Minha branca - 1929 (Sinhô) Os óio da minha branquinha têm / Meiguice de quem sabe querer bem / Teu riso me traz a recordação / Das trovas dos tempos que lá se vão
Ai, como é bom saber querer! / Tudo n'alma é um prazer
Mesmo dentro de um sofrer / Passa-se a vida tão sutil
Num sorrir primaveril / Igual todo o céu de anil
A boca da minha branquinha tem / O cheiro que as flores também contêm
Teu rosto me inspira a consagração / Da Virgem Maria da Conceição
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