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sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Carlinhos Vergueiro

Carlinhos Vergueiro (Carlos de Campos Vergueiro), compositor e cantor, nasceu em São Paulo-SP em 27/3/1952. Até os 12 anos estudou piano com o avô, o pianista Guilherme Fontainha; foi também aluno de Osvaldo Lacerda (composição musical) e Tumiko Kavanani (teoria musical). Começou a compor pelos 16 anos, quando já tocava violão.

Em 1972, foi finalista do Festival Universitário, da TV Tupi, com a música Só o tempo dirá, samba gravado em disco compacto no ano seguinte, pela Chantecler. Gravou outro compacto para a Chantecler, ainda em 1973, com as composições Poeta sem versos e Garra (com João Garcia).

Seu primeiro LP, produzido por Fernando Falcón para a Continental, só com músicas suas, foi lançado em 1974, com o título de Brecha, com destaque para Vendaval, Lucidez e a faixa-título. Em fevereiro do ano seguinte venceu o Festival Abertura, promovido pela Rede Globo de Televisão, com sua composição Como um ladrão, gravada em seu segundo LP, pela Continental, em 1975, do qual também faziam parte Se cuide e Como dói.

Fez parcerias também com Artur Gebara, Toquinho e Flavinho Pacheco. Lançou os LPs Carlinhos Vergueiro (1976), pela Odeon, Na ponta da língua (1980), pela Ariola, Felicidade (1983), pela Som Livre, e Carlinhos Vergueiro e convidados (1988), pela Idéia Livre, entre outros.

Foi também produtor de discos nos anos 80. Participou do show do SESC Raros e inéditos (1995) junto com Zizi Possi, Ney Matogrosso etc., depois transformado em CD.

Obras: Brecha, 1974; Camisa molhada (c/Toquinho), 1977; Como um ladrão, 1975; Garra (c/João Garcia), samba, 1973; Lucidez, 1974; Poeta sem versos (c/João Garcia), samba, 1973; Por que será? (c/Vinicius de Moraes e Toquinho), 1980; Torresmo à milanesa (c/Adoniran Barbosa), 1980; Vendaval, 1974.

CD: Carlinhos Vergueiro e convidados, 1995, Saci 8020.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora / PubliFolha.

Carlinhos Vergueiro

Carlinhos Vergueiro (Carlos de Campos Vergueiro), compositor e cantor, nasceu em São Paulo-SP em 27/3/1952. Até os 12 anos estudou piano com o avô, o pianista Guilherme Fontainha; foi também aluno de Osvaldo Lacerda (composição musical) e Tumiko Kavanani (teoria musical). Começou a compor pelos 16 anos, quando já tocava violão.

Em 1972, foi finalista do Festival Universitário, da TV Tupi, com a música Só o tempo dirá, samba gravado em disco compacto no ano seguinte, pela Chantecler. Gravou outro compacto para a Chantecler, ainda em 1973, com as composições Poeta sem versos e Garra (com João Garcia).

Seu primeiro LP, produzido por Fernando Falcón para a Continental, só com músicas suas, foi lançado em 1974, com o título de Brecha, com destaque para Vendaval, Lucidez e a faixa-título. Em fevereiro do ano seguinte venceu o Festival Abertura, promovido pela Rede Globo de Televisão, com sua composição Como um ladrão, gravada em seu segundo LP, pela Continental, em 1975, do qual também faziam parte Se cuide e Como dói.

Fez parcerias também com Artur Gebara, Toquinho e Flavinho Pacheco. Lançou os LPs Carlinhos Vergueiro (1976), pela Odeon, Na ponta da língua (1980), pela Ariola, Felicidade (1983), pela Som Livre, e Carlinhos Vergueiro e convidados (1988), pela Idéia Livre, entre outros.

Foi também produtor de discos nos anos 80. Participou do show do SESC Raros e inéditos (1995) junto com Zizi Possi, Ney Matogrosso etc., depois transformado em CD.

Obras: Brecha, 1974; Camisa molhada (c/Toquinho), 1977; Como um ladrão, 1975; Garra (c/João Garcia), samba, 1973; Lucidez, 1974; Poeta sem versos (c/João Garcia), samba, 1973; Por que será? (c/Vinicius de Moraes e Toquinho), 1980; Torresmo à milanesa (c/Adoniran Barbosa), 1980; Vendaval, 1974.

CD: Carlinhos Vergueiro e convidados, 1995, Saci 8020.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora / PubliFolha.

quinta-feira, 3 de agosto de 2006

Por que será?

Por que será? - Carlinhos Vergueiro, Vinícius de Moraes e Toquinho
G7          C
Por que será
Gm/E Am
Que eu ando triste por te adorar?
Dm
Por que será
Fm G7 C
Que a vida insiste em se mostrar
A7 Dm
Mais distraída dentro de um bar
Fm G7
Por que será?



Por que será
Que o nosso assunto já se acabou?
Por que será
Que o que era junto se separou
E o que era muito se definhou
Por que será?


G7 F
Eu, quantas vezes
F#º B7 Em
Me sento à mesa de algum lugar
Gm/E A7 Dm
Falando coisas só por falar
D7 Fm
Adiando a hora de te encontrar


( acordes da 1ª estrofe )
É muito triste
Quando se sente tudo morrer
E ainda existe o amor
Que mente para esconder
Que o amor presente
Não tem mais nada para dizer
Por que será?

terça-feira, 25 de julho de 2006

Leve

Chico Buarque
De: Carlinhos Vergueiro / Chico Buarque
[Intro:] D7M(9) D6(9) Dm7M(9) C#7(b9) F#m7(11)
B7(9)(11) E7(9)(11)

A6/C#         Cm6
Não me leve a mal
F7(9) E7(#9) A7M A6
Me leve à toa pela última vez
Em7(9) A7(b13) Dm7(9) Dm6(9) C#7(#9)
A um quiosque, ao planetário
F#7(b13) B7(13) B7(b13)
Ao cais do porto, ao paço
E7(9)(11) E/D         A6/C#
O meu coração, meu coração
Cm6 F7(9) E7(#9)
Meu coração parece que perde um pedaço,
F#7(9) G7M/D F#7/C# B7(9)
Mas não me leve a sério, passou este verão
Bm7(b5) E7(b13) A7M/E A6 Eb7(#9)
Outros passarão eu passo
D7M(9)      D6(9)
Não se atire do terraço,
Dm7M(9) Dm6(9) A7M A6 A7(13) A7(b13)
Não arranque minha cabeça da sua cortiça
D7M(9) D6(9)
Não beba muita cachaça,
Bm7(b5) Dm6/F A7M A6 G#m7(11) C#7(b9)
Não se esqueça depressa de mim, sim?
F#m7       C#7(b13)/F
Pense que eu cheguei de leve
A7M/E
Machuquei você de leve
Eb7(#9)(b5)
E me retirei com pés de lã
F#m7(b5) B7(b9)
Sei que o seu caminho amanhã
Bm7(b5)/F E7(9)(11) E/D
Será um caminho bom, mas não me leve
Não me leve a mal
Me leve apenas para andar por aí
Na lagoa, no cemitério
Na areia, no mormaço
Fim: D7M(9) D6(9) Dm7M(9) C#7(b9) A7M A6(9)

sábado, 22 de julho de 2006

Torresmo à milanesa

Torresmo à Milanesa - Adoniran Barbosa e Carlinhos Vergueiro

O enxadão da obra
Vamo se embora, João
Vamo se embora, João
Que é que você troxe
Na marmita, Dito?
Truxe ovo frito
Truxe ovo frito
E você, Beleza,
o que é que você troxe?
Arroz com feijão
E um torresmo à milanesa
Da minha Tereza

O enxadão da obra
bateu onze hora (...)
Vamos almoçá
Sentados na calçada
Conversar sobre isso e aquilo
Coisas que nóis
Não entende nada
Depois puxa uma pala
Andar um pouco
Pra fazê o quilo
È dureza, João...

O mestre falô
Que hoje não tem vale, não
Ele se esqueceu
Que lá em casa num só eu...