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| Altemar Dutra |
Então, cantou para os telespectadores este bolero, que abria seu elepê Sinto que te amo, em 1966: “Veja só / que tolice nós dois / brigarmos tanto assim / se depois / vamos nós a sorrir / trocar de bem no fim...”
Com um público cativo, fiel comprador de seus discos, Altemar sustentou por vários anos a posição de trovador romântico da Odeon, sempre interpretando um repertório que incluía em cada elepê um mínimo de duas ou três canções da dupla Evaldo Gouveia e Jair Amorim. Todas elas dolentes, chorosas e sentimentais como “Brigas” (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).
Brigas (bolero, 1966) - Evaldo Gouveia e Jair Amorim
D Gb7
Veja só / Que tolice nós dois
G B7 Em7
Brigarmos tanto assim / Se depois
C Em7 A7 Em7 A7
Vamos nós a sorrir / Trocar de bem no fim
D7+ Gbm7/-5 B7
Para que maltratarmos o amor
Em7
O amor não se maltrata não
Em7/-5 A13-
Para que / Se essa gente o que quer
Em7 A7 Em7 A7
É ver nossa separação
D Gb7
Brigo eu / Você briga também
G B7
Por coisas tão banais
Em7 C
E o amor / Em momentos assim
Em7 A7 Em7 A7
Morre um pouquinho mais
D D7
E ao morrer / Então é que se vê
G7+ Gm7
Que quem morreu fui eu e foi você
Gbm7 Bm7 Em7 A13- D7+
Pois sem amor estamos sós / Morremos nós

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