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sábado, 25 de setembro de 2010

Guimarães Passos

Guimarães Passos
Guimarães Passos (Sebastião Cícero dos Guimarães Passos), poeta e compositor, nasceu em Maceió, Alagoas, no dia 22 de março de 1867, e faleceu em Paris, no dia 9 de setembro de 1909. Trans­ferindo-se para o Rio de Janeiro com menos de vinte anos de idade, ali fez parte da famosa roda boêmia de Olavo Bilac.

Exerceu o jornalismo, escrevendo versos, contos e crônicas em diversos periódicos, às vezes com pseudônimo. Foi nomeado arquivista da Secretaria da Mordomia da Casa Imperial, cargo que perderia com a proclamação da República. Foi exilado ao tempo de Floriano Peixoto.

Já muito prestigiado nos meios parnasianos do Rio de Janeiro, fez a letra da modinha Na casa branca da serra, musicada por Miguel Emídio Pestana, e gravada na Casa Edison por  Eduardo das Neves.

Obra poética: Versos de um simples (1891), Horas mortas (1901) e os versos humorísticos de Pimentões (1897), em parceria com Bilac, com quem assinou também um compêndio de metrificação. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. 

Fontes: Parnasianismo - seleção e prefácio de Sânzio de Azevedo. São Paulo: Global, 2006. 153 p. (Col. Roteiro da Poesia brasileira); Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora.

Guimarães Passos

Guimarães Passos
Guimarães Passos (Sebastião Cícero dos Guimarães Passos), poeta e compositor, nasceu em Maceió, Alagoas, no dia 22 de março de 1867, e faleceu em Paris, no dia 9 de setembro de 1909. Trans­ferindo-se para o Rio de Janeiro com menos de vinte anos de idade, ali fez parte da famosa roda boêmia de Olavo Bilac.

Exerceu o jornalismo, escrevendo versos, contos e crônicas em diversos periódicos, às vezes com pseudônimo. Foi nomeado arquivista da Secretaria da Mordomia da Casa Imperial, cargo que perderia com a proclamação da República. Foi exilado ao tempo de Floriano Peixoto.

Já muito prestigiado nos meios parnasianos do Rio de Janeiro, fez a letra da modinha Na casa branca da serra, musicada por Miguel Emídio Pestana, e gravada na Casa Edison por  Eduardo das Neves.

Obra poética: Versos de um simples (1891), Horas mortas (1901) e os versos humorísticos de Pimentões (1897), em parceria com Bilac, com quem assinou também um compêndio de metrificação. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. 

Fontes: Parnasianismo - seleção e prefácio de Sânzio de Azevedo. São Paulo: Global, 2006. 153 p. (Col. Roteiro da Poesia brasileira); Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora.