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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Zum, zum, zum, meu violão

Francisco Alves
Zum, zum, zum, meu violão (marcha, 1929) - J. Menra e João Rossi

Título da música: Zum, zum, zum, meu violão / Gênero musical: Marcha / Intérprete: Francisco Alves / Compositores: Pereira, J. Mendes - Rossi, João / Acompanhamento Orquestra Pan American / Gravadora Odeon / Número do Álbum 10337 / Data de Gravação 1928-1929 / Data de Lançamento 03/1929 / Lado A / Disco 78 rpm:


Zum, zum, zum, zum, zum, meu violão
Zum, zum, zum, zum, zum, meu rabecão
Por causa das moreninhas, olé
Rebentei o meu bordão, plum, plum

Fui num baile em Cascadura namorar
Vi uma moça, formosura de encantar
E de minha simpatia chiste fiz
Mas baixinho e com ironia ela me diz

Zum, zum, zum, zum, zum, meu violão
Zum, zum, zum, zum, zum, meu rabecão
Com as tais de melindrosas, olé
Eu já fui no arrastão, plum, plum

Mas depois por desaforo, me vinguei
Ferrô comigo outro namoro e eu nem liguei
De carão feio e comprido nuns tons horrendo
Eu baixinho em seu ouvido fui dizendo

Zum, zum, zum, zum, zum, meu violão
Zum, zum, zum, zum, zum, meu rabecão
De tanto amar as moreninhas, olé
Rebentei meu coração

sábado, 6 de novembro de 2010

Saudade do passado

Francisco Alves
Saudade do passado (samba, 1951) - Francisco Alves, David Nasser e Gomes Cardim

Título da música: Saudade do passado / Gênero musical:  Samba / Intérprete: Alves, Francisco / Compositores: Nasser, David - Alves, Francisco - Cardim, Gomes  /  Acompanhamento: Regional  / Gravadora Odeon / Número do Álbum: 13100  /  Data de Gravação: 29/01/1951 / Data de Lançamento: 03/1951 / Lado:  lado A / Rotações: Disco 78 rpm:


Eu estou envelhecendo
De saudade do passado
Choro ao ver nos espelhos
Meus cabelos prateando
Você que está me acabando!

Eu estou envelhecendo
De saudade do passado
Choro ao ver nos espelhos
Meus cabelos prateando
Você que está me acabando!

O que mais me desespera
Não é o medo da saudade
É saber que nos seus braços
Eu perdi a mocidade

Que saudade, que passado
Que destino foi o meu
Quanto eu tenho chorado
Depois que o nosso amor morreu...

sábado, 30 de outubro de 2010

Rubens Soares


Rubens Soares, compositor, nasceu em 29/5/1911 no Rio de Janeiro, RJ, e faleceu em 13/6/1998 na mesma cidade. De 1928 a 1945 foi lutador de boxe da categoria peso médio, sagrando-se campeão várias vezes, além de membro da Polícia Especial, treinador de cavalos e treinador de boxe diplomado. Depois das lutas, reunia-se no bar com os amigos, compondo sambas de Carnaval. 

Em 1936, É bom parar (com Noel Rosa), um de seus maiores sucessos, foi gravada por Francisco Alves, na Victor, ganhando o primeiro prêmio no concurso oficial de músicas carnavalescas da prefeitura do Rio de Janeiro. No ano seguinte, o mesmo cantor lançou, pela mesma fábrica, o samba de Carnaval Lá vem ela chorando (com Demazinho), e em 1940 Solteiro é melhor (com Felisberto Silva), registrado na Columbia. 

Para o Carnaval de 1941, compôs em parceria com Sílvio Caldas a marcha Capim mimoso, gravada por este na Victor; do mesmo ano foi Poleiro de pato é no chão, samba gravado por Francisco Alves, na etiqueta Columbia. 

Em 1942 fez grande sucesso no Carnaval com a batucada Nega do cabelo duro (com David Nasser), lançado pelos Anjos do Inferno, na Columbia. No mesmo ano compôs o samba Eu quero uma mulher (com Evaldo Rui), interpretado por Francisco Alves em disco Odeon. Outro grande sucesso foi Nasci para o samba (com David Nasser), gravado por Nelson Gonçalves em 1956, na Victor. 

Obra

É bom parar (c/ Noel Rosa), samba, 1936; Nasci para o samba (c/Davi Nasser), samba, 1956; Nega do cabelo duro (c/Davi Nasser), batucada, 1942; Poleiro de pato é no chão, samba, 1941; Solteiro é melhor (c/Felisberto Silva), samba, 1940.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha.

Rubens Soares


Rubens Soares, compositor, nasceu em 29/5/1911 no Rio de Janeiro, RJ, e faleceu em 13/6/1998 na mesma cidade. De 1928 a 1945 foi lutador de boxe da categoria peso médio, sagrando-se campeão várias vezes, além de membro da Polícia Especial, treinador de cavalos e treinador de boxe diplomado. Depois das lutas, reunia-se no bar com os amigos, compondo sambas de Carnaval. 

Em 1936, É bom parar (com Noel Rosa), um de seus maiores sucessos, foi gravada por Francisco Alves, na Victor, ganhando o primeiro prêmio no concurso oficial de músicas carnavalescas da prefeitura do Rio de Janeiro. No ano seguinte, o mesmo cantor lançou, pela mesma fábrica, o samba de Carnaval Lá vem ela chorando (com Demazinho), e em 1940 Solteiro é melhor (com Felisberto Silva), registrado na Columbia. 

Para o Carnaval de 1941, compôs em parceria com Sílvio Caldas a marcha Capim mimoso, gravada por este na Victor; do mesmo ano foi Poleiro de pato é no chão, samba gravado por Francisco Alves, na etiqueta Columbia. 

Em 1942 fez grande sucesso no Carnaval com a batucada Nega do cabelo duro (com David Nasser), lançado pelos Anjos do Inferno, na Columbia. No mesmo ano compôs o samba Eu quero uma mulher (com Evaldo Rui), interpretado por Francisco Alves em disco Odeon. Outro grande sucesso foi Nasci para o samba (com David Nasser), gravado por Nelson Gonçalves em 1956, na Victor. 

Obra

É bom parar (c/ Noel Rosa), samba, 1936; Nasci para o samba (c/Davi Nasser), samba, 1956; Nega do cabelo duro (c/Davi Nasser), batucada, 1942; Poleiro de pato é no chão, samba, 1941; Solteiro é melhor (c/Felisberto Silva), samba, 1940.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Reflorir da minha vida

Francisco Alves
Reflorir da minha vida (canção, 1936) - Saint-Clair Sena

Título da música: Reflorir da minha vida / Gênero musical: Seresta / Intérprete: Francisco Alves / Compositor(es) Sena, Saint Clair / Gravadora Victor / Número do Álbum 34069 / Data de Gravação 00/1936 / Data de Lançamento 00/1936 / Lado: lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm:


Adeus mágoa de dores
Já desprezei o meu passado de tristezas
Em ti vejo o meu sonho
O sonho novo de amor e sutilezas

Ò vem para o amor
Deixo o passado num sorriso que findou
Reguei um dia os lábios da flor
No sonho que passou

És o reflorir da minha vida
És o mater de toda a minha inspiração
És a esperança que me embala o coração
Num lindo berço
Feito de arminho da ilusão

E num só beijo teu guardar eu quero
Todo prazer que tive então ao te beijar
Pra na saudade sentir o íntimo desejo
E provar sempre dos lábios teus
O outro beijo

Reflorir da minha vida

Francisco Alves
Reflorir da minha vida (canção, 1936) - Saint-Clair Sena

Título da música: Reflorir da minha vida / Gênero musical: Seresta / Intérprete: Francisco Alves / Compositor(es) Sena, Saint Clair / Gravadora Victor / Número do Álbum 34069 / Data de Gravação 00/1936 / Data de Lançamento 00/1936 / Lado: lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm:


Adeus mágoa de dores
Já desprezei o meu passado de tristezas
Em ti vejo o meu sonho
O sonho novo de amor e sutilezas

Ò vem para o amor
Deixo o passado num sorriso que findou
Reguei um dia os lábios da flor
No sonho que passou

És o reflorir da minha vida
És o mater de toda a minha inspiração
És a esperança que me embala o coração
Num lindo berço
Feito de arminho da ilusão

E num só beijo teu guardar eu quero
Todo prazer que tive então ao te beijar
Pra na saudade sentir o íntimo desejo
E provar sempre dos lábios teus
O outro beijo

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Zomba

Araci Cortes
Zomba (samba, 1929) - Francisco Alves e Luís Iglesias

Título da música: Zomba / Gênero musical: Samba / Intérprete: Araci Cortes / Compositor(es) Alves, Francisco / Gravadora Odeon / Número do Álbum 10446 / Data de Gravação 00/1929 / Data de Lançamento 00/1929 / Lado B / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm:


Zomba... zomba...
Quando vem chorar alguém
Mas um dia Deus castiga
Faz a gente amar também
O amor custa, mas vem...

Fui à Bahia
Ver o Senhor do Bomfim
Feitiço das baianas,
Mal cheguei, pegou em mim.

Gente danada
Pra fazer sofrer de amor
Com certeza foi castigo
Que me deu Nosso Senhor!

Zomba

Araci Cortes
Zomba (samba, 1929) - Francisco Alves e Luís Iglesias

Título da música: Zomba / Gênero musical: Samba / Intérprete: Araci Cortes / Compositor(es) Alves, Francisco / Gravadora Odeon / Número do Álbum 10446 / Data de Gravação 00/1929 / Data de Lançamento 00/1929 / Lado B / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm:


Zomba... zomba...
Quando vem chorar alguém
Mas um dia Deus castiga
Faz a gente amar também
O amor custa, mas vem...

Fui à Bahia
Ver o Senhor do Bomfim
Feitiço das baianas,
Mal cheguei, pegou em mim.

Gente danada
Pra fazer sofrer de amor
Com certeza foi castigo
Que me deu Nosso Senhor!

Vadiagem

Mário Reis
Vadiagem (samba/carnaval, 1929) - Francisco Alves

Título da música: Vadiagem / Gênero musical: Samba / Intérprete: Mário Reis / Compositor: Alves, Francisco / Gravadora Odeon / Número do Álbum 10307 / Data de Gravação 00/1929 / Data de Lançamento 00/1929 / Lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm:


A vadiagem eu deixei
Não quero mais saber
Arranjei outra vida
Porque deste modo não se pode viver

Eu deixei a vadiagem
Para ser trabalhador
Os malandros de hoje em dia
Não se pode dar valor

Ora, meu bem
Diga tudo que quiser
Eu deixo de ser vadio
Por causa de uma mulher

Quando eu saio do trabalho
Pensativo no caminho
Que saudade do meu tempo
Que saudade do meu pinho

Mas chego em casa
É carinho sem ter fim
Vale a pena ser honesto
Pra poder viver assim

Vadiagem

Mário Reis
Vadiagem (samba/carnaval, 1929) - Francisco Alves

Título da música: Vadiagem / Gênero musical: Samba / Intérprete: Mário Reis / Compositor: Alves, Francisco / Gravadora Odeon / Número do Álbum 10307 / Data de Gravação 00/1929 / Data de Lançamento 00/1929 / Lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm:


A vadiagem eu deixei
Não quero mais saber
Arranjei outra vida
Porque deste modo não se pode viver

Eu deixei a vadiagem
Para ser trabalhador
Os malandros de hoje em dia
Não se pode dar valor

Ora, meu bem
Diga tudo que quiser
Eu deixo de ser vadio
Por causa de uma mulher

Quando eu saio do trabalho
Pensativo no caminho
Que saudade do meu tempo
Que saudade do meu pinho

Mas chego em casa
É carinho sem ter fim
Vale a pena ser honesto
Pra poder viver assim

domingo, 26 de setembro de 2010

Olhos japoneses

Francisco Alves
Olhos japoneses (valsa, 1928) - Freire Júnior

Título da música: Olhos japoneses / Gênero musical: Valsa / Intérprete: Francisco Alves / Compositor: Freire Júnior / Gravadora Parlophon / Número do Álbum 12812 / Data de Gravação 00/1928 / Data de Lançamento 00/1928 / Lado lado B / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm


Olhos pequeninos / Olhos japoneses
Olhos que ferinos / Matam muitas vezes
De paixão a gente / Olhos que seduzem
Que me põem doente / Olhos que traduzem
Um amor ardente

Olhos buliçosos / Olhos tentadores
Olhos que maldosos / Ligam dois amores
Num só coração / Olhos delicados
Cheios de emoção / Só são encontrados
Mesmo no Japão

Caprichos da moda / Nossa alta roda
Faz imitação / São olhos pintados
De negro tarjeados / Causa sensação
A sua sedução / A influência do amor
O olhar da gueisha / Louco a gente deixa

Na raça amarela / A mulher que é bela
Esses olhos tem / Olhos desviados
Meigos, delicados / Os olhos pequenos
Em rostos morenos / Se encontram somente
Lá no Oriente

Olhos japoneses

Francisco Alves
Olhos japoneses (valsa, 1928) - Freire Júnior

Título da música: Olhos japoneses / Gênero musical: Valsa / Intérprete: Francisco Alves / Compositor: Freire Júnior / Gravadora Parlophon / Número do Álbum 12812 / Data de Gravação 00/1928 / Data de Lançamento 00/1928 / Lado lado B / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm


Olhos pequeninos / Olhos japoneses
Olhos que ferinos / Matam muitas vezes
De paixão a gente / Olhos que seduzem
Que me põem doente / Olhos que traduzem
Um amor ardente

Olhos buliçosos / Olhos tentadores
Olhos que maldosos / Ligam dois amores
Num só coração / Olhos delicados
Cheios de emoção / Só são encontrados
Mesmo no Japão

Caprichos da moda / Nossa alta roda
Faz imitação / São olhos pintados
De negro tarjeados / Causa sensação
A sua sedução / A influência do amor
O olhar da gueisha / Louco a gente deixa

Na raça amarela / A mulher que é bela
Esses olhos tem / Olhos desviados
Meigos, delicados / Os olhos pequenos
Em rostos morenos / Se encontram somente
Lá no Oriente

Salve Jaú

Francisco Alves
Salve Jaú (marcha, 1927) - Salvador Correia

Título da música: Salve jaú / Gênero musical: Marcha / Intérprete: Francisco Alves  /   Compositor: Correia, Salvador / Gravadora Odeon / Número do Álbum 10025 / Data de Gravação 00/1927 / Data de Lançamento 00/1927 / Lado lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm:


Salve Jaú!
Ave altaneira
As tuas asas representam
A bandeira brasileira...

Salve Jaú

Francisco Alves
Salve Jaú (marcha, 1927) - Salvador Correia

Título da música: Salve jaú / Gênero musical: Marcha / Intérprete: Francisco Alves  /   Compositor: Correia, Salvador / Gravadora Odeon / Número do Álbum 10025 / Data de Gravação 00/1927 / Data de Lançamento 00/1927 / Lado lado A / Acervo Humberto Franceschi / Rotações Disco 78 rpm:


Salve Jaú!
Ave altaneira
As tuas asas representam
A bandeira brasileira...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A dança do funiculí

A dança do funiculí (marcha/carnaval, 1941) - Benedito Lacerda e Herivelto Martins

Passei um Carnaval em Veneza
Com muitas saudades daqui
Tentei cantar a Tirolesa
A Jardineira, mas não consegui

O povo de lá só cantava
A sua canção popular
E eu vendo que nada arranjava
Entrei no cordão e comecei a cantar assim:

Iamo, iamo, iamo, iamo, iamo
Iamo, iamo, iamo, iamo, iá
Funiculí, funiculá
Funiculí, funiculá
Atacaram a Tarantela
E não quiseram mais parar!

A dança do funiculí

A dança do funiculí (marcha/carnaval, 1941) - Benedito Lacerda e Herivelto Martins

Passei um Carnaval em Veneza
Com muitas saudades daqui
Tentei cantar a Tirolesa
A Jardineira, mas não consegui

O povo de lá só cantava
A sua canção popular
E eu vendo que nada arranjava
Entrei no cordão e comecei a cantar assim:

Iamo, iamo, iamo, iamo, iamo
Iamo, iamo, iamo, iamo, iá
Funiculí, funiculá
Funiculí, funiculá
Atacaram a Tarantela
E não quiseram mais parar!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Quando eu era pequenino

Quando eu era pequenino (baião, 1953) - Francisco Alves, David Nasser e F. Martins
Carlos Galhardo

Quando eu era pequenino
Eu cheguei a imaginar
Que o mundo lá de fora
Cabe dentro do quintal

Mas agora que sou grande
Sou da mesma opinião
Tudo quanto existe fora
Cabe dentro do baião

Baião, baião
É a dança do meu sertão
Baião, baião
É a dança do meu sertão

Quem quiser falar dos males
Que atormentam o coração
Quem quiser falar das queixas
Que nos causam ingratidão

Quem quiser falar de tudo
Que não está no livro não
Experimente disso tudo
Cabe dentro do baião

Baião, baião
É a dança do meu sertão
Baião, baião
É a dança do meu sertão

Quando eu era pequenino

Quando eu era pequenino (baião, 1953) - Francisco Alves, David Nasser e F. Martins
Carlos Galhardo

Quando eu era pequenino
Eu cheguei a imaginar
Que o mundo lá de fora
Cabe dentro do quintal

Mas agora que sou grande
Sou da mesma opinião
Tudo quanto existe fora
Cabe dentro do baião

Baião, baião
É a dança do meu sertão
Baião, baião
É a dança do meu sertão

Quem quiser falar dos males
Que atormentam o coração
Quem quiser falar das queixas
Que nos causam ingratidão

Quem quiser falar de tudo
Que não está no livro não
Experimente disso tudo
Cabe dentro do baião

Baião, baião
É a dança do meu sertão
Baião, baião
É a dança do meu sertão