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| Elizeth Cardoso |
Lançado por Sílvio Aleixo no início de 66, “Apelo” ganhou nesse ano gravações memoráveis como a de Elizeth Cardoso, dramática, densa, emocionada, a de Dóris Monteiro, tranqüila, intimista, ou a do próprio Baden, um primor de sensibilidade e técnica violonística (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).
Apelo (samba, 1966) - Baden Powell e Vinícius de Moraes
Tom: Em7Em7 D#m5+/6
Ah, meu amor não vá embora
Dm6
Vê a vida como chora,
Am7 E5+/7
vê que triste esta canção
Am7 B7/9- Em7
Não, eu te peço não te ausentes
Dm6 C7+
Pois a dor que agora sentes
F7+ B4/7 B7
só se esquece no perdão
Em7 D#m5+/6
Ah, minha amada me perdoa
Dm6
Pois embora ainda te doa
E7 Am7 E5+/7
a tristeza que causei
Am7 A#° Em7
Eu te suplico não destruas
C7+ F#m5-/7
tantas coisas que são tuas
B7 Em7 B7
Por um mal que eu já paguei
Em7 D#m5+/6
Ah, minha amada se soubesses
Dm6
Da tristeza que há nas preces
Am7 E5+/7
Que a chorar te faço eu
Am7 B7/9- Em7 Dm6 C7+
Se tu soubesses num momento todo arrependimento
F7+ B4/7 B7
Como tudo entristeceu
Em7 D#m5+/6
Se tu soubesses como é triste
Dm6
Em saber que tu partiste
Am7 E5+/7
Sem sequer dizer adeus
Am7 A#° Em7
Ah, meu amor tu voltarias
C7+ F#m5-/7
E de novo cairias
B7 Em7
A chorar nos braços meus
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