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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Amor ingrato

Amor ingrato (Descrente) (modinha, 1912) - Manuel Antenor de Souza (Neco)

Neco, compositor e cantor, nasceu em Petrópolis (RJ), em 25/05/1893 e faleceu em 24/05/1968. Em 1912 compôs sua primeira música, Amor ingrato, que ele mesmo gravaria em disco da Casa Faulhaber, um dos maiores sucessos de sua carreira.

Na década de 1950, sua música Amor ingrato foi regravada pelo cantor Silvinho, com êxito.

Título da música: Amor ingrato / Gênero musical: Seresta / Intérprete: Neco / Compositor: Neco / Gravadora Favorite record / Número do Álbum 1455167 / Data de Gravação: 1910-1913 / Data de Lançamento: 1910-1913 / Lado único / Acervo Humberto Franceschi / Disco 78 rpm:

Amor ingrato

Amor ingrato (Descrente) (modinha, 1912) - Manuel Antenor de Souza (Neco)

Neco, compositor e cantor, nasceu em Petrópolis (RJ), em 25/05/1893 e faleceu em 24/05/1968. Em 1912 compôs sua primeira música, Amor ingrato, que ele mesmo gravaria em disco da Casa Faulhaber, um dos maiores sucessos de sua carreira.

Na década de 1950, sua música Amor ingrato foi regravada pelo cantor Silvinho, com êxito.

Título da música: Amor ingrato / Gênero musical: Seresta / Intérprete: Neco / Compositor: Neco / Gravadora Favorite record / Número do Álbum 1455167 / Data de Gravação: 1910-1913 / Data de Lançamento: 1910-1913 / Lado único / Acervo Humberto Franceschi / Disco 78 rpm:

Sou teu escravo

Mário Pinheiro
Sou teu escravo (modinha, 1906) - Neco (Manoel Ferreira Capellani)

Título da música: Sou teu escravo  /  Gênero musical: Seresta /  Compositor:  Neco  / Intérprete: Mário Pinheiro / Gravadora Odeon  / Número do álbum:  40526  / Data de Gravação: 1904-1907  / Data de Lançamento: 1904-1907 / Lado único  /  Disco 78 rpm    / Acervo Humberto Franceschi:

Sou teu escravo

Mário Pinheiro
Sou teu escravo (modinha, 1906) - Neco (Manoel Ferreira Capellani)

Título da música: Sou teu escravo  /  Gênero musical: Seresta /  Compositor:  Neco  / Intérprete: Mário Pinheiro / Gravadora Odeon  / Número do álbum:  40526  / Data de Gravação: 1904-1907  / Data de Lançamento: 1904-1907 / Lado único  /  Disco 78 rpm    / Acervo Humberto Franceschi:

domingo, 25 de novembro de 2007

Neco

Neco (Manuel Antenor de Souza), compositor e cantor, nasceu em Petrópolis (RJ), em 25/05/1893 e faleceu em 24/05/1968. Aprendeu a tocar violão com irmão, Paulino, na época em que trabalhava como tecelão na fábrica Santa Helena, em Petrópolis. Aos 17 anos foi para o Rio de Janeiro e, um ano depois, já compunha e cantava suas modinhas.

Em 1912 compôs sua primeira música, Amor ingrato, que ele mesmo gravaria em disco da Casa Faulhaber, um dos maiores sucessos de sua carreira. Compôs nas duas primeiras décadas do século as modinhas Meu anjo, escuta, Sou teu escravo, Por que desprezas?, Simples desejos, Por teu sorriso, e o lundu A mulata carioca.

Retornando à Petrópolis em 1913, voltou a trabalhar como tecelão, depois como chofer de táxi e funcionário dos Correios e Telégrafos. Sem deixar a música de lado, tocava em conjuntos de jazz nos clubes locais e continuou a compor.

Na década de 1950, sua música Amor ingrato foi regravada por Silvinho, com êxito. Em 1950, já aposentado dos Correios e Telégrafos, compôs, com Fernando Martins o samba Nunca mais digo adeus, obtendo grande destaque.

Entre seus maiores sucessos estão a valsa Meu maior pecado (com Mário Rossi), 1949; Uma saudade a mais, valsa (1951); Alice, baião (1955); o bolero O pranto dos meus olhos (com D. Carvalho) e As águas correm para os rios, gravado por Marco Antônio.

Em 1964 encerrou sua carreira de compositor com o samba de carnaval Foi ela (com Darci de Souza), e a marcha Oito garrinhas (com Darci de Souza e Marcílio Lopes).

Obras:

Amor ingrato, modinha, 1912; Foi ela (c/Darci de Sousa), samba, 1964; Meu anjo, escuta, modinha, s.d.; Meu maior pecado (c/Mário Rossi), valsa, 1949; A mulata carioca, lundu, s.d.; Nunca mais digo adeus (c/Fernando Martins), samba, 1950; Uma saudade a mais, valsa, 1951.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha.

Neco

Neco (Manuel Antenor de Souza), compositor e cantor, nasceu em Petrópolis (RJ), em 25/05/1893 e faleceu em 24/05/1968. Aprendeu a tocar violão com irmão, Paulino, na época em que trabalhava como tecelão na fábrica Santa Helena, em Petrópolis. Aos 17 anos foi para o Rio de Janeiro e, um ano depois, já compunha e cantava suas modinhas.

Em 1912 compôs sua primeira música, Amor ingrato, que ele mesmo gravaria em disco da Casa Faulhaber, um dos maiores sucessos de sua carreira. Compôs nas duas primeiras décadas do século as modinhas Meu anjo, escuta, Sou teu escravo, Por que desprezas?, Simples desejos, Por teu sorriso, e o lundu A mulata carioca.

Retornando à Petrópolis em 1913, voltou a trabalhar como tecelão, depois como chofer de táxi e funcionário dos Correios e Telégrafos. Sem deixar a música de lado, tocava em conjuntos de jazz nos clubes locais e continuou a compor.

Na década de 1950, sua música Amor ingrato foi regravada por Silvinho, com êxito. Em 1950, já aposentado dos Correios e Telégrafos, compôs, com Fernando Martins o samba Nunca mais digo adeus, obtendo grande destaque.

Entre seus maiores sucessos estão a valsa Meu maior pecado (com Mário Rossi), 1949; Uma saudade a mais, valsa (1951); Alice, baião (1955); o bolero O pranto dos meus olhos (com D. Carvalho) e As águas correm para os rios, gravado por Marco Antônio.

Em 1964 encerrou sua carreira de compositor com o samba de carnaval Foi ela (com Darci de Souza), e a marcha Oito garrinhas (com Darci de Souza e Marcílio Lopes).

Obras:

Amor ingrato, modinha, 1912; Foi ela (c/Darci de Sousa), samba, 1964; Meu anjo, escuta, modinha, s.d.; Meu maior pecado (c/Mário Rossi), valsa, 1949; A mulata carioca, lundu, s.d.; Nunca mais digo adeus (c/Fernando Martins), samba, 1950; Uma saudade a mais, valsa, 1951.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha.

segunda-feira, 27 de março de 2006

Neco

Neco (Manuel Antenor de Souza), compositor e cantor nasceu em Petrópolis (RJ), em 25/05/1893 e faleceu em 24/05/1968. Aprendeu a tocar violão com irmão, Paulino, na época em que trabalhava como tecelão na fábrica Santa Helena, em Petrópolis. Aos 17 anos foi para o Rio de Janeiro e, um ano depois, já compunha e cantava suas modinhas.

Em 1912 compôs sua primeira música Amor ingrato, que ele mesmo gravaria em disco da Casa Faulhaber, um dos maiores sucessos de sua carreira. Compôs nas duas primeiras décadas do século as modinhas Meu anjo, escuta, Sou teu escravo, Por que desprezas?, Simples desejos, Por teu sorriso, e o lundu A mulata carioca. Retornando à Petrópolis em 1913, voltou a trabalhar como tecelão, depois como chofer de táxi e funcionário dos Correios e Telégrafos.

Sem deixar a música de lado, tocava em conjuntos de jazz nos clubes locais e continuou a compor. Na década de 1950, sua música Amor ingrato foi regravada por Silvinho, com êxito. Em 1950, já aposentado dos Correios e Telégrafos, compôs, com Fernando Martins o samba Nunca mais digo adeus, obtendo grande destaque. Entre seus maiores sucessos estão a valsa Meu maior pecado (com Mário Rossi), 1949; Uma saudade a mais, valsa (1951); Alice, baião (1955); o bolero O pranto dos meus olhos (com D. Carvalho) e As águas correm para os rios, gravado por Marco Antônio.

Em 1964 encerrou sua carreira de compositor com o samba de Carnaval Foi ela (com Darci de Souza), e a marcha Oito garrinhas (com Darci de Souza e Marcílio Lopes).