sexta-feira, 11 de agosto de 2006

Apenas tu

Apenas tu (valsa, 1936) - Jorge Faraj e Roberto Martins

Pelos jardins fatais do amor
Em ânsias loucas
Desabrocham para mim
Formosas bocas
Bocas divinas eu beijei
Mas as mulheres que eu amei
Para a grandeza dos meus sonhos
Foram poucas...

No meu viver não foram mais
Do que o presente
Apenas tu, ficaste indefinidamente
Raio de sol a iluminar
Numa saudade singular
As minhas tristes noites de luar
Quando a luz dos teus olhos azuis
Inundou os meus olhos de luz

A aridez do meu triste caminho
Abriu-se em rosais sem espinho
O teu nome é uma terna canção
Que eu vivo a rezar bem baixinho
Oh, dona do meu coração !

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