nelson Cavaquinho e Amâncio Cardoso) e O sol nascerá (Cartola e Elton Medeiros).
Nas décadas de 1980 e 1990 lançou os LPs Sedução (1981), Poético (1982), Meia Noite (1983), Maria Creuza (1984) e O melhor de Maria Creuza (1985), todos pela RCA, além de Paixão acesa (1986) e Pura magia (1987), pela Arcasom e Da cor do pecado (1989) e Todo sentimento (1991), pela Som Livre.
Algumas músicas
A felicidade, A flor e o espinho, A noite do meu bem, Apelo, Café da manhã, Caminhemos, Canção da volta, Carinhoso, Casinha Branca, Chega de saudade, Chove lá fora, Chuvas de verão, Com açúcar e com afeto, Com que roupa?, Da cor do pecado, Das rosas, De conversa em conversa, Dindi, Dois pra lá, dois pra cá, Dom de iludir, Duas contas.
Estrada do sol, Eu disse adeus, Eu e a brisa, Eu sei que vou te amar, Fim de noite, Foi a noite, Folha morta, Folhetim, Insensatez, Irene, João Valentão, Mal-me-quer, Maria-vai-com-as-outras, Minha namorada, Morena flor, Na Baixa do Sapateiro, Não me diga adeus, Ninguém me ama, Nossos momentos.
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