"A Saudade Mata a Gente" é mais uma canção sobre o velho tema do amor singelo, ambientado na vida campestre ( "Fiz meu rancho na beira do rio / meu amor foi comigo morar..."), gênero que tem como paradigma "Casinha pequenina".
Então no auge da popularidade, Dick explora muito bem as notas graves do estribilho, em contraste com a outra parte que, aliás, recorre a um trecho da ópera "Aída", de Verdi - o bailado da 2'' cena do 2° ato ( "Festa da sagração de Radamés"). Existindo havia quase dez anos, a parceria João de Barro / Antônio Almeida só alcançaria o sucesso em 1948, com "A Saudade Mata a Gente" e a marchinha "A Mulata É a Tal".
A saudade mata a gente (toada, 1948) - João de Barro e Antônio Almeida
(intro) D Em7 A7 D Bm7 Em7 Gm Em7 A7 D A7/11
Em7
Fiz meu rancho na beira de um rio
A7 D
Meu amor foi comigo morar
Bm Em7
E na rede nas noites de frio
Gm Em7 A7 D
O meu bem me abraçava pra me agasalhar
Am D7 G
Mas agora meu Deus, vou me embora
Gm D
Vou me embora e não sei se vou voltar
Bm Em7
A saudade nas noites de frio
Gm Em7 A7 D C#m
meu peito vazio virá se aninhar
A7 D A7
A saudade mata a gente morena
D A7
A saudade é dor pungente, morena
D A7
A saudade mata a gente morena
G D
A saudade é dor pungente morena
(solo) D7 G Gm D Bm Em7 Gm Em7 A7 D
( Bm C A7 D )
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