E
Quero que se dane a estrutura, a coerência
E7
Que o homem construiu nesse planeta
A
Olha meu Deus, é banal
E
Todo o pensamento é banal
B
Quero que a lógica se dane
A E
Olha, princesa, o pensamento é banal
E
Lógica é sempre o menor pedaço do que o homem
E7
Construiu nesse planeta o resto se perdeu
A
Meu Deus, é banal
E
Todo pensamento é banal
B
Quero que a lógica se dane
A E
Olha, princesa, o pensamento é banal
E
Olha o matemático, andarilho o carroceiro
E7
Seu amigo, mago da intuição
A
Não pense, o pensamento é banal
E
Todo pensamento é banal
B
Quero que a lógica se dane
A E
Olha, princesa, o pensamento é banal
E
Da cartesiana sensação de coerência
E7
Em que a prudência vale mais
A
Que andar na corda bamba solta e total
E
Eu tenho horror é banal
B
Quero que a lógica se dane
A E
Olha, princesa, o pensamento é banal.
sábado, 3 de junho de 2006
Banal (O blue do travesti)
Oswaldo Montenegro
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